Cuore Di Bella

29 Capítulo 22


Eu precisava dormir...

Isso era um detalhe importante...

Eram sete e quarenta e cinco da manhã, Thomas resolveu acordar as cinco horas com toda sua energia de bebê com dois meses de idade. Natalie iria chegar em algum momento dessa manhã para ficar comigo e eu não me sentia sóbria o suficiente para ser Tia legal.

- Olá linda. – Edward saudou ao atender o telefonema.

- Seu filho acordou a todo vapor hoje. – bocejei fechando os olhos – Natalie está chegando e eu nem fiz o café da manhã...

- Não tem problema, estou liberado e indo pra casa ok?

- Eu te amo, super homem. – sorri sentindo meu filho me chutar – Ele não para de mover as perninhas e sacudir os braços, mesmo mamando ele puxou meu cabelo e fica fazendo barulhinho com a boca parecendo um mini trator.

- Que lindo... Estou chegando para ver isso. Está com ele na cama? Não se esquece de colocar o travesseiro do lado. – disse rindo. Eu podia imaginar seu sorriso – Eu te amo. Estou chegando.

Thomas estava demais. Era incrível vê-lo aprender coisas novas. Ele agora tinha dois meses de idade, estava mais robusto, bochechudo e tinha lindos olhos verdes como do pai. Isso não mudou. O cabelo principalmente! Eu amava isso. Meu pai o chamava de Mini Edward porque realmente era um.

Ele tinha interesse pelas coisas agora. Um brinco grande era um perigo para suas mãos ágeis. Gostava muito dos bichinhos do seu berço, ficava um tempão sorrindo para eles e mexendo os bracinhos querendo pegar. Às vezes ele chorava irritado por não conseguir puxar, então, eu dava o brinquedo na sua mão.

Seus horários estavam bem mais regulares que antes, porém, em dias como esse ele resolvia tirar a mamãe da cama cedo. Ontem tinha ficado acordada namorando Edward até a hora de sair para uma emergência, me deixando com sono e excitada. Então Thomas sentiu que papai não estava em casa e acordou.

Eu aposto 100 dólares que ele vai dormir no instante que Edward pisar em casa. A campainha tocou quebrando meu devaneio e levantei com meu bebê brincalhão até a porta. Era Esme e Natalie.

- Olá meu amor! – Esme agarrou Thomas de mim e entrou.

Mães são normalmente esquecidas. As pessoas falavam com Thomas e não comigo. Até Natalie, tudo bem, ela tinha 8 anos de idade, crianças são bonecos aos seus olhos. Mas a minha sogra?

- Oi querida, como vai? – Esme perguntou dez minutos depois de paparicar seu neto caçula – Parece cansada, quer ajuda com algo?

- Edward está chegando. Está tudo bem. – menti descaradamente não querendo dar o braço a torcer que estava com fome, sono, louca para tomar um banho, fazer sexo com Edward e depilar minhas pernas. – Querem alguma coisa?

- Querida, vá fazer algo que precisar. Eu fico com esse menino lindo aqui. Vai lá. – piscou toda conhecedora e eu bufei saindo da sala.

Tomei um banho lento sem me preocupar em pular etapas, depilei minhas pernas, lavei o cabelo, fiz hidratação, sequei os cabelos, passei base nas unhas e limpei minha sobrancelha e nesse meio tempo Edward chegou e ficou na sala me dando espaço para ser mulher.

- Oi linda. – Edward sorriu vindo me abraçar e ele descaradamente me cheirou toda. Isso era recompensador. Suas mãos estavam em todo meu corpo, tocando, puxando, apertando... Ele me queria, só com isso eu sabia.

- Oi. – disse baixinho – Vamos comer alguma coisa?

- Eu trouxe um café da manhã gostoso pra você. – sorriu me puxando para cozinha.

Esme ficou com Thomas enquanto devorava um pedaço de omelete de queijo branco com ervas finas, uma panqueca doce e suco de pêssego gelado. Meu marido era ótimo. Natalie ficava literalmente em cima de Thomas, cheirando, tocando, falando com vozinha fina... Ela era apaixonada pelo primo e pediu um irmãozinho a Rosalie, o que foi uma surpresa.

