Cruel
25 A Insaciável Cerisa
Notas iniciais
Naria continuava fazendo sexo oral em Cerisa e ela ficava cada vez mais atiçada com aquilo.
— Isso. Continue — Cerisa retrucou.
Cerisa sentia que Naria satisfazia suas vontades e desejos, então não era necessário o uso da força, suas palavras diretas já falavam por si só.
—Basta! — Cerisa sentiu que era o suficiente.
Nara tirou a boca do órgão.
— O que você quer que eu faça agora? — Naria quis saber.
— Me excite mais um pouco, Naria. Eu quero sentir o seu toque — Cerisa devolveu.
— Está bem — Naria segurou o falo bem apertado entre os dedos da mão.
Então, Naria começou a friccionar o órgão de Cerisa, esperando que ele liberasse a sua seiva.
Naria olhou para Cerisa com uma expressão de incerteza.
— Mais rápido! — Cerisa demandou.
Naria começou a esfregar com mais vigor. Por um momento, Cerisa nada sentiu.
— Mais rápído! — Naria insistiu.
Naria continuou esfregando até seu braço ficar dormente. O falo de Cerisa começou a pulsar intensamente em perfeita sincronia com as esfregadas de Naria. Um formigamento começou a tomar conta do corpo de Cerisa e ele ficou em estado de choque. O coração de Cerisa palpitava bem lépido. Um calor intenso começou a consumir o corpo de Cerisa. Naria continuava esfregando e o órgão de Cerisa começara a estremecer a ponto de enrijecer totalmente, se tornando duro como uma pedra. As veias do órgão começaram a pulsar arrancando suspiros de Cerisa.
O corpo de Cerisa estava todo vibrante e ela começou a sentir que não aguentaria mais tanta pressão.
— Porra! — Cerisa exclamou — Eu sinto que eu estou prestes a explodir de tanto tesão que você tá me dando, Naria. Eu...eu ainda quero comer o seu rabo...eu quero foder em todos os seus buracos.
Naria abriu a boca e esperou o jato de esperma jorrar na boca dela. Com movimentos mais lentos, Naria provocou o órgão a ejacular. Uma forte pressão se fez na região do órgão até que ele explodiu despejando um jato poderoso. O rosto, o tórax, foram cobertos pelo líquido translúcido e a boca de Naria se enchera com um pouco do mesmo líquido. Ela sentiu o gosto daquele líquido quente na boca. era um pouco agridoce e então o engoliu.
— É um pouco salgado, um pouco doce...gostei — Naria atestou.
—Esse é um presente meu para você — Cerisa declarou — Isso é apenas um parte do meu amor por você, Naria.
Cerisa colocou uma das mãos debaixo do queixo de Naria e o elevou um pouco. Ela o segurou e em seguida aproximou o rosto dela do de Naria e elas trocaram beijos intensos.
[...]
Então, Cerisa e Naria se separaram. Naria se levantou.
— Eu quero mais. Vamos para o quarto — Cerisa sugeriu.
— Vamos — Naria consentiu.
Cerisa e Naria subiram a escada para o segundo andar de mãos dadas.
[...]
Ao chegar no quarto, as duas foram até a cama de casal king size, o ninho de amor delas.
Naria tirou os pés dos sandálias e Cerisa tirou o resto da roupa. Ambas haviam se desnudado.
Cerisa se atracou a cintura de Naria e trocou alguns beijos com ela antes de irem para a cama, depois se separaram.
— Vamos trocar um pouco. Eu quero você sobre mim — Cerisa sugeriu.
— Tudo bem.
Cerisa deitou na cama com seu falo ainda ereto apontado para cima. Naria sentou sobre os pés na cama e o esfregou um pouco para mantê-lo rígido. Depois chupou a cabecinha dele e a lambeu fazendo círculos com a língua. Cerisa apenas observou as ações de Naria.
Naria voltou o olhar para Cerisa e depois para o falo dela e então começou a chupá-lo.
Cerisa suspirou e apertou os seios um contra o outro e os soltou.
Naria tirou a boca do falo de Cerisa, segurou-o com a mão esquerda e lambeu a cabecinha dele. A língua dela ficara a roçar a ponta do órgão em um ritmo sensual.
Então, Naria fez uma pausa, soltou sua saliva e a manteve na boca por um tempo, depois a despejou na cabecinha do falo,soltou a mão que o segurava e espalhou a saliva em toda a extensão do órgão.
Cerisa continuara a brincar com os seios enquanto Naria a satisfazia. Ela estava ardendo em chamas. A imagem de Naria preenchera os pensamentos dela.
— Naria...— Cerisa gemeu. A mente dela logo foi ficando distante da realidade.
Naria continuou chupando e lambendo o falo de Cerisa, até que se cansou. Resolveu parar e largá-lo.
Cerisa estava no seu auge quando voltou o olhar para ela.
— Por que você parou? Eu estou com muito tesão! — Cerisa exclamou.
— Não vai rolar. Eu cansei de chupar e lamber o seu pau — Naria contestou.
— Está bem. Então faça outra coisa, só...não me tire o tesão — Cerisa aconselhou — Já sei, eu quero que você monte ele.
— Como eu faço isso? — Naria exclamou.
— Simples, é só colocá-lo entre as suas pernas e sentar sobre ele, depois você sobe e desce com o seu quadril,querida. Entendeu agora? — Cerisa retrucou.
— Acho que sim. Digo, falar é fácil...— Naria resmungou.
— Apenas tente, oras! — Cerisa bradou. Ela já estava perdendo todo o tesão e seu corpo estava esfriando.
Naria ficou sentada alguns metros do falo da parceira. Depois puxou ele e tentou encaixá-lo dentro de si. Aos poucos foi sentindo o órgão ir penetrando o interior enquanto as paredes musculares de seu órgão começavam a envolvê-lo.
Naria soltou pequenos gemidos enquanto tentava manter sua posição e descer com o quadril até a base, para então subir e depois voltar.
Quando sentiu que o órgão estava bem preso, ela começou a se movimentar indo para cima e para baixo. Cerisa a ajudou colocando as mãos nos glúteos, fazendo ela se movimentar com mais facilidade. Ao sentir que Naria conseguia se manter naquela posição, Cerisa soltou as mãos e deixou ela continuar por conta própria. Ela se segurou na cama enquanto as cavalgadas de Naria sobre o órgão dela lhe arrancavam mais suspiros. O corpo dela começava a transpirar.
Naria vez ou outra girava o quadril rebolando sobre o órgão.
Então ela começou a gemer e grunhir com os movimentos que o quadril fazia.
O tórax de Cerisa se expandiu e depois contraiu com os movimento que Naria fazia.
— Naria....minha linda putinha — Cerisa exclamou.
Naria tateou até alcançar os seios de Cerisa e se segurou neles enquanto o pau de Cerisa entrava e saia do órgão da parceira.
— Cerisa...— Naria suspirou.
Naria soltou as mãos dos seios de Cerisa e as colocou sobre os joelhos e continuou requebrando o quadril.
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