Dangerously Close

23 Don't Say Nothing


Notas iniciais
Oi! Eu sei que demorei, e tal.. Mas é que eu estou passando por uma "pôs-rejeição" então tá meio complicado aqui... Mas aê está o capítulo pra vocês! Obrigada pelos reviews ♥'

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Steven já havia ligado para Ryan e Chris pedindo para me encontrarem próximo a casa de Trent, e recusado todas as cinco ligações seguidas de Justin.

Isso já estava irritando.

-Deixa eu atender essa merda! — Tirei o celular da mão de Steven e atendi.

-AONDE VOCÊ ESTÁ? — Justin gritou do outro lado.

Bufei e abaixei o volume do rádio.

-Eu falei que iria atrás do Daniel.

-Volta. Agora! — Ri abafado.

-Aalyah Mason Bieber, se eu ter que ir te buscar...

-Ah! Vai se foder e me deixa em paz caramba! — Steven me encarou arqueando uma sobrancelha e ouve um breve silencio do outro lado antes da ligação ser encerrada.

Dei de ombros e continuei dirigindo, desta vez em silencio total. Sei que quando chegasse em casa Justin não iria apenas me trancar dentro do quarto, com certeza ira me xingar e me bater. Mas foda-se, eu vou ajudar meu amigo.

Estacionei o carro próximo ao de Chris e Ryan e sai do mesmo, indo de encontro ao dois.

-Tá, porque tamo aqui? — Ryan perguntou cruzando os braços.

-O Trent pegou meu amigo.

Ryan abriu a boca para falar mas antes disso, um carro em alta velocidade parou ao nosso lado e abriu a porta rapidamente. Justin saiu do carro e foi em minha direção grunhindo de raiva.

-Eu mandei voltar! — Segurou em meu cabelo, me fazendo gemer de dor e me puxou contra seu corpo.

-Eu vou atrás do Daniel!

-VAI O CARALHO! — Gritou e algumas veias de seu pescoço saltaram.

-Justin, deixa ela.. — Ryan tentou fazer Justin se afastar mas acabou levando um empurrão dele.

-Ela é MINHA filha! Eu sei o que faço! — Me puxou em direção ao carro e praticamente me jogou no banco dianteiro.

-Me deix..

-CALA A BOCA! — Fechou a porta com força e deu a volta no carro.

Assim que o carro ligou, seu celular começou a tocar mas Justin não fez nada.

-Meu amigo está correndo perigo!

-E o que eu posso fazer? Ninguém mandou aquele merda andar por aqui!

-NÃO FALA ASSIM DO DANIEL!

-NÃO GRITA COMIGO! — Gritou e acelerou o carro. — EU SOU SEU PAI, SEI O QUE FAÇO!

-Você não é meu pai... — Murmurei abaixando a cabeça.

Senti o carro parar bruscamente e meu rosto ser levantado com força. Seu olhos estavam completamente escuros e as veias do seu pescoço saltadas enquanto seu rosto adquiria uma cor vermelha.

-Repete. — Engoli seco e mordi o lábio inferior. — REPETE VADIA! REPETE O QUE VOCÊ DISSE!

-VOCÊ NÃO É MEU PAI! — Gritei e senti meu rosto queimar devido ao tapa que Justin me deu.

Meus olhos lagrimejaram mas tentei me manter forte em sua frente.

-NUNCA MAIS... — Respirou fundo. — Nunca mais diga isso!

-É difícil ouvir a verdade? — Arquei uma sobrancelha e Justin trincou o maxilar. — Você. Não. É. Meu. Pai! — Falei lentamente e senti o outro lado do meu rosto queimar.

Desta vez não havia sido apenas um tapa mas sim um soco próximo ao meu olho esquerdo. Abri a boca em choque e o empurrei tentando me afastar.

-VAGABUNDA, EU MANDEI FICAR QUIETA!

-Me manda embora de casa que é melhor!

