Cry of Legacy

7 Cry of chaos I


Notas iniciais
Voltando a história depois dos acontecimentos de Cry of death I Pensarei ainda qual vai ser o dia que o próximo será postado.

― Não entendi muito bem o que vocês querem dizer, mais vendo que Lucy não está com vocês – disse Makarov, de braços cruzados. ― Declaro uma missão de emergência: Resgatem a Lucy!

― Sim! – gritaram todos os magos de pé causando uma grande algazarra na guilda.

― Pessoal, eu tenho noticias de sua amiga! – disse Liz, que chegara correndo até a multidão ali formada. ― Doroth-sama encontrou uma pista de onde ela pode estar.

― Nos leve lá imediatamente! – esbravejou Natsu, deixando Liz nervosa.

― Ela está em uma cidade que fica fora do reino de Fiore – disse Liz, respirando fundo e olhando para todos ali. ― A cidade se chama Egyrra, o único meio de chegar nela é por meio de embarcações.

― E porque não podemos voar até lá? – perguntou Erza, intrigada. — Poderiamos pedir emprestado a Christina a Blue Pegasus.

― Porque a cidade fica em um continente desconhecido para nós. – disse Liz, com seu dedo indicador levantado para cima. — Segundo um emissário de lá, quem tentar forçar a entrada é morto antes de chegar à grande cúpula invisível que protege o continente de andarilhos vindos de outros lugares.

― Como assim? – perguntou Gray, de braços cruzados e só de cueca, deixando Liz totalmente envergonhada.

― A-Até onde sei... Lá é um continente perigoso e acontecem várias guerras de grande extensão territorial.

― Humm... Então posso classificar está missão em classe S.

― Eu acho melhor você aumentar para mais um “S” velho Makarov – disse Doroth, entrando no grande salão da guild. ― Se vocês querem salvar sua amiga, deve mandar os mais fortes.

― Velha sábia...?

― Que indolência.

― Doroth-sama – disse Liz. ― Mas...

― E leve essa minha aprendiz inútil com vocês, vocês precisarão dela para garantir a segurança na entrada.

― Certo! Contamos com você Liz – disse Erza, dando um “leve” tapa nas costas de Liz.

― Escutem! Aqueles que irão para essa missão será: Natsu, Erza, Gray, Wendy, Charles, Happy, Gildarts, Kana, Mirajane, Lisanna, Elfman, Laxus, Romeo, Levy, Freed, Bickslow, Juvia, Evergreen, Gajeel, Lily. Preparem-se!

― A partida será amanhã às quatro. – disse Doroth, colando sua bengala em sua frente apoiada, firmemente, no chão. ― Cheguem atrasados e vocês não conseguirão entrar no navio que sairá do porto neste mesmo horário.

― Sim! – responderam os escolhidos.

― Dispensados! – gritou Makarov, aproveitando a empolgação dos magos ali presentes.

Às 3:40 da manhã, todos já estavam no porto, mais não viram o navio que era para está no cais. Aos 10 minutos para às 4 da manhã, um navio misterioso apareceu de dentro de uma densa névoa. Uma rampa foi colocada para fora do navio repousando no cais.

― É ele! – gritou Liz, acordando todo o grupo. ―Rápido! Entrem depressa antes que parta!

Todos se acordaram. Pegaram suas coisas e saíram correndo até a rampa onde logo entraram no navio. Às 4 em ponto o navio partiu dentro da névoa. Era tudo esquisito, não havia ninguém na tripulação.

― Estranho... – comentou Levy, assustada.

― Eles devem estar dormindo, não é? – disse Wendy, tentando acreditar em suas próprias palavras.

―Natsu, estou com medo – disse Happy, se escondendo atrás do Natsu.

― Humpf você com medo de um navio – resmungou Charles, toda corajosa.

― Ei Liz, este é o navio que vai para aquele continente onde está Lucy? – perguntou Gray, apontando para o navio.

― Sim! ― Natsu, Laxus e Gajeel, você não estão enjoados? – perguntou Levy, intrigada.

― Que crianças adoráveis, não é Ruugo? – disse uma voz feminina e infantil, dentro da névoa.

― Sim, sim! São crianças adoráveis Raago – disse outra voz agora masculina e infantil, escondida pela névoa.

― Quem são vocês!? – gritou Natsu.

― Sejam homens e apareçam! – gritou Elfman.

― Ei, Ruugo eles são tão engraçados. Não é mesmo? – disse Raago.

