Cruel
27 Um Oceano Perdido
Notas iniciais

Satisfeita, Cerisa começou a introduzir a ponta do pênis dentro da boceta de Naria, arrancando mais suspiros que antes, porém, agora Naria parecia sentir um verdadeiro inferno tomar conta de si, mas o abraçava, pois seu amor pela irmã era mútuo e recíproco.
Cerisa continuou introduzindo o órgão espadaúdo dentro de Naria e soltou espasmos. Ela estava maravilhada com o rabo de Naria.
Se Cerisa era insaciável por sexo, o rabo de Naria por outro lado era guloso, parecia engolir o órgão de Cerisa com voracidade.
—Minha nossa! — Cerisa gargalhou— Como esse teu rabo é gostoso.
Naria fez um "O" com a boca e desceu a mão até o clitóris e então começou a esfregá-lo enquanto Cerisa ia forçando o órgão a entrar na boceta da parceira.
Quando sentiu que seu pau estava bem preso, Cerisa começou a se movimentar jogando o quadril para frente e para trás, iniciando os movimentos de penetração.
Logo, os músculos vaginais de Naria foram se amolecendo, dando passagem ao corpo carnudo e roliço.
Naria gemeu com as contrações que os músculos vaginais faziam em sincronia com o falo dentro de si.
— Maravilha...— Cerisa exclamou — Continue abrindo o seu cusinho para mim. Eu estou chegando!
Enquanto isso, Naria continuava a esfregar o clitóris. A pele da região ia queimando com o atrito provocado pelos dedos de Naria.
[...]
Cerisa continuou empurrando e puxando o quadril.
— Mais forte! — Naria pediu.
— Está bem, minha putinha — Cerisa atendeu o pedido colocando mais vigor nos movimentos de quadril.
Cerisa então foi aumentando a velocidade. Resolveu deslizar as mãos até os seios de Naria e segurá-los enquanto se movimentava.
Ela foi estocando cada vez mais rápido até atingir o clímax.
Cerisa e Naria suavam durante o sexo, conforme o calor ia aumentando.
Cerisa foi sentindo seu órgão pulsar e estremecer até atingir o pondo do endurecimento.
(espasmos)
[...]
Depois de algum tempo, Naria sentiu que sua vagina começara a doer e derramou algumas lágrimas dos olhos.
— Cerisa...— Naria exclamou.
Cerisa parou de repente e olhou para Naria.
— Está doendo muito...— Naria se queixou — Eu acho que você está indo rápido demais.
— Está bem. Me desculpe. Se quiser que eu pare agora... — Cerisa retrucou.
— Não, eu quero que você continue, é só que...as penetrações na Vagina estão começando a ficar cansativas...podemos tentar outra coisa? — Naria inquiriu.
— Tudo bem, querida. E se tentarmos a sua porta dos fundos? — Cerisa inquiriu.
—Sim, eu acho melhor — Naria aconselhou.
— Está bem.
Cerisa removeu o falo da Vagina encharcada de Naria e o introduziu no anus aos poucos. Naria começou a sentir aquele volume rasgando o anus dela e soltou gemidos. Ela se segurou na cama tentando resistir a queimação que o atrito nas partes provocava.
— Você está bem? — Cerisa quis saber.
— Sim — Naria balbuciou — Continue, por favor.
— Está bem.
Conforme o falo foi entrando no orifício, mais gemidos foram arrancados de Naria. O órgão começou a ser engolido pelo orifício como areia movediça até fazê-lo encaixar em seu interior.
Cerisa fechou os olhos por um momento e sentiu todo aquele prazer proporcionado por Naria. O coração de Cerisa palpitava intensamente.
Cerisa transferiu todo aquele sentimento para Naria.
[...]
Então, Cerisa foi sentindo que seu falo enrijecera e que atingira o seu limite. O corpo dela estava prestes a transbordar com aquela sensação de preenchimento. Ela estremeceu.
— Não dá mais...eu não resisto...— Cerisa suspirou.
Foi então que Cerisa se entregou por inteiro ao prazer e se libertou ejaculando dentro do anus de Naria.
Cerisa relaxou o corpo, e soltou o falo de dentro do anus de Naria. O anus arrombado de Naria começara a fazer contrações expelindo para fora de si todo aquele creme translúcido que ocupara seu interior.
Cerisa arfou por alguns minutos e então se aproximou da fossa e lambeu o líquido excretado.
— Que delícia! — Cerisa exclamou saboreando aquele líquido espesso que ficara com o gosto na boca dela.
O anus de Naria ia excretando mais e mais daquele líquido até ela estremecer com as contrações que seu corpo fazia.
— Isso é interessante...— Cerisa avaliou — Você gosta mais quando você é fodida no anus do que na vagina. Você é diferente...e única. Gosto disso em você, Naria.
Naria ficou reflexiva por um tempo. Ela pensara em todo aquele sentimento que Cerisa lhe entregara. Um desejo ardente que a enlouquecera.
Naria desmontou na cama e ficou deitada de lado com o corpo arfando. Aquele fogo que sentira era tão intenso que ela quase não conseguia suportar.
—Naria — Cerisa a chamou — Diga alguma coisa, meu amor.
— Cerisa...— Naria fechou os olhos e meditou por um tempo, embora parecesse que a mesma começara a pegar no sono.
Cerisa olhou para o órgão dela e ele murchou até desaparecer por completo e a intimidade de Cerisa ficar completamente lisa.
— Você está bem, Naria? Você não fala direito comigo — Cerisa estranhou.
Então, Cerisa foi para a cama e deitou ao lado de Naria, ficando de perfil atrás dela. Ela levou a mão direita até os seios de Naria e os tocou.
— Naria...você está brava comigo? Eu te fiz alguma coisa que você não gostou? Fala, por favor — Cerisa esboçou uma cara de preocupação.
Então, Naria suspirou e abriu os olhos lentamente.
— Eu não estou brava com você, Cerisa — Naria resmungou — E você não me fez mau algum. É só que...
—Naria, fala comigo, por favor...— Cerisa não aguentava todo aquele silêncio de Naria.
— Você é muito intensa. Eu não consigo acompanhar o seu ritmo...— Naria revelou.
— Como assim? Me explique — Cerisa exclamou.
— Eu não sei, esse seu fogo...você tem uma sede devastadora. Eu sinto que meu corpo não consegue aguentar toda essa pressão...— Naria comentou.
— Entendo.
Cerisa e Naria acabaram ficando ali juntas na cama.
[...]
Mais tarde, as duas irmãs haviam saído de casa e foram nuas até a praia se banhar. Elas andaram beirando a pista que passava no caminho da casa delas e desceram por uma rampa de terra do lado da pista que as levou até a praia.
Enquanto isso, as ondas do mar haviam trazido o corpo de uma mulher nua de cabelos pretos que estavam encharcados e colados no corpo. Ela tinha um corpo curvilíneo e esquelético com alguns ossinhos da coluna vertebral aparente. Ela estava inconsciente na praia.
Cerisa e Naria caminharam pela praia e conforme seus pés tocavam a areia molhada, elas foram se aproximando do mar.
Então elas pararam no meio do caminho e avistaram o corpo ali na praia todo coberto de areia.
— Olha, Naria — Cerisa apontou com os olhos para o corpo na praia.
— Quem será ela? — Naria ficou curiosa.
Fale com o autor