Cuando te vi
20 Vamos embora daqui
Notas iniciais
Estamos apenas começando a viver Lençóis brancos e promessas Um beijo de boa sorte e estamos a caminho
Estamos apenas começando Antes do sol nascer nós partiremos Tantos caminhos a escolher Começamos andando... e agora aprendemos a correr
(E Sim! estamos apenas começando) Vendo horizontes novos para nós Atentos aos sinais no caminho
Decidindo tudo, só nós dois Batalhando o dia-a-dia, juntos
E quando a noite chega, nós sorrimos Tanta vida pela frente
Encontraremos um lugar onde haja espaço pra crescer
(E Sim! estamos apenas começando)
Vendo horizontes novos para nós Atentos aos sinais no caminho Decidindo tudo, somente nós dois
Batalhando juntos o dia-a-dia, juntos... juntos E quando a noite chega, nós sorrimos Tanta vida pela frente
Encontraremos um lugar onde haja espaço pra crescer
E sim, estamos apenas começando!
Era seu lado negro que eu via agora, seu lado mais perverso e, ao mesmo tempo, ainda mais
sensual. Uma força bruta e selvagem, que soltava lentamente mas ainda mantinha sob controle. E que
me assustava na mesma dimensão que me encantava.
A garota gemia demais, vermelha, a ponto de gozar. German parou e foi para a frente dela. Vi
quando afastou o manto para o lado e abriu a calça. Ela mantinha os olhos para trás, baixos,
exatamente em seu zíper, claramente ansiosa pelo que veria. Quando German tirou o pênis de dentro da
calça, de lado para onde eu estava, vi-o com perfeição. Meus olhos arregalados, surpreendidos, não
deixaram aquela parte mais íntima dele, enorme e grossa, em uma ereção linda, cheio de veias, com a
cabeça grande. Era muito bem dotado. Belíssimo, como todo o resto dele.
Quase tive uma convulsão. Respirei pesadamente, mordi os lábios, o coração batendo tão
violento que o sentia nas costelas. Quando segurou a cabeça da garota por trás e se aproximou, ela
abriu a boca e pôs a língua para fora. A carne dura e grossa penetrou seus lábios e entrou fundo. German
soltou sua cabeça, segurou nas cordas que a sustentavam e moveu lentamente os quadris para frente e
para trás, enquanto o engolia e chupava.
– Que isso ... – Paola murmurou rouca ao meu lado.
Não tive coragem de olhá-la nem de me mexer. Por um momento tive o desejo absurdo de
correr até eles e afastar German da mulher, gritar que era só meu, levá-lo para longe de toda aquela
gente que babava e se excitava com o que fazia. Ao mesmo tempo, estava incontrolavelmente
excitada. Quis ser a garota ali com ele, quis que fosse só meu. Confusa e arrebatada, não fiz nada.
Fiquei lá, quente e ardendo, totalmente dopada pelos sentidos.
Fernanda pegou um objeto preto que parecia uma espécie de microfone e foi para o meio das
pernas da moça. Ligou-o e um zumbido foi ouvido. Quando encostou no clitóris dela, a garota
amarrada tentou se debater, mas estava irremediavelmente presa. Aproveitou e meteu um dedo em
sua vagina, masturbando-a com o vibrador no clitóris.
Ela mamou sofregamente no pau de German. Ele parou seus movimentos de quadril e deixou que
ela movesse a cabeça e a boca, alucinada. Fernanda ordenou duramente:
– Faça-o gozar e engula tudo.
A moça se tornou mais frenética. Vi quando o corpo de German enrijeceu e a garganta da mulher
sorvendo seu esperma, engolindo, sugando-o. E então passou a gozar, o corpo a balançar nas
amarras, o rosto vermelho. German tirou o pau de sua boca e ela lambeu os lábios, gemeu rouca,
continuou em seu orgasmo. Ele acariciou suavemente seus cabelos pendurados e, quando acabou,
Fernanda desligou o vibrador e se afastou dela. Veio até ele, caiu de joelhos a sua frente e, num gesto
de adoração, a mulher dominadora se tornou submissa. Beijou o membro ainda ereto e,
carinhosamente, colocou-o dentro da calça e fechou-a. Só então se ergueu, sorrindo para ele.
Não sei se sorriu de volta, pois o capuz cobria seu rosto o tempo todo. Mas acariciou o rosto
dela e voltou à moça, descendo-a até o chão e começando a desamarrá-la com destreza. Em questão
de minutos estava livre e ele se ergueu. Na mesma hora a submissa se pôs de joelhos, beijou cada
uma de suas botas e disse, pondo-se de cabeça baixa:
– Obrigada, Senhor.
– O prazer foi meu, Kátia. – E virou-se, dirigindo-se com passos firmes à saída da masmorra.
Acompanhei-o o tempo todo, imobilizada. Foi quando Paola segurou meu braço.
– Caralho, Angie ...
Consegui olhá-la. Minha amiga balançou a cabeça, impressionada.
– Que homem é esse ... Desculpe, mas ... Puta merda!
– Pare de falar palavrão. – Consegui dizer baixo, tentando me reestruturar, recuperar meu
controle.
– Olha, Angie, se você não tivesse a fim dele, ia agora correndo pedir para me pôr naquelas
cordas. Viu aquele pau? O que é aquilo?
Fiquei vermelha e desviei o olhar. Paola riu.
– Hei, não fique assim! Ciúmes? Amiga, nunca daria em cima de German, fique tranquila. Mas
que é uma coisa, isso é! Caralho!
– Melhor a gente sair daqui. – Falei, ao ver que preparavam uma nova sessão, agora usando a
cruz.
– Vamos.
Eu a segui pelo corredor com as pernas trêmulas, a cabeça rodando, mil dúvidas na mente.
Completamente perturbada por meus pensamentos.
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