Cruel

26 Me Ame, Me Deseje


Notas iniciais
Olá! Mais um capítulo da trama dessas duas irmãs promíscuas. Boa leitura!

As cavalgadas de Naria foram ficando mais e mais intensas. O corpo de Naria despertou espasmos e grunhidos.

O peso do quadril de Naria sobre o órgão de Cerisa havia se aliviado, e novos estalos secos surgiram.

— Naria, vamos! Goze para mim — Cerisa rosnou.

Naria continuava saltando até que após algum tempo, sentiu que o órgão de Cerisa e o dela se enrijeceram.

Ela estremeceu. Seu corpo pulsara intensamente.

— Eu acho que agora eu vou...gozar — Naria avisou.

—Cerisa grunhiu — Eu...também! Argh!

Cerisa, assim como Naria não conseguia conter a vontade de se libertar de toda aquela pressão sobre o corpo dela.

Então, o momento chegou. Uma vasta quantidade de esperma preencheu a Vagina de Naria e escorreu, lubrificando o falo no processo.

Naria saira de cima do órgão de Cerisa e deitara ao lado dela, de barriga para cima.

Ela então esfregara o clitóris e depois brincara com a própria Vagina toda lambuzada daquele líquido translúcido que logo encharcara os dedos dela.

Cerisa respirou por um momento. Ela nunca havia sentido algo tão intenso desde que ela e a irmã moravam juntas naquela casa, e mantinham aquele relacionamento promíscuo entre elas.

[...]

Cerisa se levantou, ficou de joelhos, abriu as pernas de Naria e começou a brincar com a boceta dela introduzindo os dedos em seu interior.

— Que delícia, sua cona está bem molhada — Cerisa observou.

— Cerisa...pare de me provocar com esses dedos seus, introduza logo esse seu membro espadaúdo dentro de mim! — Naria exclamou. Não aguentava passar vontade de ter o órgão de Cerisa em seu interior.

— Você já está implorando para ter o meu pau na sua xoxota? — Cerisa ficou surpresa com a "sede" de Naria.

— Por favor... — Naria suplicou.

Cerisa abriu um sorriso malicioso e então atendeu o pedido da parceira. Ela introduziu com vigor o membro dentro da parceira e viu que ele se encaixara perfeitamente. Talvez as cavalgadas tivessem amolecido os músculos vaginais, permitindo assim que ele entrasse facilmente.

Naria soltou um gemido. O falo a "empurrara" , fazendo sua cabeça se inclinar, junto com o tronco. O que fez com que os seios dela se empinassem.

— Gosta disso? — Cerisa quis saber.

O tronco de Naria voltou ao seu lugar junto com a cabeça dela.

— Sim — Naria suspirou.

—Está bem. Eu estou chegando — Cerisa avisou.

Então, Cerisa inciou os movimentos de penetração. Ela moveu o quadril para frente e para trás movimentando o órgão dentro de Naria.

Naria se segurou na cama para não gemer, mas não teve como evitar. Os gemidos escaparam enquanto Cerisa se movia dentro dela.

Ela então se entregou ao prazer.

Cerisa foi aumentando a velocidade das estocadas. Os seios dela se movimentavam para frente e para trás em sincronia com os de Naria que saltavam indo para cima e para baixo.

[...]

Cerisa continuou a penetração até Naria e ela gozarem.

As duas suspiraram juntas enquanto seus corpos se atritavam.

—O seu rabo é meu, minha querida Naria — Cerisa exclamou.

— Sim — Naria atestou— Ele é todo seu, Cerisa. Faça o que quiser com ele. Eu não me importo.

[...]

Depois de um tempo, Cerisa pressionou o corpo com mais vigor indo mais rápido até atingir o ápice.

(Suspiro)

Ao chegar no ápice, Cerisa segurou firme nas coxas de Naria enquanto mantinha o falo atracado dentro dela. O órgão começou a pulsar e então preencheu o órgão de Naria. Em seguida, Cerisa removeu o falo, e ambas respiraram por um momento. A vagina de Naria estremecera e começara a jorrar o esperma para fora e ele escorreu para a cama.

— Cerisa, você é tão intensa...— Naria suspirou.

—Obrigada — Cerisa agradeceu sorrindo maliciosamente para Naria.

— Eu não...consigo dar conta de toda essa energia que você tem — Naria balbuciou.

Então Cerisa gargalhou daquilo.

— Eu acho que é porque eu sou filha do oceano pacífico — Cerisa se vangloriou.

— Eu sou filha do Atlântico e não tenho tanta energia como você — Naria avaliou.

— Mas, eu ainda sim te amo, irmã — Cerisa declarou.

— Eu também te amo, Cerisa — Naria declarou.

Um breve silêncio preencheu o ambiente.

[...]

Cerisa e Naria se sentaram na cama.

— Então, o que você quer fazer agora, Cerisa? — Naria quis saber.

Cerisa passou a mão direita sobre o rosto de Naria, deslizou-a para os cabelos vermelhos dela, depois passeou com a mão sobre o seio esquerdo dela, e então colocou a mão no antebraço dela e a deslizou para cima e para baixo.

— Agora — Cerisa refletiu — Não sei...eu acho que quero você de quatro para mim na cama. Eu quero comer esse seu rabo...

Naria pensou sobre aquilo.

— Mas claro, se você estiver disposta a fazer isso por mim — Cerisa esboçou serenidade no semblante.

— Cerisa. Eu te amo muito. Eu gosto de me dedicar a você, de ser sua...— Naria retrucou.

— Que bom. Eu fico contente de ouvir isso de você, Naria. Eu sei que eu sou insaciável no sexo, mas...eu não quero parece abusiva para você — Cerisa devolveu.

— Não,Cerisa, Você não é abusiva comigo. Nós duas nos amamos,não? — Naria perguntou retoricamente— Eu gosto de te agradar.

— Tudo bem, Naria. E olha, quando quiser parar...é só me avisar — Cerisa concluiu.

— Tudo bem.

[...]

Então, Naria posou de quatro na cama, com o traseiro empinado para Cerisa.

— Perfeito! Mantenha-se assim.

Cerisa ficou de joelhos e se aproximou do traseiro de Naria. Ela abriu os lábios da saliência entre as pernas dela, introduziu a língua neles e começou a lamber.

Naria sentia a região ficar molhada pela saliva de Cerisa e começara a gemer.

Cerisa segurou os lábios da cavidade de Naria bem abertos e continuou a lamber o interior dela arrancando mais espasmos de Naria.

Notas finais
Espero que tenham gostado^^ Até o próximo!