Cuore Di Bella

4 Capítulo 2


Acordei no dia seguinte pronto para aproveitar o dia. Eu não podia esquecer-se da bela morena que esteve em meus braços durante duas danças consecutivas até meu sobrinho Jonathan – a mando dos meus amigos endiabrados – tirá-la de mim com seu jeito galante. Não me importei. Fiquei feliz com o que tinha e mal via a hora de vê-la novamente esta noite no clube. Ângela tinha me mandado mensagens confirmando o local e hora. Juro que quis perguntar se ela ia, mas tinha que ir pelos meus amigos, em primeiro lugar.

Tomei um café da manhã casto no meu apartamento. Barra de cereal, suco de laranja e só. Vesti uma bermuda de basquete e tênis, desci pronto para uma corrida na praia e uma água de coco antes de procurar um lugar para almoçar. Como médico eu tinha um péssimo habito alimentar. Eu sei. Sabia cozinhar, porém, com os anos, perdi o prazer em fazer comida só pra mim.

Depois de correr por mais de duas horas e comprar uma garrafa estupidamente gelada no quiosque da orla. Ouvi gritos e risadas na outra extremidade do quiosque que me fez olhar.

- Jacob, seu estupido, deixe Bella em paz! – uma mulher morena, muito bonita bateu no ombro de um cara enorme que tinha Bella sobre os ombros, socando suas costas. Fiquei meio chocado e estranhamente aliviado quando ele beijou a morena e jogou Bella no chão. – É assim que você trata sua irmã? Bobão.

- Eu estava com saudades da minha garota, ok?

Ah, ele é Jacob Black. Como poderia não reconhecer? Advogado da minha família. Indicado por Charlie e filho de criação dele. Nós nos dávamos bem. Definitivamente não éramos amigos, mas amigáveis. Ele era casado e tinha um filho. Meu pai esteve lá quando o menino nasceu. Eu acho que cheguei a vê-lo no hospital também por conta disso.

Voltei para meu lugar ainda ouvindo sua risada doce e fiquei maravilhado. Ela era linda sorrindo, mas não me quis fazer presente. Isso seria, no mínimo, estranho.

Cansado e com fome, resolvi que era hora de procurar algo para comer. Infelizmente, teria que passar por eles, então, fiz-me desentendido quando ouvi meu nome.

- Edward! – Jacob acenou amigavelmente e Bella virou o rosto rapidamente, acenando e tingindo vários tons de vermelho.

Eu achei melhor não parar, mas dei meu melhor sorriso e uma piscadela simpática especialmente a ela. Não queria atrapalhar seu momento em família, principalmente depois que vi Charlie Swan sentado na outra extremidade da mesa com seu neto. Eu estava suado, sem camisa e descabelado. Isso não seria bom.

Rapidamente comi uma boa salada, bife e batatas fritas e voltei pra casa a tempo do jogo.

Três garrafas de cerveja. Um saco de pipoca. Uma vitória do meu time. Dormi um pouco no sofá, assustado com a ideia de não ter nenhuma emergência e me coçando para ir ao hospital.

Não trabalhar. Descansar. Não trabalhar. DURMA HOMEM.

- VOCÊ ESTÁ ATRASADO! – Alice chiou na minha secretária eletrônica.

Acordei assustado e dei um pulo no sofá. Anã desgraçada. Não ouvi mais seus gritos, apesar de saber que ela estava gritando comigo. Tomei um banho rápido, escolhi as roupas, chamando um taxi para poder beber a vontade e cheguei lá em menos de 15 minutos.

- Você demorou, estúpido. – Ângela ralhou entregando-me uma das cervejas do balde. Seu olhar se desviou a pista de dança. – Elas estão se divertindo.

Eu parei para observar Rosalie, Alice e Bella dançando ao redor de Jéssica e sua barriga bonita. Mike, Jasper e Emmett estavam pertos e percebi que o circulo ao redor era um segurança a possíveis esbarroes na barriga. Tudo bem que a cena era linda, mas quem prendia minha real atenção foi Bella e suas belas pernas expostas em um vestido vermelho. Essa mulher era um pecado sobre pernas.

