Cuando te vi
24 Vicio
Notas iniciais
Boa leitura!
– Sempre tive medo de sentir dor. Não sei até onde posso ir. Aquele chicote ... Vai me bater com aquilo?
– Possivelmente.– Eu vou estar presa e ... Se não quiser? Se pedir para parar?– Eu paro.– Mas para mesmo?– Claro que sim. Na mesma hora. Você terá uma palavra segura. Toda vez que a disser,significa que não está à vontade ou com prazer. E não é isso que quero. Você deve ter tanto prazer emse submeter a mim quanto eu em te dominar. Deve ser consensual. Por isso a importância de uma boaconversa.– Tá bom.– Qual a segunda coisa?Seus olhos grandes fixaram-se nos meus.– Você disse que vai continuar indo ao clube. Lá ... Quero dizer ... – Respirou fundo,incomodada. – Vai transar com as outras submissas?– Quando eu quiser, sim.Baixou os olhos. Segurei seu queixo e fiz com que me olhasse de novo.– Isso incomoda você?– Muito. Pelo menos enquanto estamos juntos, pelo tempo curto de apenas um mês, gostaria de... de ...– De ser exclusiva.– Sim.– Tenho muitos desejos, Angie. Às vezes preciso de coisas mais pesadas, que talvez sejamdemais para você. Era virgem até hoje à noite.– Mas se eu fizer o que quer, não precisa das outras.– Não quero que faça algo por minha causa, contra a sua vontade.– Eu posso querer fazer. É só me perguntar antes. Se eu não fizer, aí procura as outras.Eu a observei por um momento, calado. Angie segurou meu olhar, tentando demonstrar queaguentaria realmente minhas perversões. Mas continuei sendo bem franco:– Podemos combinar isso, mas haverá uma exceção.– Qual?– Fernanda.Angie piscou e mordeu o lábio. Senti seu incômodo.– Nós nos conhecemos há anos, desde a adolescência. É minha melhor amiga e eu a amo. –Ela baixou os olhos. – Olhe para mim. Não desvie seus olhos quando falar comigo, a menos que eumande que os baixe.Fitou-me na mesma hora, um pouco assustada com meu tom duro. Suas íris douradas estavambem abertas. Fiquei ainda mais excitado pela maneira rápida que obedeceu ao meu comando. Aindasegurando-a pela nuca com a mão direita, envolvi o braço esquerdo em sua cintura fina e a fiz sentardiretamente sobre o meu pau. Entreabriu os olhos, nervosa, visivelmente excitada. Continuei a falar,baixo:– Passei algumas coisas ruins na vida e Fernanda também. Um nunca deixou de apoiar o outro.Desenvolvemos uma relação de amizade mais forte do que todo o resto. Pessoas vão e vem na vidadela. Mulheres vão e vem na minha. Mas permanecemos juntos. Temos coisas que um gosta e só fazcom o outro. E disso não abro mão, Angie. Pode ser que nesse mês eu não a procure nem ela a mim,mas se um de nós quiser, vai acontecer.– Quer dizer que ... Pode deixar as outras por um mês, se nos dermos bem. Mas não aFernanda.– Exato.Vi-a pensando, obviamente chateada, até enciumada. Mas não disse mais nada. Teria quetomar suas próprias decisões, embora eu não soubesse como aguentaria se resolvesse ir embora. Odesejo latejava dentro de mim. Já pensava em tê-la de novo, nas coisas que faria com ela, nassensações únicas que me fazia sentir. Mas continuei frio, como se por dentro um vulcão não estivessepróximo de entrar em erupção.– Você não abre mão disso, German? Nem por um mês? – Perguntou baixinho, ansiosa.– Se ela precisar de mim, ou eu dela, não.– Então ... Tenho que aceitar. Se eu sair daqui hoje, do jeito que me sinto, não vou aguentar.Preciso ter mais de você. Preciso de tempo para aceitar que vai acabar. – Seus olhos eram puros,agoniados, dolorosamente sinceros.Senti alívio. Eu duvidava que precisasse de outra mulher tendo-a comigo. Mas meu acordocom Fernanda era realmente especial. Nem Angie poderia ir contra os anos e a amizade que tínhamosem comum. Ela era como eu, dura, pervertida, solitária. A única pessoa que me entendia realmente. Ea que ficava.Desci a mão por seu ombro, deslizando na pele macia cheia de gotas de água, até um dosseios. Segurei seu olhar com o meu, sem admitir que o desviasse enquanto apalpava um dos seios e avia arfar, abrindo os lábios, as pálpebras pesadas. Quando apertei seu mamilo, ela estremeceu e aágua ondulou com o movimento do seu corpo.– Diga uma palavra segura.Girei o mamilo rosado e intumescido entre dois dedos, cada vez com mais força. Ana apertou meus ombros, sua bunda moveu-se sobre o meu pau. Senti uma chama me lamber, em um desejopremente, escuro, intenso. Arfou, arregalando os olhos brilhantes, suas faces coradas.– Eu ... não sei ...– Agora, Angie. – Apertei mais, belisquei o brotinho. Ela arquejou, quase enterrando as unhasem minha pele. Doía e ardia. Mas também era possível perceber o tesão que a engolfava.– Foto.Franzi o cenho.– Tem certeza?– Sim, a primeira vez que vi você foi em uma foto. Não vou esquecer.– Use a palavra quando estiver demais para você. Eu paro na hora. – Soltei o mamilo,deixando-o vermelho como uma frutinha. Fui ao outro e foi a vez de apertá-lo, puxá-lo, esfregá-lo.
