Cruel
18 Como uma ponte sobre águas turbulentas, eu surgirei —Parte 2
Notas iniciais
Mona e Bethany continuavam no chuveiro. De repente, Mona acabou se lembrando o nome da garota que fez o namorado dela a trair.
— Agatha. Acho que o nome dela é Agatha...— Mona balbuciou.
— Quem é Agatha, Mona? — Beth quis saber.
— A garota que fez o meu namorado me trair...você insistiu tanto nisso, e agora eu me lembro...— Mona revelou.
—Entendo...—Beth ficou pensativa por um momento.
—O que você vai fazer, Beth?
—Eu não sei. Eu estava pensando em encontrá-la e perguntar algumas coisas sobre mim, mas...
— Mas, o quê?
—Mas agora...agora eu penso que eu não quero mais encontrá-la, pois eu acho que eu quero ficar com você no final.
— Então, você não vai mais me matar?
— Não, Mona. Eu peço desculpas pelo que eu disse.
—Está tudo bem, Beth. Eu estou com você.
— De repente você se tornou a minha luz na escuridão.
— Por que você resolveu ficar comigo assim de repente, Beth? Eu fiquei curiosa agora...
— Porque...você realmente despertou algo em mim que eu nunca havia sentido, Mona.
— Beth...— Mona suspirou, se aproximou de Bethany, colocou os braços dela ao redor do dela e os cruzou.
Mona abriu levemente sua boca e fixou o seu olhar em Bethany.
Os olhos de Bethany se encontraram com os de Mona.
— Eu acho que está na hora de apimentar as coisas — Beth disse abrindo um sorriso malicioso.
— E o que você está pensando em fazer? — Mona quis saber ainda com os braços ao redor do pescoço de Bethany.
Mona tirou um dos braços do pescoço de Bethany e o deslizou até o seio esquerdo da parceira e começou a massageá-lo.
— Você gosta disso? — Mona inquiriu e continuou a fazer o que estava fazendo.
—Eu...sim. Isso é muito gostoso — Bethany devolveu — Espere.
Mona parou o que estava fazendo e se afastou um pouco de Bethany.
Bethany começa a roçar a vagina dela naquele corpo humano e então um órgão masculino irrompe de dentro do órgão e fica ereto.
O novo falo de Bethany media cerca de 15 centímetros de largura. E latejava com suas veias realçadas.
—Uau! — Mona ficou boquiaberta com o tamanho do órgão ereto de Bethany — Ele é...enorme.
— Você gostou, gata? Acha que consegue suportar esse volume dentro de ti? — Bethany inquiriu seguido de um sorriso malicioso estampado no semblante.
— Eu não sei...posso tocá-lo? — Mona devolveu com uma pergunta.
—É claro, querida. Vá em frente.
Mona se aproximou do órgão ereto de Bethany, se ajoelhou, puxou o cabelo para trás e tocou o órgão de Bethany. Ela o segurou com seus cinco dedos abraçando aquele corpo carnudo.
— Minha mão fica tão pequena perto dele...— Mona comparou.
— Gata, ele é todo seu — Bethany retrucou enquanto colocava os punhos na cintura em posição de imponência.
Então, Mona começou a esfregar o órgão de Bethany, masturbando-a.
— Você gosta disso? — Mona encarou Bethany com um olhar de preocupação.
— Sim, continue..— Bethany exclamou.
Mona continuou masturbando Bethany. Seus dedos pareciam menores diante daquele falo espadaúdo.
— Mais rápido! — Bethany insistiu.
Mona aumenta a velocidade de seus movimentos e imprimi mais vigor no sexo de Bethany.
O olhar de Mona volta para Bethany que havia se entregado ao prazer que tomava o corpo dela, fazendo com que os bicos dos seios se enrijecessem e empinassem.
Bethany começa a gemer. Mona continuava a masturbar a parceira até sua mão ficar dormente.
—Agora comece a chupar essa pica! —Bethany exclama.
— Sim, mestra — Mona obedece a ordem de Bethany como uma escrava.
Mona para por um momento e introduz a vara de Bethany na boca enquanto a segura com a mão direita e a começa a chupar e esfregar o órgão.
—Bethany começa a estremecer com o oral de Mona — Isso é...maravilhoso! Continue, querida!
Bethany coloca a mão na cabeça de Mona e a apoia enquanto os dedos dela penetram e agarram os fios do cabelo de Mona.
Uma sensação de algo preenchendo o "nada" como uma pistola de combustível enchendo o tanque de gasolina de um carro, porém mais prazerosa preenchia o corpo de Mona e todo o ser dela fazendo-a se sentir realizada.
—Mona, Mona....minha doce Mona...— Bethany suspirou com todo aquele prazer que a fazia transbordar.
[...]
Após algum tempo chupando o órgão de Bethany. Mona sentiu que começara a engasgar com todo aquele volume e parou.
Bethany delicadamente removeu a sua lança espadaúda de dentro da boca de Mona.
Mona havia engolido o esperma de Bethany e deixara o órgão lubrificado.
(Suspiros)
Mona e Bethany estavam com os corpos ofegantes.
— Bethany...
— Mona...
A genitália masculina de Bethany ainda continuava ereta.
Bethany se ajoelhou perto de Mona e então segurou a cabeça dela com as duas mãos enquanto começara a trocar beijos de língua com ela.
Depois que seus corpos se acalentaram após o fogo inicial, Mona e Bethany trocaram uma conversa.
— Sabe, eu gostei disso, mas...eu quero tentar outra coisa — Bethany sugeriu.
— O quê? — Mona ficou curiosa.
—Eu ainda quero comer esse seu rabo gostoso...— Bethany falou com malícia. Parecia que ainda não estava satisfeita. Ela queria mais, muito mais.
—Ok. Só...seja gentil, pois embora eu tenha amado o seu pau, eu...
— Você sente que não vai aguentar o pau dentro dessa sua boceta? — Bethany completou.
— Sim, é isso — Mona disse com uma cara de pena.
— Não se preocupe, eu pegarei leve com você — Bethany abriu um sorriso carismático.
—Está bem.
Mona e Bethany se levantaram, fecharam o registro do chuveiro, saíram do box do banheiro, foram até o armário ali do banheiro e pegaram algumas toalhas para enxugar o corpo.
[...]
Depois de se enxugarem na toalha e as pendurarem no box do banheiro, Mona e Bethany voltam para o quarto.
Aquele banho havia sido bastante longo e intenso.
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