- Gosta do que vê? – Ângela perguntou-me rindo. – Bella cresceu e se tornou uma mulher muito bonita.

- Concordo. Pergunto se nunca a vi antes... – murmurei meio atordoado com o balançar dos seus quadris – Eu fui cruel com ela ou algo assim no colegial?

- Oh... Não. Bella vivia em lugares que você nunca pisou. Teatro, cozinha e biblioteca. Talvez vocês nunca tenham se visto. Drummond era enorme.

Fiquei aliviado. De algum modo, pretendia chegar em Bella e bom... Seria uma grande merda se ela tivesse algum trauma relacionado a alguma brincadeirinha estupida na escola. Esvaziei minha primeira cerveja e elas continuaram dançando, até que Jéssica cansou e voltou para o lugar. Cumprimentei meus amigos brevemente e sorri para piadinhas que tinha saído do hospital um pouco.

Bella ficou lá sozinha, perdida na batida da musica, balançando os quadris, mãos pelo corpo e lábios entre os dentes. Vou explodir.

Aquelas malditas sandálias de tiras amarradas no tornozelo... Porra!

Eu não percebi minha família rindo atrás de mim. Meus olhos estavam focados nela. Fiquei completamente aturdido quando um gavião foi voar sobre a minha área. Depositei a cerveja de lado quando vi o primeiro sinal negativo dela. Foi minha deixa de intervir. Passei meu braço na cintura de Bella e ela virou meio assustada, mas sorriu quando me reconheceu. Acenei para o cara e ele sorriu de volta, pedindo desculpas.

Bem melhor, palhaço.

- Obrigada. – Bella sorriu sobre a música. – Vem, vamos dançar! Eu AMO esta musica.

Bella me puxou para o centro da pista de dança, mordendo os lábios, sacudindo o quadril de acordo com a batida. Então, ela me envolveu em seus braços, colando meu corpo ao seu. Sua dança não era provocativa e isso a fazia completamente provocativa. Talvez ela estivesse fazendo de proposito. Ou não. Que inferno de mulher.

Enlacei meus braços ao redor do seu pequeno corpo e sua respiração ficou batendo quente na pele sensível do meu pescoço. Eu estava ficando louco. Minha perna estava entre as suas e minha testa encostava-se ao seu ombro, enquanto seus braços me envolviam no pescoço. Ela cantava a música perto do meu ouvido e eu quase me desfaleci.

- She always ready, when you want it she want it. Like a nympho, the info, I show you where to meet her. On the late night, till daylight the club jumpin'. If you want a good time, she gone give you what you Want.

Eu ri quando seu quadril se chocou contra minha ereção. Eu dei um olhar de desculpas e encolhi os ombros. Eu não podia fazer nada com ela se esfregando em mim daquele jeito. Bella sorriu torto, dando aquele mesmo olhar diabólico que fez meu pau estremecer.

- Your hips, your thighs, they got me hypnotized, let me. — soprei baixinho no seu ouvido. Foda-se.

Eu estava excitado pra caralho. O perfume era muito melhor de perto. Eu queria lamber sua pele pelo seu cheiro doce. Queria morder e deixar pequenas marcas no seu pescoço. Queria chupar seu corpo por completo. Ela podia ser amiga dos meus amigos, mas era uma misteriosa pra mim. Talvez eu pudesse arrumar outra Tanya e Lauren fodendo com ela esta noite, mas tudo que queria fazer era entrar nela.

Pressionei seu quadril contra o meu e comecei a moer pequenas ministrações com ela parcialmente erguida no meio da dança. Eu poderia não tê-la, mas ela precisava saber o que estava fazendo comigo com apenas a porra de uma dança.

Depositei um beijo casto no seu ombro, clavícula, pescoço... Dei pequenas mordidas e juro que a ouvi gemer reforçando o aperto em meus cabelos. Nós nos afastamos levemente para sentir o ar pesado de tanta luxuria que emanava de nós dois. Eu podia sentir seu coração acelerado e a pele queimando sobre a minha.

