Daily Wishes

6 Sixth Wish- Tango Lesson's and a Marriage?


Notas iniciais
Hello, voltei aqui após um longo tempo, realmente como já expliquei antes muito trabalho e além de que adoenci, por isso que não pude actualizar antes. Dedicado a Dhara Bennigiton, que quase me esganou 3.3 querendo que eu atualiza-se kkkk Kiss kiss e bom capítulo.

Scorpius apreciava longos passeios sozinhos, passar horas entre o orvalho da manhã, em silêncio somente olhando o quão as flores desabrochavam com preguiça e sacudiam as goticulas de suas folhas, era algo que lhe relaxava e deixava com disposição para enfrentar o dia, fossem quando estava nos Campos de Hogwarts ou estivesse passeando pelos jardins extensos da Mansão Malfoy, ele realmente amava fazer isso.

E naquela manhã, ele estava com seu olhar meio melancólico sob as flores mais coloridas e variadas que existia naquela estufa, tinha o mais variado tipo de flores. Ia desde begónias, rosas e cardos, até margaridas, flores imperiais e camomilas, estava tudo muito bem cuidado e bem regado, como se a sua dona ainda ali estivesse cuidando delas, sua mãe que tinha criado aquela estufa, seu pai sempre trazia para ela, diferentes tipos de sementes, tudo para vê-la sorridente e feliz plantando-as, se havia alguém que amava flores era ela.

Normalmente, ele choraria em silêncio, com o coração apertado de dor e saudades de sua mãe, mas hoje estranhamente sentia que queria apreciar aquele espetáculo de cores, sem que uma lágrima derramasse, tinha ajudado imenso o fato de na noite que tinha passado, ele e o pai tivessem tido uma conversa que haviam precisado ter ao tempo.

Ele realmente estava-se perdendo do pai mais do que desejaria, mas havia-o entendido na noite anterior e este a si, isso era incrivelmente bom.

Sentia que podia contar com ele e falar-lhe, era seu pai e acima de tudo, amava-o, dera um leve sorriso, acarinhando as flores do jardim, suspirara meio longamente quando vira um elfo aparatar ali ao pé de si, não queria ser interrompido.

—Senhorzinho Malfoy, o seu pai mandou tomar o café da manhã...chegou para si também...

Quando ele olhara para o elfo e para o que trazia na mão, era uma carta e quando a pegara agradecera o elfo, que ficava sempre emocionado, virara e vira o remetente, era de Albus, ao abrir dera um leve sorriso, vendo o conteúdo.

“ Scorp,

Apesar de estar de castigo, recebi permissão como se faz aos condenados de escrever-te e desejar o feliz Natal.

Vai haver aqui na Toca, uma celebração de Natal e queria muito que viesses de verdade, vai ser o que se chama bem chato...preciso da tua colaboração.

Aguardo resposta,

Albus Potter”

Ele quase batera com a sua mão na testa, estava uns dias de Natal, e não havia dado conta, o que já começara a ver era bem normal em si nos dias que se seguiam.

Olhara para dentro da mansão, em que vira o alto que já ia o Sol e começara a correr para dentro de casa, antes que seu pai aparecesse e o mandasse a base de feitiço ir para a mesa comer.

Ao lá chegar, deparara-se com sua avó de modo elegante como sempre, a comer á mesa lendo o profeta diário e numa das pontadas da mesa, encontrava-se o pai.

Ele focara-se com olhos de ver pela primeira vez em muito tempo, olhara-o com toda a atenção.

Seu pai encontrava-se inclinada ligeiramente sobre o seu braço esquerdo com uma expressão distante e longíqua, olhando o horizonte como se fosse algo de sumamente importante, tinha uma mecha de seu cabelo mais comprido sob os olhos, além de ligeiramente despenteado, sua semi barba denotava ainda mais flagrantemente o seu desleixo.

Algo lhe fizera engolir dolorosamente em seco, deslocara o olhar para uma foto de família não muito longe dali, era ele em bebé com a sua mãe com ligeiras olheiras nos olho-provavelmente da doença que tinha- mas um sorriso incrivelmente feliz, com ele no colo ao seu lado, um homem com um sorriso igualmente feliz e orgulhoso, olhando e admirando a esposa e o filho com raios de Sol saindo dos seus olhos, a imagem mostrava uma cena em movimento deles tentando tirar a foto e o fotográfo tirara assim,preservando.

