Cuando te vi

58 Eu a amo


Notas iniciais
Boa leitura!

Descolei a boca, sério, sentimentos vorazes e contraditórios me perturbando. Ordenei a ela:

– Não pare. Vou cuidar de você.

– Tudo o que quiser, querido.

Afastei-me e pus um preservativo. As pessoas continuavam olhando, falando baixinho.

Segurei a cane, que era uma espécie de cano, um dos objetos mais dolorosos do spanking. Deixava

marcas na pele, que ficava lanhada e vergões vermelhos e inchados. Era o que Nanda mais gostava.

– Incline-se sobre sua escrava e empine a bunda.

– Sim, senhor. – E Nanda praticamente se deitou sobre a escrava, continuando a fodê-la.

Comecei as pancadas com a cane em sua bunda. Ela gemeu e se tornou mais feroz em meter o

pênis de borracha, lambendo as costas de Adriana, oferecendo-se a mim. Fui bruto, do jeito que

gostava. Outra mulher desistiria bem antes, a pele ficando empolada nos lugares da pancada, mas ela

ficava ainda mais excitada. Adorava dor. Não gozava se ela não estivesse presente e, quanto maior a

dor, maior era o seu prazer.

Depois que a espanquei bastante, larguei a cane e meti dois dedos dentro dela. Estava

encharcada. Sem muito cuidado, levei os dedos ao seu ânus e os meti ali. Amava sexo anal e já fizera

tanto, que era muito fácil penetrá-la ali. Já tinha tido até minha mão toda lá dentro, até o pulso. Dizia

que era uma verdadeira cadela, cheia de orgulho.

Variamos bastante no jogo. Soltei Adriana e as duas se revezaram chupando meu pau. Depois

amarrei Adriana em cordas, pendurada de cabeça para baixo. Se revezava chupando a vagina de

Nanda e o meu pau, enquanto a balançava de um lado para outro. Enquanto isso, eu esfregava o

vibrador preto, em forma de microfone, em sua vagina e clitóris. Lutava para não gozar, ficava

atormentada, gemia roucamente.

Depois Adriana foi amarrada na cruz, de frente para mim. Fernanda ficou chupando seus

mamilos enquanto eu fodia sua vulva brutalmente e ela pedia para gozar. Por fim teve sua permissão

e gozou em volta do meu pau, puxando-me para dentro. Apesar de excitado, permaneci bem

controlado. A deixamos lá amarrada e Fernanda liberou os expectadores para se divertirem com ela.

Eu sabia o que queria. Que eu a ferisse e transasse com ela. E foi o que fiz.

Amarrei-a toda em uma cadeira. E peguei meu longo chicote de couro. Estalei-o no ar,

olhando-a duramente. Fitava-me excitada, corada, ansiosa. Quando comecei a chicotear seu corpo,

ondulou e sua expressão foi de puro deleite. O chicote lambeu sua pele na barriga, pernas, tronco.

Ela erguia a bunda do assento, se oferecia, pedia por mais com o olhar. Ficou toda marcada.

Embora soubesse que era masoquista a ponto de gostar quando o couro rasgava a pele, eu

sempre tinha o cuidado de não feri-la aquele ponto. Mas deixava vergões finos, que durariam alguns

dias.

– Mais forte, por favor ... – Implorou, agoniada.

Fui mai bruto, fazendo-a gemer, lamber os lábios. Aproximei-me mais e ordenei:

– Abra mais as coxas. – Quando obedeceu, dei um tapa firme com a mão fechada em sua

vagina. Por seu um local sensível demais, doía muito. E ela adorou. Mais dois tapas e sua

lubrificação escorria. Voltei a chicoteá-la, com violência. Mas por fim parei, sabendo que se

deixasse por conta dela só ficaria feliz ao sair dali sangrando.

Na caixa, peguei umas bolas negras e pesadas de pompoadorismo. Voltei, ordenando:

Levante a bunda da cadeira e fique parada.

– Sim, meu Lorde. Meu Dono. – Murmurou, oferecendo-se, a pele cheia de riscos vermelhos

causados pelo chicote, olhando-me cheia de volúpia e desejo.

Abri sua bunda e forcei a bola em seu ânus, pondo uma por uma, enquanto gemia, até estar

com apenas uma para fora, que se ligava às outras. Somente então segurei a cadeira, me inclinei

sobre ela e meti meu pau com força em sua vagina.

– Ah, Senhor ... Ah, como adoro isso ... – E ronronava enquanto eu a penetrava brutalmente,

toda cheia no ânus e na vagina. – Mais, por favor, meu Senhor ...

