Cry of Legacy

8 Cry of chaos II


Notas iniciais
Yo, minna! Me desculpe pelo atraso deste capítulo, tipo já estava pronto a um mês atrás mais eu estavam sem tempo até de edita-lo. Além deste capítulo tenho outros prontos mais ainda falta editá-los também. Mais não se preocupem, está fic terminará antes do ano terminar.

“Naquele dia, uma explosão coloriu aquele céu azul quando todos nós estavam dormindo. Eu não queria morrer...”

By Levy

— Acordem seus molengas! – esbravejou Raago, irritada. Pois enquanto no convés estáva o maior alvoroço com os ataques , os magos da Fairy Tail estavam dormindo sossegados. — Estamos sendo atacados pelas forças especiais da fronteira.

Todos acordaram com a chamada da proprietária do navio e também com o rebuliço das explosões. Com isso eles se levantaram, subiram as escadas e olharam para cima. Ficaram imóveis.

— O que é isso? – perguntou Gildarts, sério.

— Então era isso que aqueles gêmeos diziam – comentou Liz, focando o céu.

— É impossível até para nós – disse Romeo, assustado.

— Nós falamos que seria impossivel atravessar sem sermos notados, agora – disse Raago, puxando para sua frente um bastão cor de rosa com várias estrelas de todos os tamanhos. — É tarde demais para se lamentar!

Rajada de estrelas!

Estrelas sairam do bastão de Raago e tomaram a forma de um poderoso ataque ou era o que parecia que atacou o alvo que estava flutuando no céu. Um escudo invisivel protegeu a jovem garota que tinha cabelos longos e vermelhos com uma amarração na lateral de sua cabeça e uma franja decorando seu rosto, tinha olhos castanhos e usava um uniforme bastante peculiar ao de um oficial. Lá no fundo, notava-se que ela era fria mesmo assim mostrava um olhar triste.

Sem quaisquer palavra de negociação o navio fora atacado em massa por várias bolas de fogo saindo de uns buracos no céu. Os magos ali presentes, usaram suas magias para defender o navio e a todos que estavam nele. Raago e Ruugo dirigiam saíram da frente de batalha e assumiram a direção tentando levá-los para mais próximo da costa. A oficial percebeu que quem impulsionava os magos a lutarem estavam na cabine. Preparou-se.

Enquanto os ataques eram lançados em massa, a garota fez um simbolo com as mãos formando um triangulo e logo um circulo, contendo o minúsculo poder escapulir de sua mão. Já instável, ela gentilmente soltou. Os magos da Fairy Tail viram algo brilhante cair do céu como se fosse um dente de leão e estava indo de encontro para cabine de Raago e Ruugo.

Quando o pessoal percebeu que era um ataque inimigo, já era tarde demais. Aquele gentil elipse de poder acertou em cheio a cabine. No mesmo instante, causou um enorme buraco em todo o navio, transformando tudo que estava ali em poeira. Todos ficaram apavorados.

— Raago, Ruugo, não pode ser... – disse Wendy, tampando sua boca com as mãos enquanto lágrimas saíam de seus olhos.

— Desgraçados! – esbravejou Natsu, chorando em fúria para a inimiga.

A garota de cabelos vermelhos apontou seu dedo indicador para eles, uma luz negra saiu em alta velocidade atacando o navio com tudo. Uma enorme explosão aconteceu destroçando o navio completamente.

Na costa do continente, Natsu e seus amigos estavam a salvos. Não conseguiam entender o porquê mais sabia que era um truque dos proprietários para tirá-los de lá em caso que as coisas ficassem feios. Todos ficaram depressivos por algum tempo, pois para eles aquelas duas crianças era como seus irmãozinhos mais novos. Depois disso, saíram da costa antes de serem vistos pelos oficiais.

Algumas horas depois, o fogo já havia se apagado.

— Ei Ruugo...

— O que foi Raago? – disse Ruugo, enquanto olhava para o céu limpo.

