Cruel
19 Eu aliviarei sua mente — Parte 1
Notas iniciais
Bethany e Mona estavam nuas perto da cama de casal onde o suposto Gale dormia sozinho. E então elas trocaram olhares.
— Eu quero te foder na cama — Bethany foi direta.
— Com o seu enorme caralho? — Mona completou.
— Sim — Bethany sorriu afirmando sua decisão.
— Tudo bem...— Mona suspirou.
— Suba na cama e vire esse seu rabo para mim — Bethany pediu — Eu quero você de quatro para mim.
— Está bem — Mona se colocou na posição que Bethany havia pedido — Assim?
— Sim, perfeito! — Bethany começou a fitar para a boceta de Mona que ficara exposta — Agora espace um pouco as suas pernas, deixe a sua pombinha bem aberta.
Mona levou os seus dedos até a vagina e abriu bem os lábios para Bethany.
— Assim?
— Isso. Segure ela assim até eu chegar.
Bethany então esfregou a vagina por alguns instantes e de repente seu mastro saltou para fora. Ela então se aproximou do rabo de Mona e foi introduzindo aquele volume massivo aos poucos no interior da Vagina de Mona. Primeiro ela começou a introduzir a cabecinha do pênis dentro de Mona, que soltou um gemido de agonia. Ela começou a sentir aquele volume grosso sendo pressionado contra as paredes vaginais que iam se fechando sobre aquele corpo estranho dentro de seu interior.
Mona soltou outro gemido de dor.
— Calma, gata — Bethany a tranquilizou — Eu estou chegando.
— Deus! Está doendo! — Mona se queixou.
— Quer que eu pare? — Bethany quis saber.
— Não, por favor, continue — Mona resolveu se segurar.
— Você que pediu — Bethany continuou a introduzir sua vara dentro de Mona.
Mona mordia o lábio inferior tentando se segurar para não sentir tanta dor. Bethany continuou até encaixar o órgão dentro da parceira.
[...]
Depois de algum tempo, Bethany sentiu que o órgão estava bem preso no interior de Mona e resolveu começar os movimentos de penetração. Ela foi movimentando o quadril para frente e para trás, fazendo com que o órgão penetrasse a parceira com vigor.
Mona começou a gemer enquanto Bethany a penetrava com seu órgão. Em quanto isso, ela levou as mãos até os seios da parceira e começou a massageá-los enquanto a penetrava.
[...]
— Isso é tão...delicioso — Bethany exclamou — Eu estou adorando esse seu rabo, Mona.
Mona continuava a gemer.
Bethany foi indo cada vez mais fundo dentro de Mona.
—Abre mais essa boceta, Mona — Bethany pediu — Ela tá tão apertada...
[...]
Bethany começou a aumentar a velocidade da penetração. O volume de Beth foi entrando e saindo de dentro de Mona.
Beth segurou na cintura de Mona e continuou indo. Os seios de Mona começaram a ir para frente e para trás, impulsionados pelas estocadas que Bethany dava nela.
—Assim! — Bethany exclamou.
Mona agarrou-se no lençol da cama enquanto seu corpo se movimentava acompanhando os movimentos que Bethany fazia.
Bethany começou a ir cada vez mais rápido dentro de Mona até chegar no clímax.
Ela foi sentindo o seu órgão começara a deslizar com mais facilidade. Logo se tornara complicado para o órgão de Bethany continuar a penetrar Mona, pois a arma estava sobrecarregada e precisava se aliviar.
Bethany resistiu mais algum tempo e continuou a se mover para frente e para trás empurrando o volume contra as paredes vaginais de Mona até que...ela sentiu que seu membro enrijecera e começara a latejar dentro da parceira.
(gemido)
— Eu acho que vou gozar — Bethany avisou.
—Então goze — Mona gemeu. Ela parecia que não ia mais aguentar aquilo.
Bethany fechou os olhos e resolveu relaxar o corpo. O pênis dela explodiu e começou a jorrar esperma dentro de Mona.
Ao mesmo tempo, a vagina de Mona começou a expelir o líquido vaginal que escorrera até desembocar no lençol, encharcando-o.
Mona e Bethany gemeram juntas. Seus corpos arfaram.
Bethany puxou o seu mastro para fora e ele foi murchando até desaparecer. Ela se afastou de Mona por um tempo.
Mona virou o seu corpo e ficou de barriga para cima com as pernas ainda abertas. O corpo dela estava pulsando intensamente.
Bethany aproveitou e foi lamber a Vagina de Mona, sorvendo todo o líquido que encharcara a boceta dela.
— Meu Deus! Assim você me deixa louca — Mona exclamou ao sentir a língua de Bethany deslizando pela cona.
Bethany então fez uma pausa.
— Você gosta disso? — Bethany quis saber olhando para Mona.
Mona se levantou um pouco e fitou Bethany nos olhos.
— Sim. Beth, você é maravilhosa — Mona abriu um sorriso.
— Sério? Eu acho que você é que tem um corpo maravilhoso, Mona — Bethany comentou.
— Sim. Obrigada, mas você também tem.
— Hmm...você quer tentar com o Gale? — Bethany sugeriu— Eu estou um pouco cansada de manipular uma ereção para satisfazê-la. Eu quero te satisfazer por inteira, Mona.
— Tudo bem. Eu entendo. Eu estou sentindo falta do Gale que eu conheci no bar, depois desse nosso momento juntas. Não que o sexo com você não seja bom, é ótimo, mas...— Mona retrucou.
— Sim, eu suuper te entendo. Você é minha vadia, e eu te amo muito — Bethany se declarou para Mona.
Mona riu por um momento.
— Eu também te amo, Beth. Você pode ser quem você quiser, que eu sempre vou te amar — Mona concluiu.
Fale com o autor