Angie se contorceu, gemendo baixinho. Observei-a e de propósito apertei mais, para ver se dizia apalavra.Jogou a cabeça para trás, seus cabelos pendurados para fora da banheira, seu quadril seerguendo, tremores a percorrendo. Fiquei cheio de tesão. Bruto, soltei o mamilo e a virei, de modoque ficou com o peito na borda da banheira, ajoelhada, com água até a cintura. Fui para trás dela,também de joelhos. Segurei seu cabelo comprido na nuca, puxei sua cabeça para trás e disse baixoperto de sua orelha:– Está dolorida?– Sim ... — Sussurrou. Podia sentir seus tremores.– Quero mais de você, Angie ...– Sim, German ... – Sua mansidão, sua entrega, me deixaram ainda mais excitado. Forcei suacabeça para frente, assim como seu tronco para fora da banheira, deixando seu quadril apoiado ali,sua bunda de fora, a água na altura de sua coxa. Ela segurou-se na borda, equilibrando-se.Por um momento fiquei imóvel, apenas olhando-a, meus olhos deslizando pelas costas bemfeitas, o contorno bem marcado da coluna, a cintura fina, a bunda firme e redondinha em um formatode coração. Pensei que aquela mulher ali, nas minhas mãos, era a mesma que vi na festa, com quemdancei, quem beijei na boate e vi de manhã na praia. A mesma que desejei desde a primeira vez emque pus meus olhos nela. E que estava disposto a ignorar, pois era proibida, igualmente desejada pormeu primo.Agora ela estava ali. Tinha me dado seu corpo, sua virgindade, se entregado sem reservas. Eestava disposta a me dar mais. Sua vontade, sua submissão, seu amor. Senti-me abalado. Deslizeiminha mão pela linha de sua coluna, da nuca para baixo, estranhamente emocionado, ligado a ela. Edecidido a ter tudo que queria me dar. Mas só por um mês.Afastei o sentimento de culpa que me engolfou ao lembrar do desespero de Vítor ao perdê-la,da confiança que tinha em mim. Senti-me um canalha, mas o que sentia por Angie era quase umaobsessão. Não tinha mais volta. Acabaríamos com o que quer que houvesse entre nós e ele nãosaberia de nada. Com o tempo eu esqueceria e me perdoaria pela traição. Mas primeiro precisavaarrancá-la de dentro de mim.Quando cheguei ao final da coluna, parei a mão e disse baixo:– Empine a bunda e segure-se.Ela obedeceu e pude ver sua vagina inchadinha entre suas pernas, dois gomos deliciosos quefizeram meu pau enrijecer dolorosamente. Era pequena, mas carnuda. Abri de leve sua bunda e oburaquinho minúsculo do ânus terminou de me deixar excitado ao extremo, fazendo meu pau soltar umlíquido lubrificante. Estava pronto para entrar nela bem duro e forte, mas me contive, cerrando omaxilar, apertando meus dedos em sua nuca, um punhado grosso de cabelo entre eles. Estava sempreservativos e sua vagina dolorida. Seu ânus não tinha sido devidamente preparado para mereceber. A outra mão sobre sua bunda deslizou na carne rechonchuda e falei rouco:– Quando me desobedecer, for uma má menina, vai apanhar como castigo. Pode ser comminha mão, um chinelo, chicote, cinto ou palmatória. Vou escolher e você vai ficar quietinha.Entendeu?– Sim ... – Arquejou, o cabelo molhado caindo em seu rosto, os músculos das costasmarcados pelo esforço que fazia para se segurar, tensa, esticada.– Outras vezes vou simplesmente bater em você por que eu quero. Por que posso e você éminha. – Na mesma hora dei uma palmada bem firme em seu globo direito. Angie gritou surpreendida ede dor, pois foi bem pesado e não estava esperando. Estremeceu e desequilibrou um momento, mas amantive no lugar pela nuca e logo se segurou, respirando irregularmente. – Como agora. Sabe o quevou fazer com você, Angie?– Não ... – Sussurrou num fio de voz. Na bunda branca minha mão ficou marcada, vermelha.Dei o segundo tapa do outro lado, mais forte ainda. Gritou, choramingou, balançou. Tremiasem parar. Bati de novo, abaixo da marca no lado direito, em tapas secos e estalados, firmes.– Vou bater na sua bunda. Lamber sua bocetinha que agora está pronta para o meu pau. E seucuzinho, que em breve vai ser meu.