Cuando te vi
22 Luxúria
Notas iniciais
Boa leitura!
estômago gelado, algo se retorcendo dentro de mim. Tremia sem parar.A sala era enorme e estava na penumbra. Visualizei belos móveis, uma decoração tradicionale de bom gosto, mas nem tive tempo de ver nada. Ele passou por mim, segurou minha mão e me levoupelo corredor até uma enorme suíte. O que mais me chamou a atenção ali foi a cama imensa, comdossel e quatro colunas entalhadas na madeira. Lençóis pretos com pequeninos detalhes em cinzacobriam o colchão.Paramos ao lado dela. Ergui os olhos para ele. No carro tinha tirado a máscara e guardado nabolsa. Seus dedos longos tocaram meu rosto, em uma leve carícia. Tive vontade de beijá-lo atémorrer. Mas esperei um primeiro passo dele. German disse baixo, com olhar penetrante:– Vou te prender na cama e te foder, Ana. Vai doer, vai sangrar, mas depois disso será minha.E teremos que conversar.– Tá. – Concordei num fio de voz, muito ansiosa.Seus dedos desceram do meu rosto ao queixo e daí deslizaram pela garganta, arrepiando-me.Passaram pelo colo, entre os seios, até encontrarem o laço do corpete. Desfez e puxou, alargando osnós facilmente. Abriu-o completamente e ordenou:– Erga os braços.cigana e livrou-se dela da mesma maneira. Fiquei apenas com o bustiê preto sem alças, a calça justae as botas. Não podia me mover ou desviar os olhos dos dele, como se me hipnotizasse.Suas mãos desceram lentamente por meus braços, arrepiando minha pele na carícia suave.Passaram por meus seios e foram até as costas, onde abriram o fecho do bustiê, tirando-o, largandono chão.– Fique assim. – Puxou-me para frente segurando minha cintura e sentou-se na beira da cama,fazendo com que parasse entre suas pernas. Eu mal respirava, tremendo demais, o coração acelerado,um misto de vergonha e tesão me envolvendo.Quando desceu o olhar aos meus seios nus, ambos os mamilos se retesaram na hora. Vi seurosto ficar mais intenso, assim como a ruga entre as sobrancelhas. Deslizou os dedos longos paracima, sobre as costelas, até apertar suavemente ambos os seios. Desejo violento me fez ondular earfar, principalmente quando esfregou as palmas sobre os mamilos duros. Mordi os lábios, meu peitosubindo e descendo com a respiração pesada.– Calma. – Disse baixinho, erguendo aqueles lindos olhos azuis para mim. Mas como eupodia me acalmar estando ali com ele, sentindo suas mãos em meus seios, prestes a realizar meusonho de ser dele? Meus joelhos estavam a ponto de ceder com as emoções violentas que meinvadiam.Segurou os mamilos entre o polegar e o indicador e os puxou com firmeza, em um beliscãoque me fez morder os lábios para não gritar. Olhou-os e aproximou a cabeça. Parou a centímetros doesquerdo, tirou os dedos deixando-o bicudo, e fechou a boca sobre ele. Quando o mordiscou forte echupou, estremeci tão intensamente que meus braços quase desceram, mas os ergui rapidamente.Sensações deliciosas, alucinantes, me golpearam. German sugou meu mamilo firme, duro, enquanto suasmãos desciam até o cós da calça e a abria. Enfiou as mãos dentro dela e desceu-as, fazendo-aescorregar até meus joelhos e ali parar.Não aguentava mais ficar com os braços para cima e os desci, enfiando as mãos em seucabelo, trazendo mais sua cabeça ao meu seio, gemendo cheia de lascívia. Mas German parou na hora,tirou o mamilo da boca e fitou meus olhos.– Mandei você baixar os braços? – Sua voz era calma, mas dura.– Não, mas ... – Gaguejei, vermelha. Bastou seu olhar para tirar os dedos dos seus cabelos eerguer novamente os braços. Somente então segurou meus quadris, enrolou os dedos nas laterais dacalcinha e enfiou outro mamilo na boca, chupando com força.Minha vagina latejava, encharcada. Minha pele ardia. O sangue era bombado cada vez maisforte pelas batidas alucinadas do coração. Eu era uma massa de sensações, de luxúria e tesão. Seusdedos desceram a calcinha de uma vez e pararam com ela nos meus joelhos. Parou de chupar o mamilo, chegou a cabeça para trás e observou como ambos tinham ficado pontudos e vermelhos.Desceu mais o olhar pela barriga, cintura, quadris, até minha vulva. A mão direita subiu por minhacoxa e sua palma se apertou sobre ela, sentindo-a.
