Daisuki Anata!
33 Capítulo 33 - Detour
Notas iniciais
Era para ter saído no máximo no dia 31, porém meu irmão foi obrigado a formatar meu notebook, visto que a grande inteligência aqui acabou derrubando suco de limão no teclado e havia lotado o note de arquivos. '-'
Perdões.
E não. Desculpem, mas este NÃO é o último capítulo.
Enquanto eu escrevia, vi a necessidade de haver a distração do Taku com a Amu, e com isso o capítulo estava levando mais de quatro mil palavras.
Iria ficar cansativo para ler, igual aos outros capítulos que possuem mais de 3.500 palavras, não?
Bom, me desculpem e apreciem o capítulo. Nos vemos lá em baixo, caso alguém ainda esteja acompanhando..
T.A.K.U
~~
Acordei sentindo meu corpo doer.
Resmunguei e me sentei na cama.
Suspirei.
Havia feito novamente.
- Taku... –Ouvi os sussurros de Kurai.
Olhei para o meu chara dormia enquanto abraçava o próprio corpo, tremendo de frio.
Só então notei o ambiente gelado que estava o meu quarto. Olhei para a janela para comprovar meus pensamentos.
- Realmente vai nevar. –Sussurrei com o olhar vago.
Dei um pequeno sorriso ao ouvir os murmúrios de Kurai e o cobri novamente.
Estiquei meus braços e bocejei.
E novamente, como faço todos os dias ao acordar sem ao menos perceber, olhei para a guitarra presa na parede.
Fitei-a durante alguns segundos.
Suspirei.
Fui em direção ao banheiro. Me despi sem a menor vontade do mundo e entrei debaixo do chuveiro.
Encostei minha cabeça no azulejo gelado espelhado e fiquei fitando minha própria imagem refletida.
Nos olhos azuis, eu não via nada.
Nem um único brilho.
Olhos opacos, como se eu estivesse morto.
Percebi algumas olheiras sob meus olhos, e a pele pálida.
Dei um sorriso amargo e meu reflexo repetira a ação.
“Desista de uma vez por todas.” Uma voz ecoara em minha mente.
Eu queria.
Queria tanto desistir de uma vez. Queria jogar minha vida pro alto e dane-se tudo.
Mas não é possível.
Fechei os olhos por alguns instantes, me perdendo em memórias.
“Suma da minha vida. Nunca mais me chame de mãe.” Suas palavras ainda me doíam.
“PLAFT!” O som de seu tapa ainda ecoa em minha mente.
O seu olhar frio... Eu ainda posso vê-lo nitidamente.
Senti meu corpo implorar para que eu parasse, e só então percebi que a água do chuveiro caía em minha pele congelando.
Engoli seco e me lavei rapidamente, desligando o chuveiro e enrolando uma toalha em minha cintura.
Voltei para o quarto e vi Kurai acordando.
Ele bocejou e me procurou.
- Ah... Ohayo Taku... –Kurai dissera sonolento.
- Ohayo. –Sorri.
Bom, Kurai é o que me mantém aqui ainda.
Se não fosse por ele...
- Temos muito o que fazer, não é? –Ele me fitou, sorrindo.
Engoli tudo o que estava pensando, e assenti.
Kurai foi em direção ao banheiro e eu suspirei.
Peguei qualquer roupa para vestir.
Sinceramente, eu preferia vestir uma calça de moletom e uma blusa igual, me jogar na cama e nunca mais sair.
Mas é aniversário da Amu, tenho que distraí-la. Esse é o meu papel hoje.
- Hoje é o dia. –Soltei um pequeno riso.
Meu celular começou a tocar e eu o peguei após colocar a blusa de frio. A foto de Kukai aparecia e fazia escândalo na tela touch screen.
Eu quase podia ouvi-lo gritando “ATENDE LOGO, CARAMBA!”.
Segurei um riso e atendi.