-CALA A BOCA! — Segurou em meu cabelo e o puxou fortemente. — Espere até chegar em casa... — Murmurou antes de me empurrar contra a porta do carro.

Mordi o lábio inferior impedindo um grito de dor e passei a mão pelo rosto tentando não chorar, enquanto o carro voltava a movimento . Sentia o lado esquerdo do meu rosto doer e latejar devido ao soco que havia levado e sabia que isso poderia ser apenas o começo do que Justin faria.

Se bem que... Foi a primeira vez que ele havia me batido assim.

O caminho até em casa foi todo em silencio sendo quebrado apenas pela respiração pesada de Justin que parecia querer quebrar o volante de tanta força que o apertava. Assim que o carro parou em frente a porta de casa Justin saiu e deu a volta, abrindo a porta do meu lado. Segurou em meu cabelo e me puxou para dentro de casa.

-Justin! — Pattie olhava tudo assustada, enquanto Jazzy parecia querer chorar. Tentava me soltar mas parecia impossível.

Sem permissão alguma, minhas lágrimas começaram a rolar pelo meu rosto e não havia como as parar agora.

Justin grunhia de raiva e subia as escadas em uma velocidade absurda, me fazendo tropeçar e quase cair devido a minha vista embaçada. Abriu a porta do meu quarto, e me jogou no chão logo depois de acertar um tapa em meu rosto.

-Eu mandei ficar em casa... — Começou enquanto eu negava.

-Justin, para com isso!

-Perdi meu tempo indo atrás de você! — Passou as mãos pelo cabelo e os puxou com raiva. — E o que eu recebo em troca?

-Me desculpa! — Murmurei observando Justin ir até a porta e a trancar.

-Me desculpa? — Franziu o cenho e negou. — Acha que desculpas resolve? PARECE QUE VOCÊ NÃO ME ESCULTA NUNCA CARAMBA! O TRENT ESTAVA APENAS TENTANDO PEGAR VOCÊ!

-E-ele estava com o Dan..

-ERA MENTIRA CARALHO! - Gritou enquanto acertava a parede com um soco.

-Justin...

-Porque você não me chama de pai? — Murmurou parecendo contrariado.

-Depois do que fizemos, não tem como... — Sussurrei.

Justin acertou mais um soco na parede antes de virar pra mim, vindo em minha direção.

-Isso não está certo... — Negou. — ISSO NÃO ESTÁ CERTO!

Abaixou ficando em minha altura e segurou em meu cabelo me obrigando a encara-lo.

-Me chama de pai. — Mordi o lábio inferior e Justin me acertou com um tapa. — ME CHAMA DE PAI!

-Justin! Abre essa porta agora! — Ouvi Pattie dizer ao lado de fora do quarto mas Justin parecia não se importar.

-Para, por favor! — Sussurrei soluçando.

-VOCÊ É UMA VADIA, UMA VAGABUNDA! — Acertou um soco no canto da minha boca e pude sentir o gosto do sangue. — MERECE FICAR TRANCADA NESSA MERDA, ATÉ APRENDER A ME RESPEITAR!

-Justin! — Ouvi a voz baixa de Jazzy. — Num faz dodói na Aalyah!

Justin grunhiu de raiva e me jogou contra a parede enquanto acertava mais um soco, desta vez em minha barriga e comecei a tossir tentando me afastar.

-VOCÊ NÃO MERECE MEU SOBRENOME! — Gritou e mais uma vez meu rosto foi atingido. — OLHA O TANTO DE MERDA QUE VOCÊ FAZ!

-M-me des-descul...

-VOCÊ JÁ ABRIU AS PERNAS PRO FILHO DA PUTA DO LUKE.. - Segurou em meu pescoço me levantando do chão enquanto o apertava contra a parede. – PARECE QUE GOSTA DE ME VER COM RAIVA!

Tentava falar mas o ar já me fazia falta e Justin não se importava com isso. Parecia querer descontar toda a raiva que sentia quando o desrespeitava.

