Cuore Di Bella

26 Capítulo 19


Aquele barulho ‘rosh rosh rosh’ misturado com os galopes de cavalo que era o som do coração do bebê era muito emocionante. Minha barriga redondinha de 19 semanas estava melada com a médica fazendo uma leve pressão, querendo confirmar o sexo do bebê que descobriu através da sexagem fetal. Eu não sabia o que era. Nós estávamos saudáveis e ele ou ela tinha cerca de 14 cm e 220 gramas.

- Bom, se fosse menina, qual seria o nome? – perguntou Dr. Kate e Edward gemeu do meu lado.

- Renesmee. – respondi rindo e ela me acompanhou.

- Interessante. – disse lentamente – E menino?

- Thomas Gabriel. – Edward respondeu orgulhoso olhando para tela e seu sorriso ia aumentando. Ele e Dr. Kate trocaram um olhar longo e riram.

- Bella, olhe seu meninão, o pequeno Tom chupando o dedo. – Dr. Kate sorriu e eu comecei a chorar. Era menino! – Agora, ele está chutando exatamente onde estou tocando.

- É um menino, amor. – Edward sussurrou me beijando docemente nos lábios. Não sabia se ele estava feliz porque era um menino ou porque não seria chamado Renesmee. De qualquer modo, eu acho que ficaria feliz independente do sexo – Depois a gente encomenda uma Renesmee.

- Espertinho. – resmunguei rindo – Você pode tirar fotos disso além do DVD?

- Claro, vou pedir a Sandra que prepare isso.

Após mais uma consulta, Edward e eu fomos direto para casa dos pais dele, sendo surpreendido pelo jardim com um verdadeiro cassino e algumas coisas precisando ser montadas. Alice tinha bobs nos cabelos e um roupão rosa, dando gritinhos irritados com a decoradora responsável e eu percebi ser o painel luminoso que escolhemos para representar a entrada do cassino.

Desci do carro e fui afagando minha bolinha até a decoradora e Alice. Eu queria isso na festa e ia ter. Alice sorriu e relaxou a me ver. Cutuquei o ombro da mulher loira com cara de espiga de milho e sorri docemente.

- Querida, apenas dê um jeito nisso. Se esse não painel funcionar, apague os Cullen da sua cartela de clientes para sempre.

Minha voz era terna, baixa e controlada. Meu bebê tinha acabado de dar chute e cambalhotas dentro da minha barriga e agora, repetia o mesmo processo. Não iria assustá-lo. Eu também sentia fome e tinha um longo dia para fazer meus cabelos e unhas em casa. Depilação e massagem fiz na rua, de presente ao meu lindo namorado que tinha prazer em me mimar.

- Como foi hoje? – Esme perguntou dando um beijo na minha bochecha e Charlie estabeleceu um prato a minha frente com macarrão com queijo.

- Foi ótimo. O próximo será em 4D. – sorri e eles suspiraram querendo saber o sexo do bebê – Vamos contar a eles, amor? – provoquei quando Edward surgiu com um copo de suco e beijou meus lábios docemente.

- Por que não?

- Eu odeio vocês. – Alice suspirou e Charlie riu, aceitando o Whisky que Carlisle entrou segurando. – Papai, por que Edward é assim?

- Alice querida, você vai ter rugas se continuar assim. – pisquei e ela me lançou um olhar odioso – De qualquer modo, nós teremos um príncipe.

- Menino? Ah que lindo! Vamos comemorar! – Esme bateu palminhas e eles abriram uma garrafa de vinho. E bom, continuei no suco, mas fiquei contente de sentir a felicidade e ouvir os planos de cada um para meu pequeno menino – E você coma tudo. Meu neto precisa ser grande e saudável.

Sorri, mas minha vontade era de revirar os olhos. Comi minha refeição e subi com Alice para ajeitar a unha que ela tinha borrado e cuidar de mim mesma. Caroline dormia pacificamente ao lado de Jonathan no antigo quarto de Alice, por isso fomos até o antigo de Edward. Ela me ajudou com o cabelo fazendo apenas uma chapinha para deixá-lo liso, ao invés de cachos como os seus.