O que mais me doeu foi que Rosalie não podia ter mais filhos... Ela teve uma enorme complicação no parto de Natalie, com várias tentativas e abortos antes de finalmente conseguir, resultando em uma gravidez frágil. Eu chorei muito quando ouvi sobre isso. Tinha sorte porque Thomas era saudável, eu também e daqui a uns anos iria ter outro bebê.

Na hora de mamar ele reivindicou minha atenção e aproveitei para organizar o natal.

- O que eu posso fazer para ceia? – perguntei a minha sogra atenta ao neto.

- Ah meu anjo, você com Thomas vai cozinhar? Não acho que é boa ideia, você pode se cansar...

- Edward pode ficar com ele. Não quero deixar de fazer algo... Se você me deixasse fazer as aves...

- Então você faz uma ave e um acompanhamento, pode ser?

- Oba! Claro! Eu fico só cuidando dele, sabe? Sinto falta de cozinhar... – sorri beijando meu bebê que mamava com vontade – E eu amo cuidar dele, mas a culinária ainda é minha paixão.

- Como tem sido? Devo confessar que estou admirada... Alice ficou comigo por semanas com Jonathan pequeno. Ela estava desesperada. E Rosalie surtou na primeira cólica de Natalie.

Tá que eu ia dizer a verdade.

- Thomas é calminho, Esme. Esse bebê que você está vendo é como ele é. Dorme a maior parte da noite e chora com fome.

Comecei a rezar mentalmente para que meu filho colaborasse na minha mentira e ficasse quieto como estava. Thomas era birrão, mesmo com dois meses. Quando ele queria mamar, ele queria mamar e ninguém mudava isso. E quando sua fralda ficava suja, a canção de choramingos começava e não terminava mais.

Meu filho já demonstrava sinais de personalidade forte. Eu dizia que ele puxou a Alice e não a mim. Edward só ria e sacudia a cabeça. Ai dele se não concordasse. Esme teceu elogios ao meu filho e como uma boa mãe orgulhosa da cria sorri bobamente. Quando elas foram embora, Thomas cansou de ser bonzinho e começou a chorar.

- Só por que vovó foi embora, filho? – Edward perguntou abraçando-o – Menino lindo do papai, você acordou a mamãe super cedo!

- Mamãe está cansada, de verdade. – murmurei bocejando – Não o agite, preciso que ele durma...

- Vá descansar, linda. Quando ele dormir, eu deito com você. Pode ir.

- Tem certeza, amor? – perguntei preocupada – Se ele chorar, me acorda.

- Bella, some daqui, vá dormir – bateu na minha bunda me expulsando da sala – Eu e Thomas vamos brincar, assistir um jogo... Fala para mamãe, filho. Programa de macho.

- Tudo bem, meus machos. – sorri caminhando para o quarto e me jogando na cama sem pensar duas vezes.

Acho que dormi feito um bebê – não um como Thomas que não tem pena da mãe dele –, um bebê legal que dorme em paz a noite toda. Tudo estava muito silencioso para meu gosto, então, segui de fininho para encontrar Edward esparramado no chão da sala, com todas as almofadas ao seu redor e Thomas encolhidinho dormindo em posição fetal na sua barriga. Os dois em um sono pesado, tranquilo...

Arrebatador demais amar assim. Tirei tantas fotos que acabou a bateria da câmera.

- Oi babona. – Edward abriu os olhos lentamente – Acabei cochilando junto.

- Não tem problema, vocês ficam lindos juntinhos. – suspirei emocionada – Vou colocá-lo no berço do quarto, tudo bem?

Agarrei meu pacotinho cheiroso e dorminhoco e coloquei no seu berço, deixando a girafinha colorida do lado e liguei o monitor do bebê. Meu gordinho ia ficar dormindo tranquilamente contando as horas de sono que me fez perder. Caminhei pelo corredor tirando minha roupa, guardando tudo no cantinho, reduzindo as luzes do quarto, perfumei o ambiente... Agora faltava atacar. Era tão patético me preparar para fazer sexo com o homem que tinha cansado de me ver nua ou me comer contra a porta da sala...

