Dark Love

9 I'm cold as the wind blows so hold me in your arms


Notas iniciais
Olá, como estão? Os comentários caíram no capitulo anterior, vcs n estão gostando? me digam se tem algo errado para eu melhorar! Dedico este capítulo as fofas que recomendaram a fanfic: Paloma Malfoy, Nyna Halle e kiki_cullen_va. eu ameeei, de verdade. beijos e boa leitura!

URSS, Sul de Leningrado, 3 de junho de 1946 – 01:43 am – Mansão de Carlisle Cullen Scherbítsky


Roza se mantinha sentada na cozinha da Sra. Esme, com seu chá de ervas intocado na xícara em sua mão. Isabella a encarava, com os olhos cansados, com bolsas inchadas abaixo dos mesmos. Ela se sentia tão pesada e exausta, e por mais que o sono fosse imenso, ela não poderia deixar Roza.
Carlisle se mantinha no telefone á uns minutos, falando com o melhor cardiologista de seu conhecimento. Ivanov era tão querido pela família como um primo que é muito amado. Na verdade, Esme que insistira para que o marido ligasse para o cirurgião. Carlisle podia fazer um grande papel de preocupação, mas quem o conhecia sabia que isso não cabia a ele.
Esme foi até a cozinha e se sentou com Isabella e Roza, pegando em uma das mãos da fiel empregada que a acompanhou desde que casara com Carlisle. Roza a olhou com os olhos marejados e a preocupação se mantinha estampada em seu rosto velho e cansado.
— Como esta querida? – Esme perguntou, com um sorriso encorajador em seu rosto.
— Preocupada. – Ela suspirou cansada. – Queria voltar para o hospital. – Ela disse angustiada. Isabella tocou sua mão sobre a xícara.
— Não podemos, Roza. – Isabella suspirou. – Eu também gostaria de estar lá por ele, mas só nos deixaria mais nervosas, ficar lá sem poder fazer nada. Eu posso ligar para Jacob e tentar fazer com que o nosso horário de visitas seja maior. Isso seria bom? – Isabella perguntou docemente, encarando Roza, que apenas acenou com a cabeça com um pequeno sorriso no rosto. – Ótimo. – Isabella sorriu. Esme a encarou.
— Eu falei com Edward hoje. – Roza a encarou incrédula, assim como Isabella. Ambas sabiam que ele não ligava para a mãe a um ano. – Ele me ligou. – Ela disse emocionada. – À tempos que ele não ligava. – Esme sorriu. – Você faz bem a ele, criança. – Ela olhou para Isabella admirada, que ao mesmo tempo pensou em Edward sozinho na mansão e na briga que tiveram mais cedo.
— Isso tudo é mérito dele, dona Esme. Eu não fiz nada além do meu trabalho. – Isabella disse, incomodada com o assunto. Ela não queria falar dele, se sentia fraca ao falar dele. Ela sabia que o sentimento que crescia dentro dela a enfraquecia a cada dia, e ela também sabia que cuidar de Edward estando apaixonada por ele seria um problema, por que ninguém melhor do que ela sabia que ele nunca a amaria, seu passado era pesado demais para isso.
— Claro que fez querida. Você insistiu nele, coisa que todos nós deixamos de fazer á muito tempo. – Ela disse com lágrimas nos olhos. – Eu não queria ter deixado o meu filho sozinho, mas a cada dia ele me afastava mais, era mais rude e estúpido, e por mais que eu não pudesse abandoná-lo, eu não aguentava mais vê-lo daquela maneira. – Ela suspirou. – Eu peguei o caminho mais fácil, resolvi deixá-lo. E eu nunca me senti tão culpada como quando ele me ligou hoje a noite. Sentir sua voz solitária me cortou o coração. – Ela limpou a lágrima singela que escorreu por sua bochecha. Isabella suspirou e a encarou. Ela sabia que Esme queria que ela fosse ficar com Edward na mansão, e boa parte dela estava desesperada para fazê-lo. Mas além de ser apenas ‘a enfermeira boazinha que estava fazendo Edward progredir’ ela tinha tido algo com ele, e eles tiveram uma briga de namorados, e o código das mulheres ofendidas não a permitia voltar para a mansão hoje, não mesmo.
