Cuando te vi

42 Safadeza


Notas iniciais
Boa leitura!

Quando eu te vi pela primeira vez Me encantei com o seu jeitinho de ser Seu olhar tão lindo me fez viajar Vi no seu sorriso imenso mar Fiz uma canção pra nunca esquecer O momento em que eu conheci você Era uma linda noite de verão Você despertou minha emoção Passei a minha vida a procurar Alguém que eu pudesse entregar A chave para abrir meu coração Tirar de vez do peito a solidão Já tentei não dá pra esconder O amor que sinto por você É luz, desejo, encanto e sedução Ardente como a fúria de um vulcão

A paixão me pegou, tentei escapar não consegui

Nas grades do meu coração, sem querer eu te prendi

German

Deixei a caixa sobre a mesinha ao lado e tirei minha cueca, ficando nu sob os olhos bem

abertos de Angie. Podia sentir a ansiedade dela de onde estava, vi que engolia em seco. Tive vontade

de sorrir. Na verdade ia apenas brincar um pouco, nada que ela não suportasse. E no final de tudo,

estaria gozando, querendo mais.

Fui até o sofá, entre suas pernas abertas. Meu olhar se consumiu naquela visão, tão linda e

oferecida, os lábios rosados e pequenos da vulva lisos e já úmidos, brilhando para mim. Fitava-me

mordendo o lábio inferior, arfante. Sem querer, senti algo se revolver violentamente em meu interior,

algo que eu não queria sentir.

Parecia que a cada minuto que passava em sua presença, novas coisas me despertavam.

Desejo, ciúme, sentimento de posse, carinho, vontade de ficar perto e mais desejo. Cada vez mais

intenso. Naquele momento mesmo, a mesma vontade que tinha de jogar com ela, usar meus objetos de

dominação, também tinha de beijá-la na boca e simplesmente fazer amor. E era isso que me

preocupava mais. Coisas que nunca me fizeram falta agora pareciam importantes.

Tentei afastar aqueles pensamentos perturbadores. Concentrando-me naquele momento,

peguei uma corda própria para bondage, que não machucava nem marcava a pele e comecei. Angie

manteve-se cativa, submissa, enquanto eu amarrava seu cotovelo ao seu joelho do lado esquerdo e

depois o cotovelo direito ao joelho do mesmo lado. Satisfeito, deixei-a com braços e pernas

imobilizados, totalmente aberta para mim.

Sabia que estava excitada, o medo do desconhecido fazendo-a se entregar, assim como a

lascívia. Mas por algum motivo, eu quis alertá-la, deixar o jogo bem claro. Deslizei as mãos de seus

joelhos entre suas coxas, até a virilha, sentindo-a estremecer. Fitei seus olhos e avisei: — Lembre-se de sua palavra segura, Angie.

Seus olhos se arregalaram. Tornou-se mais ansiosa do que acalmada.

– O que vai fazer, German?

– Você vai ver.

Minha mão se espalmou em sua vulva úmida. Fui tomado pelo tesão e comecei a acariciá-la,

esfregando os dedos entre seus lábios vaginais, observando sua excitação ganhar patamares

grandiosos. De imediato meus dedos ficaram melados e meti suavemente um dedo dentro dela.

Quando o tirei, brilhava com seus sucos. Não pude resistir e levei o dedo à boca, cheirando-o e

lambendo-o.

Eu adorava gosto de mulher. Mas o de Angie era especial, parecia mais doce que os outros,

mais saboroso. Meu pau estava completamente ereto, precisando de atenção. Foi então que me afastei

e a contornei, sob seu olhar arregalado, luxurioso. Ajoelhei-me no sofá atrás de sua cabeça e ela me

olhou, expondo o pescoço, entreabrindo os lábios. Era o que eu queria.

Segurei seu queixo com uma das mãos, com a outra segurei meu pau. Disse com voz áspera

pelo tesão:

– Abra a boquinha.

Passei a cabeça do pau em seus lábios e Angie os abriu. Mergulhei em sua boca macia e quente

até a metade e respirei fundo. Ainda segurando meu membro, passei a meter devagar, até chegar em

sua garganta, e ela jogou mais a cabeça para trás, prendendo o ar para receber mais de mim, ficando

com a boca cheia de água.