Eu queria beijá-la e foi o que fiz. Seus lábios macios e quentes encostaram, enviando uma descarga elétrica a todo meu corpo. Gemi por antecipação quando nossas línguas se encontraram. Seu gosto era maravilhoso, misturado com alguma bebida doce. Isso só me dava vontade de não parar nunca de beijá-la.

Cedo demais, nos afastamos sendo levemente empurrados por um grupo que dançava animado. Bella riu deles, ainda sem me soltar.

- Vamos voltar para a mesa... Preciso beber alguma coisa. Estou com sede.

Ficamos apenas mais duas músicas no canto da pista de dança nos beijando feitos dois adolescentes. Rindo, retornamos aos nossos amigos que estavam na área vip com uma conversa animada e muitos copos de bebidas.

- Vocês se perderam ou algo assim? – Ângela provocou e fiquei realmente sem resposta. Eu não ia expor nada.

- Algo assim. – Bella deu os ombros rindo, sentando no canto do sofá, justamente na curva, sobrando espaço pra mim do seu lado. – Eu quero mais uma batida de morango, por favor.

- Whisky – pedi ao garçom e ele saiu, olhando a tempo de alguém pedir mais alguma coisa.

Alice estava me olhando profundamente, morrendo de curiosidade e se eu fosse mulher, ela me arrastava até o banheiro para fofocar. Rosalie jogava piadinhas na mesa e acho que todo mundo sabia o que rolou do outro lado da pista de dança. Então, no meio da minha bebida, senti algo acariciar minha panturrilha. Fiquei meio aturdido, mas a risadinha de quem estava do meu lado denunciou as intenções. Ela bebericava seu drink, me lançando uma piscadela.

Então ela quer jogar...

Eu sorri voltando a beber, ficando com a respiração mais pesada conforme seus movimentos subiam mais um pouco. De cima, parecia apenas que ela se movendo de acordo com a música. A pequena provocadora conversava com Ângela sobre filmes no melhor rosto de poker.

- Está tudo bem, Edward? – Jéssica perguntou preocupada. Ela e Alice sempre eram perceptivas. Eu enrolei a língua para responder e engoli o gemido.

Nesse exato momento a perna de Bella pressionou a minha, subindo um pouco mais. Eu imaginei aqueles movimentos em outro lugar. A mulher estava fodendo com a minha mente.

- Sim. Talvez não esteja mais acostumado a beber.

- Oh, beba uma batida. Está deliciosa. – Bella ofereceu seu copo e pelo tom de voz – o mesmo que ela sussurrou no meu ouvido – aceitei. Talvez nossos amigos não perceberam, mas eu sabia que o ela estava fazendo por debaixo da mesa. Eu gemi quando senti o gosto doce. Era mesmo que estava em sua língua.

- Realmente, deliciosa. Acho que vou querer provar mais disso. – sorri torto.

- Hum, eu penso que você vai ter que pedir uma pra si. – sussurrou pegando o copo de mim, dando um gole suave.

Nossa mesa estava em silencio, observando nossa troca silenciosa. Bella ruborizou drasticamente quando se deu conta disso e senti falta do seu pé na minha perna.

As conversas voltaram a sobressair pela mesa e discretamente fui chegando para o lado, fazendo nossos ombros se tocaram levemente. Ela me olhou rapidamente e mordeu os lábios escondendo a risadinha, que morreu assim que toquei sua perna exposta por debaixo da mesa.

Fiz um caminho silencioso com a ponta dos meus dedos, chegando bem rente a sua saia, na parte interna da coxa. Bella estava concentrada, provavelmente em não gemer alto. Continuei com meus movimentos lentos, as vezes, predatórios. Minha mão vagamente entrou por dentro da sua saia e ela engasgou suavemente.

Eu sorri inocente e os outros casais da mesa resolveram sair para dançar uma música lenta. Eles perguntaram se nós iriamos, mas eu neguei, não dando chance dela responder. Assim que me vi livre de todos eles, bati meus lábios contra os dela de forma brusca, buscando saciar freneticamente aquele desejo por ela que me consumia por completo. Minha mão mergulhou na sua saia, espalmando sua coxa, sentindo o cos da sua calcinha na ponta dos meus dedos.