-J-Jus..

-VOCÊ É UMA VADIA, TEVE QUE SER PARECIDA COM A MÃE! — Com a outra mão conseguiu acertar outro soco em meu rosto me fazendo gritar. — APOSTO QUE PLANEJA GOZAR NA CARA DO STEVEN TAMBÉM!

Tentava puxar ar com a boca mas isso já estava se tornando impossível. Ainda conseguia ouvir Jazzy e Pattie gritaram fora do quarto, mas não conseguia prestar atenção.

-QUERIA SALVAR O DANIEL PARA TER ALGUÉM PARA CORRER QUANDO QUISER FICAR ARROMBADA! — Acertou outro soco em meu rosto e me jogou no chão. — Sinceramente não sei o que fazer com você!

Coloquei minhas mãos no pescoço e tossi algumas vezes enquanto me arrastava pelo chão, sem forças para levantar, tentando me afastar de Justin que parecia se acalmas aos poucos.

-Fiquei sabendo que iria viajar com a aquela vadia. — Riu debochado dando passos lentos em minha direção. — Planejava fazer algo do tipo.. Suruba?

-E-eu.. — Tossi novamente incapaz de terminar a frase.

Justin puxou meu cabelo enquanto eu gritava, e me fez ficar de pé indo até o banheiro.

-Tá vendo isso? — Levantou minha cabeça em direção ao espelho. — TÁ VENDO SUA CARA? — Solucei alto.

Justin me jogou no chão e acabei batendo a testa na banheira.

-VOCÊ MERECE MUITO MAIS DO QUE ISSO! — Segurou em meu queixo dando uma olhada rápida para minha testa. — Sou muito bonzinho de não acabar com sua vida!

Mordi o lábio inferior e senti algo quente descer em minha testa enquanto o lugar que havia batido, latejava.

-EU te ajudei a nascer e posso acabar com sua vida. — Me empurrou e se afastou, indo em direção a porta.

Antes de sair, voltou para dentro do banheiro e jogou uma toalha em meu rosto.

Respirei fundo tentando parar de chorar e tirei a toalha que ainda estava em meu rosto, a vendo sair com algumas marcas de sangue. Sentia meu rosto inteiro latejar de dor, e estava sem coragem alguma de me levantar.

-Aalyah!

-Jazzy, não vai atrás dela! — Justin continuava no quarto.

Alguns passos leves e rápidos se aproximaram de mim e Jazzy entrou no banheiro parando na porta e ficou me olhando enquanto seus olhos enchiam de lágrima. Ela poderia ter apenas quatro anos, mas parecia entender certas coisas como se fosse uma pessoa completamente adulta.

Levei a toalha até minha testa e agora pude ver uma boa quantidade de sangue na mesma.

-Jazzy, volta aqui! — Justin tentou a segurar mas ela correu em minha direção e me abraçou forte.

Gemi de dor e fechei os olhos com força. Justin nunca a tratava mal, nunca brigava serio com ela sem se desculpar depois e a fazer sorrir.

Jazzy começou a chorar alto e tentava esconder seu rosto em meu ombro.

-Jazzy... — Justin tentou a chamar.

-Putê fez i-isso com a minha A-Aalyah? — Murmurou através de alguns soluços e me abraçou mais forte e novamente gemi de dor.

-Jazzy, vem cá.

-Num quelo! — Praticamente gritou e pela primeira vez consegui ver Justin se sentindo culpado. — Você fez dodói na minha Aalyah! — Soluçou alto.

Mordi o lábio inferior e a peguei no colo enquanto tentava me levantar do chão. Jazmyn agarrou em meu pescoço e escondeu o rosto entre minha camisa.

-Jazzy, a Aalyah está bem! — Justin murmurou e tentou se aproximas mas ela tentou o acertar com os pés.

-Num tá! Olha pro dodói na testa dela!

Sai do banheiro e caminhei lentamente até minha cama. Me sentei nela e Jazzy ergueu o rosto para me olhar.