Uma das mãos eu apoiava no encosto da cadeira perto da sua cabeça. A outra passei a dar

tapas secos e duros na sua cara, enquanto metia nela como se a estuprasse. Fernanda delirou. Enfiei

então os dedos em sua boca, que chupou e lambeu sofregamente.

Eu estava no total controle de meus desejos e taras. Enquanto permanecia com o corpo

excitado, fodendo-a, parte de mim continuava distante e fria. Senti que poderia transar ali a

madrugada inteira sem gozar. Era estranho, pois em geral a minha fera interior vinha logo à tona com

aqueles jogos com Nanda, pois ela me deixava realizar tudo o que eu queria. Naquela noite não.

Fiquei um bom tempo comendo-a. Então, passei a puxar as bolas de dentro dela e foi à

loucura, sugando meu pau, gemendo rouca. Quando tirei todas, saí de sua vagina e comi seu ânus.

Sabendo que precisava de mais, fechei firmemente a mão em sua garganta e apertei. Ela foi ficando

vermelha, sufocando. Aliviei. Meti mais duro. Fiz várias vezes e senti que estava pronta. Quase frio,

ordenei:

– Goze agora.

E foi imediato. Fernanda gozou totalmente amarrada e violada, a pele lanhada, o pescoço

apertado. Quando acabou e desabou exausta na cadeira, saí de dentro dela e levantei. Pediu, rouca:

– Vem aqui gozar na minha boca, meu Senhor.

– Agora não.

Olhei em volta. Várias pessoas nos olhavam. Vi como algumas mulheres me devoravam com

os olhos, sorriam, deixavam claro que eu poderia escolhê-las. Muitas eram lindas. Mas não senti vontade de jogar com nenhuma delas. Deixei Fernanda na cadeira e fui soltar Adriana, que tinha sido

masturbada, chupada e espancada na cruz. Afastaram-se do caminho. Ela foi na mesma hora até

Fernanda e se ajoelhou a seus pés, de cabeça baixa.

Foi uma noite longa. Joguei com ambas por horas, sem gozar. Amarrei-as, espanquei-as, fodi

as duas. Algo me consumia e me fazia continuar como uma máquina, até que Adriana caiu exausta e

foi liberada. Continuei com Fernanda. Na Cruz, no cavalo, pendurada, deitada no chão enquanto eu

pisava em seu pescoço e fodia sua vagina com um grande vibrador. As pessoas entravam, viam,

algumas pediam para participar. Fernanda pedia por mais, tão suada quanto eu, depois de vários

orgasmos. Começou a se desesperar ao notar que eu continuava sob controle.

Pediu que eu a pusesse numa coleira. Foi humilhada. Permiti que uma domme do clube

jogasse com ela, enquanto ia tomar meu vinho. Assim como permiti que uma bela submissa de lisos

cabelos castanhos chupasse o meu pau enquanto eu estava sentado numa poltrona, saboreando minha

bebida.

Por um momento, imaginei que era Angie ali. Cheguei a fechar os olhos, mas era diferente. A

boca, a sucção, o contato. Tudo diferente. E naquele instante, cercado na masmorra por pessoas

estranhas, recebendo sexo oral de uma garota que sabia o que fazia, me dei conta que estava mudado.

Eu queria aqueles jogos. Queria aquele mundo. Mas com ela. Em algum momento, percebi que

faltava algo que eu tinha de sobra com Angie: sentimento.

Fernanda veio para perto de mim, beijando meu rosto, me fazendo abrir os olhos. Estava com

o olhar agoniado.

– O que quer que eu faça? Diga, German. Saia daqui! – Empurrou furiosamente a submissa que

me chupava e ela caiu no chão, afastando-se como um cachorrinho assustado. Nanda montou em meu

pau com preservativo, tomando-me todo dentro dela, movendo os quadris com volúpia. – Vem, meu

Lorde. Goze dentro de mim.

Eu fiz com que me abraçasse. Ajudei seus movimentos e me concentrei. Busquei

desesperadamente meu próprio prazer, mas só o consegui quando fechei os olhos e desisti de vez de

lutar. Imaginei claramente Angie ali comigo. E a fodi com tudo. O orgasmo veio e me varreu. Fernanda

sorriu satisfeita quando acabei, acariciando meu cabelo, beijando meus lábios.

– Que noite deliciosa! Bem vindo de volta, querido!

Saiu de cima de mim e entendi tudo. Como eu podia ser bem vindo de volta se nem estava

ali?

Foi naquele exato instante que assumi para mim mesmo que eu amava Angie. Desabei. Dor e

alívio me consumiram com a mesma intensidade. E senti muito medo.

Notas finais
@WorldOfAlonsoBr @Violeteros_BR beijos Mari