— Deixe o menino com seu tempo, dona Esme. – Roza disse, o cansaço iminente em sua voz. – Edward vai melhorar com o tempo, a menina faz bem a ele. – Ela sorriu para Isabella, que corou com a insinuação na voz de Roza. – Estou cansada. – Ela suspirou. – Hoje foi um dia mais do que longo para a minha idade. – Ela riu minimamente, o que fez Isabella e Esme sorrirem para ela com carinho. – Vamos dormir. – Ela se levantou da mesa e deixou seu chá intocado na pia. Isabella passou as mãos pelos cabelos em um ato de cansaço, levantando da mesa junto com Esme. A Sra. Cullen abraçou ambas as mulheres e antes de se dirigir ao quarto, parou no batente da porta da cozinha.
— Só temos um quarto de hóspedes. Os outros quartos Carlisle transformou em cômodos, não recebemos muitas visitas... – Ela observou, fazendo Roza e Isabella pararem.
— Eu durmo na sala, dona Esme. Não tem problema. – Isabella sorriu simpática. Esme a encarou pensativa e depois sorriu, a encarando.
— Imagine querida, deve estar cansada. Durma no quarto de Edward. – Ela sorriu e piscou para Roza, que soltava um risinho abafado.
— Claro que não dona Esme, eu não quero ser invasiva e... – Ela a cortou.
— Eu estou dizendo querida, sinta-se a vontade. Venha comigo, vou te levar ao quarto dele. E você Roza, sabe o caminho. Sinta-se a vontade. – Ela estendeu a mão e Isabella olhou para Roza, que deu de ombros. Bella se virou para Esme e a lançou um sorriso incerto, pegando em sua mão e a seguindo até o quarto do homem que escondia tantos segredos e medos, se perguntando se sabendo um pouco mais sobre ele, ela poderia enfim entrar em seu coração e não sair nunca mais.
Isabella a seguiu escada acima, se segurando no corrimão de mármore com medo de que o nervosismo a derrubasse escada a baixo. Esme a deixou no quarto, lhe desejando boa noite e a mandando ficar a vontade. Isabella fechou a porta de madeira rústica e estudou o quarto de Edward com toda sua cautela.
O quarto era amplo e claro, totalmente diferente do quarto escuro que Edward agora habitava. As luminárias estavam acesas, iluminando o ambiente, assim como a lua grande no céu, que pela janela aberta, dava uma cor perolada á cama de Edward. Isabella olhou em volta e viu o papel de parede azul royal, com arabescos brancos em auto relevo. O grande armário marrom ficava no canto do quarto, ao lado da escrivaninha que continha uma remington remette 1940¹ que parecia não ser usada á anos. Isabella andou sob o piso de assoalho, este rangendo sob seus sapatos. Ela olhou em sua volta, vendo as paredes a seu redor, onde em uma delas havia um quadro pintado a mão, que retratava um lago no meio de um campo imensamente verde, o sol aquecendo as plantas, dando a Isabella uma sensação de calmaria ao olhar para ele. Ela se virou e encarou a cama de casal, arrumada com uma colcha marrom, almofadas sobre a mesma. Ela passou os dedos pelo acolchoado, admirando a maciez do mesmo, se sentando sobre ele. Isabella retirou os sapatos com os pés e se deixou cair sobre a cama, encarando o teto. No mesmo momento ela sorriu, pois no teto de Edward havia um pôster imenso de uma pin up² com roupa de marinheira. Ela se sentou na cama novamente e encarou as prateleiras á sua frente, diversos livros repousavam sobre as mesmas, um pequeno avião de lata pintado de azul estava em cima de uma delas, dando um ar infantil á mesma. Isabella sorriu, imaginando um menino de 8 anos e cabelos cobres brincando com seu avião de brinquedo, desejando ser piloto. Ela se virou para cama e observou mais uma vez a mesma, vendo sua cabeceira de madeira detalhadamente feita a mão. Ela se sentia maravilhada com tudo, e por mais que ela desejasse respostas, este quarto não passava de um quarto normal. Talvez ele tivesse levado todas as memórias daquele quarto, ela pensou. Isabella se deu conta de que não tinha nenhuma roupa de dormir, então se deitou na cama de Edward com as roupas do corpo. Ela respirou fundo sobre a cama e sentiu o cheiro característico de Edward. Ele cheirava a madeira e menta. Ela sorriu novamente e fechou os olhos, respirando o cheiro que tanto a acalmava e a deixava agitada. O cheiro do homem que vinha dominando seus sonhos e ao mesmo tempo era um dos seus pesadelos, o cheiro do homem por quem esta apaixonada.