E agora, olhava-o e era uma sombra do que costumava ser, normalmente ele não reparava nisso, concentrado na sua própria vida, ele esquecera-se que o pai também sofria e só ontem que tinha conseguido entendê-lo melhor e por consequência tinha sentido –se muito melhor, como se um peso lhe fosse dos ombros, por saber que não estava sozinho e que podia contar com o pai.

E ele , precisava ajudá-lo ...e então, antes que pensasse falara de repente.

—Pai, queres passar o Natal na casa dos Potter- Weasley?

Fora um movimento paralisante, a sua avó tinha erguido a cabeça do jornal, olhando para o neto como se lhe tivesse crescido três cabeças, piscando imenso os olhos ao notar pela expressão dele sério, que realmente tinha falado o que ela tinha ouvido, de forma algo cómico se não fosse algo bastante sério, virara-se para o seu pai, que olhava-o com uma atenção dobrada, abrindo e fechando a boca duas vezes, como em dúvida sobre se tinha ouvido direito ou que resposta adequada lhe dar.

—Eu...não sei, Scorpius...

Sorrira, pelo menos não lhe dera um “não” automático, dissera que não sabia já era um começo, não?

—Seria ótimo, pai...o Albus convidou e creio que seria ótimo irmos todos...

Draco permaneceu em silêncio, conforme olhava o filho com atenção, seu cérebro parecia estar a racicionar ainda o que o filho havia dito, mas via-o tão animado e tão componetrado em querer tirá-lo de casa e vê-lo feliz – habilidade de legilimância, nunca se perde- que só pode encher o coração de alento e virar para ele, sem pensar bem.

—Porque, não meu filho...seria ótimo, não acha minha mãe...?

Narcisa, sua avô permaneceu a olhar para o filho e para o neto sem saber bem o que pensar, pelo que sorrira e optara por levantar-se da mesa, sorrindo de leve.

—Não sei, meu filho...mas estou de momento, um pouco indisposta, logo falamos melhor...

Sorrira ainda mais, afinal a avô não tinha dado um não definitivo e o mais importante, o pai tinha aceitado ir, ao menos isso lhe deixava mais feliz na missão que ele tinha decidido fazer e implementaria ,sem sombra de dúvidas.

Deixar o seu pai mais feliz.

Mais tarde, ainda naquele dia, Scorpius encontrava-se a passear pela propriedade, pensando num presente de Natal para Rose, mas achou meio clichê dar-lhe rosas da estufa da mãe, seria muito estranho, conhecendo a Granger-Weasley mais nova, ela iria detestar e ainda dizer para ele ter juizo e dar presentes decentes, provavelmente dando –lhe uma palestra única sobre como presentes devem ser mais originais e menos previsiveis, suspirara pensando que precisava pensar em menos enredos dramáticos na sua cabeça , mas depois olhou para o lado e viu algo que com certeza sabia que uma Potter iria amar, um ramo de Lírios, como o seu nome*, sorrira, pensando em como Lily era definitivamente mais simples.

—Scorpius...?

Rodara a cabeça, olhando e vendo a sua avô vir na direção, com um sorriso ainda distante, olhando bem fixamente em volta.

—Sim, avô? Estás melhor?

—Sim...meu querido, queria falar contigo sobre o teu convite e não posso aceitar...

—Porque?

—São muitos anos, Scorpius...e, ainda não me acostumei com tudo ...

Bem podia entender o que a sua avô queria dizer com “tudo”, era muitos anos de ressentimentos da comunidade mágica, para com o passado nefasto da sua família, e a sua avô podia ser forte, mas até ela tinha um limite até onde podia suportar, ele sabia reconhecer, sorrira de leve, abraçando a avô com força.

—Está bem, vovô...no dia 25 podemos depois visitar o avó Lucius em Azkaban, que me diz?

Narcisa piscara os olhos, vendo o seu neto tão crescido e tão querido, tinha imenso orgulho de quem ele era , abraçara-o de volta com todo o amor que tinha no coração.

—És definitivamente muito melhor que nós, meu querido...

—Obrigada avô...

—És tão parecido á tua mãe...

