Cruel
21 Depois da Tempestade vem a Bonança
Notas iniciais
Ela sentou sobre o órgão dele e o levantou tentando encaixá-lo dentro de si. Ela foi baixando o quadril até embaixo para que a vara de Gale entrasse dentro da boceta dela, mas ela escapou. Mona então a colocou de volta no lugar enquanto a mantinha ereta. e foi encaixando-a até que depois de um tempo, sentiu que o órgão de Gale havia entrado profundamente dentro dela e estava bem firme.
Mona ficou com as pernas bem aberta e com o órgão dela sobre o de Gale.
Gale a fitou com desejo. Ele levou as mãos nos seios dela e começou a massageá-los enquanto ela sentia o órgão dele em seu interior.
Depois de brincar um pouco com as tetas de Mona, Gale as largou. Mona iniciou sua cavalgada. Ela começou a movimentar para cima e para baixo o seu quadril enquanto o órgão dela engolia o de Gale, dando início aos movimentos de penetração.
Mona começou a gemer com os soquinhos que seu corpo começara a dar. Gale apenas assistia sua parceira o satisfazer.
Ele a fitava sem parar enquanto ela continuava a soltar gemidos.
A sensação que Mona sentia era bastante intensa.
Mona apoiou as mãos no peito de Gale e continuou a cavalgar o pau dele.
Um suspiro se foi. Um desejo vibrante tomou conta de todo o ser de Mona. "Eu necessito de você", uma voz que ecoava dentro de Mona dizia a cada passo que a cavalgada que ela dava. "Me leve! Me leve para longe!" — Mona suplicava a aquela voz dentro de si.
O desejo passou a se tornar uma verdadeira obsessão.
Faíscas explodiram dentro de Mona e todo o corpo dela se incendiou. Os bicos dos seios dela se endureceram e arrebitaram e começaram a girar em suas órbitas.
[...]
A cavalgada ficou mais intensa. Mona ia cada vez mais rápido com Gale dentro dela. Vez ou outra ela jogava o quadril para frente e para trás fazendo seu corpo dançar em sincronia com seus movimentos.
Mona estendeu ambas as mãos para Gale que as pegou e colocou seus dedos entre os dedos dela. Os dois formaram um balanço do amor e continuaram a fazer amor.
[...]
Depois de um tempo, os corpos de ambos estavam encharcados de suor e Mona continuou a se movimentar mais um pouco até sentir que seu corpo ia entrar em erupção.
—Gale...eu acho que eu já não consigo mais resistir — Mona suspirou enquanto sentia seu corpo estremecer.
— É, eu também não...vamos juntos! — Gale exclamou. Ele começou a sentir seu órgão rígido dentro da boceta de Mona latejar. Ele estava sobrecarregado e precisava "se libertar".
Gale e Mona gemeram em sincronia até que...
Ambos chegam ao clímax juntos e Gale preenche todo o interior do órgão de Mona com um jato de esperma quente.
[...]
Mona inclinou seu corpo para frente, ficando sobre o corpo de Gale ainda com o órgão dele dentro da Vagina. Eles então se beijaram naquela posição. Gale segurou nas nádegas de Mona.
Eles afastaram seus rostos e ficaram se olhando.
— Mona, você é realmente tudo para mim. Você é a minha vida — Gale se declarou.
— Você também é, "Gale" — Mona sorriu pois já sabia quem ele era na verdade, mas não se importava com isso.
Gale sorriu.
— Mona, desde que nos conhecemos no bar...bem, eu só gostaria de dizer que eu te agradeço por ficar ao meu lado, mesmo quando eu pareci ameaçador demais para você — Gale se confessou.
— Não quero que você pense que eu sou uma tola por...você sabe, bancar a inocente que acaba se deitando com seu inimigo pois o achou atraente. Esse tipo de mulher é tão clichê, e eu não sou assim — Mona retrucou.
— Não, você não é, Mona. Você é incrível — Gale elogiou.
— Que bom que você acha isso de mim — Mona sorriu para ele.
— Você acha que eu pareço um assassino? — Gale ficou curioso.
— Não. Você é um cara maravilhoso. Na verdade, você é uma pessoa maravilhosa. Beth também é — Mona concluiu.
— Que bom ouvir isso. Porque eu não quero te machucar, te magoar, nem te deixar para baixo — Gale confessou.
— Então, o que você quer tentar depois? — Mona quis saber.
— Eu não sei...você de costas para mim apoiada na parede enquanto eu a penetro? — Gale inquiriu.
— Não sei...— Mona ficou indecisa.
— E se você deitar de lado, ai você levanta uma de suas pernas e eu a penetro? — Gale sugeriu.
— Não sei...acho que eu quero algo mais excitante. Talvez transar no elevador ou quem sabe na piscina....— Mona sugeriu.
— Pode ser...algo mais? — Gale insistiu.
— Não sei...
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