Cuando te vi
46 Outro homem
Notas iniciais
Boa leitura!
Sexo anal era mais dolorido e ao mesmo tempo tinha algo de pecado, de proibido, que me
deixava extremamente excitada. As convulsões da minha vagina pareciam favoreceu também apenetração do ânus, pois eu me sentia pulsar, abrir e fechar sem poder me controlar.O orgasmo se formava como uma onda, mas de novo German parou, erguendo-se e sorrindo demodo cínico, desavergonhado. Seus dois dedos penetravam meu ânus sem vacilar. Beijou minha coxae fitou-me, dizendo rascante:– Isso é o que você ganha por tentar me provocar, Angie.– Você ... Você gostou ... – Mordi os lábios, indagando-me se aquilo era um castigo. Se fosse,só me trazia recompensas.– É, eu gostei. Nunca vou esquecer você aqui, nua, jogando sinuca. – Tirou os dedos de dentrode mim e segurou-me firme pelas pernas, puxando-me para a ponta, até que minha bunda ficassesobre a borda de madeira, um pouco para fora da mesa. Suas mãos correram até meus tornozelos e osuniu, segurando-os juntos com apenas uma das mãos, a esquerda, com minhas pernas esticadas paracima. Então olhou para meu ânus e minha vulva, ambos expostos para ele. – Agora fique quietinhaenquanto bato na sua bunda e meto meu pau no seu cuzinho cheio de manteiga.Seu jeito pornográfico, obsceno, fez o tesão e o medo me golpearem a ponto de tremer semcontrole. Espalmei as mãos na mesa, arquejei, me preparei. Mas antes que estivesse pronta, umapalmada forte estalou em meu traseiro. Soltei um grito abafado e logo vieram outras, uma atrás daoutra. Tentei mover o quadril, escapar dos tapas que queimavam, mas German me ergueu ainda maispelos tornozelos e bateu mais firme, em toda minha bunda, deixando-a toda quente e vermelha.– Pare! German! – Gritei e ele me olhou duramente, seus olhos azuis devassos, libidinosos,autoritários. Enfiou o polegar em meu ânus com firmeza, ordenando:– Fique bem quietinha, Angie. Ou vai ser pior.– Por favor ... – Choraminguei, com a bunda toda pegando fogo, minha vulva tambémescaldando, minha lubrificação escorrendo até o ânus. Mesmo me sentindo humilhada e com dor,aquele desejo ensandecido e perverso me deixava na corda bamba, assustada demais, com os nervosà flor da pele.German tirou o dedo e deu outra bofetada. Estremeci, mas mordi os lábios, tentando aguentar.Mas me contraía e isso só fazia os lábios inchados da minha vulva se tornarem mais sensíveis e meuclitóris espalhar sensações alucinantes em meu ventre e corpo. Outro tapa e gemi, não sei se pela dorardida ou pela luxúria cada vez mais violenta e descontrolada.Foi então que German se aproximou mais e forçou a cabeça do pau em meu ânus todo lubrificadoe preparado. Mesmo assim, entrou doendo, ardendo, naquela sensação que era ao mesmo tempo ruim e boa, desconcertante, diferente de tudo que eu conhecia. Penetrou devagar, até entrar tudo e suasbolas baterem em minha bunda. Deslizou até quase sair, meteu de novo. Arfei, pegando fogo,ensandecida pelo tesão absurdo e indecente. E foi assim que ele me comeu, movendo o quadril comfirmeza para frente e para trás, até me acostumar com seu tamanho e grossura, indo fundo e forte– Que gostosa ... – Murmurou rouco. Cada uma de suas mãos segurou um tornozelo e Germanabriu minhas pernas, depositando de novo meus pés na ponta. Fitou meus olhos com as pálpebraspesadas pelo tesão e continuou a comer meu ânus duramente, entrando tudo, saindo, metendo de novo.– Diga o que está sentindo, Angie.Eu não conseguia falar, completamente arrebatada e excitada, sem poder suportar tantassensações extraordinárias ao mesmo tempo. Os tapas tinham feito minha bunda ficar quente e cadaroçar na pele parecia tornar tudo mais intenso e sensível, assim como estava toda cheia, cadaterminal nervoso meu gritando atormentado pela luxúria. Quando seu polegar massageou o meuclitóris, ondulei sem controle. Ele exigiu:– O que está sentindo, Angie?