Damon Salvatore - O Principal Suspeito
12 Capítulo 12 - Insana diversão.
Notas iniciais
Desculpa a demora meus leitores lindos.
Estou trabalhando em outro projeto e acabei ficando sem tempo pra escrever um capítulo novo. Desculpa mesmo.
Hoje teremos: Stefan!
HAUSHAUS Boa Leitura! ;)
Estou trabalhando em outro projeto e acabei ficando sem tempo pra escrever um capítulo novo. Desculpa mesmo.
Hoje teremos: Stefan!
HAUSHAUS Boa Leitura! ;)
POV ELENINHA
(...)Cheguei em casa super cansada. Estava tudo escuro. Jenna e Jeremy já deviam estar no sétimo sono e eu aqui acordada. Tomei o maior cuidado do mundo para não fazer barulho e surpreendentemente consegui. Entrei no quarto e nem me dei o trabalho de acender as luzes. Apenas tirei as botas e caí na cama com a roupa que eu estava mesmo. A preguiça de trocar me dominou e o cheiro de Damon ainda estava em mim. Deus! Como eu amo esse cheiro. O encontro com ele tinha sido bastante animado, e cheio de momentos românticos da parte dele. Eu estou até com medo dele ter gastado todo o romantismo contido dele nessa única noite. Ok, eu sou idiota de pensar assim, mas tenho tanto medo que a gente se perca. O Damon que eu estou conhecendo agora é tão interessante e apaixonante que não quero ver isso ir embora. Se não fosse por Stefan, eu não me importaria de sair por admitindo meu amor por Damon. Eu tenho tanto medo de que Stefan surte com tudo isso. A última "visita" dele não foi agradável e temo que isso piore. Por mais que eu tente sair das más situações elas me perseguem. Por mais que eu corra do olho do furacão... Aparentemente, eu sou o centro do furacão. Apesar da minha mente que não parava de pensar, meu corpo relaxou e o sono não demorou a chegar.POV STEFParei em frente da casa de Elena, do outro lado da rua e me escondi atrás de uma árvore. Eu queria tanto vê-la, explicar que sinto muito pelo que aconteceu, tocá-la... Merda! Ela diz que não me ama, mas me recuso a acreditar que ela não sinta nada. Tanto tempo juntos, tudo que passamos... Não pode simplesmente acabar assim. Como eu me aproximaria dela com meu querido irmão sempre perto dela? Eu sempre quis que ele se importasse com as pessoas, mudasse de comportamento. Mas agora me arrependo profundamente de ter incentivado isso. Já era noite e o carro de Damom parou na esquina.– Desgraçado. – sussurrei sem perceber.O que ele estava fazendo ali, parado na esquina? O mesmo que eu, espionando Elena? Minha pergunta foi respondida quando ela saiu de casa toda feliz. Eles vão sair. Que porra é essa??! Já estão desfilando por aí como um lindo casal??! Elena entrou no carro e Damon deu um selinho nela. Se houvesse um concurso de quem é o homem mais idiota e corno da cidade eu com certeza ganharia. E faria questão de jogar o troféu na cara lavada de Damon! Ela parecia brava com algo e ele arrancou o carro. Eu precisava falar com ela. Como ela pode fazer isso comigo??? Não consigo entender. Eu sinto tanta raiva, mas não deixo de amá-la. Eu seria capaz de perdoar isso tudo num piscar de olhos. Realmente sou um idiota.Fui pro hotel atormentado pela minha fértil imaginação. Peguei uma garrafa de bebida barata e comecei a tomar. Eu bebo muito ultimamente, e se eu pudesse ficar realmente bêbado iria ajudar muito, mas ser um vampiro me impede disso. Onde Damon levaria Elena? O que estariam fazendo agora? Será que eles já transaram? Ou estão transando agora? MERDA! Joguei a bebida longe e a garrafa quebrou em mim pedaços espalhando todo o líquido pelo quarto. Pensar em Damon tocando o que era só meu fez meu cérebro revirar. Eu preciso me distrair com algo.Peguei o carro e fui para o Mistic Grill que não ficava longe do hotel. O lugar estava movimentado pra um dia comum da semana.– E aí cara. – Matt me cumprimentou enquanto eu sentava no bar.Apenas assenti com a cabeça. Eu devia estar horrível porque a cara dele não foi muito boa ao me encarar por um tempo.– Você está péssimo... Não muito diferente de mim quando Elena me deixou. – Matt falou num modo delicado de jogar na minha cara que agora eu passava pelo sofrimento que o fiz passar.– Se não fosse trágico, seria cômico... – falei olhando pro copo que ele enchia com minha bebida de sempre.– Você supera, cara. Eu superei.– Não somos iguais Matt. Nem parecidos... Mas obrigada pelo seu... Suporte. – ele me olhou meu surpreso com a rispidez. Eu não tenho paciência pra chorar minhas mágoas com um barman que tem motivos pra estar feliz com minha condição.– Oi... – alguém disse se aproximando. Levantei os olhos e uma garota sorria pra mim. Não pude evitar de pensar em Elena quando a vi. Aquela garota parecia muito com ela. Cabelos negros lisos e compridos. Rosto pequeno e delicado. Os traços dela lembravam muito minha ex. A diferença estava nas roupas e na expressão... Essa era mais ousada, usava um decote e sorrira de um jeito sexy. – Stefan, não é?– Sim... – respondi voltado a encarar meu copo. Não queria dar atenção a ela.– O ex namorado da Elena Gilbert... – olhei pra ela e um sorriso irônico brincava nos lábios dela. – Meu nome é Ashley.– Já te disseram que você...– Parece com a Elena? – ela disse junto comigo. – Sim. Já me falaram isso. – ela rolou os olhos.– Te incomoda parecer com ela? – perguntei curioso.– Depende. Se isso fizer você não me dar atenção... Incomoda. Mas se fizer você me pagar uma bebida... Nem um pouco. – ela sorriu maliciosa.Eu precisava me distrair de Elena e uma garota parecida com ela surge assim, do nada?! Não sei se é uma boa ideia...– O que você quer beber? – arrisquei me deixar levar pela situação e Ashley sorriu vitoriosa.– Matt, o de sempre! – ela gritou e ele fez um sinal pra que ela esperasse.– Como nunca encontrei com você antes... Nunca te vi por aí...– Não faço parte do pequeno círculo da sua ex, então isso explica você não ter reparado em mim antes.– Parece que você não gosta da minha EX.– Sabe, eu não tenho nada contra ela. Só o fato dela ter terminado com você... Enfim, quem está perdendo é ela...