- Amor, você... – a voz de Edward morreu quando me encontrou no quarto e eu sorri inocente observando seus olhos se moverem pelo meu corpo e a boca abrir levemente – Hum...

- Hum... O quê? – provoquei – Não posso ficar nua? Tem algum problema com isso, amor?

- Absolutamente não. – sorriu torto tirando a camisa – Posso me juntar a festinha?

- Claro! Qual seria a graça de brincar sozinha? – revirei os olhos rindo e andando pra trás enquanto ele avançava. Edward arqueou uma sobrancelha e me puxou forte pra mim – O homem tem pegada...

- Como se você não soubesse... – bufou me erguendo no seu colo – Você sabe muito bem querida... Quantas camas já quebramos?

- Talvez você devesse me lembrar? – sorri esfregando meu nariz no seu para em seguida morder seus lábios – Só sem quebrar camas e fazer muito barulho porque se Thomas acordar, eu te mordo.

- Pode morder, não vamos acordá-lo. – gargalhou me jogando na cama e eu até quiquei. Xinguei baixinho, mas logo seus lábios estavam colados aos meus de forma faminta, desesperada, gritando saudades.

Não é como se nós não tivéssemos sido íntimos depois do resguardo, apenas dava pra contar nos dedos. E isso era tão anormal. Sentir suas mãos explorar meu corpo era como o sétimo céu. E ele era o Deus único, mas a parte suprema seria outra.

- Roupas demais... – sussurrei sôfrega e seus lábios lambiam e mordiscavam a pele do meu pescoço. – Tira tudo... Não seja lerdo! – resmunguei

- Alguém com pressa? – provocou arrancando a roupa em chutes rápidos

- Alguém muito excitada. – sorri puxando-o pra mim

Edward sorriu torto pra mim deitada no meio da cama. Olhei para sua excitação dizendo ‘olá’ para minha amiguinha e eu fiquei feliz. Quase chorando de paixão. Em um movimento rápido, ele estava dentro de mim, com os lábios colados aos meus. Tenho a sensação de que a cama estava em movimento. Nada de preliminares. Eu só sentia muita saudade do aspecto físico da relação... E pelo visto ele também.

- Não quero gozar ainda... – murmurou saindo de mim. Edward sentou encostado na cabeceira da cama e eu estava tentando entender o que ele queria – Vem brincar de amazona aqui, querida. – piscou sorrindo torto. Safado.

Eu ri do quão lindo esse homem ficava excitado e sentei em um golpe só no seu colo com nós silvando juntos de prazer. O bastardo estava rindo idiotamente feliz e eu acho que tinha a mesma expressão quando cai ofegante, deitando a testa no seu ombro.

- Eu te amo. – sussurrei meio ofegante – Te amo muito.

- Minha vida, eu te amo, linda.

- Não terminei com você, meu amor... Vamos tomar banho...

.~.

Thomas estava chorando desde o momento que abriu os olhos nessa tarde de véspera de natal. Eu estava ocupada fazendo minha parte na ceia, na cozinha da minha sogra. Ele já tinha ido ao colo de metade da família ou ela toda, se não me engano e agora ele queria mamãe. De verdade meu ego ia as alturas com isso. Ninguém poderia me substituir e isso era tão gostoso.

- Mamãe, você está sendo má! Eu não quero mais o papai. – Edward provocou com ele choramingando magoado, olhando pra mim e para Edward. – Oh filho, faz isso não. Papai te ama, meu amor. Fica calmo...

Edward tinha um dom sobre Thomas, claro. Ele se acalmou e ficou olhando para o pai fazendo barulhinhos com a boca e Edward o imitava. Consegui terminar as caçarolas e ele chorou irritado com os flashes de Esme em cima a cada respiro que a criança dava. Dessa vez ele gritou alto, pedindo espaço e todos saíram de cima ao mesmo tempo.

- Tão filho de Bella – Alice suspirou resignada e eu sorri orgulhosa.