-Olha pra mim princesa.. — Justin se ajoelhou em minha frente e Jazzy cobriu o rosto com as mãos.

Justin trincou o maxilar e me encarou.

-Será que agora.. — Pattie entrou no quarto e parou de falar assim que viu. - OH MEU DEUS! JUSTIN O QUE FOI QUE VOCÊ FEZ?

Correu em minha direção e segurou em meu rosto olhando todos os machucados.

-Ela mereceu. — Murmurou antes de se levantar e passar a mão pelo cabelo de Jazzy mas ela se afastou.

-Não! Minha Aalyah tá dodói, num quero você!

-ELA NÃO É SUA AALYAH CARALHO! PARA COM ISSO JAZMYN! - Justin gritou extasiado mas logo percebeu a burrada que havia feito.

Jazzy gritou e tampou os ouvidos com as mãos começando a chorar mais alto. Pattie o encarou pasma e negou.

-Você não é o menino que eu criei.

-Mãe, eu..

-Desde pequeno eu te ensinei a não levantar a mão pra UMA mulher! — Pattie tirou o celular do bolso e discou algum numero.

Justin mantinha a expressão arrependida no rosto, e revisava olhares entre Jazzy e Pattie mas NUNCA me olhava.

-Calma pequena.. — Sussurrei a abraçando. — Eu estou bem.

-Num tá! — Soluçou alto e passou um dos dedos no canto da minha boca. — Tem muito dodói aqui!

O quarto ficou em silencio e apenas a voz de Pattie falando ao telefone, era ouvida. Jazzy foi se acalmando aos poucos e quanto finalmente parou de chorar, Justin se sentou ao meu lado e tentou a pegar no colo mas ela o afastou com os pés.

-Vem cá Jazzy!

-Não, você vai fazer dodói em mim!

Fechei os olhos e respirei fundo. Me sentia tonta com tudo isso, e sabia que era apenas o começo.

Senti Jazzy passar os dedos em meu pescoço e rir baixo.

-Tá roxo aqui.. — Murmurou e senti o clima ficar um pouco mais tenso. — Eu gosto de roxo!

-Justin... — Pattie não tinha expressão alguma no rosto. — O que foi que você fez?

-Eu já disse que ela mereceu! Devia agradecer por não ter a matado!

-Do mesmo jeito que ela não te chama de pai.. — Pattie negou deixando uma lágrima cair. — Eu não quero que me chame de mãe.

-O que?

-Eu tentei te educar, eu juro que tentei.. Mas.. Olha o que você fez!

Justin me encarou pela primeira vez depois do que fez, e parecia não acreditar no que estava ouvido.

-Feliz? — Perguntou ainda me encarando. — Feliz pelo que fez?

-Mas eu..

-Cala a boca! — Me interrompeu. — Não fala comigo!

-Justin. — Jeremy apareceu no quarto e eu juro que vi Justin ficar com medo mas logo se recompôs.

Jeremy era o único que consegui colocar medo em Justin, não apenas pelo fato dele ser seu pai ou ser provavelmente mais forte que ele, mas o motivo real... Nem eu sei.

Jazzy desceu do meu colo rapidamente e correu em direção ao seu pai que a pegou no colo.

-Oi princesa!

-Papai, o pescoço da Aalyah tá roxo! — Riu e desceu do seu colo correndo em minha direção. — Eu gosto de roxo..

Jeremy me olhou de cima a baixo e encarou Justin, negando.

-Venha. — Saiu do quarto sendo seguido por Justin.

Respirei fundo e Pattie foi até o banheiro trazendo uma caixinha branca com alguns remédios.

-Vai cuidar do dodói dela? — Pattie assentiu sorrindo fraco e sentou meu lado.

-Jazzy, você poderia ir brincar no quarto?

-Depois eu brinco com você. — Falei sorrindo fraco.

