Notas iniciais
Eitchaaaaaaaaaaaaaaaaa!!!! Olha quem está chegando na bagaça!!! Euzinha!!!! Bem, vcs devem estar se perguntando o que a minha pessoa está fazendo aqui se eu disse que só ia postar a nova fic dia 20/01. Bem, acontece que eu já terminei o primeiro capítulo e fiquei pensando aqui com meus botões: "Devo torturar os leitores por mais alguns dias ou posto logo?" Aí o anjinho e o diabinho ficaram falando aqui comigo e o anjinho venceu! E só para constar, eu estava MORRENDO de saudade de escrever, de postar e de devaneiar (verbo inventado por mim, tá?)! Estava morrendo de saudade do povo que sempre comenta meus devaneios!!! E não aguentei esperar dia 20 também kkkkkkkkkkkk Por isso, pode comemorar porque eu tô na área!!! Aeeeeeeeeeeeeeeeeee!!!! Mas, como sempre eu tenho muitas ressalvas, sociedade... Primeiro, eu não sei fazer capas de fanfic, não tenho paciência para aprender a fazer, mas também não queria deixar a fanfic assim tão peladinha (oi?) e resolvi colocar este wallpaper da 9ª temporada mesmo. Em segundo lugar, eu disse que ia começar a fic com Deanalie, mas, porém, no entanto, todavia e doravante, quando eu comecei a escrever, foi este capítulo que saiu da minha cachola. Ele é mais Clammy, mas dá algumas diquinhas de como estão outros personagens também. Mas não se preocupem. Depois deste capítulo, teremos muito Deanalie, depois voltarei para Clammy, depois Miastiel, depois outras coisinhas e então, quando a mulekada estiver toda reunida de novo, vou começar a desenvolver os paranauês cabulosos da história! Portanto, a primeira parte da fic abordará basicamente os reencontros dos casais e teremos muito (eu disse MUITO) romance. Por falar em romance, vocês devem ter reparado que eu classifiquei a fanfic como 18 anos, certo? Pois é, pois é, pois é... PRE-PA-RA porque eu vou soltar a minha imaginação e deixar o povo com calor! Vem aí mais momentos hots e salientes!!! Ui! Ah! Durante este hellatus, eu andei revisando minhas antigas fanfics e... Gente, eu melhorei muito, não? Fala sério kkkkkkkkkk eu escrevia cada coisa, unia uns casais nada a ver, não detalhava muito os paranauês nas primeiras fics... Enfim. Acho que Recomeço foi realmente um recomeço para a minha pessoa e para a saga. A cada fanfic quero melhorar um pouquinho para não cometer alguns erros que eu sei que eu cometi... (Lê-se: Hunter Pri Rosen sendo crítica com ela mesma). Considero esta fanfic como a 2ª temporada de Recomeço, porque é possível entender a sua história sem ter lido as cinco primeiras fics, mas é necessário ter lido Recomeço para entender esta aqui. Entendeu? Oi? Bem, capítulo escrito ao som de Hold my heart da minha diva master Sara Bareilles. Espero que gostem!!!

Era noite e Sam estava na sala principal do bunker, sentado à mesa, com diversos livros espalhados enquanto fazia uma pesquisa sobre os demônios libertados por Abaddon e Belial há cerca de três meses.

Ele não gostava de pesquisar sobre aquele assunto porque sempre acabava lembrando de Claire entre um livro e outro, mas, por outro lado, Sam sempre acabava se convencendo de que devia ser profissional acima de qualquer coisa. Ele sabia que precisava descobrir alguma forma de mandar os demônios de volta para o Inferno antes que eles machucassem mais pessoas. E era só nisso que ele queria se concentrar.

Recentemente, Sam havia lido muitas notícias que indicavam possessões demoníacas e também algumas reportagens sobre homicídios, que indicavam que os demônios tinham começado a entrar em confronto com os anjos caídos.

Surpreendentemente, Castiel se ofereceu para investigar estes casos. E apesar de saber que ele corria um grande perigo trabalhando em casos como aqueles, Sam acabou concordando porque sabia que o ex-anjo queria se sentir útil de alguma forma apesar de toda a fragilidade que a humanidade implicava. Além disso, ficar no bunker fazia Castiel lembrar de Mia o tempo todo e de que ela não dava notícias também há três meses. E tudo isso fazia o ex-anjo sofrer cada vez mais.