– Ah ... – Gemi baixo, puxando o ar pesadamente, meus braços perdendo as forças, enquantolutava para mantê-los erguidos.E então um dedo longo mergulhou entre os lábios pequenos e molhados, entrando até a metadedentro de mim. Palpitei em seu dedo, quase como se tivesse um coração ali.German fitou meus olhos emurmurou com aquela voz grossa que quase me fazia gozar:– Sem que eu soubesse, você estava lá me observando meter esses dedos dentro de outramulher. Sentiu tesão?– Sim ... – Minha voz saiu num fio. O dedo entrava e saía só até a metade, se melando todo.Lembrou-se do ciúme também, mas não disse isso.– E agora?– Sim ... Muito ...– Logo vai ter minha língua aqui. E meu pau, todo enterrado dentro de você. – Agoniada,tremia sem parar, minhas pernas mal me sustentando. O dedo subiu mais, molhando meu clitóris,massageando-o até que eu latejava sem controle. Mordeu novamente o bico do seio. A mão livreacariciou meu bumbum. Supliquei, desequilibrada com tantas sensações que me atacavam:– Por favor ...German afastou a boca, fitando-me, sem deixar de me tocar.– Por favor o quê?– Vou cair ... Minhas pernas ...– Abaixe os braços. E vire-se. Quero ver a sua bunda.Fiquei muito corada, sentindo o sangue voltar até minhas mãos, formigando. Envergonhada,esperei tirar a mão de mim e obedeci. Podia sentir seu olhar percorrendo meu corpo. E então suasmãos acariciaram minha bunda, enquanto dizia rouco:– Como você é linda, Angie. Toda linda.Desceu o fecho das botas e me ajudou a tirá-las, depois a calça e a calcinha, deixando-mecompletamente nua, ainda de costas para ele.– Abra as pernas. – Não me tocava. – Ponha as mãos nos joelhos e incline-se para frente.Mesmo muito corada e envergonhada, obedeci suas ordens.– Agora segure a bunda e abra para mim.Fechei os olhos, estremecendo. Era demais para mim. Pensei que me beijaria, acariciaria,faria amor comigo. No entanto, ao mesmo tempo, o tesão era tão violento, mais do que a vergonha, que obedeci. Segurei os dois globos redondos e os abri, minha trança caindo em direção ao chão,meu rosto contra uma das pernas. Podia sentir que olhava minhas partes mais íntimas. Mas nada mepreparou para o prazer absoluto que me bombardeou quando German segurou meus quadris e lambeuminha vulva por trás. Ondulei e gemi, sem controle, arrebatada.A língua sugou meu melado grosso, subiu até o ânus, moveu-se em volta do orifíciominúsculo. Tremi tanto que, se não estivesse me segurando, cairia para frente. Então desceu de novoe me chupou com vontade.– Ai, ai ... German... – comecei a suplicar, fora de mim, ensandecida.Mas não teve pena. Deixou meus lábios inchados, melados, entrou em mim, lambeu,mordiscou. Meus joelhos dobraram e só então ele parou, me segurando firme. Agarrou minha trançaperto da nuca e me levantou, fazendo o mesmo atrás de mim. Me fez virar e fitou meus olhos pesados,minha expressão de êxtase, seu olhar intenso quase me devorando. Soltou-me. Sua voz eraautoritária, mas baixa:– Tire a minha roupa.Na mesma hora obedeci. Levei os dedos trêmulos até a frente do manto e soltei o cadarço emseu pescoço, deslizando-o até o chão. Uma camiseta preta o cobria. Segurei a barra e a ergui,puxando-a por seus braços. Olhei para o peito musculoso e não resisti, apalpei-o, deslizei entre ospelos, senti os músculos duros e bem feitos, percorri seus ombros largos com adoração, seus braçosfortes, até suas mãos, entrelaçando meus dedos com os dele. Fitei-o nos olhos e disse, emocionada:– Como desejei fazer isso... Sentir sua pele, cada pedacinho de você...German apenas me olhava, calado, seus olhos escurecidos, o cenho tenso. Levei as mãos até suacalça, abri o botão, desci o zíper, nervosa, engolindo em seco. Não usava cueca. Puxei a calça parabaixo, descendo-a pelas coxas musculosas, olhando abismada para seu pau grande e duro que seerguia em direção à sua barriga. Meu Deus, como era lindo! Muito mais do que eu tinha sonhado. Eassustador.Antes que pudesse criar coragem e tocar nele, German disse firme:– Não. Isso vai ser depois. Deite-se na cama. Preciso comer você agora, Angie.Arquejei, fora de mim. Ansiosa, fui até a cama imensa e deitei de barriga para cima,desejando-o tanto que chegava a doer. Só quando German segurou meu tornozelo e o prendeu com