Foda-se!

Eu estava completamente duro e desconfortável. Não sabia como iria resolver isso, mas iria.

- Edward – Bella sussurrou meu nome em meio a um gemido quando chupava seu pescoço. Eu olhei em seus olhos pedindo por mais. Eu queria sair dali com ela.

- Eu preciso de mais...

- Por favor. – rebateu em reverencia, acariciando minha ereção com a ponta dos dedos.

Pooorraaaaaaaa!

- Vem comigo. Agora. – rosnei no seu ouvido e ela rapidamente pegou sua pequena bolsa, me seguindo sem nem olhar pra trás. Eu entrelacei nossas mãos para que nenhum engraçadinho achasse o direito de vir falar com ela. Essa noite ela seria totalmente minha. Pelo menos, esta noite.

Minha mente estava viajando em várias posições e eu mal podia esperar para senti-la se contorcer em êxtase embaixo de mim. Empurrei-a contra parede externa da boate, ganhando um beijo profundo e uma puxada forte do meu corpo contra o dela.

- Táxi chegou. – sussurrei contra seus lábios.

- Sua casa. – ordenou.

Tudo que você quiser.

No táxi, ela pulou no meu colo no segundo seguinte que a puxei pra mim, depois de falar com o motorista. Foi como ele não existisse. Com as duas pernas nas laterais das minhas, minha mão na sua bunda, por dentro do seu vestido e a outra agarrando rudemente seu cabelo, me vi perto de chegar a felicidade. Eu podia senti-la quente e molhada, moendo contra mim.

Ela arranhou meu pescoço e mordeu o lóbulo da minha orelha quando simplesmente falei a verdade. Ela era digna de adoração. Nunca, em nenhuma mulher, senti tanto tesão, estando sóbrio. Minha mente me levava em lugares sujos apenas com um olhar. Seu cheiro... Hum, que cheiro. Eu adoraria viver na curva do seu pescoço.

Nós saltamos do taxi e meu porteiro sorriu torto para a bela mulher que me acompanhava. Segurei firme seu corpo a minha frente, bom, eu estava com um problema bem sério e qualquer que me visse ia notar o tamanho. Ela deu uma risadinha e se esfregou em mim. Pirralha provocadora.

- Você quer beber alguma coisa? – perguntei segundos depois que fechei a porta.

- Não. – respondeu simplesmente, ainda de costas pra mim. Ela enrolou os cabelos no alto e acho que congelei no lugar porque não conseguia desviar o olhar.

Bella deu uma risada rouca, sensual, levantou as mãos até o topo do seu vestido, na lateral, deslizando lentamente, deixando aparecer aos poucos pedaços da sua pele alva. Quando seu vestido caiu no chão, revelando uma pequena calcinha preta, de renda e sua bunda redonda, durinha, eu silvei. Minha respiração engatou com um gemido sôfrego.

- Não tire as sandálias. Dê uma volta.

Eu nunca fui observador. Aqueles que gostam de ver... Mas ela... Eu ficaria horas sentado apenas olhando-a. Bella comandou meu pedido com lentidão. Seu olhar preso ao meu e o meu, preso no seu corpo. Ombros magros, seios pequenos perfeitos para caber na minha boca, barriga lisa, cintura fina... Eu estava literalmente salivando.

- Gosta do que vê, campeão? – provocou baixo. Eu pude ver um belo rubor brotar na sua face. Adorável.

- Muito.

- Mostre-me.

- Agora. – rosnei batendo meu corpo contra o seu. Levei sua mão até minha latente ereção. Ela pressionou minha dureza levemente, de olhos fechados, se deliciando em me torturar. – Eu preciso que você desfile pra mim... Essas sandálias estão acabando comigo.

- Claro... – sussurrou sugando meu lábio inferior – Mas você está com roupa demais...

Rapidamente eu me livrei de tudo, ficando apenas de cueca diante do olhar atento dela. Sentei no sofá, disposto a brincar com sua mente, como ela estava brincando com a minha. Eu não estava com a mínima pressa de acabar a noite. Eu queria leva-la ao seu limite e fazê-la nunca esquecer isso. Foda-se o amanhã. Eu ia fode-la dignamente hoje.