— Será que eles ficarão bem? – perguntou Raago, em pé, ao lado de Ruugo.

Ruugo se levantara. Os raios de sol atravessavam seus corpos e batiam na madeira queimada de seu navio. Os dois estavam meio transparentes, como se existissem e ao mesmo tempo não existissem.

— Quanto a isso... Já não posso afirmar Ruugo.

— Sim!

Uma sombra apareceu atrás deles, uma bastante familiar. A garota ao qual atacou o pessoal da Fairy Tail, estava encarando-os com um olhar frio e ao mesmo tempo triste enquanto pegava na cabeça de sua espada embainhada.

— Pensei que vocês eram devorados de almas humanas – disse a jovem, afastando um pouco a cabeça da espada com seu dedo, aparecendo um fio de sua lâmina. — Mesmo assim vocês não devoraram aquelas almas. O que vocês estão tramando?

— Nós não estamos tramando nada! – esbravejou Raago, irritada.

— Queremos ser seus observadores dentro desta maldição, só isso Irina – disse Ruugo, com as mãos sobre a nuca. — Você também, não é?

— Você não os matou, isso é raro vindo de uma SS como você.

— Eu... Sou somente uma observadora de nossa Deusa Elima – comentou Irina, escondendo a lâmina na bainha e passando pelos gêmeos, olhara para o céu. — Sou uma das testemunhas desta terra amaldiçoada e nada mais.

— Todos os SS são assim, vazios... – disse Ruugo, olhando para as costas de Irina se distanciando dali.

— O que iremos fazer agora, Ruugo?

— Iremos observar. A propósito já estamos mortos mesmos, fomos mortos pela Irina há três séculos atrás.

— Sim, ela não mudou nadinha desde aquela época.

— Magos da Fairy Tail que se cuidem, se Irina entrar em seus caminhos de novo não esperem uma segunda chance de saírem vivos.

— Ela não será piedosa uma segunda vez.

Algum tempo depois, o grupo de magos se encontravam caminhando dentro de uma densa floresta com as folhagens das árvores tampando o céu. A floresta estava úmida como se tivesse chovido. Estava silencioso.

Ao se afastarem de um lago que passara, ouviram grunhidos de animais e logo um som de galhos quebrando. O grupo da Fairy Tail pararam de se mover e se prepararam olhando para todos os lados. Foram surpreendidos por um macaco pulando de galho em galho. Passaram por um momento de alívio quando foram acuados por um terremoto que os desequilibraram e logo um poderoso chute na cabeça do Laxus que o jogou longe do grupo.

Evergreen, Freed e Bickslow se separam do grupo para acudir o Laxus que estava caído no chão.

— Isso é...? – pensou Erza, olhando para o grupo se desfazendo. — Pare! É uma armadilha!

Já era tarde demais. Os três companheiros de Laxus foram atingidos por um cristal que mudava de cores como se fosse um arco-íris e desapareceram. O cristal ficou a flutuar no ar por algum instante até que começou a rachar e estilhaçou-se em vários fragmentos.

O grupo apavorado com o que acontecera, prepararam-se para contra-atacar o inimigo invisivel mais foram parados pelo Laxus que estava se levantando.

— Idiotas! Corram o mais rápido que puderem! – esbravejou Laxus, irritado enquanto se levantava. — Este não é um inimigo para vocês.

— Ei! Eu não irei Fugir! – gritou Natsu, com os punhos fechados. — Lucy está nos esperando.

— Você é idiota mesmo Natsu – disse Laxus, com um sorriso na face. — Se todos morrerem aqui não sobrará ninguém para salvá-la. Ela com certeza ficará triste e se sentirá culpada por nossas mortes.

— É isso mesmo Laxus – disse Mirajane, concordando com o que foi dito pelo Laxus. — Não podemos tornar nossa vinda para cá em vão.

— Pense nos irmãos Ruugo e Raago que sacrificaram suas vidas pela nossa – disse Lisanna, lembrando de como chegaram naquele continente.

