Notas iniciais
Oi! Antes de mais nada (nada mesmo), queria dedicar o capítulo para a menina Aly Grey Winchester Cross que fez uma singela, meiga e instigante recomendação da fic. Muito obrigada, mocinha! Fiquei very feliz!!!! Ah! E sim, hoje é segunda-feira, eu posto às terças e sextas, mas não aguentei esperar. Bem, nas notas finais eu vou colocar os vestidos de noiva que "venceram" a votação. As aspas são porque teve um pequeno empate entre os modelitos e vocês vão ter que me ajudar a desempatar a bagaça votando mais uma vez. Aí se der empate de novo... Eu vou tirar no palitinho kkkkkkkk Desde já, muito obrigada a todo mundo que mandou sugestões e que votou. Sobre o capítulo, muitas coisinhas vão acontecer... Mas eu não vou adiantar nada (nada mesmo). Mas farei algumas ressalvas lá embaixo. Lá vai...

Mia se mexeu na cama e suspirou antes de abrir os olhos devagar se acostumando com a claridade que entrava através das cortinas. Instantes depois, olhou para o lado, mas percebeu que estava sozinha na cama. Olhou para a poltrona, mas infelizmente ela estava vazia. Então olhou para a porta e viu algo pendurado na maçaneta. Sorriu ao reconhecer o que era, levantou enrolada em um lençol, caminhou até lá e pegou o colar com o pingente Miastiel Forever. Sorriu de novo.

Em seguida, foi até o guarda-roupa e separou algumas roupas e uma toalha para tomar um banho.

Enquanto isso, Natalie e Claire estavam no porão tentando conseguir alguma informação com o Crowley sobre a arma que era capaz de matar Abaddon. E Sam e Dean estavam na sala principal tentando descobrir o que Bartholomew poderia querer com Natalie.

Depois de folhear alguns livros sem muita paciência, Sam reclamou:

– É um saco não ter ideia do que nós estamos procurando.

– Eu concordo, mas infelizmente não tem outro jeito. Então continue procurando por qualquer coisa, por qualquer pista que possa ajudar ou levar a outra pista. — respondeu Dean sem tirar os olhos de um dos livros.

Sam respirou fundo e olhou para trás na direção de um corredor que levava ao andar de baixo e consequentemente ao porão. Depois voltou-se para o irmão e questionou:

– Dean, você não fica preocupado que as garotas estejam sozinhas com o Crowley?

– Não. No que diz respeito à Naty, eu confio no meu taco. — respondeu o mais velho tranquilamente. — Por quê? Você não confia no seu?

Sam revirou os olhos e esclareceu:

– Eu estou perguntando se você não acha perigoso deixar a Naty e a Claire sozinhas com um demônio. Não qualquer demônio, mas o Crowley. Ele pode enganá-las de alguma forma, tentar machucá-las, sei lá.

– O Crowley está bem preso, Sammy. Eu mesmo o algemei e o prendi na cadeira antes das meninas entrarem lá. Não se preocupe. Além disso, a Naty e a Claire não são idiotas. Elas são inteligentes, espertas, se ofereceram para ajudar, sabem muito bem com quem estão lidando e vão ficar bem. — tranquilizou Dean.

– Eu não sei... Eu acho que nós é que devíamos ter ido falar com o Crowley e não elas. — opinou Sam.

– Nós tentamos e ele não disse nada. Agora é a vez delas tentarem. E você concordou. — lembrou Dean.

– Pois é, mas eu não entendo como a Claire me convenceu a concordar com isso... — questionou-se Sam.

Ao ouvir aquilo Dean desviou a atenção do livro e voltou-se para o irmão. Observou o cabelo recém cortado dele e ergueu as sobrancelhas. Sam deduziu o que Dean tinha imaginado e confessou:

– Ok, talvez eu tenha uma ideia de como a Claire me convenceu, mas mesmo assim eu não devia ter concordado. Isso é loucura. E perigoso.