Larguei o pau, mas continuei com os movimentos do quadril, penetrando-a. Meu olhar varreu

todo seu corpo e deslizei as mãos em seus seios, acariciando-os, beliscando os mamilos

intumescidos. Angie gemeu contra meu pau, mas sugou-o, recebendo um pouco mais dentro da boca,

aprendendo a controlar a respiração para chupar mais fundo. Porra, era delicioso! Eu me sentia dono

dela, para fazer tudo o que eu quisesse. Tocar, beijar, bater, usar. Era toda minha.

Uma das mãos mantive em seu seio, torcendo o mamilo entre o polegar e o indicador,

apertando-o até onde sabia que teria prazer. A outra escorreguei em sua barriga até a vulva toda

abertinha e ali manipulei seu clitóris, tirando-o da capa, torcendo-o como fazia com seu mamilo. Angie

estremeceu por inteiro, arfou, parou de me chupar um momento e depois voltou com mais tesão,

ansiosa, puxando mais do que a metade para o fundo da garganta.

– Isso, minha menina, chupe meu pau bem obediente. – Minha voz saiu mais grossa do que eu

pretendia, tamanha a lascívia que me engolfava.

Fiquei um bom tempo naquele jogo, metendo firme entre seus lábios, beliscando um mamilo

de cada vez, puxando e manipulando seu clitóris até que ficou inchado e duro. Angie tremia sem parar, gemia, chupava meu pau alucinadamente. Tentava mover o corpo, mas as cordas a imobilizavam, me

deixando ditar o ritmo torturante, que era o bastante para ficar completamente no ponto, mas sem

conseguir gozar.

Larguei o clitóris, desci o dedo e senti sua vulva escorrendo, toda encharcadinha. Cheio de

tesão, inclinei-me sobre ela, enterrando mais meu pau em sua boca ao me deitar ao contrário e

começar a chupar seu clitóris intumescido entre suas pernas arreganhadas. Meti na mesma hora o

dedo em sua bocetinha e ela estremeceu da cabeça aos pés, tentou gritar, se engasgou.

Puxei o pau para fora até a ponta, deixei que respirasse, se acostumasse com as sensações

que a atacavam e continuei a sugar o botãozinho. Sua vulva palpitava loucamente contra o dedo que

metia nela, Angie arquejava e ondulava, sua boca toda molhada. Voltei a enfiar meu pau bem fundo e o

sugou, mamando docemente, daquela jeitinho que me deixava doido. Quando prendi o clitóris

firmemente entre os lábios e suguei, ela gritou abafado contra o meu pau, tentando se debater, fora de

si.

Enfiei o dedo todo em sua vulva escaldante, então o puxei um pouco e busquei aquele ponto

que toda mulher tinha dentro de si perto do osso da pélvis, escondido como uma pequena noz. Depois

de anos conhecendo o corpo feminino, não era difícil saber seus locais mais erógenos e com a

prática, podia dar o prazer que merecia.

Comecei a massagear aquela semente com a ponta do dedo, sem forçar demais, mas firme. Ao

mesmo tempo continuava a comer sua boca e chupar seu clitóris. Sabia que ia gozar, estava no ponto,

completamente alucinada e fervendo. Mas ia ensinar a ela um orgasmo como nunca teve.

Manipulei seu ponto G em uma massagem paciente, cada vez mais firme. Quando por fim o

pressionei do jeito que queria, Ana reagiu na hora, e puxei um pouco o pau para não engasgá-la.

Gritou com a boca aberta, a cabeça jogada para trás, o corpo em convulsão. Como eu esperava,

ejaculou na minha mão, tendo um gozo que a alquebrou, ainda mais por estar tão presa, tão dominada

pelo que fazia com ela.

Prendi o clitóris e o lambi, olhando para sua bocetinha que convulsionava em meu dedo, os

líquidos que jorravam de dentro dela, cristalinos e sem cheiro. Torturei-a até que tirou

completamente meu pau da boca e começou a suplicar num fio de voz:

– Pare ... Ai ... Por favor ... Ai ...

Mas não parei. Deixei seu clitóris livre pois estava sensível demais, dolorido pelo orgasmo,

mas continuei com o dedo naquele ponto. E ela reagiu como eu queria, alucinada, chorando, perdida.

Forcei de novo e uma nova ejaculação aconteceu, descendo por minha mão, molhando o sofá e suas

coxas. Gritou ensandecida, tão descontrolada que acabei tendo pena do seu corpo castigado por uma

série de gozos ininterruptos. Puxei o dedo e me ergui, olhando-a cheio de desejo.

Notas finais
Maratona amores, de tanto me pedirem aqui está, postarei um jaja. @WorldOfAlonso @Violeteros_BR beijos Mari