Cruéis Intenções
1 Capitulo I - Senhorita Martinez
Notas iniciais
Quero que não deixem de comentar por favor por causa da frequencia de postagens. Eu estudo muito de manhe e de tarde por isso não vai dar para postar todos os dias.
Boa leitura.
Era uma pacata tarde de final de verão em Lafayette. Os inseparáveis amigos de infância brincavam de carrinho. Afinal os dois ainda tinham apenas oito anos. Willian e Jeffrey dois garotos muito bons. Se conheciam desde o nascimento. Suas mães deram entrada na maternidade no mesmo dia, quase que na mesma hora. Viraram companheiras de quarto na maternidade e não se desgrudaram mais. A amizade das mães ocasionou na amizade dos bebês. Desde desse fato elas não desgrudaram mais Willian e Jeffrey. A amizade sempre foi pura e inocente, um sempre abria mão de algo para o outro.
O tempo foi passando de apenas meninos, eles passaram a ser garotos de belezas distintas e singulares. Willian fazia o tipo Don Juan, enquanto Jeffrey pagava de bom moço. Eles não eram politicamente corretos, mas Jeffrey chegava a ser mais discreto por ter um jeito calado. Já o Willian era a dor de cabeça do padrasto e da mãe, a cidade inteira sabia quem era Willian Bruce Bailey.
Willian era o terror dos pais que tinham filhas e o bad boy mais queridinho das assanhadinhas. Dormia com metade da cidade e dispensa as mais desavisas com uma simples desculpas de ser muito novo para compromisso. Os dois levavam uma vida bem agitada, apesar de Lafayette ser um lugar calmo e pequeno. Freqüentavam varias festa, bebiam em bares e se divertiam com as garotas.
Jeffrey fazia a maior questão de ser o espelho do pai, que tinha uma oficina na cidade. Não se importava de sair sujo de graxa ou perder compromissos importantes com os amigos. Afinal ele tinha que manter a pose de bom moço. Quase sempre se encontrava na oficina e ouvia tudo que seu pai tinha a ensinar. Em uma das raras tardes que ele se permitia descansar, ele ia ao quintal de Willian matar o tempo falando besteiras e bebendo suco de laranja feito pela mãe de William.
Em uma dessas tardes olhando a mudança dos novos vizinhos, as casas do quarteirão eram ocupadas somente por pessoas com dinheiro ou alta posição na sociedade. Foi uma surpresa muito grande para Jeffrey olhar uma bela garota de roupas surradas ajudando seu humilde pai a colocar as mudanças na nova recém adquirida casa. Com um intuito de socializar com a bela moça foi oferecer sua ajuda.
- Posso ajudar a senhorita? – Ele sorriu todo galanteador o que só fez a pobre menina olhar apavorada para ele. Por um segundo Jeffrey ficou na duvida se ele era realmente pai da bela moça.
- Papai este moço da casa aqui da frente esta oferecendo nos oferecendo ajuda. – Jeffrey se sentiu um tanto estranho pela moça não lhe corresponder de primeira, mas preferiu não se abalar.
- Que educado de sua parte rapaz. Eu sou o novo pastor da igreja do bairro sou Alejandro Martinez e esta é minha filha Lourdes. – O rapaz de cabelos negros analisou a moça mais detalhadamente. Humilde, quieta e bonita. Típica boa moça.
- Sou Jeffrey Dean Isbell moro na esquina logo ali, meu pai é dono da oficina da cidade e estou na casa de meu amigo Willian é ruivo que vem logo ali. – Ele olhou ate o outro lado da rua aonde um desesperado ruivo vinha. – Willian, resolvi oferecer ajuda aos novos moradores. – Jeffrey sorriu forçado ao amigo que compreendeu o recado. Tantos anos juntos os fez saber cada peculiar característica um do outro inclusive quando mandavam sinais uns aos outros.
- Desculpe minha falta de educação. Sou Willian Bruce Bailey e moro aqui em frente. – O pastor repetiu sua breve explicação e Willian gostou do que viu na garota. – Vai estudar na escola da cidade? – Era só um pretexto para puxar conversa com a jovem Lourdes.
