Crossfire

10 Never let me go


Notas iniciais
Never let me go é o nome de uma musiqueta do Florence and The Machine. Uma música intensa para um capítulo intenso... Bem, queria dizer que eu assisti o episódio 9X13 e minha opinião pessoal, individual e íntima sobre ele está neste post aqui ô: http://dswinchesterblog.blogspot.com.br/2014/02/review-episodio-9x13-purge.html Não sei se todo mundo sabe, mas há três anos eu criei este bloguinho sobre SPN onde escrevo uns paranauês com duas hunters e amigas. Eu não postava nada no bichinho desde o mês passado e estava super triste comigo mesma por não sentir mais vontade de escrever lá. Mas depois que eu vi o episódio 9X13 e depois de ouvir a música Up where we belong que tocou no episódio, minha inspiração voltou a mil e eu escrevi não só a review do 9X13, mas também do 12 e 11 que eu tava devendo. E agora com este hellatus, eu quero tentar postar mais umas coisinhas meigas por lá. Quem quiser conhecer o bloguinho e me deixar uma carinha feliz no Tabuleiro Místico, vai me fazer muito happy. Quem quiser curtir a fanpage do bloguinho e seguí-lo me fará vomitar arco-íris! Well, depois deste pequeno merchan, fiquem agora com mais um devaneio Clammy... Ai meus feelings...

Sam deu mais alguns passos a frente e Claire ergueu um pouco a cabeça quando ele parou na frente dela. O Winchester lhe estendeu a mão e ela a segurou instintivamente. Levantou e depois soltou a mão dele devagar. Os dois ficaram frente a frente no mais absoluto silêncio até que Sam perguntou:

– Você está bem?

Apesar de estar sentindo muita dor nas costas por conta do choque com o túmulo, Claire achou que era melhor ocultar este detalhe para que Sam não ficasse preocupado e se desviasse do assunto que aparentemente tinha o trazido até ali. Então ela mentiu:

– Sim.

– Que bom. — murmurou ele sem saber exatamente o que dizer.

Apesar da última conversa entre eles ter sido traumática, Claire estava feliz por Sam ter voltado. Então resolveu relevar as coisas duras que ouviu do Winchester no dia anterior e começar do zero. Pensando nisso, ela agradeceu:

– Obrigada.

– Pela ajuda? — perguntou Sam referindo-se ao fato de ter atirado no fantasma de Samara Lewis.

– Por ter voltado. — respondeu Claire.

Sam a encarou por alguns instantes antes de explicar:

– Eu voltei porque eu acho que a gente precisa continuar aquela conversa. — explicou ele.

– Tudo bem. Então vamos conversar. — concordou a garota.

Sam olhou em volta, depois para Claire e indagou:

– Aqui? Em um cemitério?

Claire sorriu levemente e rebateu:

– Qual é o problema? Por acaso você quer ir para um lugar mais reservado? — e como ele ficou um tanto desconcertado com aquela sugestão, ela esclareceu — Eu estou brincando, Sam.

– Na verdade... Um lugar mais reservado seria ótimo. — respondeu ele deixando transparecer certa tensão na voz.

Um pouco surpresa, Claire quis confirmar:

– Sério?

– Sério. — afirmou o Winchester e depois esclareceu — Apenas para conversar, é claro.

– Não se preocupe. Eu não vou te agarrar, Sam. Por mais que eu queira fazer isso. — insinuou Claire o olhando de um jeito diferente.

O caçador franziu a testa incrédulo e reclamou:

– Você é inacreditável, Claire. Depois de tudo que aconteceu, você ainda consegue flertar comigo desse jeito?

– Apesar do que eu fiz, eu continuo te amando e me sentindo atraída por você, Sam. Então, sim. Eu consigo flertar com você. Mas não se preocupe, como eu disse, eu vou me comportar. — respondeu a garota e em seguida se afastou fazendo Sam ficar um pouco pensativo.

Então ela arrumou as coisas dentro da mochila e minutos depois, os dois deixaram o cemitério cada um em seu respectivo carro.