Nós nos arrumamos com risadas e música eletrônica no quarto. Caroline acordou e Alice saiu para vestir as crianças antes que eles se sujassem demais. Só assim Edward meio alegrinho entrou no quarto e foi tomar banho falando merda.

- Dia 25 de dezembro é aniversário de Jesus... E pra quem você acha que ele deu o primeiro pedaço do bolo? – perguntou de repente enquanto lavava o cabelo – É uma questão a se pensar.

- Eu esperava isso de Emmett. – murmurei aplicando um pouco de rímel nos cílios – E não sei, talvez ele tenha dado para Pedro e Judas ficou magoado, por isso o traiu. – dei os ombros. Eu era mais ridícula por estar respondendo a ele.

- Hum... boa reflexão.

Edward continuou o banho me enchendo de perguntas e eu entrei no seu jogo de responder coisas idiotas. Ele não estava bêbado, mas não estava sóbrio. Jurei a mim mesma fazê-lo comer alguma coisa para a sanidade voltar e ele receber seus convidados sem piadinhas sobre Maria Madalena e Jesus.

Vestido como verdadeiros donos de cassino, ele ficou tentando tirar a minha roupa assim que viu a tiara da liga que prendia na minha perna. Era apenas parte da fantasia e não necessariamente porque queria atentar seu juízo, mas parece que o álcool deixa esse homem excitado feito cachorro no cio.

Eu era uma mulher grávida fugindo do meu namorado tarado. Apesar disso o seu banho e o tempo longe do copo de whisky o fez diminuir o ritmo. Graças a Deus.

- Amor, por favor, vamos comer algum doce e depois sairemos a festa. Você faria o favor de só beber depois que os convidados chegarem?

- Sim. – sorriu torto vindo me beijar – Eu te irritei muito?

Edward estava pedindo sexo dentro daquela roupa. Eu quase podia vê-lo se despedindo no ritmo da música do filme e dizer Bond, James Bond. Quem canta a musica mesmo? Chris Cornel? Precisava arrumar pelo menos o ritmo para que ele fizesse isso pra mim. Desejo de grávida ou nosso filho seria uma mistura do Pierce com Daniel Craig*.

(* Os últimos atores que interpretaram o personagem de acordo com a idade deles).

- Não, você só estava diferente. – dei os ombros – A propósito, James Bond, você está incrivelmente sexy esta noite. – ronronei me esfregando nele, passando a mão no seu peitoral coberto até o cós do seu cinto – Mas é melhor nenhum biscate chegar perto de você essa noite, entendeu? – belisquei sua barriga bem forte e ele pulou.

- Ai amor eu entendi. Entendi Bella, tá doendo. – resmungou gemendo. – Cacete, entendi.

- Só pra ter certeza. – sorri docemente batendo meus cílios em resposta – Está avisado, agora, vamos.

Fiz Edward comer algumas trufas na cozinha e depois saímos para o verdadeiro cassino. Literalmente empurrei algumas na sua boca e depois beijei com gostinho de chocolate. Alice não brincava em serviço. Estava tudo perfeito e na maior agitação.

- Estou chocado. – Edward sussurrou no meu ouvido e beijou minha bochecha carinhosamente – Vocês fizeram uma tremenda festa. Vamos lá, quero apresentar minha mulher e meu filho para algumas pessoas.

E assim foi durante alguma parte da noite. Edward e eu seguimos cumprimentando, conhecendo, comendo alguma coisa, tirando fotos, rindo e sempre de mãos dadas. Eu disse que não queria nenhuma mulher em cima dele e não que ele não deveria me soltar nem quando quis ir ao banheiro. Deixei estar porque ele parecia querer contar para todo mundo que iria ser pai em 22 semanas e meia. E de um menino.

Dizer que tinha pouca gente era eufemismo. Tinha muito mais de 500 pessoas na festa, inclusive alguns defuntos do Drummond que não acreditaram que a Isabella “mulher” do Edward era a Bella Swan tímida da escola. Eu era tímida, mas tinha alguns amigos que fiquei feliz em reencontrar.

- Garrett Austin? – perguntei incrédula – Não acredito! O bonitão da escola continua bonitão!

- Por favor, Swan. Olha só para você, será mãe e é casada com Edward! – Garrett me abraçou o máximo que pode com minha bolinha no entre nós. Bom, ignorei casada porque essa é a conclusão que todos chegam com Edward me chamando de mulher e eu com essa aliança enorme e ainda por cima, grávida.

