Notas iniciais
Oieeeeeeeeeeeeeeee!!!! Tô chegando na Cohab pra curtir minha galeraaaaaaaaaa!!!! Seguinte, povo! Hoje, 03/02/2014, faz 1 ano que a minha pessoa se cadastrou aqui no Nyah. Aeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeee!!!!! Comecei timidamente, assim como quem não quer nada, mal sabia escrever direito kkkkkkkkkkkkkk e hoje tenho um montão de leitoras meigas que vivem prestigiando meus devaneios! Devaneios estes que não param de brotar na minha cabeça! Só queria dizer que estou muito happy por ter soltado minha criatividade durante este 1 aninho de estrada, que sem vcs nada disso teria sentido (então, muito obrigada por sempre estarem por aqui) e que eu não queria que esta data passasse em branco e por isso decidi postar o capítulo hoje, agora, já! Lá vai!

Ao perceber que Sam não correspondia ao seu abraço, Claire se deu conta de como ter o abraçado tinha sido inapropriado. Então desmanchou o sorriso e começou a se afastar devagar. Ao olhar para o rosto dele, ela viu raiva na expressão de Sam. Raiva, mágoa e surpresa.

– Desculpe. — pediu ela um tanto sem graça. — Eu agi por impulso, me desculpe, Sam. É que eu não esperava te encontrar aqui. Mas... Sei lá... Eu fiquei feliz por ter encontrado.

– Pena que eu não posso dizer o mesmo. — respondeu ele com certa rispidez enquanto a olhava com raiva.

Em seguida, Sam passou por Claire e seguiu pelo corredor pensando em deixar aquele lugar o mais rápido possível. Claire se virou e o observou se afastando. Instantes depois, ela o seguiu e os dois alcançaram a parte externa da casa.

– Sam! Espera! — pediu ela logo atrás dele.

O Winchester parou e ficou de frente para a garota antes de dizer indignado:

– Deixa eu adivinhar! Você recebeu uma ligação do Garth falando sobre um caso nesta cidade, não foi?

– Sim... — respondeu Claire enquanto percebia o que o amigo havia feito.

– Então você tem caçado? — quis confirmar o Winchester. — Era você a outra agente do FBI que foi ao IML? Que interrogou os pais das vítimas? Era você o tempo todo, não era?

– Sim para todas as perguntas. — confirmou Claire lembrando das coisas que também ouviu sobre o outro agente que estava trabalhando naquela investigação e deduziu que estava de frente para ele. — Mas isso não importa, Sam. O que importa é que o caso é real. Aquele fantasma lá dentro prova que o Garth não inventou tudo isso só para fazer a gente se reencontrar... E nós podemos trabalhar nisso juntos.

Sam ficou sem reação por alguns instantes. Não conseguia acreditar que Claire havia mesmo proposto aquilo. Depois de tudo o que aconteceu, como ela conseguia agir como se estivesse tudo bem entre eles? Como se ele não tivesse sofrido o que sofreu quando ela foi embora? Como ela conseguia agir tão naturalmente diante daquele reencontro?

Claire também não entendia por que tinha sugerido aquilo. Sabia muito bem que Sam estava com raiva dela e com toda a razão. Mas a verdade é que apesar de não ter planejado aquele reencontro, agora que estava diante de Sam, Claire não queria perdê-lo de vista. Apesar de tudo era muito bom revê-lo. Era bom sentir o seu coração batendo de novo.

Enquanto ela pensava nessas coisas, Sam esclareceu duramente:

– O que te faz pensar que eu quero trabalhar com você em alguma coisa, Claire? Você tem caçado sozinha esse tempo todo, não tem? Então que continue assim. O caso é seu. Faça bom proveito dele.

Em seguida, Sam se virou para caminhar até o carro, mas Claire segurou a mão dele o fazendo voltar-se para ela de novo. Sam respirou fundo e evitou olhar para a garota. Então ela soltou a mão dele devagar e continuou:

– Você está com raiva. Eu entendo, Sam. Eu sei que eu te machuquei quando eu fui embora daquele jeito. E eu sinto muito. — e como ele não respondeu, Claire mudou de assunto — Mas tem um trabalho nesta cidade. E de acordo com o que você me ensinou, um caçador nunca deve abandonar um trabalho pela metade. Então se nós começamos isso juntos, mesmo que tenha sido por causa de uma armação do Garth, eu acho que nós temos que terminar isso juntos.