Scorpius sentira os olhos marejarem com emoção, assentindo mas recusara-se a chorar, já tinha sofrido tempo demais, tinha que fazer o que tinha prometido á mãe, tentar ir em frente.

Passado uns poucos minutos de estarem a conversar sobre as flores e seus significados, que ele nem sonhava que havia tantos e demostrava coisas diferentes, vira sua avô ir e decidira-se a caminhar para casa, procurar o pai.

Aquela hora ele já devia de estar em casa, tinha a certeza, o Sol já se punha no horizonte, caminhara lentamente na direção dos aposentos do pai, quando abrira de leve a porta vira que ele lá não se encontrava, até que deslocara –se até ao escritório, que era sempre um sitio muito provavel, isso quando não dormia por lá, quando abrira, vira algo que não esperava e encolhera o seu coração.

Seu pai encontrava-se lendo o diário que a mãe lhe tinha deixado, com lágrimas se misturando umas com as outras, mas sorria ao mesmo tempo como se estivesse infeliz e feliz ao mesmo tempo, com o seu costumeiro copo de firewhisky ao lado.

—Sempre amas-te dança...- Sussurrava sozinho, ao que Scorpius esquecendo-se que estava a espionar, sussurara no mesmo tom.

—É verdade?

Draco sobressaltara-se, olhando na direção, corando violentamente ao perceber que fora pego pelo filho, ao que deixara depois um longo suspiro limpar o seu rubor e apressara-se a limpar as lágrimas, assentindo ao que ele havia dito.

—Sim...e confesso que era um tremendo pé esquerdo em todos os estilos que a tua mãe decidia dançar...

—Sério, pai?

—Sim...

—Que a mãe mais gostava de dançar?

Draco engolira em seco, sentindo-se perdido em meio as memórias que lhe assaltavam a mente, até que sorrira em especial com uma.

—Tango...

—Isso não é uma dança trouxa?

Draco erguera-se, sorrindo de leve, caminhando para perto da porta do escritório, fazendo o filho entrar e sentar-se á beira da lareira, os dois ao lado um do outro.

—É sim, aprendi uns quantos estilos diferentes, porque a sua mãe amava...mas tango era o favorito...foi no dia ...

E conforme ia relatando ao filho, todo o cenário compusera-se na mente de Draco recuando á data como se tivesse sido naquele dia.

“ Era uma noite bem escura e nevosa, particularmente naquele ano, estava no Hospital de St.Mungus,era um dos meus plantões interminavéis com inumeras urgências ao mesmo tempo, mas a sua ansiedade maior era encontrar Astoria, sabia que tinha vindo de urgência para o hospital, escoltada pela mãe e pela irmã, com uma crise mais grave que antes.

Encontrara Daphne no meio dos corredores, incrivelmente aflita, alisando o seu ventre extremamente nervoso, dado ao estado dela não era nem um pouco aconselhável.

Movimentara-se rapidamente, até perto dela, tocando o seu ombro, ao que ela olhara-a com susto, mas ao ver quem era, voltara-se para ele com os olhos marejando ainda mais.

—Ela piorou durante a noite, Draco...

Um nó formara-se na garganta dele, ao que sinalizara seu ajudante e enfermeiro para tomar conta de Daphne. Entrara no quarto atrás dela, vendo perto de Astoria, uma senhora sua conhecida, sem mover os olhos, mãe de Astoria que ao vê-lo dera um sorriso fraco.

—Draco...

—Vim logo que soube...falei com ela ontem á noite, estava tão bem...- Engolira em seco para evitar chorar na frente de alguém , fosse pela educação que tivera ou porque não podia enquanto médico, mas estava aflito com o estado dela degradar rápido daquele jeito.

—Sim...mas é forte a nossa menina, Draco...- Dissera com um tom de consolo e um pouco de auto consolo a si própria , acreditava ele.

—Sim...vou ter que pedir que saia só por um segundo, depois já pudera vir para perto da Astoria novamente...

A mãe de Astoria assentira, dando um beijo demorado no dorso da mão da filha que parecia dormir, mas pela respiração que tinha presente, ele pudera deduzir que ela fingia dormir, ao que mantivera-se em silêncio esperando que a mãe desta saisse ao aproximar-se, chegara perto dela.