- Moshi, moshi? –Fiz uma voz de quem havia acabado de acordar.
- POR QUE DEMOROU PRA ATENDER?! –Ele gritava.
Segurei uma outra gargalhada.
- Uh? O que foi Kukai? –Continuei com a voz sonolenta.
- AAAH, EU VOU TE MATAR TAKU! VOCÊ ESQUECEU?! –Kukai gritava tanto que eu nem precisava colocar o celular na orelha.
Comecei a gargalhar e ouvi-o ficar em silêncio na outra linha.
- AH SEU MALDITO! VOCÊ ME PAGA TAKU! ME FEZ DE IDIOTA NUM DIA COMO ESSE! VOCÊ VAI VER SÓ RUIVO! –Ele gritava furioso.
Eu apenas gargalhava.
- EU VOU TE BATER TANTO, MAS TANTO QUE VOCÊ VAI VER! EU VOU QUEBRAR SEUS VÍDEO-GAMES E SEU CELULAR!
- EITA! NÃO ENVOLVE MEUS JOGOS NISSO! –Gritei, me irritando.
- BAKA! –Ele gritou.
Revirei os olhos e ri.
- Eu vou sair daqui de casa e ir pra casa da Amu, certifiquem-se de que estará tudo certo até a noite. –Falei enquanto pegava minhas chaves.
Kurai voltou para o quarto após ter tomado um banho. O que eu acho surpreendente, já que ele é um shugo chara.
Mas... whatever.
- Okay. ... E Taku... Podemos conversar mais tarde? –Kukai perguntara num tom estranho.
Meus olhos se estreitaram levemente e meu coração se apertou um pouco.
- Claro. –Respondi.
- Então, até depois Phoenix. –Ele soltara um risinho.
- Até, Beater. –Também ri um pouco.
Kukai desligou a ligação e eu fitei o aparelho em minha mão por algum tempo.
- Taku? –Ouvi a voz de Kurai me chamar.
- Hm? –Olhei-o.
- Você está olhando seu celular faz uns 5 minutos. –Ele suspirou. –Você está bem?
Ah.
Isso me pegou.
- Meu corpo dói em alguns lugares, mas nada de mais. –Sorri-lhe. –Vamos? –Guardei meu celular no bolso da jaqueta.
- Vamos. –Ele sentou-se em meu ombro.
Saí do meu quarto e comecei a caminhar pelo corredor da casa em que vivia sozinho. Havia mais uns três quartos além do meu, dois banheiros, um escritório e uma sala especial no segundo andar.
Desci as escadas calmamente.
Passei na cozinha e abri a geladeira, pegando uma lata de coca-cola enquanto ia em direção à porta.
Saí e a tranquei. Abri o portão e o fechei.
Assim que saí de casa, fitei o céu nublado. Kurai assoprou e a fumaçinha de frio apareceu. Suas bochechas estavam rosadas por conta da temperatura.
- Está esfriando. –Ele comentou.
- Uhum. –Concordei e o coloquei mais para dentro da minha jaqueta. –Pronto, fique aí que você estará quentinho.
Ele sorriu e ficou me olhando. Comecei a andar pela calçada, fitando o caminho à minha frente. Embora eu não estivesse realmente prestando atenção.
- Nee... Taku. –Meu guardião chara chamou.
Olhei-o, pedindo pelo olhar para que continuasse.
- Você não está bem... –Ele afirmara num tom preocupado.
Sorri torto. Eu nunca conseguiria enganá-lo, afinal de contas.
Abri a latinha de coca, ouvindo o barulho do gás. “Tsss”.
- Você é viciado em Coca-Cola. –Kurai suspirou.
- É o que me mantém, afinal de contas.
- Taku, já vai fazer nove anos. É muito tempo... –Ele dissera num tom rouco.
- Eu sei. –Minha voz saiu quase inaudível e eu tomei um gole de Coca enquanto andava.