Meu filho chutou, aparentemente ele ouviu quando Edward disse a ele que não queria outro homem agarrando a mamãe.

- Sim, realmente, as coisas mudam.

- Pensei que estivesse na Itália, cara.

- Eu estava, mas acho que meu destino era aqui mesmo. – sorri realmente feliz por ter sido a primeira vez que alguém confrontou meu passado e eu não senti vergonha. – E você, quando vai casar?

- Acabei de ver uma linda mulher loira e acho que encontrei minha alma gêmea. – sorriu inclinando a cabeça e supreendentemente era Tânya conversando com uma amiga. Eu sorri, isso seria interessante – Conhece?

- Sim, eu conheço. Tânya Denali é arquiteta. Boa pessoa.

- Garrett, largue minha mulher – Edward chegou rindo e eles deram aquele abraço de macho cheio de porrada. – Como você está?

Deixei os dois sozinhos e escorreguei até onde Tânya estava com sua amiga, conversando animadamente. Ela sorriu sinceramente quando me viu e me apresentou a menina, que logo saiu deixando-nos sozinhas.

- E o bebê? Carlisle já anunciou para festa inteira que é menino!

- Oh, ele e meu pai não estão se contendo. – sorri afagando minha barriga – Fique chateada comigo se quiser, mas um amigo te achou interessante. Na verdade, disse que você era a alma gêmea dele. Você gostaria de conhecê-lo?

- Quem? – sussurrou timidamente

- O loirinho bonitinho que está com Edward. Eu posso te levar até lá, veja se gosta e então...

- Tudo bem. – sorriu e me seguiu até os rapazes. Garrett chegou piscar algumas vezes e eu os apresentei previamente.

- O que foi aquilo? – Edward me abraçou quando deixamos sozinhos.

- Menos uma no meu caminho, amor. Eliminando as apaixonadas por Edward uma a uma.

Edward gargalhou gostosamente e me apertou mais ainda, mas nós rimos porque a nossa bolinha não permitia mais abraços íntimos. Apesar de que meu tamanho cabia perfeitamente nos braços de Edward. Era o meu lugar.

.~.

- Edward, toalha molhada em cima da cama. – suspirei saindo do banheiro com minha barriga de cinco meses. Vinte três semanas e cinquenta e cinco quilos. Cinco a mais que o normal. Eu estava uma bola.

- Você deixou o creme dental aberto. – resmungou cutucando minha costela e eu ri revirando os olhos. – Você está pronta?

- Acho que sim. Está bom? Minha bolinha não me permite imaginar muitas coisas. – afaguei minha barriga já bem maior e meu filho se mexia deliciosamente dentro dela. Meu traje era bermuda jeans, camiseta de flanela e chinelos. Meus pés estavam inchados e eu tinha pânico em pensar neles com sapatos fechados.

- Você está linda, meu amor.

Nós estávamos indo mais uma vez ver o bebê de Jéssica, que resolveu que queria nascer na madrugada do aniversário de Edward. Por isso os quatro mosqueteiros nunca apareceram e nós só sabemos dessa informação no dia seguinte. Landon Stanley Newton era um menino robusto, loirinho, que tinha os lábios finos da mãe e o olhar brincalhão do pai.

Era tão absurdamente gostoso ficar horas com ele no colo. Ângela como sua madrinha, era uma babona de primeira e a gente quase disputava a tapas atenção da criança. Além do que, Jéssica tinha uma ajudante, mas havia coisas que nós amigos fazíamos. Como ficar com Landon enquanto ela e Mike tiram um longo cochilo para renovar as forças. Fazer uma comida mais gostosa do que a emprega no cardápio nutricional.

Nós passamos o dia na casa deles e foi divertido saber das aventuras de Ângela como atriz e nos diversos locais de filmagem. Ben nos mostrou algumas imagens exclusivas e contou detalhes do filme. Edward e eu agora éramos um casal de verdade. Já não via mais diferença entre qualquer um dos nossos amigos casais.

- Está pronta para ir amor? – perguntou-me baixinho – Tenho um lugar para te levar esta noite.

