Cuando te vi
49 Ciúmes/Foto/Eu te amo
Notas iniciais
Boa leitura!
Em nosso canto na parede, escorreguei a mão direita até a coxa de Angie, o outro braço ainda
firme em volta de sua cintura. Quando subi a mão por dentro da saia do vestido, ela ficou nervosa.– Não, German.– Quietinha. – Ao chegar na virilha, enfiei o dedo dentro da calcinha e mergulhei-o entre oslábios vaginais completamente encharcados. Sorri devagar, metendo o dedo fundo dentro dela,sentindo-a latejar. Ficou dura, trêmula, dividida. Sussurrei em seu ouvido: — Está gostando.– Não estou ... – Negou, ansiosa.– E isso é o que? – Meti mais o dedo, que ficou todo melado.– Eu não sei. Acho horrível o modo como a tratam, mas ... Não posso evitar ... – Diminuiu otom de voz, ligeiramente arfante.– Eu entendo, Angie. Não se sinta culpada por isso.Mais pessoas se aproximavam de onde estávamos e a senti dura, desconfortável. Tirei o dedodevagar e ajeitei seu vestido. Relaxou visivelmente em meus braços. Beijei sua orelha com carinho edepois levei meu dedo ao nariz, sentindo seu doce cheiro de mulher excitada. Não pude evitar lambero dedo, embriagado por seu gosto, que me excitou ainda mais do que ver a ruiva sendo dominada.Angie fitou-me com olhos bem abertos, também excitada. Mas paramos ali.O casal se afastou e o dominador voltou a bater nela com o chicote de tiras. Então, quandosatisfeito, se afastou e um homem levemente obeso foi até ela, enfiando um dedo em sua vagina,masturbando-a, fazendo-a se retorcer. Era manipulada de várias formas, usada e tocada por quemquisesse. Angie prestava atenção, imobilizada.Com o canto dos olhos vi alguém se aproximar de nós e virei para ver quem era. Fernanda,usando um colado macacão de vinil preto com zíper na frente, os seios fartos em um decote profundo,com botas de salto agulha, cabelos caindo soltos pelos ombros e olhos verdes bem maquiados, vinhaolhando de Angie para mim, sua expressão inescrutável, mas seus olhos brilhando.Trocamos um olhar direto, penetrante. Angie só a viu quando parou ao nosso lado e senti comose enrijeceu. Os lábios pintados de vermelho de minha amiga e amante se abriram em um sorrisopredador.– Olha só o que temos aqui. Que surpresa! Oi, meu querido. – Inclinou-se e beijou suavementemeus lábios. Angie nos olhava, rígida, afastando-se um pouco de mim. Fernanda se virou para ela, bemmais alta, sorrindo docemente. – Angie! Como vai? Lembra de mim, não é? – E beijou-a nas duasfaces.– Lembro. – Estava agora ao meu lado, visivelmente incomodada, sem saber ao certo o quefazer. Segurei sua mão, não deixando que escapasse completamente.– Por que não me avisaram que vinham? Teria me disponibilizado para acompanhar vocês. –O sorriso não saía dos seus lábios. Eu a conhecia o suficiente para saber que não estava tão àvontade como queria aparentar, seus olhos sondando tudo, mas passeando claramente por minha mãoentrelaçada na de Angie.– Não vamos demorar. – Expliquei, sério.– Ah, não diga isso! Teremos um show hoje no palco esplêndido, com um grupo dedançarinos que veio da Espanha. – Seus olhos se voltaram para a minha acompanhante, que pertodela parecia uma menina. – Está gostando, Angie?– É ... Sim. – Era óbvio que queria ser apenas educada.– Pensei que nos dariam o prazer de uma sessão hoje! Já viu German com as cordas e o chicote,querida?– Vi.– Por que não experimenta? Não vai se arrepender!– Não, obrigada. Viemos só olhar mesmo.– Bom, se é assim ... – Deu de ombros e fitou-me. – Precisa aparecer mais, German. Muita genteanda perguntando por você.– Pode deixar. – Falei, embora soubesse que enquanto estava com Angie, seria bem difícil. – Ecomo vão as coisas por aqui?