Então, tentando ajudar o amigo a se manter ocupado e a se sentir útil, Sam concordou que ele se envolvesse nas investigações. Para isso, conseguiu um carro para Castiel, lhe deu algumas armas, água benta, documentos falsos, um celular, entre outras coisas. Por sorte, o ex-anjo ainda tinha uma identificação falsa do FBI que Dean havia lhe há alguns anos e Sam não precisou providenciar outra.

Naquele momento, Castiel estava trabalhando em um caso na Dakota do Sul e Sam havia ficado para se encarregar da pesquisa sobre o exército de Abaddon.

De repente, o celular dele que estava sobre a mesa começou a tocar e Sam procurou o aparelho no meio dos livros e quando o encontrou, viu quem era, hesitou um pouco, mas por fim atendeu:

– Hey, Garth! Tudo bem?

Do outro lado, dentro do seu carro, parado em um acostamento de uma estrada, o outro respondeu animado:

– Olá, Sammy! Tudo bem e você?

Sam pensou um pouco sobre aquela pergunta e lembrando que Garth conhecia Claire e que talvez pudesse comentar algo sobre aquela ligação com a garota, decidiu mentir:

– Eu estou ótimo. Melhor impossível, aliás. Obrigado.

– E o Dean? Está por aí? — prosseguiu Garth sem acreditar muito na resposta dele.

– Não, o Dean não está. Na verdade, ele não voltou mais para o bunker desde que a Natalie desapareceu. Meu irmão continua procurando por alguma pista dela e, honestamente, eu acho que ele não vai voltar enquanto não encontrar a Natalie. Mas ele tem ligado todos os dias para saber como andam as coisas por aqui e, na medida do possível, ele está levando. — respondeu o Winchester e depois de uma pausa recomeçou a conversa — Então? O que você manda?

– Ah! Na verdade, eu estou ligando porque eu acho que eu tenho um caso para você. Duas pessoas morreram em Topeka, nas mesmas circunstâncias e misteriosamente. — começou a explicar Garth.

– Defina "nas mesmas circunstâncias e misteriosamente". — pediu Sam.

– Afogadas. Nas banheiras de suas casas. — respondeu o outro.

– Isso não pode ser... Suicídio? — cogitou o Winchester.

– Não porque houve sinais de luta. Além disso, as portas e janelas das casas estavam intactas. Então a minha aposta é de que seja algum espírito vingativo ou coisa do tipo. Como você está relativamente perto, eu achei que você poderia se interessar... Dar um checada... Enfim. — expôs Garth.

Sam pensou um pouco e por um momento, pensou em dizer para Garth que não gostava muito daquela mania que ele tinha de contatar caçadores e dar dicas de casos como se ele fosse o líder de todos eles. Mas, no fim, sabia que Garth não fazia aquilo por mal. Além disso, seria bom parar de pensar um pouco no exército de Abaddon e, consequentemente, parar de pensar em Claire por um tempo. Ponderando tudo isso, ele respondeu:

– Tudo bem, me fale mais sobre o caso.

Garth deu todos os detalhes dos quais dispunha e depois que os dois encerraram a ligação, ele sorriu levemente enquanto ligava para outra pessoa.

Logo o celular de Claire, que estava em cima de uma cama em um hotel em Nebraska, começou a tocar. A garota, que havia terminado o banho há alguns minutos, saiu do banheiro enrolada em uma toalha. Aproximou-se da cama, pegou o aparelho, viu quem era e atendeu:

– Oi, Garth! Que surpresa! Tudo bem?

– Oi, minha princesa linda! Eu estou ótimo. Melhor agora, é claro. — disse Garth carinhosamente e então perguntou — E você?

Claire pensou um pouco sobre aquela pergunta e mentiu:

– Eu estou ótima também. — e em seguida, contou com certo orgulho de si mesma — Eu estou em Nebraska. Vim investigar um caso sobre vetalas há alguns dias. Na verdade, eu já despachei as criaturas. Então, eu vou passar a noite aqui, mas amanhã já vou pegar a estrada de novo.

– Parabéns, princesa! Você está se saindo muito bem, Claire! Eu sempre soube que atrás desta imagem de garota frágil, existia uma pessoa forte, uma guerreira, uma verdadeira caçadora. — parabenizou Garth.

– Obrigada. Mas não exagera... — agradeceu ela um pouco sem graça.

Torcendo por uma resposta negativa, Garth resolveu iniciar o assunto que motivou aquela ligação:

– E por acaso você já tem outro trabalho em vista?