– Desculpe, mas não vai dar. Toda regra tem uma exceção e eu vou ter que abrir uma neste caso. — discordou Sam. — Mas não se preocupe. Tem uma caixa lá em cima que pode te ajudar a solucionar tudo, a descobrir onde a dona da casa foi enterrada e por que ela matou aquelas pessoas. Você não precisa de mim para resolver este caso, Claire. Aliás, se eu me lembro bem, você não precisa de mim para mais nada. Então, eu só posso te desejar boa sorte.

Sam voltou a caminhar em direção ao carro enquanto Claire o observava com certa tristeza. Mas sem querer que ele fosse embora com tanta raiva e que as coisas continuassem daquele jeito entre eles, Claire resolveu apelar para um lado protetor que Sam sempre teve em relação à ela e perguntou:

– Então você não se importa mais comigo? — e quando ele parou em frente ao carro e virou-se para encará-la, Claire continuou — Você não se preocupa mais comigo, Sam? Não se importa que eu esteja caçando sozinha? Que aquele fantasma que nós vimos lá dentro possa me machucar de alguma forma?

Sam hesitou um pouco e por mais que a ideia de que algo machucasse Claire o apavorasse, ele decidiu se mostrar indiferente e respondeu:

– Você sobreviveu três meses sem mim. Eu acho que consegue sobreviver a este caso também. Então não, Claire. Eu não me preocupo nem me importo mais com você.

Após dizer isso, Sam abriu a porta do carro, entrou e a bateu em seguida. Claire respirou fundo, desistiu de convencê-lo a fazer qualquer coisa e cansada daquela discussão gritou:

– Ótimo! Porque eu nunca precisei de um guarda-costas mesmo!

Então ela se virou e começou a andar em direção à casa pensando em pegar a tal caixa que Sam havia mencionado. Mas ao pisar no segundo degrau que levava à entrada, a madeira cedeu e um dos seus pés afundou. Claire gritou ao sentir uma forte dor no tornozelo e caiu de frente para os outros degraus com as mãos apoiadas no chão.

Ao ouvir aquele grito, Sam olhou na direção dela imediatamente e saiu do carro apressado enquanto a garota se virava e sentava na soleira da porta fazendo uma careta de dor.

– Claire! — gritou Sam enquanto corria na direção dela visivelmente preocupado. — Você está bem? O que aconteceu? Você se machucou?!

Sam abaixou-se e tirou o pé da garota de dentro do vão do degrau. Claire observou a cena e sem que ele percebesse deu um leve sorriso ao concluir que, ao contrário do que havia respondido, Sam ainda se importava com ela. Em seguida, ela voltou a si e respondeu:

– Eu só torci o pé. Não se preocupe, eu vou sobreviver a isso, Sam.

Ele ergueu o olhar na direção de Claire e percebeu como tinha sido contraditório afirmar que não se preocupava mais com ela e no instante seguinte estar ali segurando o tornozelo dela como um idiota apaixonado. Mas, sem conseguir fingir que não sentia o que obviamente ainda sentia por ela, Sam voltou a olhar para o pé da garota, ergueu um pouco a barra da calça dela e abriu o zíper do coturno que ela usava.

– Nós temos que colocar gelo nisso antes que fique inchado. — preocupou-se ele observando certa vermelhidão sobre a pele da garota.

– Nós? — repetiu Claire o encarando.

Sam não respondeu. Apenas a olhou de volta. Em seguida, ele se aproximou mais um pouco e passou o braço de Claire em volta do seu pescoço.

– Vem. Eu vou te levar até o carro. — sugeriu ele.

Claire se levantou com a ajuda de Sam e por um instante seus rostos ficaram muito próximos um do outro. Se encararam. E desviaram o olhar um tanto constrangidos instantes depois. Em seguida, ele levou Claire até o carro. Ela se acomodou no banco do carona e ele ficou do lado de fora pronto para fechar a porta.

– Sam, eu estou bem. Não foi nada grave, só uma torção. — afirmou ela.

– Você não pode dirigir com esse pé assim, Claire. — opinou ele. — Me espere aqui. Eu vou pegar aquela caixa lá em cima e depois te levo até o hotel. Você está hospedada em algum lugar, não está?