Com o acordo feito por eles, Laxus ficara de pé enquanto o resto do pessoal fugia daquele local. Estava silencioso. Um vento soprara, as folhas farfalhavam entre si.

— Você está aqui, não é mesmo?

Ao redor do Laxus, algo o observava de longe. Olhara para os lados. Se aproximando lentamente, Laxus sentiu uma presença e olhou para trás mais era somente um coelho de pelos negros. Um riso maléfico se fez no ar.

— Eu sempre estive aqui. ♫

— Apareça e lute comigo – disse Laxus, todo sério de braços cruzados.

— Lutar com você? – a voz se fez presente próximo do local do Laxus. — Não valeria a pena derrotar um fracote como você. ♫ Isso mesmo! Um fracote que precisa de companheiros para não morrer ou se acha maioral e manda todos correrem como uns cachorrinhos com o rabo entre as pernas.

— Pois quem mais se parece com um cachorrinho com o rabo entre as pernas é você – disse Laxus, tentando provocar o inimigo. — Bem, já não posso fazer quanto a sua corvadia.

— Você acha mesmo que cairei nesta provocação barata? Vocês forasteiros, não sabem nada desta terra por isso irão sofrer ♫. O que desejas? O que quer tomar desta terra? Só o desepero sobrará no final! Até lá se divirtam como uns i-di-o-tas. ♫

A voz ficara quase inaudivel, se ouvira risos de longe muito longe. Laxus percebera que sua intenção era de separa-los. Com isto em mente, ele correu depressa pelo caminho que o pessoal havia tomado. Mais algo estava errado. Desde o começo tudo estava errado. Será que caíram em uma armadilha? Foram fisgados do navio como um peixe, a floresta que adentraram era como um resevátorio e o inimigo misterioso era o pescador pronto para abater à pesca.

Mesmo correndo pelo caminho já tomado, sempre chegava no mesmo lugar. Estava dando voltas no mesmo lugar. Pensara que os outros tivesse caído na mesma armadilha mais seus pensamentos era sobre como ia quebrar aquela ilusão de estar no mesmo lugar. Não havia ninguém ao seu redor e não pressentia nada.

Depois de muito tempo, Laxus se deu por vencido e se sentou no chão de braços cruzados esperando que Natsu e os outros já estivessem fora da floresta.

— Laxus – disse Evergreen. — Você está me escultando?

— Saía daí! – gritou Freed para com a Evergreen. — Você irá irritá-lo.

— Laxus-sama, abra seus olhos – disse Freed, com um ar de preocupado. — Você não está mais no naquele continente. Ouça nossa voz e acorde!

Tudo se apagou. Batidas de coração foram ouvidas. A visão do rosto da Evergreen, do Freed, do Bickslow e do Makarov fez-se presente. Laxus estava-os olhando, confuso do que havia acontecido.

— Laxus você está bem?

— Aonde estou? – perguntou Laxus, meio tonto.

— Estamos na Fairy Tail – disse Makarov, nada contente. — Evergreen contou o que havia acontecido.

Laxus se levantou da cama a que estava repousado e viu que não era só o seu grupo. Cana, Gildarts, Mirajane, Lisanna e Elfman foram pegos pela mesma coisa que os levarão de volta para o reino de Fiore.

— Não entendi como fomos trazidos para cá – disse Mirajane.

— Só fomos atingidos por um cristal e quando acordamos... – disse Cana, irritada com o ocorrido.

— Já estavamos aqui, na Fairy Tail – disse Lisanna, completando a frase de Cana.

— Espero que os outros estejam bem – disse Makarov, enquanto ascendia seu charuto.

No continente desconhecido, os remascentes da trupe da Fairy Tail estavam sentados ao redor de uma mesa. Estavam em uma sala espaçosa com uma chaminé acessa. Uma sombra apareceu por trás do Natsu.

“Estou esperando.”