Cuando te vi
25 Só minha
Notas iniciais
Boa leitura!
Dobro os joelhos Quando você, me pega Me amassa, me quebra Me usa demais... Perco as rédeas Quando você Demora, devora, implora E sempre por mais... Eu sou navalha Cortando na carne Eu sou a boca Que a língua invade Sou o desejo Maldito e bendito Profano e covarde...
Desfaça assim de mim Que eu gosto e desgosto Me dobro, nem lhe cobro Rapaz! Ordene, não peça Muito me interessaA sua potência Seu calibre, seu gás...AngieAli no chão, nua e úmida, meu cabelo pingando e escorrendo água pelo rosto, apoiada emmeus joelhos e cotovelos, com os pulsos amarrados e os olhos vendados, eu era uma massa pura desensações desconcertantes e avassaladoras. Nunca tinha sentido emoções tão violentas econtraditórias, que abalavam minhas estruturas, mudavam totalmente o que eu pensava ou queria. Eume transformava em alguém ainda desconhecido para mim mesma, ardente e corajosa, ansiosa pormais daquelas sensações tão vorazes e intensas.Senti os dedos de German em meu ânus, lubrificando-o, deixando-me cheia de tesão e medo,arrebatada, enlevada, extasiada. Quando me penetrou ali com o dedo do meio, não doeu, mas era tãodiferente e intenso que fiquei sem saber se aqueles arrepios que me percorriam eram de prazer oupânico. Minha vagina latejava, quente como uma fornalha, toda encharcada. Mas bem dolorida. Não sabia se queria correr e me esconder em um canto, até me acalmar, ou se me empinava e pedia pormais. Parecia fora de mim mesma, muito além do que estava acostumada a ser.Gemi, a venda impedindo minha visão, parecendo deixar os outros sentidos ainda maisamplificados. Meus seios doíam pesados, inchados pela excitação intensa, meu corpo todo reagiamuito vivo, incontrolável. Um prazer perverso espalhou-se em cada recanto dentro e fora de mimquando senti aquele dedo indo tão fundo, em locais desconhecidos, íntimos, que ninguém nunca tinhatocado.Era gostoso, quente, proibido. E só de me dar conta que era German que estava ali, que faziatodas aquelas coisas assustadoras e maravilhosas comigo, que me fazia ser toda e inexoravelmentedele, os sentimentos se tornavam ainda mais fora de controle, impossíveis de explicar ou entender.Eu só sabia que não podia e não queria fugir, completamente abalada, dominada por ele.Seu gosto, seu cheiro e seu olhar não saíam da minha mente, mesmo naquele momento, em quenão podia vê-lo e a única coisa que sentia dele era seu dedo. Estava inebriada demais e quando mepenetrou com dois dedos, bem mais apertado e ardente, eu estremeci da cabeça aos pés e mordi acorda em meu pulso. Não doía, estava bem lubrificada, mas era impossível não sentir cada polegadaque entrava e saía de mim, causando uma sensação explicitamente pornográfica.A outra mão dele percorreu minhas costas, subindo pela linha da coluna e descendo pelalateral, até acariciar um dos meus seios sensualmente. Gemi muito excitada e os dois dedos seenterraram fundo. Perdi a noção das coisas, movi meus quadris automaticamente de encontro a ele,necessitando de algo que nem eu sabia o que era, mas precisava desesperadamente.German tirou os dedos e senti o gel gelado por fora do ânus, deixando-me toda melada, E então opau dele estava lá, a cabeça encostada em meu orifício, firme e quente em relação ao frio anterior.Prendi a respiração, verdadeiramente apavorada agora, sem saber como algo tão grande e longocaberia dentro de mim. Mas não fugi, não pensei em dizer minha palavra segura. Por que o desejo e aloucura que sentia por ele eram maiores que tudo.– Vai doer, Ana. Não se contraia. Espere se acostumar comigo.Sua voz grossa e erótica percorreu meus terminais nervosos. Fiquei quietinha enquantosegurava meu quadril com firmeza. Tremi e então senti a pressão absurda, a força e seu membroabrindo caminho dentro de mim. Gritei quando entrou, da ardência absurda, da sensação de estarcheia em demasia, muito mais do que podia suportar. Seus dedos se enterraram em minha carne e não me deixaram fugir. Moveu-se, entrando mais, deslizando em meu canal apertado e extremamentesensível, tomando o que queria.– Não, German ... Não ... – Supliquei, arrebatada pela dor, pelo desconforto, pelo estímuloaltamente erótico e lascivo.– Quietinha ... Deixa eu te foder ...E eu deixei, mordendo os lábios, lágrimas descendo sob a venda, meu corpo todo tremendosem controle. German penetrou até o fundo e gemeu rouco. Então deslizou devagar para fora e quasesuspirei de alívio, pensando que amenaria a pressão, os sentidos aflorados, mas parou só com acabeça do pau dentro e mergulhou de novo em mim. Gritei rouca, sacudi a cabeça, tentei fugir. Masele me pegou firme e me comeu duramente, indo e vindo sem vacilar, mantendo-me cativa na posiçãoque queria para melhor me penetrar.– Agora você me pertence, Angie. É toda minha.Sua voz pecaminosa fez as sensações se tornarem ainda mais volumosas e intensas. A dor