– Não. Por quê? — interessou-se a garota.

Garth comemorou discretamente do outro lado e então respondeu:

– É que eu acho que tenho um novo trabalho para você. Duas mortes misteriosas de pessoas aparentemente sem nenhuma ligação. Provavelmente, um espírito vingativo. Eu tenho mais detalhes se você estiver interessada.

– Claro. — assentiu Claire e então sugeriu — Você podia começar me dizendo o lugar. Para onde eu devo ir? Onde é o caso?

– Topeka. — respondeu Garth com um leve sorriso.

Em seguida, ele deu mais detalhes para a garota e depois de pensar um pouco, Claire mudou de assunto:

– Garth, eu posso te perguntar uma coisa?

– Claro, gata. O que é? — quis saber ele.

Então Claire ficou alguns instantes em silêncio e depois perguntou um pouco hesitante:

– Você tem ouvido falar do Sam ultimamente?

– Na verdade, eu falei com ele... Um dia desses. — respondeu Garth.

– E... Como ele está? — quis saber Claire.

– Bem, ele disse que estava ótimo. — relatou o caçador e depois de uma pausa, completou — Mas não me convenceu. Ele sente a sua falta, Claire.

– É... Eu também sinto a falta dele. — confessou a garota sentindo uma tristeza a invadir ao confessar aquilo.

– Então por que vocês não fazem as pazes de uma vez? — indagou Garth.

– É complicado... — disse Claire evasivamente e em seguida, encerrou — Bem, eu vou checar o caso que você me falou, Garth. E foi bom conversar com você. Até mais.

– É sempre um prazer falar com você também, gata. Se cuida e precisando de um ombro amigo para chorar, eu estou aqui. — disse ele fazendo Claire rir apesar da tristeza que sentia e então os dois desligaram.

Claire ainda ficou segurando o celular por algum tempo. Pensou se deveria fazer uma coisa ou não, e acabou não resistindo. Procurou por uma foto que estava salva no aparelho e instantes depois olhou para a imagem de Sam. Ela havia tirado aquela foto no Natal. Sam estava sorrindo nela. Lindo e feliz.

Enquanto isso, no bunker, Sam também segurava o celular e também via uma foto que havia tirado de Claire naquela noite. Ela sorria de uma forma radiante e Sam lembrou que naquela época, eles disseram que aquele seria o primeiro de muitos Natais juntos. Mas, pelo visto, tinha sido o primeiro e o último. Ao constatar isso, Sam ficou ainda mais triste e afastou o celular o jogando sobre os livros. Em seguida, passou as mãos pelo rosto e levantou. Saiu daquela sala e subiu as escadas. Pensou em ir para o quarto, separar algumas coisas para depois pegar a estrada rumo à Topeka. Mas ao invés disso, parou diante da porta do antigo quarto de Claire. Hesitou um pouco, mas por fim pegou a chave que mantinha no bolso da calça e destrancou a porta. Entrou. Olhou tudo em volta por algum tempo pensando em cada lembrança que tinha de Claire, em tudo que eles viveram num curto, mas intenso período de suas vidas.

Tudo estava exatamente como a garota havia deixado. Sam não tinha se desfeito de nada. Não parecia certo já que, graças a Deus, Claire estava viva. Mas, por outro lado, ele sabia que ela não iria voltar e manter aquelas coisas ali só deixava tudo mais difícil.

Sam chegou a pensar em empacotar todas as roupas e objetos pessoais da garota e guardar em algum lugar do bunker. Mas, por algum motivo, aquilo também não lhe pareceu certo. E então Sam se deu conta de que no fundo, não queria esquecer Claire. No fundo, queria que ela voltasse um dia. E ao constatar que era incapaz de tirar Claire do seu coração, Sam olhou para tudo aquilo com raiva, saiu do quarto e bateu a porta com força.

Enquanto isso, Claire colocou o celular sobre a cama e continuou pensando em Sam. Sabia que tinha o magoado muito ao ir embora daquele jeito e que ele não tinha entendido os motivos dela para terminar o relacionamento dos dois. E isso fazia Claire sofrer tanto quanto Sam.

Durante os três meses que se passaram, ela ficou algum tempo em St. Louis, foi ao velório de David, tentou consolar a família dele. Depois percebeu que precisava se concentrar em alguma coisa para tentar esquecer o que havia acontecido naquele galpão em Lawrence. E principalmente, para tentar, pelo menos tentar, esquecer Sam e aquele pedido de casamento que ela quis tanto aceitar, mas que não pôde.