URSS, Leningrado, 10 de junho de 1946 – 7:43 am – Mansão de Edward Cullen Scherbítsky


Edward não pregou o olho. Sua noite foi passada em meio de pequenos cochilos e pensamentos em Isabella. Ele se sentia mais exausto do que o normal, mais moído e amargo.
Já fazia 7 dias que Isabella e Roza não voltavam para a mansão. Edward falava com sua mãe esporadicamente, onde ele recebia notícias do estado de Ivanov e perguntava sobre Roza. Mas na verdade, a única pessoa que lhe interessava era Isabella, e nunca fora tão difícil pra ele ficar longe de alguém como agora.
Edward se levantou de sua cama com dificuldade, sentindo a dor de seu tornozelo, este melhorara, mas só de saber que Isabella não o cuidaria, as dores voltaram maiores. Talvez pelo psicológico dele, ou por ele estar sendo um tremendo bastardo e não tomando nenhum mínimo cuidado com o pé. Ele queria ser birrento, mostrar a Isabella que ela não podia deixá-lo sozinho em casa, que ele podia ser perigoso para si mesmo. Mas tudo isso não passava de uma mera chantagem emocional que Edward se via na posição de fazer. A vida inteira seu pai o tratou como uma criança, lhe dizendo o que ele devia e o que não devia fazer, bom, agora sim ele agiria como uma criança completa, e como uma criança normal não pode ficar sem uma babá, ele não pode ficar sem Isabella.
Edward nunca fora tão desesperado por atenção. Era evidente que sua mãe o amava, mas a chegada de Alice não deixou que ele continuasse sendo o queridinho da casa, afinal, um bebê abala qualquer criança mais nova. Ainda mais ele, que sempre tentava ser o orgulho do pai, fazendo sempre o que ele lhe mandava, sem reclamar. Por isso talvez Edward se casou com Tanya e foi á guerra, ele só queria ver o pai feliz.
Quando ele ficou mais velho, Carlisle passava um tempo enorme com ele, o ensinando a caçar, atirar, matar, segurar armas... Edward nunca gostou muito disso, ele na verdade amava aviões, mas tudo o que ele mais queria era a aprovação do pai, então o deixou ser treinado para o exército.
O casamento com Tanya foi uma consequência boa, afinal. Os pais de Tanya sempre foram muito amigos dos pais de Edward, o que os fez arranjar um casamento. Desde o começo Edward a achou linda, e não demorou muito para que eles se apaixonassem. Edward não sabia se gostou tanto de Tanya por seu pai só falar nela ou se ele realmente a amou. Mas por mais que essa dúvida o perseguisse, ele não podia deixar de admitir que passou anos felizes com ela. O fato de Tanya sofrer agressões em casa fez Edward um homem super protetor, e as vezes ele não sabia se sentia mais um afeto de um carinhoso irmão por Tanya ou se a amava como uma amante. Ele não podia negar que sexo com ela era bom, mas não tinha o algo a mais, e ele sempre sentiu falta disso.
E depois, a chegada de Claire só aumentou o amor de Edward e a felicidade de seu coração. E ele nunca se sentira tão miserável por ter perdido seus bens mais preciosos em minutos. O baque da notícia fora algo tão grandioso pra ele que até hoje ele se recordava da dor de ouvir as palavras saindo da boca do soldado alemão.
O peito de Edward se apertou como no dia 22 de abril de 45. Ele secou a lágrima tão familiar em sua bochecha e pela primeira vez em meses ele olhou para fora da janela, afastando a cortina empoeirada dali e encarando o sol da Rússia que ele não via á mais de um ano. Na verdade Edward nem sabia se valia a pena se cobrar tanto pelo o que acontecera, mas o tempo lhe foi tão cruel, e com o passar dos dias na solidão, ele não conhecia nada além do o frio e o escuro. Mas incrivelmente, a sua pequena petulante o estava trazendo de volta á vida, ao quente, a luz, e isso nunca fora tão assustador para ele como agora. Enfrentar seus fantasmas, superar seus medos e sair de trás do muro que ele construiu em volta de si mesmo era tão difícil quanto sobreviver em uma guerra, e agora ele sabia que sua pior guerra começara, a guerra com si mesmo.


