Damon Salvatore - O Principal Suspeito
11 Capítulo 11 - Nosso clichê.
Notas iniciais
Falei que não ia demorar a postar ;)
Fiz um suspense por uma coisa TÃO BOBA! HAHAHA Não briguem comigo, ok?
Hoje teremos MUITO MAIS DELENA pra você. KKKKK
BOA LEITURA.
Fiz um suspense por uma coisa TÃO BOBA! HAHAHA Não briguem comigo, ok?
Hoje teremos MUITO MAIS DELENA pra você. KKKKK
BOA LEITURA.
– Sério que você me trouxe aqui, Damon? – perguntei boquiaberta.
– Sim, Elena. Eu te trouxe num parque de diversões. – ele revirou os olhos. – Achei que você fosse ficar surpresa, mas nem tanto. Eu consigo ser legal, quando quero. Esse é oficialmente nosso primeiro encontro, queria fazer algo... Normal. – Damon tentou explicar.– Desculpa, lindo! – envolvi meus braços em seu pescoço. – Como você mesmo disse, é normal. Por isso fique surpresa por ter vindo de você. Mas eu amei! A gente vai se divertir muito. – sorri e beijei a bochecha de Damon.– Claro que vamos! Diversão é meu nome do meio, doçura. – ele disse convencido.Damon me abraçou de lado e começamos a caminhar. Havia uma pequena fila na bilheteria e enquanto esperávamos ficamos abraçados. Agradeci mentalmente por aquele parque ser fora de Mystic Falls. Eu não queria que me vissem tão envolvida com Damon, as pessoas falam muito sobre nós, mas ver é diferente. Nosso relacionamento poderia chegar aos ouvidos de Stefan e estragar tudo. Sugeri a Damon que pegássemos passaportes, assim poderíamos andar várias vezes em todos os brinquedos e participar de todas as barraquinhas de jogos.– Onde vamos primeiro? – Damon perguntou observando o parque.– Naquele! – apontei pra um brinquedo que parecia não ser tão emocionante. – Vamos começar com calma e ir aumentando a adrenalina. – ele assentiu e fomos pra fila do brinquedo.Eu sempre escolhia em qual íamos. Damon as vezes fingia estar com medo, gritava e fazia caretas idiotas. Por mais que o brinquedo se movimentasse loucamente ele não sentiria muita coisa de verdade, fingir era a alternativa pra não me deixar sofrendo sozinha e me fazer rir.– Vou ganhar um prêmio pra você. – ele falou me puxando pra uma barraquinha de jogos.– O que eu tenho que fazer pra ganhar algo especial pra essa dama aqui? – ele perguntou ao atendente apontando pra mim.– Acertar 3 bolinhas naquele buraco ali. – o homem explicou entregando as bolinhas para Damon. – É muito difícil.. Se você acertar pelo menos uma, ganha aquele ali. – O cara apontou pra uma pelúcia de cachorro pequena e sem graça.– E aquele é o prêmio máximo? – Damon perguntou apontando pra uma pelúcia enorme, um urso marrom com detalhes rosa claro muito fofo. O homem apenas afirmou com a cabeça.– Eu vi na tv uma vez que eles montam o jogo de um jeito que é impossível ganhar. – falei baixo.– Eu sou um vampiro, lembra? – Damon sussurou e piscou de um jeito incrivelmente charmoso.Como já era de se esperar, Damon acertou as 3 bolinhas no buraco. O homem no primeiro momento ficou boquiaberto, depois sua expressão foi de raiva. Damon sorria todo vitorioso.– Difícil? Pra mim foi muito fácil. – Damon contou vantagem e o homem revirou os olhos enquanto pegava o grande urso e entregava a ele.– Seu presente, amor. – Damon estendeu o urso pra mim sorrindo. Quando fui pegar toda feliz ele o afastou de mim. – Mas antes... Quero um beijo por essa brilhante vitória.– Brilhante vitória? – repeti irônica. – Damon! Não seja bobo! Me dê o urso, anda!– Não, não! – tentei pegar das mãos dele, mas Damon sempre afastava o urso. – Primeiro quero meu beijo. – ele fez um biquinho e apontou pros lábios.– Ok, seu bobo! Venha aqui. – ele se aproximou de mim segurando o urso pela orelha. Quando nossos lábios estavam muito próximos de se unirem e Damon estava envolvido nisso... Arranquei o urso da mão dele e me afastei gargalhando.