umaalgema de couro que saía de uma corrente, percebi que as quatro colunas da cama tinham aquilo.Puxou meu outro tornozelo e prendeu-o, deixando-me com as pernas abertas. Fiquei quieta, submissa,esperando.Prendeu meu pulso esquerdo e o direito. Fiquei como em X na cama, imobilizada, medo eluxúria percorrendo minha pele, deixando meu coração como uma dinamite prestes a explodir. Germanentão pegou uma venda preta na gaveta e, apenas me olhando, beijou suavemente meus lábios, como a me tranquilizar. E amarrou a venda nos olhos, tirando-me toda a visão. Respirei fundo, tentandoconter meus tremores, mas era impossível.O medo só aumentou toda aquela excitação. Ali eu estava completamente vulnerável e Germanpoderia fazer qualquer coisa comigo. Dava a ele muito mais que meu corpo e meus sentimentos.Dava também minha confiança.Senti o barulho dele rasgando algo, talvez um preservativo. E depois seu peso no colchão,entre minhas pernas. Quando lambeu meu clitóris devagar, arfei e ondulei, quente, alucinada. Quis memover, mas fiquei impossibilitada pelas amarras. Ergui um pouco os quadris e sua boca abriu-se naminha vagina, chupando-a gostosamente.Tremi tanto que bati os dentes, mas não sentia frio. Meu corpo pagava fogo, se esticava,ficava a ponto de um gozo que só crescia, como uma onda sugando as energias, se formando imensa,pronta para varrer tudo. Um dedo longo penetrou meus lábios vaginais, enquanto continuava a mechupar mais duramente. Gemia e ronronava, perdida, virando a cabeça de um lado pra outro,enfiando as unhas nas palmas, com uma vontade louca de tocá-lo, agarrá-lo, ser dele.German enterrou mais o dedo, que parou ao encontrar a barreira da virgindade. Então o moveudentro de mim, rodou-o, forçou-o um pouco. Uma ligeira dor me percorreu, mas o prazer era tantoque se perdeu em meio a ele. Latejei sem controle, meus músculos apertaram seu dedo, puxando-opara dentro. E aquela língua em mim, deixando-me louca!Foi quando o orgasmo veio voraz, violentamente. Gritei e German meteu o dedo de uma vez,com força. Algo se rasgou dentro de mim, mas eu já estava perdida em ondas quentes e densas. Puxouo dedo para fora, ergueu-se e montou entre minhas pernas, enfiando seu pau com tudo enquanto eugozava e gemia. Meu grito foi doloroso e prazeroso, quando o pau enorme pareceu me rasgar aomeio, enterrando-se até o fundo, colado e queimando. Na mesma hora ele retirou minha venda e seusolhos azuis penetrantes e intensos estavam nos meus, para que eu visse bem quem estava dentro demim, movendo os quadris, me comendo.– Ai, por favor ... Por favor ... – Nem eu sabia para que suplicava, se para que a dordiminuísse ou para que continuasse a meter aquele pau grande demais para mim, não interrompendoas ondas de gozo que me engasgavam e balançavam meu corpo.– Continue a gozar. – Murmurou, até que beijou minha boca, montando-me como um garanhãofogoso e bem dotado, sem pena, abrindo-me cada vez mais.E eu gozei e chorei, sacudi pernas e braços, ergui os quadris despudoradamente, senti avagina pegar fogo de dor e tesão, equilibrada precariamente entre um e outro. Suguei sua língua,busquei-o sofregamente, me perdi em meio a toda aquela loucura ímpar, alucinante.– Ah, Angie ... – Afastou a boca, fitou meus olhos, segurou meu rosto entre as mãos, comendo me mais e mais fundo, seu rosto um misto de prazer e perdição. – Olha o que você faz comigo, mamando em meu pau, gozando com essa bocetinha quente e apertada...E então se contorceu e gozou, gemendo rouco, seu rosto enterrando-se em meu pescoço, seusdentes cravando-se em meu ombro. Eu ainda latejava em resquícios do meu próprio gozo e fiqueimaravilhada quando me deu o dele, seu pau todo dentro de mim, latejando, ondulando, deixando-mesentir cada contração que o percorria, até que ficamos ali colados, exaustos pelo prazer descomunal,unidos.German apoiou as mãos na cama e se ergueu, saindo devagar. Ardeu muito e estremeci.Ajoelhado, soltou cada uma das amarras. Abracei-o na hora e ficamos lá, deitados juntos um ao lado
do outro, como um só. Fechei os olhos, sem poder acreditar que era verdade. Mas feliz ao me darconta que nenhum sonho poderia ser tão bom.
Notas finais
@Violeteros_BR beijos Mari
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