- Dance pra mim. – pedi sério e ela riu.

- Não tem música nenhuma aqui... – piscou sorrindo torto. – Mas eu sei de uma dança que você vai gostar.

Seu sussurro rouco preencheu minha sala com os cliques suaves do salto me foda com força. Suas pernas estavam sobre os joelhos ao redor das minhas. Eu ri do seu sorriso arrogante, capturando um dos seus seios com a boca, beliscando o outro com um pouco de força. Eu queria medir a intensidade das minhas ações com ela. Queria saber até onde podia ir.

Seu gemido alto foi a resposta que precisava.

- Edward...

Rasguei sua calcinha em resposta.

- Porra! – um grito esganiçado saiu da sua garganta.

- Você está totalmente pronta pra mim e me pergunto como seria seu gosto... – provoquei lambendo seu ventre, segurando forte na sua bunda. – Seu cheiro é maravilhoso... Eu já posso senti-lo.

Curvei seu corpo sobre a mesinha de centro, colocando uma perna dobrada e a outra sobre meus ombros. Bella tinha os olhos fechados, com expectativas do que iria acontecer. Por Deus... Ela estava totalmente depilada. E fodidamente brilhando.

Sua respiração estava pesada. O peito subia e descia bem forte. Rocei meu queixo na parte interna da sua coxa, provocando gemidos altos. Eu descobri que estava amando aquele som. Mordi bem próximo a sua virilha e ela xingou alto. Em italiano. Porra. Eu fiz de novo e de novo só para ouvi-la enrolar a língua e profanar palavras chulas.

Passei a língua de leve nas suas dobras, feliz pelo seu arquear e os dedos finos e pequenos enrolarem no meu cabelo com força.

- Deite sobre seu cotovelo, Bella. Eu quero que você me veja te foder com a boca. – ordenei e ela ofegou.

- Puta que pariu!

Bella agarrou meus cabelos com força, meio perdida nas minhas ministrações, gemendo alto e gritando, quando por algum acaso dei uma mordiscada no seu clitóris. Seu corpo foi tremendo com mais intensidade e os movimentos das suas sandálias arranhando minhas costas foi mostrando o quão perto de realmente sentir seu gosto estava chegando.

- Edward!

Seu grito de prazer. Era a porra do MEU nome. Eu podia conviver com isso.

- Seu gosto é maravilhoso, senhorita Bella. – sussurrei deixando minha respiração quente bater na parte interna da coxa, quando ela ainda arfava, tentando controlar sua respiração. E gemidos.

Bella sentou meio trêmula e me deu seu sorriso sexy como inferno. Eu pisquei novamente, completamente feliz com seu leve estado de inconsciência causado por mim. Seus seios estavam duros e arrepiados e levemente vermelhos pelos meus apertos nada gentis. Os músculos de sua barriga de moviam com a respiração pesada, fazendo seu ventre impulsionar pra frente. Vou morrer. Então, sem espera, pulou no meu colo, batendo os lábios em mim, com um beijo que tinha a nossa mistura.

- Tira a porra dessa cueca. – rosnou puxando o cos da minha cueca do caminho. Seu olhar caiu no meu pau extremamente duro. – Isso definitivamente não vai caber em mim.

Eu ri bem alto, puxando-a para mais um beijo e ajeitando seu corpo no meu colo. Provoquei meu pênis na sua entrada, fazendo cravar suas unhas nas minhas costas com força. Ela tinha um aperto forte. Lentamente, fui invadindo seu corpo, salpicando beijos no seu ombro e pescoço. Ela era apertada pra caralho. Parei os movimentos e olhei em seu rosto procurando algum vestígio de dor.

- Se mova, por favor. – resmungou começando seus próprios movimentos e eu só acompanhei. Eu ia deixa-la comandar... No seu ritmo. – Eu quero mais forte. – sussurrou mordendo o lóbulo da minha orelha.

PORRAAAAAAAA.