― Porque esses três rapazes não estão enjoados é uma ótima pergunta, não é? – disse Ruugo, refletindo a pergunta da Levy.

― Sim, sim. Porque será mesmo? – disse Raago, rindo logo após.

― Sabe forasteiros... Este navio é mágico. Estamos navegando e não estamos, é uma loucura!

A névoa estava mais densa ainda. Eram quase imperceptíveis as vozes que vinham da névoa chegarem em seus ouvidos. Por um momento, tudo estava silencioso ao ponto de tudo aquilo só fosse um sonho maluco.

― Yo, saudações meus camaradas — disse alguém ao sair da névoa.

― Desculpe meus modos e de minha irmã, me chamo Ruugo. Sou o dono deste navio.

― Me chamo Raago, sou irmã de Ruugo. Sou a dona deste navio.

Os dois irmãos era de estatura baixa e vestia umas vestes engraçadas como se fossem nobres “palhaços”. Em seus rostos havia símbolos da lua e da estrela, seus cabelos eram médios, loiros e cacheados.

Quando o grupo da Fairy Tail os vira, por um momento, ficaram surpresos — não por eles apareceram de repente e sim porque fizeram toda aquela cena e no final pareciam dois palhaços acabados de sair de um circo. Todos caíram em risos deixando os irmãos boiando no vácuo.

― O que foi? – disse Raago, fazendo uma pose de curiosidade. ― O que é tão engraçado?

― Falamos algo engraçado? – perguntou Ruugo, pensativo.

― Esses gêmeos são tão engraçados – disse Natsu, em voz alta, dando um largo riso com as mãos na barriga mal conseguindo se aguentar.

― Somos engraçados?

— Parecem mais palhaços de um circo – disse Kana, em voz alta. — Me respondam uma coisa: este navio é o seu circo flutuante?

― Que insolência! – esbravejou Ruugo, irritado. ― Não haja assim com quem os ofereceu uma carona até a fronteira da morte!

― Fronteira da morte? – perguntou Erza, intrigada.

― Humpf.

― Vocês não sabem o que é a fronteira da morte? – perguntou Raago, preocupada.

― Não – disse todos juntos, sem graça.

― Onii-chan... Iremos morrer! – esbravejou Raago, em desespero.

― Não pode ser! Qual o objetivo de vocês então?!

― Nossa amiga foi sequestrada por um grupo suspeito vindo desse continente. Disseram-nos que chegaríamos lá se pegássemos este navio – disse Erza, olhando-os seriamente.

― Entendo a situação, mas... Se vocês não tiverem uma autorização para entrar lá, eles atacarão.

― Na pior das hipóteses, todos nós morreremos.

― Humpf... Nós somos da guilda mais forte do reino de Fiore.

― Ser os mais fortes do reino de Fiore é uma coisa, a outra é serem os mais fortes deste continente. Eles são uns monstros! – retrucou Raago, irritada.

― Até eu e minha irmã somos fracos perante a guarda deste continente.

― Guarda? – perguntou Gray, interessado no assunto. ― Como assim?

―Este continente é protegido por 21 núcleos de guarda por toda a fronteira de dentro pra fora dentro. É impossível passar! – disse Raago, tentando convencê-los.

― E se contar que cada país tem seu próprio exército, guildas, organizações e outras coisas mais, tudo para dificultar a vida de um forasteiro. Eles não só se limitam em usar magia – comentou Ruugo, dando suporte a sua irmã.

― Deuses ou demônios têm uns que podem ser considerados os dois. Eles são uma barreira impenetrável – disse Ruugo e Raago, em certa sincronia. Seus rostos estavam sérios e nenhum momento mudou essa expressão.

― Que venham! Nós iremos destruir todos que chegarem perto de nós! – disse Natsu, com auto-confiança.

― Vocês, realmente, são interessantes – disse Raago, dando uma breve olhada naquele grupo de magos confiantes de suas habilidades – Espero me divertir muito vendo o desespero de vocês quando essa confiança for despedaçada.

― Devemos chegar à fronteira em dois dias – disse Ruugo, com um olhar maligno. ― Aguentem até lá, forasteiros.

“Não morram, por favor.”

Notas finais
Eu estava editando a história aqui quando percebi que estava incompleta... Aff todo o trabalho pra nada. Terminei de digitá-la 6 dias antes de postar, daí meu "irmãozinho" formatou o pc onde estava tudo. A minha sorte foi que me lembrei que eu havia salvado no e-mail. Toda preocupação para nada. rsrsrs