Quando chegaram ao hotel, Claire tomou um banho e trocou de roupa porque estava suada e um pouco suja de terra. Sam puxou uma cadeira que havia em volta de uma pequena mesa no quarto e ficou sentado esperando a garota sair do banho. Quando ouviu a porta do banheiro sendo aberta, ele ergueu o olhar na direção dela e viu Claire passar por ela.

Os cabelos da garota estavam molhados e ela usava uma camiseta laranja de botões e uma calça jeans clara. Então ela se aproximou e sentou na cama ficando de frente para Sam. Calçou o coturno porque por algum motivo achou estranho conversar com Sam enquanto estava descalça. Além disso, se assim como a conversa do dia anterior, aquela também não acabasse bem, ela não queria passar mais nenhum minuto naquela cidade. No entanto, Claire preferia acreditar que desta vez as coisas seriam diferentes e então resolveu quebrar o silêncio:

– Posso te perguntar uma coisa? — e como Sam assentiu com um meneio de cabeça, ela indagou — Como você sabia que eu estava naquele cemitério? Topeka tem vários. Samara Lewis poderia estar em qualquer um deles. Ou até em outra cidade.

Sam pensou um pouco e contou:

– Antes de te entregar aquela caixa, eu dei uma olhada nos documentos dentro dela. E depois que eu fui embora, eu fiz a minha própria pesquisa sobre os antigos moradores daquela casa.

– Então você não abandonou o caso de verdade? — deduziu Claire. — Por quê?

– Eu não sei... Eu acho que eu quis solucionar o mistério também. — desconversou Sam, mas diante do olhar questionador de Claire, resolveu admitir — Eu fiquei preocupado e... Eu queria saber onde você estaria, que caso era esse e onde você estava se metendo exatamente.

– Então, apesar do que eu fiz, você continua se preocupando comigo? — quis confirmar Claire, embora no fundo já soubesse a resposta.

– Apesar do que você fez, não é tão fácil te esquecer. Então sim, eu continuo me preocupando com você. — respondeu Sam e depois de uma pausa esclareceu — Mas isso não muda o que eu estou sentindo agora. E a verdade é que eu estou com muita raiva, Claire. Uma raiva que eu nem sabia que era possível sentir por alguém. E isso me sufoca e me tortura todos os dias desde que você foi embora.

– Eu percebi. — disse ela com certo pesar. — E eu sinto muito por isso, Sam. Pelo o que eu te fiz. Eu sei que você não acredita, mas eu nunca quis te magoar assim. Mas naquele momento, eu realmente pensei que eu estava fazendo a coisa certa. Só que eu estava errada. Então... Se existe alguma chance de você me perdoar e da gente recomeçar... Eu quero esta chance. Mesmo sabendo que eu estou te pedindo demais.

Sam pensou um pouco e lembrou do que Dean disse ao telefone. Sobre o que era mais fácil, esquecer ou perdoar a Claire. Então ele pediu:

– Me dê um bom motivo para fazer isso. Para confiar em você de novo e para dar esta nova chance para nós dois.

Claire o olhou com certo carinho e respondeu:

– Quem ama perdoa.

– Quem ama não vai embora daquele jeito. — contrapôs ele.

– Quem ama comete erros e faz coisas estúpidas pensando que está fazendo a coisa certa. — defendeu-se Claire. — Como ir embora depois de recusar um pedido de casamento, por exemplo.

– É... Foi exatamente isso que você fez... — murmurou Sam deixando a raiva e a mágoa virem à tona de novo.

Claire respirou fundo e um pouco cansada de ouvir Sam se queixando da decisão que ela tomou há três meses, resolveu se explicar de uma vez por todas e se exaltou um pouco ao responder:

– Eu estava ferida, Sam! Confusa... Pessoas tinham morrido por minha causa, minha mãe, o David, um exército de demônios foi libertado com a minha ajuda, indiretamente, mas mesmo assim, com a minha ajuda. Foram muitas tragédias em pouco tempo, eu não estava raciocinando direito. Eu pensei que a melhor coisa que eu podia fazer era me afastar de você antes que mais alguma tragédia acontecesse. Eu achei que eu não fosse aguentar se mais alguma coisa daquele tipo acontecesse. Eu me sentia... Amaldiçoada de alguma forma. Eu precisei ir embora. Eu precisei ficar sozinha. Eu precisava de um tempo para lidar com a minha culpa e com as minhas perdas. Eu não me orgulho de ter agido daquele jeito, mas aquela foi a minha forma de lidar com a minha dor... Eu sinto muito...