Assenti rapidamente, não contendo a ansiedade de grávida por amar as surpresas de Edward. Despedi-me de uma Jéssica com o rosto amassado de sono e Mike bocejando, mas eles estavam felizes com o pequeno homenzinho que ainda trocava o dia pela noite e tinha uns horários trocados de mamadas. Dei mais um beijo na cabeleira loira e aspirei o cheirinho de bebê antes de aceitar ajuda para sentar no carro, porque bom, minha barriga impedia alguns movimentos rápidos.

Edward me deu um beijo delicioso quando colocou o carro em movimento e então, estávamos seguindo em direção a praia. Mesmo com as brigas sobre o celular que nunca sai da soneca, a toalha em cima da cama, os livros poeirentos e pesados de medicina espalhados no escritório, cuecas penduradas no box e suas manias irritantes de rir dos meus desejos e birras, estava mais que apaixonada.

Eu amava cada pedacinho e sorriso desse homem que me fazia derreter com um olhar. A cada sinal, ele repousava a mão na minha barriga e o nosso filho se mexia em reconhecimento. Nós nos divertíamos muito com o bebê se mexendo. Nosso Thomas. A família inteira riu da escolha de nomes e eu jurei pra mim mesma que iria colocar Renesmee assim que engravidasse de uma menina, só porque gosto de contrariar.

- Que foi?

O que foi? Eu estava cansada de dizer que só o adorava. Porque existia muito mais. Mas eu tinha medo de dizer e ser rejeitada. Ou simplesmente não correspondida. Devolvi o sorriso e beijei sua mão.

- Não é nada. Estou apenas pensando.

- No que?

No quanto te amo.

- Em nós dois.

- O que exatamente? – sorriu torto e eu gemi com sua curiosidade, apesar de que seus dedos tinham pontas brancas de tanto que apertava o volante. Isso era incomum. – É tão ruim assim?

- O que envolve nós dois e é ruim? – provoquei apontando para nossa bolinha – Nada que fazemos juntos pode ser ruim.

- Linda. – sorriu e virou-se pra frente novamente e estacionou o carro perto da praia. – Pronta?

- Sim.

Edward me levou para caminhar na beira do mar para assistir o pôr-do-sol de verão. Nossas mãos entrelaçadas e o quebra mar como trilha sonora. Nós ficamos em silencio por um tempo até decidirmos sentar em uma barraca para tomar um suco. Ele estava estranho.

- Está tudo bem? – perguntei preocupada. Edward sacudia perna e assentiu sem tirar o canudo do seu suco de abacaxi com hortelã da boca – Tem certeza? Está fresco e você está soando...

- Merda, Bella. Como dizer a sua namorada, mãe do seu filho que você a ama?

- O quê? – minha voz saiu um sussurro estrangulado.

- É confuso, amor. Eu tenho pensado em tudo que sinto por você. No quanto nosso relacionamento cresceu só nesse meio tempo que estamos literalmente morando juntos. De quando te olho, você sorri e meu coração bate leve. De quando você está dormindo nua ao meu lado... É um momento intimo, que te deixa vulnerável e eu sou o único que pode ver isso. Eu conheço seu corpo, seu cheiro, seus sorrisos, seus beijos e seu olhar apaixonado, o irritado, o compreensivo e o que diz que estou com problemas. A maneira que seu nariz torce quando está com ciúmes, a maneira que ele fica vermelhinho quando você vai chorar e quando morde os lábios envergonhada ou nervosa. Eu te amo... Mesmo sendo cedo, eu te amo.

- Oh Edward. – solucei jogando meus braços ao redor do seu pescoço – Eu te amo. Também tenho pensado sobre isso. – admiti baixinho escondendo meu rosto na curva do seu pescoço. – Acho que estamos no caminho certo e talvez seja por isso. Eu te amo.

- Não torna tudo perfeito. Apenas melhora. – sussurrou no meu ouvido – Obrigado por me amar.

- Como poderia fazer diferente, estúpido? Só pare de deixar os livros empoeirados perto da cama?

