Cruel
22 Dança da água
Notas iniciais
Gale
E lá estávamos nós, completamente despidos de nossas roupas na borda da piscina.
Nós encaramos a piscina e sua água azul límpida e reluzente que brilhava naquela escuridão do meu condomínio.
— Essa é a piscina. Está uma noite perfeita para um mergulho — Eu retruquei olhando para Mona.
— Sim. Mas, eu não sei nadar — Mona se lembrou.
— Você não sabe nadar? E por que você sugeriu a piscina? — Eu fiquei confuso.
— Eu achei que seria excitante fazer sexo na água — Mona retrucou — Me desculpa, Gale.
— Está tudo bem, Mona. Eu posso te ensinar a nadar se você quiser...— Eu falei e logo a abracei. Senti o peito dela próximo ao meu.
— Bem, tendo você como meu instrutor, eu aceito — Mona sorriu.
Então nós fomos para a escada da piscina e a descemos devagar.
Ao entrarmos na água, Mona e eu começamos a andar pela piscina tranquilamente. A água batia na altura de nossos ombros.
— Então, por onde você quer começar? — Eu perguntei a Mona.
— Eu não sei, do básico? — Mona devolveu com uma pergunta.
— Está bem. Então, basicamente para mergulhar você salta e joga o seu corpo para frente dando um impulso. Depois quando estiver imersa você movimenta a água com as mãos como estivesse puxando-a para si e depois solta — Eu expliquei para ela.
— Certo — Mona acompanhou.
— Tente agora — Eu disse para ela.
— Tudo bem. Aqui vai nada!
Eu então observei Mona se movimentar na água como eu tinha ensinado. Ela se movia esplendidamente na água, parecia até que já sabia nadar.
Depois de um tempo imersa na água ela emergiu e voltou o olhar para mim para ver o que eu achava.
— Então? O que você achou, Gale? — Mona quis saber.
— Bem, tá muito bom para a sua primeira vez. Com um pouco de prática, você consegue — Eu disse para ela — Eu te ensinarei mais coisas com o passar do tempo.
— Certo. Você devia ser instrutor de natação, sabia? — Mona comentou — Você ensina bem.
— Obrigado...— Eu fiquei sem o que dizer depois daquele comentário.
— Então, é só isso? — Mona inquiriu.
— Não. Vamos aproveitar a noite já que estamos aqui — Eu sugeri.
— Sim — Mona replicou.
Então nós nos aproximamos, eu ergui Mona, abri bem as pernas dela e as deixei como uma pinça. Ela abraçou minha cintura com suas pernas e eu então inseri meu órgão dentro da vagina dela. Aos poucos o meu falo foi entrando dentro dela até se encaixar e Mona se segurou em mim. Os seios dela foram pressionados contra o meu peito. Ela então beijou minha boca e nós trocamos beijos por um breve tempo.
Sentindo que meu órgão havia sido engolido pela gulosa gruta dela, eu lentamente iniciei os movimentos de penetração enquanto ela começava a gemer bem devagar. Eu não queria machucá-la então tentei ir aos poucos.
Mona abriu os olhos e olhou para mim.
— Mais forte — Mona grunhiu.
— Você tem certeza? — Eu quis saber.
— Sim! — Mona replicou.
— Está bem — Então atendi o pedido dela. Eu comecei a por mais vigor nas estocadas.
Enquanto a penetrava me ocupei tocando o seio esquerdo com minha mão esquerda.
Depois de um tempo, soltei a mão e segurei nas coxas dela enquanto meu órgão ia estocando-a, fazendo com ela desse pequenos pulinhos. Eu continuei naquilo com ela até o clímax.
Eu senti que Mona se entregava a mim de corpo e alma. Seu corpo ansiava pelo meu.
Então eu continuei dando o que ela queria. Nós trocamos beijos enquanto o meu órgão entrava e saía de dentro da vagina dela.
[...]
Eu dei mais algumas estocadas nela, me segurei e removi minha ferramenta de dentro dela. Mona soltou as pernas, virou de costas para mim e nós fomos para a escada.
Lá, ela se apoiou nas barras da escada empinando o seu rabo para mim.
Eu introduzi dois dedos na gruta dela e brinquei um pouco, estocando-a com meus dedos. Aquilo era simplesmente delicioso.
Mas, eu estava louco para socar aquele rabo e conquistá-lo.
Então eu parei e introduzi meu pênis.
Meu sexo pulsante a estocava preenchendo-a com um prazer indescritível. Nossos corpos faziam a água borbulhar, metaforicamente falando.
Eu aproveitei e dei leves mordidas no pescoço dela e depois segui para o lóbulo da orelha dela.
"Mona, hoje você é minha e de mais ninguém" — Eu sussurrei no ouvido dela.
Mona havia desmoronado com a sensação proporcionada por mim.
Eu apalpei os seios dela enquanto meu quadril se movimentava para frente e para trás, como as ondas se arrebentando na praia.
[...]
Algumas horas depois, quando ainda estávamos trepando na piscina, eu de repente ouvi a água fazer um estranho barulho. Era como se uma porção de água tivesse sido deslocada.
Eu parei bruscamente o que estava fazendo. Mona pareceu não ter gostado.
— Por que você parou? Estava tão bom — Mona exclamou e depois cruzou os braços e fez biquinho para mim.
Eu voltei o olhar para Mona e explanei.
— Desculpa, Mona. Mas...eu acho que eu ouvi algo.
— Deve ser o vento. Vamos continuar! — Mona parecia tomada por um fogo insaciável que ia estalando e soltava faíscas que explodiam no nada.
Então, eu olhei para a água e ela parecia estremecer. Um enorme monte de água começou a se formar e solidificar algo.
Eu virei para Mona e a alertei.
— Mona, vamos sair daqui. Tem uma espécie de redemoinho na piscina e ele pode nos puxar — A quem eu quero enganar? Eu acho que ficar nessa forma humana começou a afetar meu raciocínio. Eu agora não só ajo como um humano, mas também penso como um. Estranho...
— Ok. — Mona ficou assustada com a minha reação.
Nós saímos da piscina e então assistimos da borda aquele estranho fenômeno se prosseguir.
A água começou a formar uma silhueta feminina que se elevou e ficou parada sobre a água da piscina.
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