Kurai ficou quieto enquanto eu caminhava pelas calçadas desertas.
Algum tempo depois eu já chegava à casa da Amu.
Olhei o horário no meu celular.
- Seis e meia da manhã. –Suspirei.
Antes que eu pudesse tocar a campainha, vi um rosto de uma menina pela janela. Reconheci ser Ami.
Ao me ver, ela sorriu animada e se afastou.
Não demorou um minuto para que ela abrisse a porta e corresse até mim que estava parado no portão.
- Ruivo-san! –Ela me abraçara depois de destrancar o portão.
- Yoo Ami. -A peguei no colo. –Onde está sua irmã?
- One-chan ainda está dormindo! –Me respondera fofamente. –Nee ruivo-saaan... E a festa da one-chan? –Seus olhinhos brilharam. –Ela vai beijar o Kukai-nii?
Soltei uma gargalhada.
Menina esperta.
- Esperamos que sim. Esse é o plano. –Sorri e acariciei seus cabelos.
- One-chan vai ficar roxa. –Ela riu. –Vamos ruivo-san. Vem conhecer a Mama e o Papa.
Sorri e a peguei no colo, fechando o portão e caminhando até a porta ainda aberta.
Kurai ao meu lado começara a rir, atraindo atenção dela.
- Nee, nee. Qual o nome dele? –Ela perguntou olhando meu chara animadamente.
- Kurai. –Ele mesmo respondeu.
- Kurai-kun, eu sou a Ami-chan! –Ami sorria.
- Yo. –Meu chara acenara.
Levei a menina no colo até a cozinha, onde ela disse que seus pais estavam. E de fato, o senhor e a senhora Hinamori organizavam uma bela mesa de café da manhã.
- Bom dia, senhores. –Cumprimentei.
A mãe de Amu sorriu animada ao me ver, e o pai dela apenas me fitou.
-Oh, Taku-kun! Quanto tempo, não? –Viera me dar um abraço e um beijo na bochecha. –Está bonito como da última vez.
- Agradeço. –Sorri.
- Ah sim. Querido, esse é o melhor amigo do Kukai-kun, o Taku-kun. –Me apresentara.
Olhei o senhor Hinamori.
Não sabia se ele era como a maioria dos outros adultos. Não sabia se ele me odiaria e diria rudemente para que eu me afastasse de sua filha.
Fazia tempo que eu não conhecia a família completa de alguém.
O homem se aproximou de mim.
Ami não estava mais no meu colo.
Ele me fitava seriamente, mas ao contrário dos outros adultos, ele me dera um abraço camarada enquanto ria.
- Ótimo conhecê-lo, Taku-kun. –O sentimento de alegria era verdadeiro em sua voz. –Sou Hinamori Tsumugu. –Ele me estendera a mão, num cumprimento.
Era a primeira vez em muito tempo desde que um adulto me cumprimentava dessa forma.
E eu não podia ser idiota.
- Yutaka Taku. –Cumprimentei-o, apertando sua mão.
- Você me é familiar... –O Sr. Hinamori comentara.
Por alguns instantes, fiquei com receio de que ele conhecesse minha mãe ou então sua empresa.
Mas ele apenas dera de ombros e rira.
- Tanto faz. O que importa é que Amu-chan tem bons amigos. –Ele parecia feliz.
Sorri.
Os pais dela eram incríveis, afinal de contas.
- Sr. Hinamori, a Amu ainda está dormindo? –Perguntei.
- Ainda deve estar, meu querido. Embora ontem ela tenha chego e dormido feito pedra. –Soltara uns risinhos. –Pode ir acordá-la. Sabe onde é o quarto?
- Eu descubro, não se preocupem. –Sorri e fui para as escadas.
Subi os degraus e olhei para o corredor do segundo andar.
Fui na última porta.
Era o quarto dela sem sombra de dúvidas.
Bati na porta e como não recebi resposta, entrei.