– Sim. — confirmou ela.

– Então eu te levo até lá e depois eu volto para buscar o meu carro. — completou Sam.

– Tudo bem. — concordou Claire, no fundo gostando da ideia de ficar mais algum tempo com Sam. — Mas tome cuidado, ok? Você sabe... Com o fantasma dentro da casa. — aconselhou ela.

– Eu sempre tomo cuidado. — respondeu ele voltando a ser ríspido com a garota.

Apesar da resposta um tanto seca, Claire sorriu levemente e ressaltou:

– Aquele espírito quase te causou problemas lá dentro, Sam. Admita. Mas por sorte eu apareci e atirei bem a tempo.

– Eu estava pronto para atirar também, Claire. Você não precisava ter gastado a sua munição à toa. Eu estava me virando bem. — contrapôs ele.

– De nada. — ironizou ela.

Sam fechou a porta do carro com raiva e deu alguns passos a frente. Mas em seguida se virou para olhar a garota e esclareceu:

– Ter atirado primeiro não faz de você uma boa caçadora, Claire. E se gabar disso também não. Tudo isso só mostra que você ficou ansiosa, nervosa, que agiu de forma precipitada e que é meia imatura. Eu entendo que você quer provar para si mesma e para os outros que é uma boa caçadora, mas se você realmente quiser ser uma caçadora de verdade, eu espero que você melhore neste ponto. E pela última vez, eu estava me virando bem... Eu estava bem... Até você chegar.

Ao terminar de dizer isso, Sam lhe deu as costas e caminhou até a casa. Claire o acompanhou com o olhar um pouco magoada com as inúmeras tentativas de Sam em ferí-la de alguma forma.

Ele devia estar muito magoado para tratá-la assim. E ela entendia por que e não tirava a razão dele. Mas mesmo assim, era difícil.

No entanto, a preocupação que ele deixou transparecer quando ela torceu o pé mostrava que Sam ainda sentia algo por Claire. E enquanto existe sentimento, existe esperança. E era nisso que Claire queria acreditar. Que ainda havia esperança para ela e Sam.

Isso porque apesar da decisão de terminar o relacionamento, há pouco mais de três meses, ter partido dela, rever Sam fez Claire perceber que talvez eles pudessem ter uma segunda chance. No fundo, ela sentia-se um pouco idiota por ter ido embora e desistido dele. Não queria ter o magoado daquela forma e a verdade é que estava muito difícil viver sem ele.

Reencontrar Sam fez Claire perceber tudo isso. Reencontrá-lo fez o sentimento que ela tinha por ele ficar ainda mais forte.

Claire ainda pensava nessas coisas quando Sam saiu da casa trazendo a caixa de documentos e fotos que encontrou no antigo quarto da proprietária. Depois de pegar uma mochila no outro veículo, ele foi até o carro de Claire e entrou em silêncio. Deu partida e só depois de dirigir por uns cinco minutos, ele perguntou sem olhar para ela:

– Em qual hotel você está?

– Hotel Vintage. — respondeu ela.

Sam franziu a testa e perguntou surpreso:

– Isso é algum tipo de brincadeira?

– Por que eu brincaria...? — indagou a garota olhando para ele, mas logo deduziu porque Sam havia ficado tão surpreso — Você está neste hotel também, não é?

Sam não respondeu. Apenas acelerou um pouco e continuou dirigindo até o hotel. Chegando lá, ele ajudou Claire a descer do carro e os dois entraram no quarto que ela havia alugado naquela manhã.

Sam levou Claire até a cama enquanto ela mancava um pouco. Em seguida, ela se sentou e ele se afastou. Puxou uma cadeira que havia em uma mesa no canto do quarto e a colocou de frente para Claire.

– Sam, eu estou bem... É sério. — disse ela tentando quebrar aquele silêncio que havia prevalecido durante todo o caminho até ali.

Mas o Winchester ignorou o que Claire havia dito e permaneceu em silêncio. Depois colocou a perna direita dela sobre a cadeira. Em seguida, tirou o coturno que ela usava e dobrou a barra da calça algumas vezes. O tornozelo de Claire estava um pouco inchado e vermelho.

Então Sam olhou em volta e caminhou até um frigobar. Pegou uma bandeja com alguns cubos de gelo e voltou-se para Claire ao perguntar:

– Você tem algum pano, algum lenço, alguma peça de roupa...? Sei lá... Qualquer coisa?