- Não, eu estudo em casa. Meu pai disse que este ano ele iria me por na escola só tenho que aguardar. – Tanto Jeffrey quanto Willian ficaram sedentos por uma resposta da parte de Lourdes. A voz da jovem moça era doce.
Jeffrey foi o mais decepcionado pela reposta. Mas ele não ia desistir de conquistar a garota. Ele não tinha percebido um fator muito importante Willian também parecia visivelmente interessado na garota. E eles tinham um lema quando um estava interessado o outro cedia, mas nenhum dos dois percebeu o infeliz incidente. Quem chegasse primeiro pegava, era simples a regra.
Passaram o resto do dia ajudando na mudança e tentando arrancar alguma fala de Lourdes. A menina por sua vez se sentia completamente atacada e com a privacidade invadida por tantas perguntas nada sutis. Ela não estava acostumada a tanta atenção. Principalmente de membros do sexo oposto. O lema de seu pai era se um garoto vir perto de você, não responda-o. Mas naquela situação o pai dela exigia que ela fosse completamente educada.
Sua cabeça estava um a mil. Como dois garotos bonitos podiam disputar a atenção dela? Ainda mais o moreno. Ele era misterioso, calmo e sedutor. Como ele poderia se interessar por ela uma garota sem graça e com roupas fora de moda. O ruivo não era seu principal alvo de interesse ela o achou um tanto tagarela, alem de ter uma cara de mau.
Depois de umas duas semanas instalada na casa, Lourdes passou a freqüentar as pregações de seu pai. Na igreja ela sempre via Jeffrey e toda sua família lá. Isso a motivava a conversar com o rapaz. Que hora sim, hora não ficava em duvida se ele realmente queria chegar à moça. Ela não era como as demais moças, ela era pura, angelical e quando conversavam ela chegava a se parecer com uma criança por tamanha inocência.
- Foi uma ótima pregação pastor. – O pai de Jeffrey era muito religioso, apesar da tamanha ganância do qual era conhecido. – Minha família e eu viemos convidar o senhor para o jantar de domingo mais tarde lá em casa. – De fato o Sr. Isbell achava que redimiria todos seus pecados colocando um homem santo dentro de casa. O pastor Alejandro não era santo, longe disso.
- Nós vamos comparecer sim. Creio que será muito agradável. – O pastor sorriu e sua filha vibrou internamente.
O que ocorreu depois foi resultado do jantar agradável, uma amizade do pastor com a família Isbell. Jeffrey tomou coragem e pediu ao pai de Lourdes para namora – La. A duvida de Jeffrey tinha cessado assim que o seu pai tinha lhe dito que iria abrir uma loja de presente. Willian ficou um tanto irritado por ter perdido a garota, mas tudo bem ele tinha o resto da cidade.
O namoro de Lourdes e Jeffrey era muito vigiado e isso o irritava muitíssimo. Ele queria leva –la para passear, tomar sorvete e não podia eles apenas podiam ficar juntos na presença do pai de Lourdes. Foi assim durante um ano e meio. Tempo suficiente para Jeffrey terminar a escola e ingressar de vez na profissão do pai com recém ganhada oficina. Com os seis meses de trabalho ele conseguiu (com a ajuda do pai é claro) comprar uma humilde casa no final do bairro.
William e Jeffrey já nem estavam mais tão próximos. William se desviava cada vez mais da conduta de bom moço ele não era tão mal ainda restava um pouco de educação que sua mãe tinha lhe inserido, mas recebeu com surpresa a noticia de que iria ser padrinho do casamento de Jeffrey. Ele achava que Jeffrey não conseguiria o que queria com a garota, mas a noticia tinha acabado com suas esperanças.
Notas finais
a.( )Ana se mata e não escreve nunca mais.
b.( )Não acredito que vou ter que esperar uma semana para saber o resto!
c.( ) - Vocês podem opinar o quiser -
Bom queridos ate semana que vem. Saibam que eu respondo todos os comentarios e estou muito feliz por essa fic, meu projeto mais ambisioso e eu nunca escrevi nada parecido. Críticas são bem vindas.
;*
Fale com o autor