– E quem está ganhando?– Possivelmente eu...– É. Possivelmente... – sorri e ela retribuiu.Conversamos mais algumas besteiras até que resolvi arrastar ela dali. Ashley era uma garota um tanto interessante. O que me impressionava mais era as semelhanças físicas com Elena. Isso iria me servir pra alguma coisa... E se eu a matasse pra descontar a raiva que sinto de Elena? Eu poderia fazer isso. Não. Ela não precisa pagar pelo erro dos outros. O que eu estou pensando? Isso é errado... Mas como Ashley mesmo disse, Elena errou ao me largar. Eu posso brincar um pouco com ela. Seria interessante transar com Ashley. Segurei o rosto dela e a olhei fixamente.– Eu vou sair. E daqui a 10 minutos você também vai sair e me encontrar na rua de trás do bar. – a hipnotizei.Ashley assentiu e eu fui embora. Não dava pra arriscar que alguém me visse saindo com ela. Minha intenção era me divertir, deixá-la com vida e sem memória. Mas e se um... Acidente acontecesse? Não posso me responsabilizar. Como eu mandei. Ela me encontrou.– Entra no carro e fica quieta! – ordenei a hipnotizando.Chegamos ao hotel e eu aproveitei que a recepção estava vazia e entrei.– Vem aqui. – pedi e Ashley veio. Sentei na cama e a coloquei no meu colo.A semelhança que ela tem com Elena mexe muito comigo. A beijei e ela correspondeu. A tensão sexual aumentou. Ela tinha o mesmo peso e delicadeza de Elena. Tirei minhas roupas e as dela.– Você não é a Elena. – sussurrei tentando me convencer de parar com aquilo.– Eu posso ser por essa noite.Enquanto transava com Ashley eu só pensava em Elena. Nos nosso bons momentos. Todas as boas sensações que ela causava em mim. Mas não era a mesma coisa. Aquela não era Elena.Ashley vestiu minha camisa como Elena costumava fazer. Essa atitude me deixou com certa raiva. Ela não tinha direito de fazer isso.– Tira minha camisa. Elena costumava fazer isso, e você não é ela.– Que droga Stefan! Você pode esquecer dela por um momento? A garota de deu um belo chute na bunda! Te tratou como lixo! – ela gritou me enfrentando.Essa garota era muito burra! Os humanos são totalmente estúpidos! Não é uma boa opção me provocar agora. Meu sangue ferveu nas veias. Me aproximei dela e a mordi. Eu só queria assustá-la e quando a soltei, os olhos dela quase saíam das órbitas de tanto medo.– Está com medo queria Ashley?! É o que acontece quando se deixa um vampiro nervoso. – a segurei firme, talvez com força demais por ela fez uma expressão de dor.– Um vampiro? – ela sussurrou confusa.– É, querida. Um vampiro. Um vampiro traído, magoado e abandonado. Totalmente fudido.Ela se foi em direção a porta, mas eu a impedi se sair a puxando pelos cabelos e tampando a boca dela, pra que a idiota não gritasse.– Não se mexa e nem grite. – a hipnotizei novamente.A respiração dela estava ofegante e eu podia ouvir os batimentos acelerados dela. A pulsação, o sangue... Lambi meus lábios que ainda tinha o sangue dela. Era doce. Nada comparado ao gosto bom de Elena, mas era doce. Talvez eu devesse beber mais um pouco.– Você é um monstro. Elena fez a coisa certa em te deixar. – Ashley sussurrou.A raiva me dominou por completo. Eu devia ter mandado ela se calar. Essas palavras me acertaram como uma estaca no coração. A mordi novamente e suguei até a última gota de vida. Depois, levei para a floresta o corpo e terminei o trabalho. Como nos velhos tempos. E essa não foi a única vítima da noite. Meu único motivo pra uma boa pessoa, um bom vampiro tinha me descartado. Eu não precisava mais controlar minha natureza.
Notas finais
Eu nem curto o Stef, mas ele está todo acabado mesmo :(
Capítulo meio... Explicativo, não é.
Quero que vocês entendam os motivos do Stefan e o que ele está sentindo. Agora as coisas vão começar a ficar agitadas.
Obrigada a todos que lêem essa história que escrevo com muito carinho. Beijos.
Capítulo meio... Explicativo, não é.
Quero que vocês entendam os motivos do Stefan e o que ele está sentindo. Agora as coisas vão começar a ficar agitadas.
Obrigada a todos que lêem essa história que escrevo com muito carinho. Beijos.
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