– Tudo tranquilo. Dispensei a Carol, devolvi sua coleira. Estou só com Adriana agora.Adriana e Carol eram suas escravas. Trabalhavam e viviam suas vidas normalmente durante asemana, mas sábado e domingo ficavam à disposição de Fernanda em sua casa e no clube. Aprimeira estava com ela há quase dois anos e a segunda há pouco mais de um. Eu já tinha transado ejogado com ambas, antes de ir para a Alemanha, junto com Fernanda. Fitei-a, indagando:– O que houve?– Não dava mais certo. – Parecia chateada. Devolver a coleira, no nosso mundo, era o mesmoque terminar um noivado ou um casamento. Eu nunca tinha tido uma escrava, não me prendiarelacionamentos. Mas sabia que Nanda gostava das duas.– E como você está?– Mal. Mas a vida segue, né? Vou procurar outra. Sabe que gosto de ter sempre duasdisponíveis. – Sorriu maliciosamente para Angie. – Não quer se candidatar?– O que? – Angie ficou muito surpresa. Na hora fez que não com a cabeça. – Não, obrigada.– Não sei se German, contou, querida, mas costumamos nos divertir muito juntos. Temos momentos memoráveis. Você seria bem vinda, Angie.Embora eu amasse Fernanda e estivesse ali também por ela, para fazê-la conhecer Angie e não
se sentir excluída da minha vida, eu sabia o que estava fazendo. Tentando mostrar sua importânciaem minha vida, nosso relacionamento antigo. Era óbvio uma coisa que poucas vezes vi vindo dela:estava com ciúmes.O pior é que podia notar o mesmo ciúme em Angie, o modo como olhava de mim para ela,como se sentia incomodada. Em vez das duas se darem bem, ou pelo menos amigavelmente, pareciamduas gatas se rondando, prestes a se atacar. A ideia tinha sido péssima, afinal de contas. Nem Angieestava à vontade, nem Fernanda mais tranquila.– Sim, German me contou da ... amizade de vocês. – Ana disse, sem sorrir ou forçar simpatia. –Mas prefiro que tudo continue como está. Infelizmente não sou tão moderna e sofisticada como vocês.Fernanda gargalhou.– Que gracinha! Uma jovem possessiva, não?– Nem tanto. Ou não estaria aqui. – Olhou-me pela primeira vez com raiva, irritada. Era comose me acusasse de alguma coisa.Fiquei surpreso. Em geral era tão doce e submissa, que nunca tinha visto aquele seu lado. Porincrível que pudesse parecer, aquilo me excitou. Tive desejo de dobrá-la, transformar aquela raivaem paixão, principalmente em uma cama. De repente, também não sentia mais vontade de estar ali.Queria voltar logo ao meu apartamento, passar uma noite com Angie, me fartando sexualmente com ela.– Bem, acho que vou deixar o casalzinho em paz. – Fernanda disse seca, o que me despertou.Fitei-a e vi a irritação e a mágoa em seu olhar. Por um momento, eu tinha a tinha excluído e Nandame conhecia bem demais para saber o que eu sentia.– Pare de besteira, Nanda. – Tentei reverter a situação. – É que hoje não vamos demorarmesmo. Mas nos falamos depois com mais calma.– Já vão? – Parecia não acreditar.– Sim. – Inclinei-me sobre ela e beijei seu rosto. – Cuide-se.– Sempre, querido. – Forçou um sorriso e beijou Angie na face. – Volte quando quiser. Confioem meu amigo aqui para deixar você mais ... preparada.Piscou com lascívia. Angie acenou com a cabeça, ainda muito séria.– Boa noite. – Foi tudo o que disse.Saímos de lá e entramos no carro sem dar uma palavra. Enquanto eu dirigia pela estradamovimentada de sábado à noite, ela olhava pela janela. O clima no carro era bem diferente daqueledescontraído no qual viemos. Lancei-lhe um olhar interessado, notando que Angie, como todo mundo,tinha crises de mau humor.