Cuando te vi

32 No apartamento


Notas iniciais
Boa leitura!

E passou-a por minha cabeça, colocando-a em volta do meu pescoço.

Quando beijou a lateral do meu rosto, sussurrou:

– Sabe o que é uma escrava, Angie?

– Acho ... Acho que sim.

– Diga-me.

– É aquela que pertence a um Dom e ... e faz todas as suas vontades.

– A diferença de uma escrava para uma submissa, é que essa última é ocasional. A escrava

tem um relacionamento com seu Dominante. Assim como você e eu, durante um mês. Entendeu?

– Sim. Mas ... Você não tem escravas. – Virei o rosto e encontrei seu olhar escurecido. – Uma

moça disse isso no clube.

– Não tinha. Agora tenho. – German segurou meus ombros e me virou para ele, ainda

completamente vestido. Seus olhos desceram por meu corpo nu, cheios de lascívia. Quando subiram

e se fixaram nos meus, pareciam mais duros, autoritários, suas narinas se dilatando levemente.

– Adoro esse seu cheiro de morango. Eu a reconheceria a quilômetros de distância só pelo cheiro.

– Posso tocar em você? – Perguntei baixinho. – Tirar sua roupa?

German apenas acenou de leve com a cabeça, muito concentrado em me observar. Mordi os

lábios e tirei seu paletó. Tremia ao abrir os botões de sua camisa, deixando a mostra o peito

musculoso encoberto de pelos escuros. Deslizei a camisa aberta para fora de seus ombros, beijando

docemente sua pele, respirando fundo seu perfume delicioso misturado ao cheiro dele. Larguei a

camisa e passei as mãos pelos bíceps cheios de músculos, inebriada, indo com a boca até um de seus

mamilos pequenos e mordendo-o devagar. Senti sua pele arrepiar, seu corpo se esticar. German segurou

minha cabeça na nuca e deixou que eu sugasse lentamente seu mamilo.

Abri sua calça, baixando-a com a cueca, um tanto trêmula ao levar minhas mãos até sua

ereção longa e grossa, dura, mas revestida pela pele aveludada do seu pau. Acariciei-o timidamente,

mas ficando muito excitada em tocá-lo. Subi a boca por seu peito, até a clavícula e comecei a beijar

a coluna do seu pescoço, apaixonada.

– Ainda não estou despido, Angie. – Sua voz ressoou grossa em meus ouvidos. Afastei um

pouco a cabeça e fitei seus olhos. Estavam mais escurecidos e pesados que o normal. Baixei o olhar

e vi a calça e a cueca acumuladas em seus tornozelos, juntas às suas meias e aos sapatos que ainda

calçava.

German segurou a ponta da gravata e entendi o que devia fazer. Fiquei de joelhos e a gravata

parecia uma espécie de coleira em meu pescoço. Fui envolvida por um misto de vergonha e

excitação. Trêmula, me dediquei a desamarrar seu sapato. Ele ergueu um pé e o tirei, junto com a

meia e o resto da roupa. Fiz o mesmo com o outro pé, até que ficou nu. Percebi que até seus pés eram bonitos, grandes, mas bem feitos, com unhas curtas. Somente então subi meu olhar, aproveitando para

apreciar as pernas musculosas e com pelos escuros, as coxas poderosas, o pau grande e grosso, bem

na frente do meu rosto.

– Venha comigo, Angie, do jeito que está.

E German andou até a cama, esticando a gravata. Assustada, com o coração disparado, eu o

segui de joelhos no piso liso de tábuas corridas, um tanto envergonhada, mas estranhamente ainda

mais excitada com aquela situação. Sentia minhas coxas cremosas ao se roçarem, do líquido espesso

que descia da minha vulva e se espalhava entre elas. O sangue corria veloz em minhas veias, meus

seios estavam muito duros, todo meu corpo parecia seguir o comando do dele.

German sentou-se na beira do colchão com as pernas abertas e me puxou entre elas pela gravata.

Fitei seus olhos dominadores, penetrantes, e então seu membro pesado, enrijecido, com testículos

arredondados e lisos. Pelos escuros, bem aparados, serviam de moldura para aquela parte mais viril

do seu corpo.

– Sabe o que quero agora?

Fiz que sim com a cabeça e me aproximei mais, depositando as mãos em suas coxas. Estava

tímida, nervosa, excitada. Sabia que era inexperiente, mas sentia vontade de fazer aquilo. Eu queria

lambê-lo todinho, beijá-lo, mordê-lo. Mas comecei apenas abrindo os lábios e beijando a cabeça

grande de seu pênis. Quando a lambi, senti-me realmente como uma escrava, agradando o seu amo.

Pura lascívia me fez estremecer, com água na boca, apreciando aquele falo diante de mim, querendo

mais dele. E então o chupei docemente.