Claire deduziu o que Sam tinha em mente e então fez algo que o desconcertou um pouco. Sem que ele pudesse prever aquilo, ela tirou a camisa que vestia deixando à mostra uma regata branca e justa que usava por baixo. Então ela jogou a camisa para ele e notou algo diferente no olhar de Sam. Não era mágoa ou raiva, muito menos indiferença. Ela viu desejo nos olhos do caçador. E saudade. Sam também tinha sentido a falta dela.

No entanto, ele voltou a si rapidamente e disfarçou aquela reação. Depois disso, disformou o gelo e envolveu os cubos com a camisa dela improvisando uma compressa. Depois se aproximou, ergueu um pouco a perna de Claire, sentou na cadeira e colocou a perna da garota sobre o seu colo. Então segurou no tornozelo dela e começou a pressionar o gelo com cuidado sobre o local que estava um pouco inchado.

Claire ficou arrepiada com aquele gesto e apoiou as mãos na cama enquanto observava Sam atentamente. Ela não sabia explicar o que era melhor: a mão quente e firme do caçador envolvendo o seu tornozelo com tanto cuidado, a sensação refrescante do gelo sobre a sua pele ou ter Sam ali tão perto dela depois de meses separados. Ou ainda a soma de tudo isso.

Sem perceber, Claire respirou fundo e agarrou o lençol da cama com certa força. Sam percebeu que ela estava um tanto tensa, ergueu o olhar na direção dela e perguntou:

– Está doendo?

– Na verdade... Está... Bom. — confessou Claire sem medir as palavras que simplesmente saíram da sua boca.

Sam a encarou por alguns instantes e ela desviou o olhar um pouco sem graça. Então ele voltou a olhar para o tornozelo da garota enquanto o coração dela acelerava instantemente sob o efeito do toque de Sam.

Claire fechou os olhos por um instante enquanto tomava uma decisão. Não importava se aquele não era o momento ideal e não importava se Sam estava extremamente magoado com ela. Claire sentia que precisava arriscar. Precisava dizer algo que talvez fizesse Sam sair um pouco da defensiva. Precisava tentar se redimir com ele de alguma forma. Então ela abriu os olhos e confessou:

– Eu senti a sua falta, Sam. — e depois de uma pausa acrescentou — Eu nunca quis te machucar...

Sam olhou para ela e questionou um tanto ríspido:

– Então por que machucou?

– Sam...

– Quer saber? — interrompeu ele. — Não importa. Eu nunca vou conseguir entender por que você foi embora daquele jeito. Mas eu não estou interessado em explicações, muitos menos em ouvir você dizer que sente muito, Claire. Nada disso muda o que você fez. Nada disso muda a decisão que você tomou. Sabe... Você pode ter ficado feliz por ter me encontrado nesta cidade, mas eu não. Então pare de agir como se nada tivesse acontecido entre a gente. Como se você não tivesse ido embora e me deixado para trás porque, caso não se lembre, foi exatamente isso que você fez.

Então Sam voltou a pressionar a compressa contra o tornozelo de Claire, desta vez com mais força. Ela ficou em silêncio por algum tempo digerindo aquelas duras palavras antes de recomeçar:

– Eu lembro, Sam. E se você quer saber... Aquilo foi um erro. Agora eu vejo isso.

– Um erro? — repetiu ele a encarando confuso.

– É um erro. — confirmou ela. — E embora você não queira ouvir isso, eu realmente sinto muito. Se eu pudesse voltar no tempo... Eu juro que tudo teria sido diferente entre a gente.

Sam sorriu incrédulo e perguntou:

– Você está querendo dizer que se arrependeu de ter feito aquilo, Claire? De ter ido embora? De ter terminado comigo? É isso?

Sentindo seu coração acelerar a cada instante e sem saber qual seria a reação de Sam, Claire respirou fundo, colocou uma das mãos sobre a mão dele que estava sobre o seu tornozelo e insinuou:

– E se eu disser que sim? E se eu disser que... Eu nunca deveria ter deixado você, Sam? Que eu estou arrependida? O que você me diria?