E foi assim que Claire decidiu que era um bom momento para começar a caçar de fato. Claro que ela esperava que fosse fazer isso com Sam ao seu lado, mas nem sempre as coisas saem como planejamos ou queremos.

O que nenhum deles podia imaginar era que estavam tendo a ajuda de um cupido muito especial e empenhado em unir o casal de novo: Garth. E que, graças à esse cupido, eles iriam se encontrar mais cedo do que podiam imaginar.

XXX

Depois de roubar um carro, em um estacionamento de uma loja de conveniências em Lebanon, Sam jogou uma mochila no banco detrás, colocou o cinto de segurança e fez uma ligação direta. Em seguida, deu partida e pegou a estrada rumo à Topeka.

Enquanto isso, em Nebraska, Claire arrumava a sua mala para deixar o hotel. Ela havia planejado passar a noite ali, mas depois que falou com Garth e perguntou sobre Sam, Claire não conseguiu pegar no sono. E depois de se virar na cama umas trezentas vezes, ela decidiu que era melhor pegar a estrada de uma vez e logo deixou o hotel para trás.

A garota pensou em ouvir um pouco de música, mas logo descartou Coldplay porque a banda fazia ela lembrar de Sam. Então colocou um CD da Sara Bareilles no aparelho de som do carro. Mas quando começou a tocar Hold my Heart, ela não conseguiu evitar e lembrou de Sam mais uma vez. Com ou sem música, dormindo ou acordada, de uma forma ou de outra, os seus pensamentos sempre acabavam nele. Era inevitável.

Claire sabia que, apesar de ter tido os seus motivos para deixar Sam há alguns meses, ela tinha o magoado muito quando fez aquilo. Na época, a garota pensou que aquela era a melhor decisão e que com o tempo conseguiria esquecer Sam. No entanto, quanto mais ela tentava parar de pensar nele e enterrar em seu coração aquele sentimento que nutria por Sam, mais ela se dava conta de que sem ele, ela sentia-se incompleta. Era impossível esquecê-lo e deixar de sentir o que sentia.

Enquanto dirigia, Sam também pensava em Claire. E sentia raiva de si mesmo por causa disso. Ela tinha ido embora, independente dos motivos que levaram Claire a fazer isso, o fato é que ela havia o deixado. E então tudo que ele conseguia fazer era pensar nela?

Acelerou o carro como se ao fazer isso, pudesse deixar aqueles pensamentos para trás. Mas não funcionou e Sam continuou pensando em Claire. Principalmente, na última conversa que eles tiveram. E quanto mais ele pensava nisso, mais a mágoa transformava-se em raiva. Raiva de si mesmo e raiva de Claire.

Ele não conseguia entender por que ela havia terminado tudo daquela forma, não era justo. Não depois de tudo que eles viveram. Porque apesar do curto período em que ficaram juntos, o que eles tiveram foi algo verdadeiro e intenso. E isso era o que mais magoava Sam. Saber que ele se entregou àquele sentimento, que se envolveu com Claire de uma forma que ele nunca pensou que se envolveria com alguém, que ele se abriu com ela, que ele a pediu em casamento e que então ela simplesmente foi embora deixando tudo que eles tiveram para trás. Fácil assim.

Respirou fundo tentando controlar aquela raiva e aquela mágoa profunda e decidiu que por mais que fosse difícil, ele tinha que encontrar uma forma de esquecer Claire. Decidiu que ia fazer um esforço enorme para não pensar mais nela e para isso, começou a pensar no caso que Garth falou. Apenas no caso.

E assim, Sam e Claire seguiram por estradas diferentes, mas rumo ao mesmo destino, enquanto tentavam não pensar um no outro.

Notas finais
E então, sociedade? Gostaram? Gostaram da musiqueta? Bem, como vocês sabem, toda autora adora receber comentários. Então... Fica a dica kkkkkkkkkkk Tentarei postar o próximo capítulo na segunda-feira dia 20, ok? E por enquanto que Clammy está na estrada, teremos vários capítulos Deanalie pela frente. Afinal, eu acho que vocês devem estar curiosos para saber o que aconteceu com a menina Natalie Jones, não é verdade? Pois então, PRE-PA-RA porque no próximo capítulo vocês terão a resposta. Bjs!!! Fui devaneiar! :-D