—Astoria, sei que estás acordada...

Ela demora um leve sorriso de olhos ainda fechados, pelo que os abrira devagar, olhando diretamente em seus olhos.

—Estragou a minha surpresa...

—Sério?

Devagar sentara-se na cama, fazendo uma careta de dor ao fazê-lo, pelo que ajudara-a, conforme ele sentava-se ao seu lado na cama, ela ao olhar em seu rosto, dera um sorriso fraco.

—Ainda cria rugas mais cedo...- Dissera, movendo a sua mão ao rosto dele, tocando e alisando devagar.

—Porque fingiu estar a dormir?

—É mais fácil...

—Como assim?

—Daphne e minha mãe escondem muito o que sentem e precisam extravasar quando pensam que não vejo...elas têm que sentir e continuar em frente é assim que deve ser Draco...com tudo na vida, na alegria e na dor...

Ele nunca deixava de se surpreender como em tão tenra idade, ela era tão sábia. Sorrira de leve, alisando os cabelos com algo de carinho, suspirando longamente.

—Você não tomou a medicação, pois não ?

Astoria fizera um olhar culpado, olhando-o e baixando a mão, de volta aos lençois, dera-lhe um beijo demorado nos lábios ao que ele não recusou, alisando-lhe o rosto alvo de modo bem delicado, como se ao minimo toque lhe fosse machucar.

—Não..é uma maldição familiar Draco ...só está a retardar o inevitável , a medicação, a poção só me deixa fraca...e está a machucar quem amo...minha mãe...Daphne...tu...

—Mas , não pode render-se assim...por favor...

—Draco...

Ele não lhe deixara falar, colocando contra o peito, abraçando-a com algo de força, ao que ela calara-se e deixara-se abraçar.

—Eu amo-te tanto...- Sussurrara-lhe ao ouvido, ao que sentira ela aninhar-se ainda mais, sentira o seu jaleco e camisa molhando, sabia que ela chorava e em tempos largos que lhe conhecia nunca a vira chorar uma única vez que fosse.

—Não devia...

—Não escolho...e não desejo.

—Vai sofrer...

—Não me importa...eu quero que te cases comigo!

Astoria erguera-se rapidamente do seu peito e do seu abraço, limpando os olhos com celeridade, olhando-o por um longo tempo como tentando identificar o que ele tinha dito, até que parecera ter entendido tudo.

—Draco...

—Não precisa de dizer nada...agora...

—Sim...

Ficara olhando-a uns bons segundos, absorvendo o “sim” que ela havia dito. “

—Foi o dia mais feliz da minha vida... Scorpius...e a sua mãe me disse que era um dos desejos dela... da sua lista de desejos...ela foi...- Vira o pai engolir em seco, mas quando ia dizer alguma coisa.- ela é , meu filho...o amor da minha vida e nunca havera outra...apesar de ...ter dito que...

Scorpius olhava o pai, conforme ajeitava-se perto da lareira, querendo absorver o calor já que o frio lá fora estava por demais, ao ouvir o pai falar da mãe, apanhara-se desejando ver os pais mais uma vez juntos e engolira o choro que ameaçava sair naquela hora, concentrando-se no que o pai ia dizer com um leve sorriso de saudade e nostalgia.

— Ser Malfoy e ser sozinho era um fardo grande* e que um dos seus pedidos foi que eu não ficasse sozinho...

—E não devias pai...

Vira o pai concentrar o olhar em si, com um olhar bem além do que ele via no seu rosto, parecia que ele desejava ver o que ele quis dizer por detrás, até que dera um sorriso deveras triste.

—Um dia, irá entender meu filho que há amores que dura uma vida inteira... e que não desaparecerão nunca.

O loirinho sentira seus olhos marejarem ao ouvir o pai, este ao ver a reação do filho erguera-se da sua poltrona, baixando-se ao seu nível, meio sem jeito, dera-lhe um beijo na fronte.

—Pai...

—Sim?

—Qual foi o desejo seguinte, após o pedido de casamento ? Que a mãe quis?

Draco ouvira , caminhando para perto da lareira novamente com um sorriso nostálgico no rosto, rindo de leve.

—Tango...

—O que?

—Lições de Tango...foi dois dias depois de sair do hospital e em que o meu chefe e diretor de estágio falou comigo...