Jazzy assentiu e saiu correndo do quarto. Pattie segurou em meu rosto levemente observando os machucados antes de passar o remédio neles.

-Ai! — Reclamei me afastando. — Isso arde!

-A Jazzy não reclama assim.. — A olhei com tédio e me aproximei novamente. — Você pode me explicar o porque disso tudo? — Respirei fundo e assenti.

-É que eu.. Ai! — Reclamei novamente e Pattie riu abafado. — Eu meio que fugi de casa para ir atrás do meu amigo.

-Fugiu? — Assenti. — Aalyah, o Justin odeia isso!

-Eu sei! Mas.. Quando eu pergunto, ele NUNCA me deixa sair de casa.

-Você sente falta dos seus amigos não é? — Assenti e fechei os olhos quando a senti passando o remédio em minha testa.

-Ele nunca me deixa sair daqui, parecer ter... Medo de que algo aconteça! — Pattie respirou fundo.

-Esse corte está muito fundo, vou ter que te levar no hosp..

-NÃO! Não, precisa! Passa o remédio que já está bom!

Pattie negou e se levantou da cama guardando os remédios na caixa e jogando os algodões no lixo do banheiro.

-Não vamos demorar ok? — Fiz bico e ela riu baixo. — Vamos Aalyah!

Fiz bico e a segui até o carro. Se tem uma coisa que eu odeio é o hospital, principalmente quando EU sou a paciente.

[...]

-Não! Você brinca com essa aqui! — Jazzy brigava comigo pelo fato de estar pegando outra boneca.

Sobre o que aconteceu no hospital? Bom, acabei levando quatro pontos e um dos médicos deu encima se mim mas, isso não vem ao caso.

-Não é essa! — Jazzy me entregou outra boneca. — Pronto, essa é a princesa Ally e essa aqui.. — Pegou a boneca ao seu lado e a abraçou. — É a princesa Jazmyn.

-Certo, e o que nos vamos..

-Aalyah.. — Justin me chamou próximo a porta. — Oi Jazzy!

Jazmyn virou o rosto e Justin respirou fundo.

-Aalyah, eu... Quero falar com você.

-Ok.. — Me levantei e depositei um beijo na bochecha de Jazzy. — Já volto princesa.

Segui Justin até seu quarto, e assim que entramos ele fechou a porta e passou a mão pelo cabelo.

-Olha, eu... — Respirou fundo. — Merda, como é difícil falar isso!

Encarei o chão por alguns segundos e senti meu rosto ser levantado levemente. Justin me olhava com um sorriso de lado e acariciava minha bochecha.

-Tá melhor? — Assenti e tirei sua mão do meu rosto. — Aalyah..

-Justin, se você não for falar mais nada eu.. Tenho que ir brincar com a Jazzy.

Justin respirou fundo e olhou para o chão murmurando alguma coisa na qual eu não consegui decifrar.

-Me desculpa. — Falou rápido. — Serio, eu... Eu não deveria ter feito isso!

-Tá.. Tudo bem! — Sorri falsa e fui até a porta. — Eu vou..

Senti meu corpo ser puxado com força se chocando contra o de Justin, e acabei segurando em seu ombro, surpresa. Seu rosto foi se aproximando do meu lentamente e eu sentia mão apertar minha cintura com certa força não me deixando recuar. Quando seus lábios ficaram a centímetros do meu, tentei falar algo mas Justin negou.

-Não fala nada...

Justin colou nossos lábios, sem pressa alguma e soltou um pouco sua mão em minha cintura a levando até o meu rosto. Sua língua passou lentamente entre meus lábios e eu acabei cedendo a passagem ao que descreveria de beijo perfeito. Sem pressa alguma, parecia querer aproveitar o que estávamos fazendo e por mais que isso fosse errado, eu já não conseguia corresponder aos meus atos quanto Justin se aproximava.

Notas finais
Não vou nem cometar, porque eu acho que acabei me animando e saiu isso aê kkkkkk' Até o próximo...
Xoxo.