Cruel

20 Eu Aliviarei Sua Mente — Parte 2


Notas iniciais
Olá! Tudo bem? Novo capítulo de Cruel. Acho que esse capítulo ficou um pouco mais intenso que o anterior. A partir daqui teremos mais 2 capítulos até o fechamento desse arco. Boa leitura!

—Eu também te amo, Mona. Eu gostei de transar com você — Bethany retrucou.

— Eu também — Mona atestou.

Bethany se afastou um pouco da cama, juntou os pés, e fechou os olhos. Depois de algum tempo ela os abriu e lá estava Gale, totalmente nu na frente de Mona.

— Olá, Mona! — Ele a cumprimentou e em seguida abriu um sorriso carismático.

— Gale! — Mona exclamou de felicidade.

Mona se levantou da cama e foi até ele. Ela se aproximou e o abraçou. Gale retribuiu o abraço.

— É bom te ver novamente — Gale comentou — Está tudo bem com você?

Gale e Mona se afastaram.

— Sim, tudo ótimo. Agora que você voltou será muito mais divertido brincar com você — Mona sorriu.

—Hmm...eu acho que eu posso dizer o mesmo para você.

Mona se aproximou de Gale e tocou o pau dele que já estava ereto e firme e então começou a massageá-lo delicadamente, iniciando a masturbação.

Em seguida ela aproximou o rosto do de Gale e o beijou na boca. Gale então começou a trocar beijos com Mona enquanto ela masturbava o órgão dele.

[...]

Mona então se abaixou, levantou o caralho de Gale para cima e começou a lamber e a chupar as bolas dele. Gale começou a ficar bastante atiçado.

— Mona...— Gale gemeu.

Ela começou a lamber o "talo" do órgão de Gale de baixo para cima até a ponta, várias vezes no mesmo sentido.

Gale ia ficando cada vez mais atiçado.

Mona abaixou o pau de Gale e começou a fazer sexo oral nele. Gale colocou a mão sobre a cabeça de Mona e a ajudou a ir mais fundo. Vez ou outra Mona tirava o órgão da boca e o lambia até a cabecinha.

— Você é maravilhosa, Mona — Gale então soltou um urro — Eu amo essa sua língua.

[...]

Depois de algum tempo chupando o órgão de Gale, Mona o segurou e começou a esfregá-lo.

Gale então soltou a mão que estava na cabeça de Mona e a deixou brincar com sua iguaria.

Mona continuou provocando o órgão de Gale até ele chegar ao clímax.

— Chupa ele, Mona — Gale pediu.

— Está bem — Mona então meteu a boca no instrumento e voltou a fazer sexo oral em Gale.

Mona podia sentir o órgão de Gale pulsando dentro de sua boca.

Gale sentia seu corpo ardendo em chamas.

Vez ou outra Mona parava e esfregava o órgão de Gale.

Quando Mona esfregava o órgão de Gale, o atrito provocado pelos dedos pequenos dela ao envolver o órgão robusto dele fazia com que o mesmo ardesse e se enrijecesse com vigor.

Gale começava a sentir que aquela sensação dominava todo o seu ser.

Gale

Mona é realmente maravilhosa. Ela me satisfaz de um jeito que eu não consigo explicar. Meu corpo se inflama com o toque dela.

Mona...

Você é tudo para mim. Você me completa em todos os sentidos. Eu já não sei quem sou. Você me preencheu de uma maneira que...

Eu fico a pensar, quem é Gale Peterson, quem é Bethany agora? Minha coexistência desapareceu. Eu já não sou mais ninguém. Eu existo por sua causa. Eu me tornei uma parte de você. Mas, EU não existo mais. Quem eu sou? Ninguém parece ser a resposta para essa pergunta que não quer calar.

Não se trata mais de mim. Essa história acabou mostrando que na verdade, a protagonista dela, é VOCÊ!

Você e eu começamos como dois desconhecidos no bar. Você se embriagou, parecia apenas uma presa fácil para mim. Você me disse: "Me leve daqui, Gale!"

Você soou como se quisesse desistir de tudo. Você me pareceu alguém necessitando ajuda, pois já não tinha mais a quem recorrer. E eu fui o seu salvador. eu fiz você voltar a ser você.

A história então começou a focar em você, não eu. Então esse "ninguém" gostaria de agradecer a você por tudo, e por me deixar fazer parte de você, de sua vida.

PS: Isso não é o fim, nem uma carta de suicídio ou algo do tipo. Isso é a minha forma de te agradecer.

∞

Depois de algum tempo, Mona resolveu esfregar mais um pouco o órgão de Gale até ele ejacular. Ela começou devagar, depois foi aumentando a velocidade dos movimentos.

Mona foi colocando mais e mais vigor nas esfregadas que ela dava até que....

Gale soltou um berro e seu órgão começou a jorrar seu esperma todo no rosto de Mona, deixando-o todo coberto por aquele líquido translúcido.

Ele então arfou enquanto seu órgão broxou por um tempo.

Mona limpou um pouco o rosto, retirando um pouco do esperma que estava no rosto, colocou-o na boca e o engoliu.

— Gostoso! — Mona disse sorrindo — Eu acho que vou lavar o rosto e já volto.

Mona se levantou.

— Tudo bem — Gale replicou.

[...]

Após algum tempo no banheiro se lavando, Mona volta e se aproxima de Gale.

— Eu estou pronta — Mona sinalizou para ele — e você?

— Claro. Você por cima e eu por baixo ou eu por cima e você por baixo? — Gale quis saber.

— Para mim tanto faz. Mas...pode ir primeiro — Mona insistiu.

— Tudo bem.

Gale se deitou na cama, de barriga para cima. Mona subiu na cama e voltou a chupar a vara dele.

Gale parecia um Rei se satisfazendo com sua concubina.

Ele então a fez ir mais fundo empurrando um pouco a cabeça dela.

Gale suspirou.

Quando se deu por satisfeito, Gale interveio e Mona parou o que estava fazendo.

Mona fitou fixamente os olhos de Gale.

— Eu quero que você me monte — Ele pediu — Seja minha dona e cavalgue esse garanhão.

Mona sorriu para Gale e resolveu atender o pedido dele.

Notas finais
Espero que tenham gostado. ^_^ Até o próximo!