– Ah ... – Tremia tanto que seus braços pareciam não suportá-la. Mas eu a mantinha sobcontrole pela nuca. Dei outro tapa. Gritou, fez a água sair um pouco da borda, jogou a cabeça paratrás e empinou-se instintivamente, como se pedisse por mais.Vi os gomos de sua vulva brilhando com seu mel e fiquei louco. Abaixei a cabeça e os lambi,minha língua puxando sua lubrificação para dentro da boca, deliciando-me com seu gosto, metendo a língua nela. Angie gritou, latejou, ondulou os quadris.– Ai, German ... Ai ...Fechei os lábios sobre o clitóris e o chupei. Ela tirou os joelhos do fundo da banheira,erguendo mais os quadris, abrindo as pernas, tremendo enquanto sugava o brotinho que inchava naminha boca, duro, chupando-o forte, em uma sucção contínua. Começou a choramingar sem controle eum orgasmo a varreu na mesma hora. Gemeu rouca e gozou muito forte, fora de si, pressionando avagina toda melada em meus lábios e língua.Deixei que gozasse tudo. Quando acabou e desabou com os joelhos de volta na banheira,arquejando, estremecendo, afastei-me um pouco, firmando sua nuca. Bem atrás dela, meti um dedoem sua vulva que ainda palpitava, deixando-o cheio de seu creme. Subi esse dedo até o ânus e rodeeicom a ponta, lubrificando-o. Aproximei a boca de sua orelha, meu peito em suas costas, meu paupressionando sua bunda, meu dedo entrando até a primeira falange em seu buraquinho.– Eu disse que você podia gozar?– German ... – Suplicou, levemente amedrontada, ainda abalada pelo gozo. Rodei o dedo eempurrei-o mais no buraquinho apertado. Ela choramingou, tentou fugir, mas mantive-a firme.– Eu disse, Angie?– Não. – Arquejou baixinho.– Só pode gozar quando eu permitir. Entendeu?– Sim, eu ... Eu entendi ...– Fique bem quietinha agora enquanto meto o dedo no seu cuzinho.– Ai, ai ...Mordi sua orelha. Chupei o lóbulo devagar e Angie gemeu, toda arrepiada, virando um pouco orosto para mim para que eu tivesse um melhor acesso. Vi suas bochechas coradas, os cílios longosfazendo sombra na pele com os olhos fechados, os lábios entreabertos, a expressão de êxtase. Aquiloaumentou ainda mais o meu desejo. Meti o dedo até o fundo e esfreguei meu pau na pele lisa evermelha de sua bunda.Ela ficou louca quando passei a penetrá-la com o dedo. O lubrificante natural e sua excitaçãoajudaram a alargar o orifício. Minha língua foi em seu ouvido e Angie ficou mole, totalmente entregueao que eu quisesse fazer com ela. Tirei o dedo todo, molhei o indicador e o do meio no seu meladofora da vagina e forcei agora dois, espalhando o creme, indo lentamente. E assim enfiei os dois,dilatando-a para mim.– Está doendo ... – Choramingou, mas continuava a gemer, mais líquido saindo de sua vagina,escorrendo para as coxas. Enfiei mais, rodando, lubrificando-a. Tirava até a ponta e metia de novo,até que duas falanges estavam dentro dela.– Fique quietinha. Ainda não terminei com você. – Deslizei os dentes e os lábios em seu pescoço, até sua nuca, mordiscando-a. Ela estremeceu toda, excitada, e assim fui mais fundo, até teros dois dedos em seu interior. – Boa menina.E a fodi ali sem pena, até que os dedos já entravam com facilidade, enquanto mordia seupescoço e ombro, segurava em sua garganta, mantendo-a imobilizada naquela banheira para que meservisse como eu queria. Meu pau babava, tão espesso e ereto que doía.Precisava de um alívio ou ejacularia ali sobre ela. Foi com pena que puxei os dedos parafora e me levantei. Saí da banheira, já segurando-a e puxando-a para fora. Angie me olhou levementebamba, olhos pesados pelo gozo e pelo tesão. Nunca a vi tão bonita, corada, lábios vermelhos detanto mordê-los, cheia de paixão. Peguei uma toalha para mim e outra para ela. Foi só o bastante parasecar o excesso de água, pois logo a pegava no colo e ia para o quarto.– German! – Deu uma risada, sem esperar, segurando-se em mim.Parei ao lado da cama, no quarto com o ar condicionado ligado, na penumbra. Ao notar meusemblante carregado, sua risada sumiu e arregalou os olhos, assustada. O desejo era avassalador edepositei seus pés no chão, dizendo duramente:– Meus planos eram de acostumar você aos poucos. Mas preciso te comer, Angie. Te devorar.Agora.Ela engoliu em seco, assustada, mas excitada também.– Ajoelhe-se.Pude quase tocar todas as emoções que passavam por seu corpo. Caiu de joelhos no carpete e