Edward fechou a cortina, incomodado pela claridade excessiva em seus olhos. Ele olhou o relógio que já marcava quase 8 da manhã. Hoje seria o dia que Ivanov sairia da UTI e iria para o quarto, e com Roza podendo dormir no hospital, Isabella finalmente voltaria para casa.
Com dificuldade, ele foi pulando em um pé só até o banheiro, entrando na banheira quase gritando de dor ao fazê-lo, e tomando seu quente banho que nunca o conseguia o aquecer como Isabella.
Hoje seria um dia especial e ele sabia disso. Ela voltaria para casa e ele faria de tudo para que ela ficasse, para que a história de querer ir embora da mansão fosse embora da cabeça da sua pequena e linda petulante.
Edward se secou e passou um perfume que não usava á meses, o perfume que sempre usou sua vida toda. Ele penteou os cabelos para trás, os arrumando perfeitamente. Bem, pelo menos ele achava que sim, pois á tempos não se via no espelho, e ele sabia que se o fizesse hoje, iria perder toda a coragem que tinha. Ele pulou em uma perna até seu armário de madeira e tirou uma caixa de dentro do mesmo, a colocando sobre a cama. Ele respirou fundo e viu seu reflexo embaçado em uma das janelas. Hoje seria um dia difícil para ele, um dia em que ele iria se expor e enfrentar uma parte de seus medos. Mas nunca valera tanto a pena correr um risco como este. E Edward faria com que este dia fosse especial como o inferno.

URSS, Leningrado, 10 de junho de 1946 – 8:22 pm – Mansão de Edward Cullen Scherbítsky