Cansado de ouvir Claire dizendo que sentia muito, Sam levantou e enquanto andava de um lado para o outro, resolveu dizer tudo que estava preso na sua garganta também:

– Você escolheu ser caçadora! Você escolheu se envolver comigo! Tragédias, perdas e culpa sempre farão parte da sua vida, Claire, por causa dessas escolhas que você fez! A diferença é que eu me comprometi a ficar do seu lado, para passar por qualquer tragédia com você. Para te apoiar e para te dar a única coisa que eu tenho para te oferecer... O meu amor. Mas então você deu as costas e simplesmente foi embora! Depois de ter me dito inúmeras vezes que eu não era um homem amaldiçoado, que eu podia amar, ser amado, que eu podia ser feliz... Depois de me fazer acreditar nisso... Você tirou tudo de mim e simplesmente abriu mão daquilo que nós tínhamos! Daquilo que nós poderíamos ter tido!

Sam parou diante da janela e apoiou as mãos no parapeito. Ficou olhando para o estacionamento do hotel pela fresta da cortina enquanto respirava fundo. Ainda estava com raiva e magoado, mas ter dito aquelas coisas o fez se sentir melhor. Mais leve. E Claire mereceu ouvir. Não importava se ele tinha sido muito ríspido com ela. Ela mereceu!

Depois de absorver o que tinha ouvido, Claire levantou e caminhou até Sam ficando ao seu lado na janela. Permaneceram em silêncio por algum tempo até que ela continuou com cuidado:

– Nós ainda podemos ter, Sam. Eu sei que eu errei, mas hoje eu tenho mais consciência das escolhas que eu fiz e de tudo que eu vou enfrentar por ter escolhido ser caçadora e por ter me apaixonado por você. E se você quer saber, eu não me arrependo de ter escolhido seguir os passos do meu pai, muito menos de ter me envolvido com você. Eu só me arrependo de ter deixado você naquela estrada. Apenas disso. Me perdoe.

O Winchester permaneceu em silêncio pensando no que Claire havia dito. A raiva e a magoa finalmente estavam se dissipando dentro dele e tinha sido bom ouvir Claire se explicar também. Os dois precisavam daquela conversa. Precisavam dizer e ouvir certas coisas por mais doloroso que fosse para ambos.

Claire se aproximou mais um pouco e perguntou:

– Você não vai dizer nada?

– Eu não sei o que dizer. — admitiu Sam. — Eu acho que eu já disse tudo.

Claire pensou um pouco e segurou uma das mãos de Sam sobre o parapeito antes de continuar:

– Mas eu não.

Sam olhou para a mão de Claire sobre a sua e se afastou um pouco da janela ficando de frente para a garota. Ela aproveitou e deu um passo a frente ficando mais perto dele.

– Claire... — começou a dizer o caçador.

– Eu senti a sua falta, Sam. — interrompeu ela acariciando a mão dele. — Eu estou com saudade. Muita saudade. E isso também me sufoca e me tortura todos os dias desde que eu fui burra o suficiente para deixar você. É isso o que eu tenho para te dizer. — completou enquanto alisava o antebraço de Sam o deixando arrepiado com o gesto.

– Claire, não faça isso... — pediu ele fechando os olhos por um instante enquanto buscava o auto controle em algum lugar dentro da confusão que estava a sua cabeça e o seu coração.

A garota ignorou o aviso e se aproximou mais. Encostou o queixo no ombro dele e começou a roçar o seu rosto no de Sam antes de perguntar:

– Isso o quê?

– Você sabe. — respondeu ele. — Não é disso que nós precisamos agora, Claire.