lutava ferozmente com o prazer que começava a se espalhar pelo meu corpo, além de qualquercontrole. Parecia ter me dilatado e, apesar de continuar sentindo seu pau todo me enchendo demais,os terminais nervosos em volta pareciam gritar, estalar, se ampliar.– Isso, relaxe. Sinta meu pau todo dentro de você, te comendo. É tão gostosa, Angie! Porra ...Meu coração batia loucamente. Eu tremia e ondulava. Condenada pelo desejo avassalador,por suas palavras, por seu corpo dominando o meu, comecei a me mover de encontro a ele, até queficava fora de mim, gemendo sem parar, empinando-me mais. Fui engolfada por um tesãoincontrolável, que pareceu estalar algo dentro de mim. Minha vagina palpitava, líquidos desciamdela, quentes e grossos, meu clitóris parecia duro e inchado.– Tem mais um pouco para você, Angie. – Sua voz parecia infinitamente viril, autoritária. Euachava que não poderia suportar mais nada, mas então senti algo bater firme na lateral da minhabunda esquerda, estalando, ardendo. Lembrei da palmatória preta e gritei, assustada e temerosa, semaguentar tantas sensações que me consumiam ao mesmo tempo. Quando bateu de novo, o calor veioavassalador, unindo-se aos sentidos já ampliados. Ao mesmo tempo meteu forte e fundo em mim, amão escorregando por minha barriga, espalmando-se na vagina inchada e latejante. Quando roçou oclitóris, comecei a chorar, sem suportar tanta agonia, tanto desejo e luxúria, tanta intensidade.German largou a palmatória, segurou meu cabelo, puxou um pouco para trás e colou-se às minhascostas, murmurando em meu ouvido enquanto metia seu pau duramente e me masturbava:– Goze para mim. Agora.Estalei e o gozo explodiu violentamente em algum ponto bem fundo em meu ventre,espalhando-se rapidamente por todo meu corpo. Gemi descontrolada, choraminguei, o orgasmo tão voraz que tremores me envolveram como ondas sem fim, uma mais forte que a outra.– Mais, Angie. Quero mais. – Exigiu rouco, penetrando-me forte, seus dedos esfregando oclitóris até me deixar esgotada de tanto gozar, gemendo e murmurando seu nome em uma súplica.Somente então gemeu também, rosnou rouco em meu ouvido e gozou também, seu pau latejandodentro de mim.Desabei no chão, sem forças, completamente alquebrada pelo prazer. German ficou deitado emcima de mim, seu pau ainda bem enterrado no meu ânus, sua mão agora percorrendo minha pele, meucabelo, meus ombros e pescoço. Beijou suavemente minha orelha, meu pescoço e rosto. Tirou avenda com cuidado e passou o dedo pela face molhada de lágrimas.– Foi muito para você?– Sim ... – Disse num murmúrio quase nulo, exausta, acabada.– Coitadinha. – E beijou de novo meu rosto, com carinho. Apoiou-se nos braços e se ergueu,seu pau deslizando dentro do meu canal dolorido, ainda cheio de sensibilidade. Gemeu rouco, comose lamentasse sair dali. Mas foi o que fez.Foi para minha frente e desamarrou minhas mãos. Me pegou no colo como se fosse umaboneca e me levou de volta ao banheiro. Consegui abrir os olhos pesados e fitei seu olhos azuisatentos em mim, observadores, intensos. Senti vontade de dizer tanta coisa, mas não tinha forças paramais nada além de olhá-lo. Mas às vezes um olhar dizia tudo. E o nosso deixava bem claro o quantonos sentíamos ligados um ao outro, aquela energia quase viva pulsando entre nós.German me lavou no boxe com imenso cuidado. Depois me enxugou e me levou ao quarto. Fiqueiabismada com ele, com a força e luxúria sem fim com a qual me fez dele, e agora com a doçura e ocarinho comigo. Enfiou-se na cama ao meu lado sob o edredom, puxou-me para seus braços, beijousuavemente minha testa, pálpebras, face e lábios, segurou minha coxa e fez com que apoiasse a pernasobre seu quadril, percorrendo a mão grande sobre ela.– Judiei muito de você, Angie?– Muito. – Consegui sorrir. Sua expressão aliviou um pouco.– Por que ainda não saiu correndo?– Por que estou louca por você. – Murmurei.– Angie ...– Sei o que vai dizer, mas não posso mentir. E também ... Meu Deus, o que fez comigo? –Levei minha mão ao seu rosto e acariciei a barba que começava a despontar e espetar, emocionada. –Nunca pensei que pudesse ser assim, essa loucura e intensidade toda ... Nem posso acreditar que étudo verdade mesmo.– Prometa-me que vai dizer se for demais para você.– Eu prometo.– Certo. Agora durma. Está por um fio. – Sorriu e fitei maravilhada seu rosto lindo. Emoçõesviolentas fizeram meu coração disparar e um frio envolveu minha barriga. Abracei-o forte, sentindoseu corpo, seu cheiro, seu calor. Beijei seu peito e fechei os olhos, sentindo os pelos roçarem meunariz.Incontrolavelmente, senti as lágrimas querendo sair, mas me controlei ao máximo. Como eupoderia deixá-lo depois de um mês? Foi pensando nisso que acabei adormecendo.
Notas finais
Quem quiser entrar no grupo deixa número. @Violeteros_BR beijos Mari
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