Kurai me seguia e se esgueirara para dentro do cômodo um tanto curioso.
- Ela ainda está dormindo mesmo. –Ouvi-o comentar.
Segurei um riso e entrei.
De cara, era impossível não notar o quanto o quarto dela estava diferente.
Parecia que...
Havia mudado da água par ao vinho, sinceramente.
Fazia aproximadamente uma semana desde a primeira vez que eu estivera aqui e bom...
O quarto dela não era o mesmo de antes.
As decorações haviam mudado.
Os móveis não estavam mais no mesmo lugar.
Nem eu mesmo poderia dizer que aquele era o mesmo quarto de antes.
Nas paredes cor de gelo havia alguns pôsteres de bandas de rock, um mural com fotos e no teto negro, um céu estrelado.
Os móveis não eram nada chiques demais.
O piso de madeira branca, com dois tapetes e algumas almofadas estrategicamente espalhadas pelo chão...
Uma mesinha –provavelmente para comer algum lanche com amigos após um trabalho, uma escrivaninha de estudos, prateleiras com livros, CDs e álbuns de fotos.
Um guarda-roupa no canto, num tamanho médio.
Um quarto simples, confortável.
No verdadeiro estilo Hinamori Amu.
Sorri e caminhei até sua cama.
Ela dormia, enfiada debaixo do edredom.
- Amu. –Chamei-a e não obtive resposta. –Amu, acorde.
Nada. Dei de ombros e puxei seu quente edredom, fazendo-a resmungar.
A rosada abriu os olhos e bocejou sonolenta.
- Bom dia Taku... –Murmurara. Alguns segundos se passaram e ela me olhara mais acordada. –Taku?! –Exclamou arqueando uma sobrancelha. –Kurai?! –Seus olhos âmbares pousaram no chara em meu ombro.
- Yoo! –Respondemos em uníssono.
Ela suspirou e deu de ombros.
- Are, tanto faz. O que fazem aqui tão cedo? –Perguntou se espreguiçando.
Amu saía da cama vestindo uma calça longa de um pijama cinza e uma camisa preta de mangas longas do Linkin Park.
- Viemos te buscar para passear. –Sorri.
Ela nos fitou, estreitando os orbes âmbares.
- Tá falando sério? –Arqueara uma sobrancelha.
- Sério mesmo. –Ri.
- Tá bom. –a rosada dera de ombros e coçara os olhos. –Nee, se eu sair, você me diz uma coisa? –Ela sorria.
Estreitei meus olhos.
- Ah... Tá. –Eu estava estranhando um pouco.
Amu queria que eu dissesse o que?
- Certo! –Ela exclamou e correu para o guarda-roupa.
Vi-a pegar algumas peças qualquer e correr para o banheiro.
- Espere aí! –Ela gritara.
- Tá!
E com isso ri.
Essa garota era estranha.
Estranhamente legal.
Não deu dez minutos para que ela saísse do banheiro, já pronta e arrumada.
Oh, certo.
O ‘arrumada’ que eu digo, não é toda cheia de fru-frus ou coisa assim.
Nem pensar.
Ela estava com uma calça jeans preta com vários e vários rasgos em suas pernas e coxas. Uma blusa branca com um belo lobo em contraste, um colar de headphones e um all star.
Amu arrumava os cabelos rosados com os dedos, apenas a bagunçando-os ‘ajeitadamente’. Algo que eu achei que não era tão fácil de fazer pra quem tem cabelos longos como o dela.
Por que, fala sério...
Esses cabelos cor de rosa crescem realmente rápido.
- O que foi? –Ela perguntou risonha enquanto colocava um anel em seu dedo anelar da mão direita. Ocupando o lugar onde ficaria um anel de compromisso para namorados.
- Seu cabelo cresce rápido. –Comentei.
- O seu também, oras. –Ela dera de ombros, sorrindo e pegando uma jaqueta pendurada numa cadeira e a colocando, sem fechá-la. –Será que é por que são de cores diferentes?
