Cuando te vi

37 Castigo


Notas iniciais
Boa leitura!

– Ah ... – Angie gemeu estarrecida, estremecendo, arfando.

Eu suguei com força, mamando com vontade, minha mãos firmes em sua cintura, deslizando

pelo quadril, até as laterais das coxas. Fui para o outro seio, mordiscando o mamilo, deixando-a no

limite entre dor e prazer. Subi as mãos pelas pernas, dentro da saia. Gemendo baixinho, Angie abriu as

coxas, como se fosse uma oferenda para mim. Segurei a calcinha, que não passava de um pedacinho

de nada fino, rasgando-a bruscamente.

– German ... Ai, German ... – Suplicou, tremendo, quando minha mão foi entre suas pernas. O tesão

ficou ainda mais violento quando senti sua vulva lisinha, toda depilada. O sangue latejou na cabeça

do meu pau, meu coração disparou. Meti o dedo nela e entrou no canal quente, apertado e molhado.

Angie fremiu, abrindo mais as pernas, mexendo os quadris e tomando mais do meu dedo em seu

interior. Suguei o mamilo fortemente e senti seu canal latejar, totalmente pronta.

Puxei o dedo para fora e voltei ao meu banco. Seus olhos arregalados e pesados estavam

fixos em mim, a respiração entrecortada fazendo os seios moverem-se, os mamilos vermelhos como

duas pequenas cerejas. Alterado pelo desejo voraz, pelo ciúme ainda latente e pela reação dela, eu

abri minha calça, baixei a cueca e segurei meu pau duro, onde saíam gotas de pré-sêmen da ponta.

Minha voz saiu rascante:

– Qualquer homem hoje nesse lugar podia ter puxado esse laço do seu vestido e visto seus

seios. Era isso que queria?

– Não ... – A voz quase não saiu.

Enfiei os dedos entre os fios sedosos do seu cabelo e forcei sua cabeça para baixo. Com os

braços amarrados para trás, os seios nus, a saia erguida mostrando quase tudo, caiu em meu colo, já

com os lábios abertos. Não resistiu ou tentou lutar. Enfiou meu pau na boquinha molhada, deslizandoa

sobre ele. Parecia gostar do castigo, emitindo sons roucos e abafados, chupando-me daquele modo

inexperiente e doce que tanto me excitava.

– Safada ... Isso, chupa meu pau. Vou gozar na sua boca. E você vai engolir tudo. – forcei

mais sua cabeça e engasgou, parando um pouco, respirando, voltando logo depois. Não dei trégua,

controlando seus movimentos, forçando-a até seu limite, fodendo sua boca do jeito que eu queria.

Desvairado, senti o orgasmo se formando e vindo, avassalador, poderoso, quente. – Porra, Angie ...

Porra ...

E ejaculei em sua boca, gemendo rouco. Ela engoliu como mandei, mamando tudo, seus

lábios grudados em volta do pau, sem tirá-los dali um segundo sequer. Estremeci, alucinado, tão fora

de mim que por um momento esqueci até meu nome, tudo o que sabia era que Angie estava ali, tomando

todo meu prazer como se fosse dela, entregue e obediente. Quando a última ondulação me percorreu,

passou a lamber todo meu comprimento, como se me saboreasse.

Puxei sua cabeça, fazendo-a se sentar ereta. Os cabelos caíam como uma moldura sedosa em

volta de seu rosto corado e dos lábios vermelhos, entreabertos. Respirava irregularmente,

obviamente cheia de tesão. Tentei me acalmar, recuperar meu autocontrole, mas ainda estava

enciumado demais, precisando de muito ainda para voltar ao normal. Ajeitei o pau dentro da cueca e

fechei a calça.

Naquele momento um grupo de jovens passou ao lado do carro, fazendo algazarra. Angie

arregalou os olhos, nervosa, olhando rapidamente para seu estado, seminua e amarrada. Suplicou:

– German, por favor ...

Os vidros impediam que nos vissem lá dentro, mas não falei nada. Inclinei para ela e senti

seu alívio, pensando que ia soltá-la. Mas apenas peguei o cinto de segurança e passei por seu peito,

prendendo-a ainda mais, sem poder escapar. Seus lábios tremiam.

– Eles vão me ver ... German, me solte.

Era uma visão estonteante, ali com o cinto entre os belos seios nus, os cabelos espalhados, os

olhos maiores do que alguma vez já estiveram. E na boca o gosto do meu esperma. Olhei para frente,

tentei ignorá-la e liguei o carro. Quando o pus na rua, pensei que diria sua palavra de segurança,

tamanho o seu temor em ser vista ali daquele jeito. Mas continuei a dirigir e Angie se manteve quieta,

talvez debatendo-se consigo mesma se dizia e desistia de tudo ou continuava naquele jogo onde eu

ditava as regras.