Isabella nunca se sentira tão aliviada em sua vida.
Ela estacionou o carro de Ivanov na porta da mansão e respirou fundo. Voltar ali depois de uma semana era um tanto quanto assustador. Ela sabia que uma das empregadas da Dona Esme viera cuidar das refeições de Edward, já que ela e Roza passavam praticamente o dia todo no hospital, e que ele não comeu quase nada quando ela estava fora. E isso a preocupava, pensar que Edward havia regredido a assustava e apertava seu peito.
Por outro lado, ela se sentia menos aflita em relação á Ivanov. A operação tinha sido um sucesso e ele finalmente havia ido para o quarto. Esme fez questão de pagar o melhor quarto do hospital, e Roza poderia ficar ao lado dele com conforto.
Bella saiu do carro e o trancou, indo em direção á porta de entrada da mansão. Já era de noite e o céu de Leningrado nunca esteve tão estrelado como hoje, a lua cheia tomando o céu e o iluminando de um modo que fazia Isabella querer chorar com a beleza.
Ela destrancou a imensa porta e para sua surpresa, encontrou a mansão clara e ampla. As luzes todas acesas e as velas dos castiçais iluminavam mais ainda o ambiente. Ela trancou a porta e andou pelo salão de entrada, estranhando a mudança do mesmo.
Será que a empregada de Esme havia feito isso? – Ela pensou. Mas antes que tentasse descobrir o que acontecia ali, ela ouviu uma música vindo do andar de cima, o que a fez estranhar ainda mais.
Isabella subiu as escadas apressadamente, e a cada degrau que ela subia, a música se fazia mais alta e mais abafada, como se viesse de dentro de algum cômodo. Ao chegar mais perto do topo da escada, Isabella percebeu que a música vinha do quarto de Edward. Ela franziu as sobrancelhas e começou a cogitar a possibilidade da mansão ter sido invadida. Ela deu dois toques na porta, incerta do que viria a seguir, e em poucos segundos a porta se abriu e ela se viu deslumbrada pela primeira vez desde que chegara á mansão.
O quarto constantemente escuro, agora era iluminado pelo céu estrelado e brilhante, velas espalhadas pelo quarto de Edward davam á tudo o amor mais romântico que ela podia pedir. A vitrola tocava ‘Only You – The Platters’³ e Isabella instantaneamente reconheceu a melodia, seus olhos se enchendo de lágrimas no mesmo momento.
Ela entrou mais no quarto e a porta fechou atrás de si. Ela correu os olhos sobre o cômodo iluminado por velas e viu rosas bravas espalhadas pelo chão, pelos móveis, em vasos, em todo o canto do quarto. Quando seu olhar parou perto da vitrola, Isabella quase perdeu o chão. Seus joelhos tremeram e suas pernas viraram dois pudins perfeitos, prontos para desmontar á qualquer instante. Seus olhos estavam embaçados pelas lágrimas que ainda não haviam caído, mas nada que a impedisse de vislumbrar o homem a sua frente.
Edward estava um perfeito de príncipe de histórias de finais felizes. O cheiro de menta amadeirado tomou Isabella por inteiro á medida que ele se aproximava dela. A camisa branca em baixo do terno levava uma gravata, igualmente preta. Edward colocou sapatos fechados, mesmo seu pé doendo ao fazê-lo. Ele cambaleou até Isabella, segurando-a pela cintura. Seu cabelo estava arrumado e sua barba havia sido feita. Seu rosto ficava tão lindo iluminado pelas velas, e Isabella se viu chorando ao olhá-lo. Ela nunca se sentira tão especial em toda sua vida, e isso tudo era tão grandioso que nem cabia dentro dela.
Bella olhou Edward novamente, tentando se certificar de que o que ela via era realmente real. Ele sorriu de canto, fazendo sua cicatriz franzir um pouco, assim como o canto de seus olhos, o que o deixou mais sexy e sedutor. Isabella notou que suas mãos estavam sem luvas, e apesar de estar usando roupa de mais, ele finalmente havia tirado aquele manto preto imenso, ele havia se descoberto.
— Edward... – Ela sussurrou com a voz cortada. As lágrimas caiam por seu rosto e Isabella não sabia distinguir ao certo o que sentia naquele momento. Saudade? Emoção? Felicidade? Mágoa? Amor? Um misto de todas estas coisas, certamente. Edward a aproximou mais de si e colou as testas dos dois, fechando os olhos no mesmo momento. Isabella fechou seus olhos também, se deixando levar pela sensação de tê-lo perto.
— Senti sua falta, leelan. – Ele sussurrou, afagando as bochechas de Bella e limpando suas lágrimas. – Você é tão quente. Estou cansado de ser frio, Bella. Me mantenha aquecido, só por alguns segundos. Por dentro e por fora. Eu não aguento mais ser frio. – Ele disse baixinho, quase como uma súplica. E no momento seguinte, os lábios de Edward tocaram os seus e então ela teve certeza de que estava perdidamente apaixonada. E se ele quisesse, ela o aqueceria para sempre.

Notas finais
remington remette 1940¹ = http://ancientpoint.com/imgs/a/f/s/b/d/antique_1940s_remington_deluxe_remette_typewriter_art_deco_white_on_black_keys_1_lgw.jpg pin up²= http://www.marimoon.com.br/wp-content/uploads/2012/01/ma_elvgren_pinup-763x1024.jpg ³= amores, essa música do the platters foi gravada originalmente em 1954, e eu sei que esta quase 10 anos á frente do ano que a fic esta, mas eu amo essa música e achei que super combinava com o momento. a tradução ta aqui: http://www.vagalume.com.br/platters/only-you-traducao-2.html E por hoje é sóooooo! eu demorei um pouco mais para postar pq vcs comentaram pouco, então comentem mtmt pq eu amo ler td oq vcs falam! COMENTEM MUIIIIIIIIIIIIIIIIIITO, e se vocês forem uns amores e comentarem muiiiiiiiiiiiiiito eu volto no domingo pra postar o próximo capítulo ;) Beijos e até mais