Eu não pensei duas vezes antes de estocar fundo e arrancar um grito da sua garganta. Minhas mãos seguraram bem fortes sua bunda, aumentando o ritmo freneticamente. Eu podia ouvir o barulho da nossa carne se encontrando e sua unha arranhando minha pele suada.

- Edward... – gemeu no meu ouvido.

Suas paredes estavam se apertando e eu podia sentir minha libertação chegando cada vez mais forte. Ela gemeu alto e deitou a cabeça no meu ombro e continuei com minhas investidas, embora mais lenta.

- Oh Deus... De novo.

Dois orgasmos. Sou foda.

Foda-se tudo.

- Eu tenho um sentimento de ter você na minha cama. – sussurrei mordendo seu ombro.

- Só mostrar o caminho. – respondeu ficando de pé.

Fiz sinal para sua perna ficar entre as minhas e tirei a primeira sandália, deixando as faixas caírem ao meu redor enquanto beijava o que ficava livre. Suas pernas eram a minha morte. Descalça e sorrindo levemente pra mim, reparei na sua expressão bem fodida, ficando mais excitado ainda por ser o causador. Varri seus pés do chão arrancando gargalhadas e um aperto brincalhão dela.

.~.

Tinha uma bunda encostando-se a mim. Esse foi o primeiro pensamento que tive ao amanhecer, mas o corpo gostoso e quentinho foi se afastando.

- Não... – resmunguei sonolento. – Aonde você vai?

- Tem um maldito celular tocando. – resmungou virando-se pra mim, jogando a perna minha cintura. – Além do mais, eu preciso ir embora.

- Deixe tocar, vamos voltar a dormir e depois tomamos café. Alguém acabou com minhas forças.

- Alguém quebrou a cabeceira da cama. – bocejou – Eu devo ir.

- Você quer ir? – perguntei sonolento, não soltando meu aperto no seu corpo nu.

- Não... – bocejou novamente.

- Então fica aqui... – puxei seu corpo pra mim e sua mão passou na minha ereção matinal – Parece que alguém acordou.

- Estou percebendo... Daqui a pouco eu posso fazer algo com isso. – sorriu contra minha pele e eu acabei dormindo muito contente com a possibilidade.

Apesar de estar parcialmente preocupado por ela estar dolorida. No sofá, na cama e na banheira. Talvez tenha sido um pouco demais. Não que ela tivesse reclamado. A porra da noite foi memorável e sem sombras de duvidas, estava no primeiro lugar da lista de dez melhores. Eu tinha sido um sortudo do caralho por ela ter me escolhido.

Maldito celular tocando. Bella ainda estava adormecida quando levantei pouco tempo depois, indo até a sala e voltando para a cama, sem o mínimo desejo de sair dela. Deus, eu estava excitado. Como um adolescente maldito.

- Você teve sexo! – Alice gritou.

Anã maldita. Bella também ouviu e riu.

- Alice?

- Diga-me. Foi com Bella? Vocês sumiram! Estão namorando? Ela é linda, você sabe.

- Ali, eu falo com você depois...

- O quê? Não! Me conta! Ela é boa de cama? Gostou? Vai ter mais?

Bella não aguentou os gritos de Alice e para minha vergonha, começou a rir alto.

- Oh, ela está aí ainda? Sexo como café da manhã? Bom dia Bella!

- Bom dia Alice. – Bella falou um pouco mais alto, rastejando pra cima de mim, puxando o telefone do meu ouvido. – Alice, querida, Edward vai se ocupar agora.

Dizendo isto, ouvi o barulho do telefone sendo desligado e indo para do outro lado da cama. Eu sorri para seu corpo nu diante de mim.

- Pronto para o café da manhã? – ronronou chupando meu pescoço e roçando levemente com seu centro nu na minha não tão singela ereção.

Foi o melhor bom dia dos últimos tempos.

Nota da Mari: E tudo se foldeu ahahahah. Bom, aquele mesmo esquinha. Deixem sua review, se totalizar 30, eu volto com extra. E dessa vez um pouco mais esclarecedor... Estão curiosas?

Contem-me o que acham xD