- Vem cá amorzinho da mamãe! – bati palminhas para atrair sua atenção – Mamãe está aqui, príncipe da minha vida.

- Minha rainha. – Edward sussurrou me beijando levemente.

- Esme, você se importa de subir agora? Ele deve estar irritadiço com muita roupa e gente em cima dele.

- Fique a vontade querida! – Esme abraçou-me suavemente e beijou o cabelo bagunçado de Thomas – Vovó te ama, amor.

Thomas soltou um resmungo irritado e escondeu o rosto. Ele não aguentava mais babação. Meu filho tinha me puxado, porque eu duvido que Edward tinha sido um bebê tão tímido quanto o nosso. Talvez fosse porque ficávamos sozinhos a maior parte do tempo, erro meu em acostumar com silêncio e minha voz baixa. Recebíamos visitas regularmente, mas não era o suficiente. Até mesmo quando Jéssica ia nos visitar com Landon ele se comportava normalmente.

Que espécie de mãe sou eu que exige boa educação de um bebê de dois meses? Revirei meus olhos rindo dos meus pensamentos enquanto esperava Edward terminar de preparar o banho dele. Eu tinha certeza que minha bolinha iria dormir assim que colocasse sua roupinha de rena. Eu era mãe de fantasiar filho, me deixem! Quando casar, vou mostrar tudo a noiva. Como Esme fez comigo.

- Primeiro natal do nosso bebê. – sorri beijando Edward – E nosso primeiro natal...

Nós estávamos em tanta paz, tanto amor que minha vontade era abrir a janela e distribuir bolinhas de fogos para contagiar toda Los Angeles. Tomei banho sorrindo ouvindo os gorgolejos que Edward estava provocando em Thomas.

Ele estava pronto com seu suéter de linho, calça de moletom, allstar e toquinha de rena. A roupa que separei de Edward era uma blusa gola polo verde, calça jeans escuras e sapato preto. Meu vestido era vermelho justo, no meio da coxa porque me recuso a usar algo no joelho, com um decote fácil para alimentar Thomas e sapatos pretos altos. Prendi meu cabelo no alto e usei uma maquiagem leve. Nós nos olhamos nos espelho e sorrimos... Família decorado como o natal. Coisa brega, mas não poderia me arrepender.

- Você está maravilhosa... – Edward sorriu com Thomas no colo – Olhe como mamãe é linda.

- Obrigada. Vamos?

Preciso dizer que minha família sufocou nossa pequena rena do papai noel. Vovô Charlie? Os pais de Rosalie e Jasper estavam conosco e eles se encantaram com Thomas. Era tanta babação em cima do meu filho que fiquei com ciúmes. Em compensação, meu pai estava muito a fim em tirar fotos minhas, de Edward e Thomas. Ele estava emocionado comigo em casa esse ano e não escondia isso.

- Por Deus! Eu te amo, coroa. – abracei-o tão apertado que ele resmungou sem ar – Obrigada por tudo, papai.

- Princesa, meu mundo é o seu sorriso. Faço tudo por você.

Charlie era meu amor. Minha vida. Meu herói.

- Oh, acho que alguém se sujou – Alice sorriu segurando Thomas – Posso trocar? Você se importa?

- Claro que não. Não arranque nenhum pedaço do meu filho... E as coisas estão lá no quarto. – sorri ternamente.

Alice era a mais uma apaixonada por Thomas. Ela o amava de verdade... Talvez fosse essa coisa de gêmeos. Edward e Alice eram muito ligados. Muito mesmo.

- Dois beijinhos pelos seus pensamentos. – Edward sussurrou me abraçando.

- Você me faz tão feliz, Edward. Tão feliz. Te amo tanto. Obrigada por me fazer a mulher mais bonita, feliz e completa do mundo. Obrigada de verdade.

- Minha linda... Eu não poderia ser mais feliz e completo sem você. A mulher da minha vida. Meu amor.

.~.

De manhã cedo a campainha tocou me deixando meio irritada. Thomas tinha acabado de mamar e adormecer. Esse seria meu momento de enrolar as pernas ao redor do meu marido e cochilar de preguiça. Edward teve um plantão e chegou de madrugada... Eu era uma pessoa naturalmente carente, logo, queria atenção.