Scorpius rira-se de leve, olhando o pai e achando que de fato a vida dele com a mãe fora mesmo muito interessante. E novamente a mente do pai viajava nas memórias, ao que Scorpius sentia-se mais confortável ouvindo o relato do pai e criando esses laços com o pai do que lendo diretamente no diário.

“ _NÃOOOO...

—Sim...eu sou a sua noiva, Draco Malfoy e você disse que me daria o que queria...minha lista de desejos, lembra??

—Eu pensei em algo para comer, Paris ou outra coisa...qualquer!! Mas, Tango e dançar?- Ele sentia-se claramente num aperto, ao olhar a sua então noiva Astoria, colocando as mãos na cintura, arquejando a sobrancelha ao que ele vira-se sem alternativa, caminhar na direção da escola de dança trouxa.

Uma professora olhava os dois, como questionando quem eram eles com roupas tão diferentes e mantos esquisitos naquele dia excepcionalmente quente, com uma parecendo meio hippie e o outro só um elegante rico e esquisito.

Astoia rira-se ao ver o Draco ser levado para aprender os passos básicos, se bem que ele fazia uma careta estranha cada vez que era forçado a mover-se e olhava para ela como se quisesse fazêla “sofrer” o que estava sofrendo, ao que Astoria somente ria-se com vontade.

—Isso, meu Draco...

E ele emburrava ainda mais, como se estivesse extremamente aborrecido mas ela sempre sabia que não era verdade, ao que aproximara-se quando a professora achou que ele sabia já o minimo para dançar conjuntamente com os outros pares na escola de dança.

Chegara perto dela, rodando-a ao que ela rira-se de leve, ao colocar as suas mãos sob os ombros de Draco que forçava-se a não rir.

—Você ri , porque não foi tardeado pela muggle...

Astoria rira-se ainda mais, apertando-o, iniciando o modo de dança, bem junto e colado com ela, como se estivessem quase fundido, ao que Draco esqueceu-se do que provavelmente iria picá-la.

—Eu não preciso me chatear e nem enciumar, porque você Draco...está aqui olhando bem para mim e sendo somente meu ...mas me prometa algo?

Aquela frase dita com tanta segurança e alegria na voz, fez apertar o coração de Draco que a beijara com vontade no meio da dança, ao que alguns pares que tinham parado ou rodopiado olhavam cochichando o quão sincronizados eram.

—O que?

—Na altura certa, eu direi mas me prometa o “sim”.

—Isso não...

Mas fora interrompido de continuar a protestar, pois ela parara de leve, colocando um dedo sob seus lábios.

—Confia em mim?

—Sim...

—Então diga...

—Sim, eu te prometo Astoria o que ainda não sei...

Ela sorrira largamente, retomando a dança, ao que ele sem querer pisou-lhe os pés e ela rira-se apesar de lhe ter doido e ele emburrado por ainda não estar sincronizado com ela como gostaria .

—Sabes algo, Draco...?

—Hmmm...- Ele somente sussurrava demasiado componetrado na dança e no corpo feminino bem junto do seu corpo.

—O tango é a dança que mais representa o desejo horizontal...é como uma luta....- Dito isso, enganchara a sua perna direita na coxa de Draco que segurava-se a muito custo para não a encostar na parede mais próxima e expressar da melhor forma o quão ele entendia do desejo horizontal que ela falava.- Em que os dois ganham...

E selando com um beijo, dedicara-se a finalizar a dança e levá-la consigo para o local conhecido dos dois e bem longe de dança e barulho. “.

Depois de ouvir o relato do pai, Scorpius olhava e analisava a expressão de felicidade e saudade que angustiava o pai.

Subira as escadas, passado um tempo, indo escrever a resposta de Albus, confirmando que iria e esforçar-se-ia para cumprir o que a mãe desejava para o pai e para ele.

Pegando o diário, continuara a ler de onde parou, olhando a foto da mãe sorridente e bem disposta mandando-lhe um beijo, sorrindo de leve e suspirando longamente.

—Prometo mãe...vou ser feliz e vou ajudar o pai...prometo-te...

O caminho do luto era um longo, mas aos poucos ele iria orgulhar a mãe como sempre o fizera.

Notas finais
♥