– Isso é exatamente o que nós precisamos agora, Sam. — afirmou ela.

– Não, nós precisamos conversar... — contrapôs ele.

– Você disse que não tem mais nada para dizer. — lembrou ela. — Além disso, nós já conversamos o suficiente e não surtiu nenhum efeito. Então eu acho que nós temos que mudar de estratégia.

Então a garota passou as mãos pelos ombros de Sam e aproximou os lábios do pescoço dele.

– Claire... Pare. — pediu ele fechando os olhos novamente. — Você não entendeu nada do que eu disse? Eu estou com raiva de você, lembra?

– Não, você estava com raiva. — corrigiu ela. E enquanto beijava o pescoço de Sam e passava as mãos pelos cabelos dele, continuou — Eu senti a sua falta, Sam. Falta do seu cheiro, do seu toque... E eu sei que você sentiu a minha falta também. Ontem... Eu vi o jeito que você me olhou quando eu tirei a camisa... É por isso que você estava com tanta raiva. Porque apesar de tudo, você ainda me ama. Ainda me deseja... E no fundo, você quer me perdoar. Então para de ser teimoso e me perdoa logo. Por favor.

Sam sentiu um arrepio quando Claire mordeu a sua orelha levemente e sem perceber colocou as mãos na cintura dela e a apertou um pouco entre seus dedos. Tentou encontrar alguma coisa para dizer, mas sabia que não havia argumento diante do que Claire havia dito. Ela estava certa, ele ainda a queria. Muito. E a raiva já não era maior do que o desejo que sentia. Do que a saudade que sentia e do que a vontade de esquecer o que havia acontecido naquela estrada em Lawrence. Mesmo assim, ainda havia certa mágoa dentro de Sam e tentando fazer Claire parar com aquelas investidas, ele abriu os olhos e lembrou:

– Você disse que iria se comportar.

Claire passou as mãos pela camisa de Sam enquanto pressionava o seu corpo contra o dele. Beijou o seu pescoço novamente antes de admitir:

– Eu menti. Mas eu prometo que agora eu vou ser uma boa menina. E que eu nunca mais vou ir embora. Mesmo que você perca o juízo e me mande embora, eu não vou. Porque o meu lugar é ao seu lado, Sam. Eu sinto muito por ter me esquecido disso por um momento, mas eu estou aqui agora. Eu vou estar sempre.

O caçador foi um pouco para trás e apoiou as mãos na mesa logo atrás dele. Claire se aproximou mais se posicionando entre as pernas de Sam, esfregando-se sutilmente no corpo dele. Os dois se olharam por um instante e o caçador implorou:

– Claire, para com isso...

– Pare você de se segurar, Sam. Eu estou aqui, eu voltei para você, me deixa voltar de vez. Eu sei que você quer isso tanto quanto eu. E nós sempre nos entendemos tão bem na cama... Por que não fazer as pazes em grande estilo? — propôs Claire se aproximando, acariciando os braços dele e subindo as mãos em direção aos seus ombros e pescoço. — Eu sei que eu parti o seu coração. Então me deixe consertá-lo. — pediu ela o olhando de um jeito apaixonado.

Involuntariamente, Sam colocou as mãos na cintura da garota mais uma vez enquanto ela voltava a roçar o seu rosto no dele. Em seguida, ela voltou a beijar o pescoço de Sam o deixando um tanto trêmulo.

Ele não estava mais conseguindo se segurar diante daquela proximidade e daqueles carinhos. E a verdade é que a raiva e a mágoa já haviam se dissipado completamente dentro dele.

No entanto, algo ainda impedia Sam de tomar Claire em seus braços e fazer o que realmente queria. Era um pouco de orgulho. Porque depois de tudo que ela fez, ele ainda ficava parecendo um bobo diante de Claire. Apesar de ter sofrido e ter odiado a garota durante os três meses de separação, Sam ainda a amava, se sentia atraído por ela e ainda a queria. Aliás, a queria mais do que nunca.

De repente Sam lembrou do conselho de Dean que disse que o irmão e Claire precisavam de uma boa noite de sexo para se entenderem de uma vez por todas. E Sam começou a se perguntar se Dean não tinha razão e aparentemente Claire também.