Dirigi, sem poder olhar em sua direção para não me distrair. E assim seguimos até estacionar

o carro na garagem do meu prédio. Quando saí do carro e dei a volta, abrindo a porta para ela,

suplicou, muito nervosa:

– Ajeite minha roupa. Vão me ver nua.

Talvez não soubesse, mas minhas duas vagas davam logo de cara com o meu elevador

particular, que dava direto na cobertura. A garagem estava vazia. Mas não a informei sobre aquilo.

Tirei seu cinto e a ajudei a descer. Tremia. A voz saiu fraca:

– Não faz isso ...

Bati a porta. Levei-a pelo braço até o elevador. Entramos. Ele começou a subir. Só então a

olhei. Arfava, linda, envergonhada, amedrontada. Subi o olhar dos seios aos seus olhos marejados,

fitando-a firme, quase convocando-a a dizer a palavra segura. Mas Angie não disse. Segurou meu olhar

o quanto pode, depois baixou-os, rendendo-se.

Quando entramos em meu apartamento, deixei-a na sala e disse baixo:

– Fique aqui.

Fui ao quarto. Peguei o que queria e voltei à sala, já levando-a até o sofá. Fiz com que se

deitasse de bruços. Estava dominado pela luxúria, pela vontade de dobrá-la, soltar minhas taras, meus desejos mais perversos. Ela olhou para trás assustada, mordendo os lábios, indagando

baixinho:

– O que vai fazer?

– Castigar você.

– Por quê?

– Ainda pergunta? Diga-me por que. – Ergui sua saia até a cintura, expondo sua bunda

redonda e nua. Tesão me engolfou na hora, mas cerrei o maxilar, tentando me controlar.

– Eu não sei. – Tremia visivelmente, nervosa, seus olhos indo de mim para a caixa ao meu

lado. Tirei de lá mais uma corda. Juntei seus pés e amarrei os tornozelos um no outro. Agora estava

totalmente ao meu dispor.

Deixei-a sentir isso, perceber que estava presa, sozinha comigo naquele apartamento. E que

eu parecia pronto para levá-la ao seu limite. Somente então tirei da caixa um par de chinelos ainda na

sacola, nunca usados. Peguei apenas um. Seus olhos se arregalaram.

– Não, German , eu não quero ...

– Aqui não importa o que você quer e sim o que eu quero. Vamos refrescar a sua memória.

Por que vai ser castigada?

– Eu ... Por que gozei naquele dia, na terça, sem permissão. – Disse sem tirar os olhos do

chinelo de borracha que eu segurava, sentado na beira do sofá. Quando ergui o chinelo, o pânico a

dominou: — Não ... Pare ... German, eu não quero ...

Olhando-a fixamente, estalei o chinelo sobre o globo direito e redondo da bunda, bem no

meio. Angie gritou, rouca, se debatendo. Apoiei a mão livre sobre suas costas, muito excitado, a voz

autoritária:

– Por que está apanhando?

– Eu não sei ... – Choramingou, tremendo. – Pare com isso ...

Dei uma chinelada no lado esquerdo agora e seu corpo estremeceu. Podia ver sua luta, talvez

sem saber se gostava ou não daquilo, sem estar acostumada e assustada. Disse rapidamente:

– Por que fui hoje no Loretta sem você!

– Quase. Está perto. – E mais uma chinelada. Gritou rouca e lágrimas pularam de seus olhos.

Olhei as marcas avermelhadas e senti um desejo absurdo de beijá-las, de abraçá-la, confortá-la. Mas

ao mesmo tempo aquele jogo de poder e dominação fazia meu sangue se tornar mais espesso, meu

pau ficar completamente ereto, o desejo aflorar em seu auge.

– Não sei por que ... German, eu ... Por que alguns rapazes deram em cima de mim? – Murmurou,

trêmula, virando o rosto para me olhar. As lágrimas me comoveram e excitaram. Larguei o chinelo e

me levantei.

– Viu como você sabe?

– Mas não fiz nada ...

– Deixou que tocassem em você, que falassem em seu ouvido, sorriu para eles. – Comecei a

tirar sua blusa e saia pelos quadris e pernas, enquanto me olhava quietinha, os cabelos caindo sobre

ela, a bunda redonda e vermelha, quente. – E você é minha, Angie. Só minha.

Vi como estremeceu, abalada, ansiosa, mordendo os lábios. E sob seu olhar, deixei-a

completamente nua.

Notas finais
@Violeteros_BR beijos Mari