- Olá Jacob. – Edward saudou enquanto continuava deitada na cama.

- Jake? – sussurrei sonolenta – Acordou com as galinhas hoje?

- Na verdade, desculpe por vir tão cedo... – sorriu envergonhado e sentou no sofá – O pequeno está dormindo?

- Por hora sim. – sentei-me ao seu lado – Quer um café? Suco? Água?

- Serei rápido... – abriu sua pasta e tirou uns papéis. – Eu como advogado da família de Edward, seu irmão e também quem sempre cuidou das nossas finanças elaborei um contrato de união estável, um testamento para Thomas e também precisam nomear um tutor ao pequeno caso venha acontecer algo...

- Hum... – murmurei desconcertada – Como assim?

- Isso garante que você e Edward precisam e podem usar o mesmo sobrenome. – explicou

- Não é disso que estou falando. Escolher tutor? Como assim? – perguntei sentindo a garganta secar. Minha vontade era pegar meu filho e sair correndo.

- Se você e Edward vierem a falecer com ele ainda menor de idade, alguém da família ou amigos irão cria-lo até a maior idade. Isso impede de enfrentar juizado de menores e estresse de não ficar com a família...

- Tudo bem. – sussurrei baixinho quase chorando. Edward sentou do meu lado e entrelaçou nossas mãos – Rosalie e Emmett. Alice tem crianças demais... Rose cuidaria de Thomas. Todos na verdade. – murmurei pensativa – Você concorda? – perguntei a Edward.

- Sim, querida. Eu concordo. – sorriu tranquilizador.

- Agora, bastem assinar aqui e nas seguintes folhas. – Jacob instruiu e nós assinamos em silêncio. – Fica tranquila Bella, isso é só um procedimento normal. Apenas relaxe agora, ok? – sorriu docemente me beijando na testa – Tenho que ir... Podem voltar a dormir agora.

Jacob saiu me deixando em silencio com Edward.

- Amor, é só um papel. Nada vai acontecer, esqueça isso. – Edward sussurrou me erguendo para seu colo – Vamos voltar para cama... – ronronou no meu ouvido. Automaticamente inclinei meu ouvido para o corredor e se Thomas deu algum sinal de estar acordando.

- Tudo bem, estou sendo mãe exagerada, não estou? – perguntei fazendo careta

- Querida, você fantasiou nosso filho de rena, você quer que eu te responda? – sorriu torto me fazendo cosquinhas.

.~.

Os dias passaram rápido. As atividades da festa de ano novo na casa de Charlie tomou muito meu tempo. Eu gostei de poder assumir a festa e por isso fiquei ocupada cuidando de Thomas e todo resto. E foi incrível. Tinha muita gente conhecida. Charlie orgulhosamente me apresentou a todos ou reapresentou e babou seu neto caçula.

Edward estava lindo de branco, segurando nosso menino vestido de calça social e pequenos sapatos pretos. Ele era a atração da festa com lindos olhos verdes e cabelos arrepiados. Ia dar tanto trabalho quanto o pai.

Thomas estava novamente brincando de ser um mini trator com barulhinhos na boca. Eu podia ficar horas observando-o e brincando. Ele interagia e amava atenção. Edward esfregava o nariz na sua barriga e ele se sacodia todo. Quando deu meia noite, todos gritaram de alegria e eu prontamente beijei meu marido e meu filho. Nós íamos ficar juntos pra sempre. Eu sabia disso.

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N/A: Tão lindos. Estou apaixonada!

Pipow, comecei uma fanfic nova. Deixem sua review http://www.fanfiction.net/s/7874745/1/

N/B: Thomas muito apertavel e mordível! Bella está sabendo lidar bem com sua rotina, apesar dos momentos acordar-a-mamãe do Thomas, mas isso é coisa de criança. Que família mais feliz né gente... mas está tudo muito feliz. Eu já disse que tenho medo de felicidade demais né? Pois é!!! Comentem amores, beijos xx LeiliPattz