seus olhos varreram meu corpo nu, do peito, passando pelo pênis, descendo por minhas coxas. Vicomo olhou meu pau, ansiosa, trêmula.– Já chupou um homem antes?– Não.– Segure meu pau com as duas mãos, pela base.Angie não vacilou. Obedeceu na hora, seus dedos finos fechando-se juntos em volta do meupau. Olhou-o e lambeu os lábios. Contive um gemido, antecipando aquela boca carnuda em volta domeu membro. Era uma sensação única saber que eu seria o primeiro em tantas coisas e que ela seentregava tão docemente a mim, depois de se guardar tanto. Fiquei com medo de gozar tão logocomeçasse a me chupar, pois estava dominado pelos desejos absurdos que me aguilhoavam.– Comece. – Foi tudo o que consegui dizer, cerrando o maxilar.Angie ficou bem ereta, quando se aproximou. Entreabriu os lábios, tremendo, olhos abertos. Aolamber devagarzinho a cabeça do meu pau, fez a excitação percorrer minha pele como uma labareda,incontrolável. Mantive-me firme, compenetrado em me controlar, mesmo quando passou a chupardocemente a cabeça do meu pau, suavemente, ingenuamente, como se temesse me machucar. Mas foi tão gostoso, tão excepcional vê-la ali de joelhos fazendo seu primeiro boquete em mim, que a falta deexperiência não importou. Pré-sêmen deslizava em sua língua enquanto mamava lentamente e fiz umesforço sobre humano para não gozar.Meus demônios violentos e pervertidos vieram à tona. Nem deixei que continuasse. Afasteimedela e disse roucamente:– Fique aí.Fui até o closet e voltei com uma caixa, que abri sobre a cama. Sentia seus olhos em mim, aansiedade que a consumia, enquanto pegava uma corda, camisinhas, um gel lubrificante e umapalmatória preta e flexível, de material leve, com furinhos na ponta retangular. Quando a fitei, estavacom os olhos caramelados enormes para mim. Segurei a corda curta e fui até ela.– Junte os pulsos e estique os braços para frente.Era notório o medo dela, dava até para sentir. Esperei para ver se reclamaria, massimplesmente obedeceu. Amarrei seus pulsos juntos, com firmeza, mas sem machucar a pele ouconter o corrimento sanguíneo. Uma das vantagens em ser médico naquele meio era meuconhecimento do corpo humano. Sabia bem onde e como bater para doer, mas não ferir ou pôr emrisco a outra pessoa. Contornei-a, comandando:– Fique de quatro, com os cotovelos no chão.Enquanto Angie obedecia, seus cabelos molhados caíam sobre seu rosto, pingando no chão.Peguei as outras coisas e pus um preservativo no meu pau dolorido. Um fogo crescendo vinhado meu interior, me consumindo, causando um desejo avassalador, incontrolável.– Não se mexa e não fuja. – Peguei uma venda de couro preta e pus sobre seus olhos,amarrando atrás. Ela arfou, quietinha, apenas os tremores fazendo-a tiritar. Passei lubrificante sobreo pau e caí de joelhos atrás dela, fitando-a consumido pela luxúria, pela dureza dos meus instintosanimais aflorados. Com os dedos lubrificados, fui direto em seu ânus, informando secamente: — Hojemeu pau tirou a virgindade da sua boceta e da sua boca. Agora é a vez do seu cuzinho.Angie continuou ali, submissa. Vi os arrepios em sua pele, não sei se pelo ar condicionado quegelava o quarto e ela estava ainda úmida, ou pelo tesão. Mas tremia também, amedrontada. Sabia queera muito para ela, que devia ser mais carinhoso e calmo, deixar aquilo para depois. Mas meu paulatejava, meu sangue corria acelerado, o coração parecia uma máquina alucinada. Eu precisava tantodaquilo como para respirar. Era como um vício, percorrendo-me todo, deixando-me fora de mim. Ecom Angie ali tudo parecia mais intenso e incontrolável do que já foi um dia. Dominado pelos meusinstintos mais baixos e animalescos, eu a preparei.
Notas finais
Pesado? Alguém quer entrar pro grupo de Germangie lovers? @Violeteros_BR beijos Mari
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