– Está com raiva ou ciúme? – Indaguei, embora soubesse que eram ambos. De início não me respondeu, rígida na mesma posição. Insisti, duro: — Angie, estou falando com você.Ela se virou devagar, lábios franzidos, um pouco pálida. Fitou-me, sendo bem direta:– Não gostei daquela mulher. Deve achar que sou uma boba e que não entendi o joguinho dela.– Que joguinho?– Mostrar o quanto são íntimos e, se eu for sofisticada e submissa o bastante, posso “tentar”fazer parte da diversão de vocês. Sinceramente, pode ser sua amiga, mas é insuportável.Acabei sorrindo, o que a irritou mais.– Você ainda acha graça, German?– Não sabia que era tão ciumenta.– Não é ciúme. Só me senti ... suja. Aquele local, aquela mulher sendo usada daquele jeito ...– E mesmo assim ficou excitada.– Não sei o que aconteceu comigo! Mas depois que Fernanda chegou, tudo pareceu pior! É ummundo louco! – Desabafou o que na certa vinha pensando há algum tempo. – Não sei como umhomem inteligente e culto como você pode frequentar aquele ... Aquele ...– Continue. – Falei, sério, lançando um olhar a ela.Ana calou-se respirando fundo. Eu também estava irritado agora.– Termine o que você começou.– Estou louca por você, German, e sabe disso. Aceitei seus termos, pois era a única maneira deter um tempo com você. Os seus jogos me assustam, mas tenho que confessar que no fundo eu gosto.Mesmo que não entenda. Mas esse clube ... Nunca mais vou lá. Nem que você queira me obrigar.– E quando eu obriguei você a ir em algum lugar? – Fui bem seco.– Não obrigou, mas ...– Mas o que?– Me convenceu. E isso não vai acontecer mais. Eu estou ... Estou com raiva! – Desabafou,virando de novo para a janela. – Desculpe, mas quero ir para casa. Por favor.Fiquei muito irritado, com Angie, por estar se rebelando, quando eu a queria mais submissa efazendo minhas vontades; Com Fernanda, por tê-la provocado. E comigo mesmo, pela ideia semcabimento de juntar as duas no clube, como se fosse possível uma amizade entre elas. Dirigi furioso,mas calado.Já chegávamos perto do prédio em que eu morava na Barra, quando Angie se voltou para mim.– Eu quero ir embora, German.Eu a ignorei. Falou mais alto:– Foi um dia longo e agora não sou boa companhia. Por favor, me leve para casa.Entrei com o carro na garagem do prédio.- German...– Não.– Mas ... – Respirou fundo, tentando não perder o controle. – Vai me forçar a entrar, quandonão quero?– Vou. – Parei em minha vaga, soltando o cinto de segurança.– Foto. – Disse, no auge da sua irritação. Era a palavra segura. Olhei-a friamente. Saí docarro e dei a volta. Quando abri a porta do seu lado, recusou-se a tirar o cinto e disse de novo, comouma criança fazendo birra: — FOTO!Inclinei-me e tirei seu cinto de segurança. Ela reclamou:– Você disse que não me obrigaria a nada! Que quando eu dissesse a palavra, pararia na hora!– Isso só serve quando estamos transando!– Mas não quero entrar! Não quero transar com você!– Vai fazer as duas coisas.– Não vou! German! – Gritou quando a puxei e, sem a menor cerimônia, joguei-a contra meuombro esquerdo, batendo a porta com força. – Pare com isso! Eu não quero! Não quero!Se debateu. Mas segui até meu elevador particular da cobertura e entrei, levando-a sem omenor esforço.