– Te enganei! – mostrei a língua pra ele, que fez uma careta.– Quem está te ensinando a ser má com as pessoas? – ele brincou e rimos.– Quero algodão doce! – puxei Damon.Compramos o bendito algodão doce, o meu rosa e o dele azul. Meu celular vibrou no bolso e quando eu olhei o aparelho era uma mensagem de Jenna: "Não esquece que você tem aula amanhã cedo." Fiz uma careta e rolei os olhos depois de ler.– O que foi? – Damon perguntou.– Jenna me lembrando que ela existe.– Quer ir embora? – ele perguntou um pouco triste com a ideia.– Não! Posso ficar um pouco mais. – sorri e ele retribuiu.– Então vamos ao grande final, que faz parte dos filmes de romance mais idiotas e clichês: A roda gigante! – ele falou entusiasmado me fazendo rir.Mostramos nosso braços carimbados e o operador do brinquedo abriu uma portinha para que entrássemos. Sentei e abracei meu ursinho.– Espera. – Damon não sentou e foi falar algo com o homem.Quando Damon voltou e sentou segurei a mão dele entrelaçando nossos dedos. Essa atitude vez um sorriso lindo aparecer no rosto dele. O brinquedo começou a rodar e ficamos observando o movimento do parque. A nossa cabine chegou ao topo e o brinquedo parou.– Ele devia parar assim? – perguntei olhando pra baixo. Do alto as pessoas pareciam formiguinhas e o barulho de toda movimentação ficava menor.– Não devia, mas eu dei um jeito. – Damon piscou pra mim.– Você hipnotizou o cara do brinquedo? – perguntei surpresa.– Sim. Mas foi por uma boa causa, Eleninha.– E qual é essa boa causa?– Quero te falar umas coisas... – ele respondeu serio sem me encarar.– Ah... Fala.Damon me olhou e eu pude ver nos olhos dele certa angústia por trás da felicidade.– Sabe, eu amei tanto a Katherine... Ela era o maior motivo da minha existência. Eu vivia pra achar um jeito de tirá-la da tumba pra ficarmos juntos. Mas eu admito que quando te encontrei, senti algo estranho. Novo... Primeiro achei que seria por você ser igual a ela, porém não era isso. Por mais que eu fugisse tudo me trazia a você novamente. Eu te amei e me odiei por isso. Desejar a garota do chupador de coelhinhos era errado, mas depois de tudo que aconteceu com a gente... Hoje vejo que eu mereço estar com você, o que eu sinto aqui no peito não é errado. Eu te amo, Elena. E sempre vai ser você.
Me prendi no olhar sincero de Damon e nas doces palavras, eu não sabia o que dizer ou fazer. Acho que ele havia acabado de gastar todo o romantismo que ainda tinha. Eu sabia que ele me amava a um tempo, mas não achei que isso fosse tão forte e puro. Damon se aproximou de mim, dava pra sentir o hálito quente que saia de sua boca sedenta pela minha. Selei nossos lábios com vontade e ele tinha a mesma pressa que eu. Depois de um tempo quebrei o beijo e encostei nossas testas. Aquele momento poderia durar horas e horas, mas o brinquedo começou a rodar novamente me fazendo gritar de susto. Damon soltou uma enorme gargalhada com a minha idiotice.– Para de rir de mim, por favor! – pedi brava.– Ok, mas você devia ter visto sua cara de espanto! Pensou que ia cair, Eleninha?– Eu só assustei com o movimento, só isso. – soltei a mão de Damon cruzei os braços olhando pro lado.– Não fica brava, Elena. – Ele passou o braço pelos meus ombros e me puxou pra perto dele.– Também te amo, Damon. – falei baixo.Recostei a cabeça no peito forte de Damon e ficamos ali, calados admirando a paisagem.
Notas finais
*----* Super fofo né?! Até se declarando o Damon consegue zoar o Stef. HAUSHAUSHAUS Espero que tenham gostado.
Beijos :)
Beijos :)
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