- E o creme dental aberto? – provocou e eu fiz uma careta, mas ri quando segurou meu rosto e me beijou delicadamente com gostinho de abacaxi com hortelã. O bebê chutou exatamente onde Edward afagou minha barriga. – Oi filho. – sorriu e inclinou-se para beijar minha barriga – Mamãe acabou de confessar que me ama. – disse pausadamente e eu revirei meus olhos, ficando confortável porque amava assistir Edward interagir com Thomas. – Oh, você ouviu? Que idiotice a minha. E então, você está pronto para dormir porque papai vai levar mamãe para casa e fazer amor com ela noite inteira. Você pode se acostumar em dormir nesses horários?

- Edward! Não reprima o bebê por isso e não diga que vamos fazer sexo! – sussurrei frenética e ele gargalhou jogando a cabeça pra trás.

- Eu não disse que ia fazer sexo. Disse que ia fazer amor com você. Daqueles lentos, gostosos, que faz você gozar calmamente e querer mais. Estou mais que disposto a dar-lhe isso a noite inteira. – sussurrou para as pessoas ao nosso redor não ouvir.

Não sei por que diabos eu corei, mas me senti uma garotinha quando o namorado adolescente fala coisas bonitas. Edward riu alto porque normalmente eu o provocava falando coisas sujas, inapropriadas para crianças e o excitava em locais públicos. Talvez fosse a maternidade ou a confissão do ‘advento’ do amor.

Aceitei a mão de Edward e seguimos juntos para o carro, de volta para nossa casa. Para fazer amor. Eu ri porque isso não tinha nada a ver conosco, mas não deixava de ser fofo.

Ao chegar em casa e fica nua fiquei completamente aturdida. Gravidez era algo mágico, mas injusta. Edward continuava gostoso como na primeira noite que fizemos sexo e então, eu estava redonda feito uma bola de praia. Cinco quilos mais gorda e com um melão grande no ventre. Como aquela idade da glória poderia ficar excitado com isso?

- Amor? – Edward bateu na porta e por impulso, tranquei no momento que ele forçou a maçaneta – Bella, por que a porta está trancada? Abre a porta.

- Um minuto. – murmurei baixinho puxando o roupão para cobrir meu corpo. – Pronto, o que foi?

- Nunca tranque essa porta. – disse em tom de aviso e ele me olhou por um tempo. Certo, eu estava meio ofegante e excitada porque o homem estava só de cueca na minha frente. Oh merda, a noite seria longa – O que está acontecendo com você?

- Nada?

- Amor... – Edward sussurrou tirando o laço do roupão e empurrando pelos meus ombros – Prefiro assim. Nada no caminho. Eu já disse o quanto amo seu corpo? – eu bufei e ele riu, beijando meu pescoço, lançando sua língua para sentir meu gosto como sempre fazia. – Seu corpo protegendo nosso filho, isso faz de você totalmente minha. E isso é sexy pra caralho.

A voz de Edward estava quente no meu ouvido e ouvir e pude sentir o quanto sua dureza estava encostando a minha barriga, foi como um beijo na minha autoestima. Edward me fez ficar em pé, perto da cama, onde ele beijou e chupou cada mínimo espaço do meu corpo enquanto sussurrava palavras de afeto e amor a mim e ao nosso bebê. Era terno e erótico ao mesmo tempo.

Nossa nova posição era de casal grávido. O sexo papai e mamãe me fazia ficar sentada no colo, de costas, com ele segurando meu peso e coordenando meus movimentos, hora me estimulando através da minha carne sensível, hora dizendo que me amava. A gravidez fazia tudo ser diferente. Era mais sensível e prazeroso, por isso o ato da penetração me fazia gemer alto e ter os ossos mole feito gelatina.

No fim, eu era um conjunto de pele ofegante, caída por cima do homem que eu amava que mantinha um sorriso arrogante por me deixar nesse estado de exaustão.

- Eu te amo.

Sim, três palavras que faltavam.

- Eu te amo, meu amor. Amo vocês dois.

.

.

.

N/A: Seca as lágrimas... Eu quis algo da linha que o amor já estavam com eles, mas nem sempre nossos olhos estão prontos para enxergar. Beijoquinhas!

N/B: Thomas Gabriel que lindo! Awwwn eles revelaram seus sentimentos, e todos morrem com o ‘eu te amo’ deles s2 Aiai que capitulo mais doce foi esse *-* Comentem Bjs xx LeiliPattz