Mas apesar de estar cogitando seguir o conselho do irmão e ceder às investidas da garota, o que Sam se ouviu dizendo foi:

– Você acha que é assim que se conserta as coisas, Claire?

Ela voltou a olhar para Sam e sem dizer mais nada, segurou o rosto dele, fechou os olhos e pressionou seus lábios contra os do caçador. Surpreso, Sam fechou os olhos também e por mais que uma parte dele ainda quisesse resistir àquilo, de repente ele se viu correspondendo ao beijo de Claire instintivamente.

Então ela puxou Sam pela gola da camisa o trazendo para mais perto de si enquanto seus lábios e suas línguas se envolviam com certa sofreguidão diante da saudade que sentiam um do outro.

De repente, Sam afastou Claire segurando em seus ombros e admitiu:

– Talvez você esteja certa.

Claire sorriu enquanto o seu coração, que já estava acelerado, começava a bater num ritmo ainda mais frenético. Então Sam a puxou e a beijou de novo. Desta vez com mais paixão e intensidade envolvendo o rosto dela entre as suas mãos.

Só então ele se deu conta de como o amor que sentia era maior do que qualquer mágoa que Claire causou quando foi embora. Finalmente conseguiu perdoá-la e sentiu-se até meio bobo por ter sido tão irredutível no começo.

Pensando nessas coisas, Sam inverteu as posições fazendo Claire ficar de costas para a mesa e ele de frente para ela. Em seguida segurou no quadril da garota e a fez sentar sobre o móvel. Ela abriu um pouco as pernas permitindo que Sam se aproximasse mais e ficasse entre elas.

Sam desceu as mãos até a cintura de Claire. Ela passou os braços em volta do pescoço dele e segurou em seus cabelos com mais força. Ele começou a beijar o pescoço da garota e ela passou as mãos pelas costas do Winchester o abraçando forte contra o seu peito. Se beijaram de novo.

De repente, Claire sentiu os dedos de Sam abrindo os botões da camisa que ela usava e decidiu fazer o mesmo em relação à camisa dele. Se afastaram um pouco só para tirarem as duas peças de roupa e depois se beijaram novamente.

Então as mãos de Sam subiram carinhosamente pelas costas de Claire a deixando arrepiada durante todo o percurso até o seu pescoço. Ele a segurou com força na nuca tornando o beijo entre eles mais profundo.

Claire deslizou as mãos pelos ombros de Sam descendo em direção ao abdômen do Winchester. Sentiu que o corpo dele estava ficando mais quente assim como o seu. Parou as mãos no cinto da calça dele e começou a abrí-lo. Jogou o acessório no chão instantes depois.

Sam começou a beijar um dos ombros de Claire afastando a alça do sutiã que ela usava. Logo suas mãos foram até as costas dela e abriram o fecho enquanto Claire descia o zíper da calça de Sam.

O sutiã caiu no chão e o casal se olhou com desejo enquanto a temperatura no quarto parecia subir drasticamente a cada instante.

Com cuidado, Sam afastou os cabelos de Claire que caíam pelos ombros dela revelando seus seios lindos e delicados. Percebeu que ela respirava de forma ofegante. E vê-la assim, tão linda e seminua na sua frente fez algo sair da boca dele quase que involuntariamente:

– Eu te amo, Claire.

Ela sorriu e murmurou:

– Eu te amo pra sempre, Sam.

Enquanto a olhava profundamente, o Winchester se abaixou um pouco e retirou os sapatos que ela usava. Aproveitou e tirou os seus também antes de se reaproximar e a envolver com um abraço apertado e com um beijo ardente.

Claire mordeu os lábios de Sam levemente e enroscou os dedos nos cabelos dele enquanto as mãos do caçador desciam até os seios dela os acariciando sem pressa e intensamente. Em seguida ele começou a apertar as coxas dela por cima do jeans avidamente.