– Seu ... Homem das cavernas! – Estava furiosa como nunca vi, a voz trêmula. – Me solta!Descemos no último andar. Entrei em meu apartamento e só parei ao chegar do lado dedentro. Coloquei-a no chão e, antes que Angie tivesse tempo de esbravejar, eu a encostei na porta,segurei seu rosto e a beijei apaixonadamente, imobilizando-a com meu corpo, dominado por ummisto de raiva e tesão. Sabia que tentaria gritar a palavra segura para que eu não a tocasse, mas comoconseguiria com minha língua dentro da boca? Eu sabia que naquele momento a força não resolverianada Mas a sedução sim.Lambi e chupei sua língua, deixei-a sentir o quanto mexia comigo, o quanto eu a desejava. Eacabei realmente me perdendo em meus sentimentos e sensações, beijando-a com tudo que eu tinha,fazendo-a sentir o mesmo que eu. Foi assim que Angie capitulou e estremeceu, que parte da sua raiva ede seu ciúme virou tesão e retribuiu meu beijo, se tornando desesperada, faminta.Devoramos a boca um do outro. Minhas mãos escorregaram por seu pescoço e colo,pressionaram seus seios. Puxei o decote para o lado, deixando os dois montes nus, massageando-os,roçando as palmas nos mamilos duros. Arquejou em minha boca e a beijei ainda mais, excitado aoestremo, meu pau duro a ponto de doer.Foi assim que ergui ambos os seios e passei a mordiscar seus mamilos, chupando um edepois outro, enquanto me olhava embriagada, respirando irregularmente. Chupei duramente um, erguendo seu vestido, puxando sua calcinha com tanta força que a rasguei. Ela soltou um gritoestrangulado, mas já me acariciava também, tentava abrir minha calça.Tirei um preservativo do bolso e a ajudei. Em segundos estava com a calça aberta, a cuecaabaixada e meu pau embainhado na camisinha. Segurei-a entre as coxas, com o sangue bombandofortemente dentro de mim, abrindo-a e erguendo-a, enquanto olhava-a nos olhos. Penetrei-a forte efundo e Angie se arreganhou toda para me receber, molhada e escaldante, segurando-se em meusombros, arfando e gritando rouca.Entrei todo, meti tão fundo que a espremi contra a porta, dando estocadas que a fizeramondular e estremecer, sua expressão dominada pela mais pura e intensa luxúria.– Quer ir para casa, Angie? Diga a palavra segura agora! Diga! – Incitei, furioso edescontrolado pelo tesão, metendo nela com tudo. Pingava em volta do meu pau, a bocetinhalatejando, apertando.– German ... – Gemeu, também descontrolada.– Quer ir embora?– Não ... – Choramingou.– Por que não? – Acariciei seus seios com uma das mãos, sentindo os mamilos duros,empinados. Apertei um deles, beliscando-o, enquanto a fodia vorazmente.Não conseguia falar, confusa, embriagada pelas sensações incontroláveis. Gemeu rouca,
movendo os quadris, se esticando à beira de um orgasmo. Mas eu exigi, me enterrando todo dentrodela, parando:– Responda!– Por que ... Por que eu te amo.Por aquela eu não esperava. Fitei-a, chocado. Pensei que diria que era minha, que estavacheia de tesão, mas não aquilo. Embora soubesse que gostava de mim, mais até do que eu queria,receber uma declaração daquelas, cheia de emoção, fitando seus olhos puros e apaixonados, deixoumesem ação.Angie me abraçou, movendo a vulva quente e melada contra o meu pau, beijando minha face,toda feminina e entregue, murmurando:– Eu te amo, German... Sou louca por você ... faço tudo o que você quiser, meu amor ... Tudo ...– Porra. – Fechei os olhos, cheio de dúvidas, uma parte de mim gritando para mandá-laembora imediatamente, a outra já completamente dominada pela luxúria e por sentimentos confusos econtroversos. Quando enfiou as mãos em meu cabelo e deslizou tão apertada em meu pau, parei depensar. Gemi rouco e a penetrei mais e mais fundo, alucinado.Angie gritou, tendo um orgasmo. Eu gozei na hora, forte, intenso, perdido. Ondulamos e arfamosjuntos, completamente colados e agarrados, meus tremores se misturando aos dela.E as palavras ficaram para depois.
Notas finais
@WorldOfAlonsoBr @Violeteros_BR beijos Mari
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