O Winchester olhou para a mão da garota sobre a sua e depois voltou a encará-la ao responder com certo pesar:

– Eu diria que é tarde demais para arrependimentos, Claire. O que foi feito está feito. Me desculpe, mas eu não consigo esquecer o que aconteceu... O que você fez, a sua decisão e como tudo isso me afetou.

Os dois se olharam por alguns instantes e Sam percebeu que ouvir aquilo tinha machucado Claire mais do que qualquer coisa que ele disse até ali e de alguma forma, vê-la triste o machucou também. Mas ele sabia que estava fazendo o que era certo. Ela não podia aparecer do nada e achar que as coisas voltariam a ser como antes entre eles. E ele não podia acreditar que ela estava mesmo arrependida, se envolver de novo com ela, para depois sofrer quando Claire arranjasse alguma desculpa para ir embora mais uma vez. Não... Aquilo nunca mais aconteceria. Claire não o machucaria de novo.

Pensando nessas coisas, Sam afastou a mão do tornozelo de Claire deixando que ela segurasse a compressa por si mesma. Em seguida, levantou e colocou a perna dela sobre a cadeira de novo. Olhou para Claire e notou que os olhos dela estavam vermelhos como se ela estivesse fazendo um esforço enorme para não chorar. Ficou parado sem saber o que fazer. Por um lado queria abraçá-la e acreditar nas coisas que ela havia dito, mesmo por que... Estava doido para fazer isso. Mas por outro lado, Sam não conseguia esquecer o que havia acontecido naquela estrada em Lawrence.

– Claire... — começou ele sem saber ao certo o que queria dizer.

– Apenas vá embora, Sam. Eu não estou com raiva de você porque eu nem tenho o direito de ficar, mas eu acho que esta conversa acabou. Então vai. — interrompeu ela com certa tristeza. — Olha, eu sei que fui eu que estraguei tudo, mas é que... Por um instante eu pensei que talvez eu pudesse consertar o que eu fiz. Mas pelo visto, eu estou errada, não é? E eu não sei onde eu estava com a minha cabeça quando eu pensei que eu pudesse consertar as coisas ou quando te abracei daquele jeito. Me desculpe. Eu realmente sinto muito. Por tudo.

Ao terminar de dizer essas coisas, Claire olhou para o próprio tornozelo e pressionou a compressa. Já não estava doendo tanto.

– É, eu também sinto. — disse Sam. — Adeus, Claire. — finalizou ele a olhando uma última vez antes de dar as costas e deixar o quarto.

Claire olhou para a porta sendo fechada e algumas lágrimas finalmente escorreram pelo seu rosto enquanto ela tentava esquecer o que havia acontecido naquela noite.

Sam encerrou a conta do hotel, voltou para a casa assombrada pelo espírito daquela mulher e entrou no carro que tinha deixado em frente ao antigo imóvel. Em seguida, deu partida e começou a deixar Topeka para trás.

Enquanto isso, Claire pegou a caixa com os documentos dos antigos moradores no banco detrás da Pajero. Em seguida, ela voltou para o quarto e retomou a investigação daquele caso. Era só no caso que ela queria pensar.

Notas finais
Este capítulo poderia se chamar "Festival de patadas e coices do Moose" porque a quantidade de "chega pra lá" que o Sam deu na Claire... Só por Loki, viu? Bem, mas embora ele tenha sido "malvado" com ela, bem que a Claire mereceu um pouquinho, não é? Afinal, ela abandonou o bichinho... No entanto, na época, ela estava abalada com todos aqueles papanauês que aconteceram em Recomeço, então... É complicado. É muita mágoa para curar e muita DR pela frente, sociedade... Bem, vou fingir que eu sou leitora e não escritora e vou dizer "O que eu mais gostei no capítulo"... Tchan tchan tchan tchan!!!!! Eu gostei da parte que a Claire torceu o pé e do Sam cuidando dela depois... Aiiiiiiiiiiiiiiiiiimmmmmmmmmmmm apesar da mágoa ainda existe amor ali, people!!!! E apesar do gelo, ainda há fogo entre o casal... Muita lenha pra queimar kkkkkkkkkkk portanto, me aguardem!!!! Reviews? PS: Só um minutinho que eu vou ali torcer meu pé no degrau da minha escada caracol e já volto. PS2: Voltei só para dar a previsão do próximo capítulo: quinta ou sexta. Bjjjsssssssssssssssss!!!