Cada vez mais excitada com aquelas carícias, Claire passou as pernas em volta da cintura de Sam fazendo os seus corpos ficarem mais próximos, praticamente colados um no outro. Foi assim que ela sentiu a ereção de Sam e decidiu que era hora de se livrar daquelas roupas de uma vez por todas.

De repente, Claire levantou da mesa e empurrou Sam na direção da cama. Ele sentou e olhou para a garota com uma mistura de encanto e excitação.

Claire estava certa quando disse que os dois se entendiam muito bem na cama. Porque nenhuma mulher jamais deixou Sam tão maluco quanto Claire o deixava. Quanto ela estava o deixando agora.

E nenhum dos namorados que Claire teve a fez tão feliz quanto Sam. Não só na cama, mas em todos os sentidos. Ele realmente a completava. Ele realmente era o seu par perfeito. O homem da sua vida.

Enquanto os dois pensavam nessas coisas, Sam começou a tirar a calça enquanto assistia Claire retirando a dela. Em seguida, ela afastou a peça com os pés.

Também livre da calça, Sam foi um pouco para trás ficando no meio da cama apenas de cueca enquanto Claire subia no colchão ficando de frente para o caçador.

Ela o abraçou e o beijou mais uma vez, e ele passou as mãos pelas costas da garota a trazendo para mais perto de si. Suas respirações ficando cada vez mais ofegantes e seus corpos mais quentes e úmidos.

Depois de algum tempo tocando, beijando e acariciando o corpo um do outro, os dois finalmente se livraram das peças íntimas que restavam.

E então os seus corpos se encaixaram perfeitamente um no outro e Claire começou a se movimentar em cima de Sam aumentando o ritmo pouco a pouco. Arrancando gemidos e suspiros dele. Gemendo e suspirando sem se dar conta também.

Os dois estavam sentados no meio da cama, as pernas de Claire na cintura de Sam e as pernas dele embaixo da garota. Seus corpos em constante fricção diante dos movimentos de vai e vem que Claire fazia e que Sam acompanhava.

Então os dois se abraçaram mais forte enquanto suas bocas se exploravam com beijos cada vez mais apaixonados e seus corpos ficavam cada vez mais envolvidos por uma onda de prazer absoluto e crescente.

Algum tempo depois, Sam deitou por cima de Claire e a amou ainda mais intensa e profundamente.

Ela o abraçou mais forte e arranhou as costas dele enquanto as mãos de Sam subiam pelas coxas dela e exploravam todo o corpo da garota com desejo.

Um desejo sem fim diante de um amor sem fim e que se fortalecia a cada instante.

E foi assim que finalmente Sam Winchester e Claire Singer fizeram as pazes.

Foi assim que o amor venceu a mágoa e a raiva que Sam nem lembrava que um dia sentiu por Claire.

Notas finais
Eitchaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa!!!! Ele não resistiu! Ele perdoou a Claire! Eles correram para o abraço! Vamos chamar os Bombeiros para eles? Simbora! http://www.youtube.com/watch?v=2pklAL2HW48 kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk Preciso dizer que eu amei escrever este devaneio? Acho até que ficou mais saliente do que Deanalie eheheheheh e vocês ainda nem sabem o que eu estou devaneiando aqui sobre Miastiel... Eitchaaaaa! Vai ser hot o negócio, viu? Só adianto isso. Bem, no próximo devaneio teremos Clammy acordando juntinhos (e uma coisa bem romântica vai acontecer...), Deanalie (Aeeeeeeeeeee!!!! Eu sei que vocês amam o casal Awesome) e Crowley (que merece ser amado!). E no devaneio 12... Cas, Mia, bunker e afins... Inté lá, povo! Fiquem com Loki! E não se esqueçam das reviews acaloradas! PS: Tá calor onde vocês moram? Aqui em Sampa tá tipo assim: Sensação térmica: sacrifício nas lavas do vulcão. Sensação térmica na sombra: na fila para o sacrifício nas lavas do vulcão. PS2: Alguém assiste Revenge? Jesus, Maria, José e Loki do Céu! A terceira temporada está destroçando os meus feelings. Muito boa esta série! Hunter Pri Rosen aprova!