– Angie ... – German arfou, rouco. Seu pau pareceu crescer ainda mais. Acariciou meu cabelo

perto da orelha, olhando atentamente enquanto o colocava mais e mais dentro da boca. – Assim ...

Está me deixando cheio de tesão com essa boquinha macia ...

E segurou meu cabelo na nuca com as duas mãos, orientando meus movimentos, fazendo-me

enfiar mais dele na boca, preenchendo-me até quase a garganta. Comecei a pegar o ritmo, a controlar

a respiração e babar o pau dele até a metade onde eu chupava, sugando-o mais e mais forte.

– Porra, que gostoso ... – German gemeu rouco, suas pálpebras pesadas, seu olhar lascivo e

escuro. – Está linda com essa expressão de prazer, a mesma quando saboreou aquela torta. Toda vez

que vir você comendo um doce, vou imaginar essa boca deliciosa no meu pau ...

Estremeci, arrebatada por sua voz cheia de luxúria, pela delícia que era chupá-lo. Engolia a

lubrificação que saía da ponta, lambia, sugava. Então German tirou o pau da minha boca e me puxou

para seu colo, beijando-me na boca, virando-me na cama e vindo para cima de mim.

Eu o abracei forte, cheia de tesão ao tê-lo pesando sobre mim, sua língua na minha, seu gosto

delicioso me embriagando, todo meu corpo necessitando desesperadamente dele. Pegou-me firme,

erguendo-me até os travesseiros macios, abrindo meus joelhos para os lados, esfregando o comprimento do seu pau em toda minha vulva encharcada, melada.

– Porra, preciso entrar dentro de você logo – Disse rouco, esticando-se até a mesinha ao lado da

cama, pegando um preservativo e rasgando. Ergueu-se de joelhos para colocar no pau e eu me enchi

com sua visão espetacular todo nu, minha vagina palpitando, minha pele queimando.

– German ... – Supliquei, precisando dele, correndo os dedos em seu peito, puxando-o para mim.

E ele veio, olhos acesos, respiração pesada. Ajeitou a cabeça do pau na minha entrada e começou a

me penetrar, me abrir e esticar, me tirando o ar e a fala. E estocou dentro de mim, forte, bruto,

grosso. Arquejei, abraçando-o, enterrando as unhas em suas costas, alucinada, toda cheia. Não havia

mais nenhuma dor, só um prazer extasiante. Entrou bem fundo, até sua ponta empurrar meu útero, saiu

quase todo e voltou de novo.

German segurou uma de minhas pernas, abrindo-a bem, erguendo-a. A outra envolvi em sua

cintura, ficando arreganhada para que metesse seu pau a vontade dentro de mim, fundo e forte,

gruindo rouco e me olhando como um animal feroz, fora de si, tomando o que queria. Foi ao ver

aquele olhar que quebrei em um orgasmo violento e gritei fora de mim, palpitando, ondulando,

estremecendo, quente, apertando seu pau dentro de mim, completamente delirante.

Ele me olhava cheio de tesão, não perdendo nada do meu gozo, continuando a meter mais e

mais rápido, voraz, decidido. E eu continuava a gozar e choramingar, tremendo, sem poder desviar

os olhos dos dele. Então German estremeceu e gozou também, rouco, jogando a cabeça para trás e

fechando os olhos, erguendo um pouco o peito, totalmente entregue, dando-me seu prazer.

Quando acabou, arfou pesadamente, voltando a me olhar, beijando suavemente a minha boca,

seu pau todo enterrado em minha vulva sensível, apertada, cremosa, ainda tendo leves espasmos.

Sorri maravilhada e o abracei forte. German observou meu sorriso. Seus olhos estavam mais

claros. Parecia relaxado, satisfeito como um tigre após se alimentar. Deslizei

minha mãos em suas costas, mas parei quando ele falou baixo, num tom calmo, mas firme:

– Você tem um castigo em sua conta, Angie.

– O que? – Murmurei, confusa. E então me toquei tardiamente, arregalando um pouco os

olhos. Não podia gozar até que permitisse. Tentei explicar: — É difícil resistir. Não aguento quando

me pega assim e ... e ...

– E o que? – Seus lábios ergueram-se um pouco para cima. Moveu-se lentamente e o pau

deslizou dentro da minha vulva hiper sensível, tirando-me o ar.

– E faz isso ... – Arquejei. – Dentro de mim.

– Angie. Vou fazer isso sempre. Para que você não aguente. E para que eu tenha o meu motivo.

– Ah ... Mas ... Como vai me castigar?

– Você vai ver. – Mordiscou meu lábio inferior, comendo-me suavemente, arrepiando-me toda.

– Agora?

– Daqui a pouco. Hum ... Que gostoso.

E já arrebatada novamente, fechei os olhos e me entreguei.

Notas finais
Ta muito pesado, ou tem muito hot? @Violeteros_BR beijos Mari