Eu ri.
- Whatever. –Dissemos juntos.
Rimos.
- Vamos meninas? –Amu virara-se para suas charas que se espreguiçavam.
Ran, Miki, Suu e Dia sorriram.
- Vamos ficar Amu-chan. –Ran voara animada.
- Ué, por quê?
- Está fazendo frio. –Miki disse óbvia.
Amu revirou os olhos e riu levemente.
- Certo. Então divirtam-se. –Ela acenara enquanto vinha em minha direção. –Vamos?
- Vamos. –Concordei e saí de seu quarto.
Descemos as escadas e fomos para a cozinha.
- Bom passeio queridos. –A mãe dela nos desejara.
- Divirtam-se. –Seu pai acenou sorrindo tão largamente que eu tive medo que sua pele rasgasse.
- Até! –Acenei e fui para a porta.
Algum tempo depois eu e Amu caminhávamos pelas calçadas em plena sete da manhã de um dia frio.
- Ah é. Aonde vamos? –Ela perguntou curiosa.
- Aonde quer ir? –fitei-a pelo canto dos olhos.
Vi-os brilharem um pouco.
- Jogar hóquei. –Ela sorria animada.
-Parei de andar no mesmo momento, ela ainda dera alguns passos, mas ao ver que eu havia ficado para trás também parou.
- Huh? O que foi? –Perguntou-me.
Senti Kurai remexer-se na touca de minha blusa.
É. O grande preguiçoso havia se enfiado na minha touca, alegando que estava frio de mais para ficar exposto ao vento.
Folgado.
Algumas lembranças tomaram conta da minha mente e eu odiei lembrar-me disso.
- Não é nada. –Minha voz saiu num tom falso-alegre.
Passei em sua frente, mas senti meu braço ser puxado com força.
Desequilibrei-me e por pouco não caí.
Certo. Ela é forte e isso me assustou.
Fitei-a pelo canto dos olhos e vi-a com um olhar sério.
- Oh, não é nada? –Sua voz soara sarcástica e eu senti um arrepio percorrer meu corpo. –Nós vamos para o ringue de patinação mais próximo e você vai me contar o que há de errado.
Senti minhas mãos ficando frias e sorri forçadamente enquanto assentia em confirmação.
Caminhamos por uns vinte minutos, conversando um pouco.
Conversas paralelas, sobre bandas de rock, animes, músicas...
- E Cemeteries of London? –Perguntei.
- Coldplay. –Ela dera um sorriso de canto. –Eu gosto dessa.
- Viva La Vida?
- Também. –Rira levemente.
Ok.
Kukai é uma droga de um sortudo.
- Você já aprendeu a tocar algum instrumento? –Perguntei fitando o caminho.
- Já fiz aulas de piano quando pequena. –Amu franzira o cenho. –E você?
Fiquei em silêncio, mas quando abri a boca para responder ela me puxara e correra.
- Chegamos! –Exclamara num tom animado.
Quando virei-me em sua direção, vi um ringue de patinação.
Coisas passaram pela minha mente, mas eu balancei a cabeça negativamente, tentando afastar as lembranças.
~~
Notas finais
Novamente peço perdões por este não ser o último capítulo, e sim o penúltimo. E também peço perdões pela ridícula demora.
Agradeço os comentários e...
Estou num período difícil na escola, com alguns problemas, mas isso não deve interferir no último capítulo, já que pelo menos a metade dele já está garantida e pronta.
Sobre a segunda temporada...
Vocês irão mesmo querer?
Eu irei postar. Mas apenas em dezembro. É o meu ano da formatura. então as coisas estão difíceis neste último mês de aulas.
Todas as provas estão juntas, desculpem-me.
Mas haverá segunda temporada. Só não sei se irão querê lê-la.
Obrigada pela paciência, e até a próxima que dessa vez será rápida. =)
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