– Prazer ... – Consegui murmurar.– Então goze para mim. – Disse baixo, sua voz e seu olhar terminando de me alquebrar.E como se tivesse realmente poder sobre mim, estalei em um orgasmo devorador, que fezminhas costas se arquearam e todo meu corpo estremecer ininterruptamente. German continuou amanipular meu botãozinho, mas se tornou mais bruto e exigente em meu ânus, comendo-o vorazmente,suas feições contorcidas pelo prazer, enquanto começava a gozar e gemer rouco.– Angie, Porra ... Que delícia de cuzinho ...Desabei na mesa, exaurida pelo gozo extremo, sem conseguir fazer mais nada além de olhálo,hipnotizada pelo modo como parecia um selvagem, como seu rosto se tornava mais viril e duro, omaxilar quadrado, os lábios cerrados. Até que relaxou, descontraiu, arquejou quando terminou,olhando-me de maneira possessiva.E mesmo querendo continuar a olhar para ele, meus olhos se fecharam de puro cansaço esatisfação sexual.German me deixou em casa, combinando de vir me buscar mais tarde naquela noite. Subi até omeu apartamento com um misto de cansaço e satisfação, usando a mesma blusa rosa e saia branca que
tinha ido no Loretta na noite anterior. Mal entrei e fechei a porta, minha mãe veio pelo corredor,arrumada e elegante como sempre, seu olhar frio me percorrendo de cima abaixo.Parei, ficando corada como uma menina pega em flagrante fazendo algo errado. Senti quandosua frieza virou algo mais do que desconfiança e uma certa surpresa. Pensei se teria escrito em minha testa que passei o dia todo transando e sentindo prazer, pois disse acusadoramente:– Você estava com um homem, Angie!– Mãe ...– Não me venha com desculpas esfarrapadas! – Levou a mão à boca, transtornada, seus olhosnos meus. – Não acredito! Não é mais virgem! Ah, meu Deus!– De onde está tirando essas idéias todas? – Sentia meu rosto pegando fogo, mas lutava paranão desviar o olhar. – Só estou cansada! Fiquei na rua desde ontem com Paola, nós ...– Pare de mentir! Nem te reconheço mais! Pensa que sou trouxa? Fui lá no apartamento dePaola, perguntei se podia chamar você, me fiz de boba, e acabei sabendo que não dormiu lá e que suaquerida amiga tinha acabado de chegar com um homem! Onde você estava, Angie?Seu olhar acusador, daquela maneira gelada que sempre me deixava arrasada, me sentindo umlixo, era ainda pior daquela vez. Fiquei perdida, buscando uma desculpa desesperadamente, mas semconseguir pensar em nenhuma. Empertigada, continuou:– Então foi por isso que se separou de Vítor tão de repente. Você conheceu outra pessoa, comesses seus sonhos ridículos de príncipe encantado! Deixou o melhor rapaz que poderia conseguir nasua vida por tolices! Quando se arrepender de tudo isso, vai ser tarde demais! – Respirou fundo,pálida, seus olhos escuros me fuzilando. – Ele queria ser seu primeiro, Angie! E agora ...– Chega, mãe! – Perdi a paciência, irritada, cansada de toda aquela cobrança e perturbação. –A vida é minha! Minha! Eu não amo Vítor, não vou me arrepender nem voltar para ele! Acabou!– Quem é esse homem? – Exigiu.– Isso é coisa minha.– Deve ser uma boa merda, ou não esconderia o jogo desse jeito! Meu Deus, ta com cara deputa, Angie! Nunca pensei que me decepcionaria tanto! Quem é ele?Suspirei, cansada. Ajeitei minha bolsa no ombro e passei por ela, disposta a não discutirmais. Todavia, minha mãe segurou meu braço e disse friamente:– Não vou deixar você estragar sua vida desse jeito, Angie.– Mãe, por favor. Pode me soltar?– Depois não diga que não avisei. – E largou meu braço, com ar de repulsa.Passei pelo corredor e entrei rápido em meu quarto, fechando a porta, me encostando nela efechando os olhos. Que confusão! Agora só faltava essa, minha mãe na minha cola!
Notas finais
Última maratona da fic. Postarei 4 capítulos até meia noite. @WorldOfAlonsoBr @Violeteros_BR beijos Mari
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