– Sammy, a Claire não foi para uma guerra. Ela só está ali, logo ali, no porão. — lembrou Dean. — Ela só está conversando, a uma distância segura, com um demônio em fim de carreira que está bem preso dentro de uma Chave de Salomão. Você sabe o que é uma Chave de Salomão, não sabe? Aquela armadilha de onde nenhum demônio consegue sair, lembra? Pois é, relaxa.

Sam pensou um pouco e por fim concordou:

– Ok, você está certo. Eu estou me preocupando à toa. — no entanto, após uma breve pausa, ele perguntou — Mas você não acha melhor eu ir lá e dar uma olhada? Só para ter certeza de que está tudo bem. Eu não sei... Está tudo tão silencioso.

Dean não respondeu mais nada, apenas revirou os olhos e voltou a se concentrar na pesquisa. Algum tempo depois, ele e o irmão ouviram passos e olharam na direção da escada. Mia desceu os degraus, se aproximou, sorriu para eles e cumprimentou animada:

– Bom dia, meninos!

– Boa tarde. — corrigiu Dean.

– Por quê? Que horas são? — estranhou a garota.

Sam olhou a hora no seu celular sobre a mesa e respondeu:

– Duas horas, Mia.

– Sério? E como foi que eu dormi tanto assim? — estranhou ela, mas em seguida lembrou o motivo e desconversou — Ah! Deixa pra lá. Eu só estava... Cansada.

Então ela suspirou, ficou parada perto da mesa, de frente para Sam e Dean e com um olhar distante até que o mais novo perguntou:

– Mia, você está bem?

Ela demorou alguns instantes para voltar a si e respondeu meio atrapalhada:

– O quê? Hein? Ah! Sim, com certeza... Eu quero dizer, não. Vocês sabem que eu só fico bem depois que eu tomo o meu café. E você sabe o que isso significa, não é, Dean? Eu preciso de um bom café para começar o meu dia mesmo que seja duas horas da tarde. Ah! Vocês viram o meu anjo por aí?

E então Mia saiu da sala tão rápido quanto apareceu sem nem ao menos esperar que um dos dois respondesse.

– Meu anjo? — repetiu Sam.

– Eu acho que os coelhos voltaram. — deduziu Dean e enquanto levantava para ir até cozinha e fazer o café para a garota, brincou — E isso significa que a temporada de acasalamento está aberta.

Logo Mia entrou em uma das salas e viu Castiel. Ele estava procurando alguns livros para ajudar Kevin com a tradução da Tábua dos Anjos.

– Bom dia! — começou Mia.

– Boa tarde. — corrigiu o anjo erguendo o olhar na direção dela e sorrindo levemente.

Mia sorriu de volta enquanto se aproximava dele, então passou os braços em volta do pescoço de Castiel e o beijou demoradamente. Quando afastou os lábios, percebeu que ele tinha ficado um tanto desnorteado com aquilo.

– Bom dia... — disse o anjo sem perceber.

Então a garota tirou do bolso o colar que tinha encontrado pendurado na maçaneta momentos antes e perguntou:

– Será que você pode me ajudar com isso? Eu achei na minha porta.

– Claro. — assentiu ele pegando o colar.

Então Mia se virou e Castiel colocou o acessório no pescoço da garota enquanto ela sorria sem que ele visse. Depois eles ficaram frente a frente de novo e ele explicou:

– Desculpe por ter te deixado sozinha. Eu esperei você acordar, mas desisti depois que deu meio dia e você continuou dormindo pesado. Você parecia muito cansada.

– Bem... Eu não estou cansada agora. — insinuou ela passando os braços em volta do pescoço dele mais uma vez.

– Mia... — murmurou Castiel entendendo aonde a garota queria chegar. — Infelizmente, agora eu não posso. Eu estou ajudando o Kevin. Ele conseguiu traduzir algumas palavras.

– Tudo bem. — concordou ela e então o beijou de novo e ainda mais intensamente.

Quando Mia se afastou um pouco, Castiel colocou as mãos na cintura dela e disse:

– Quer saber? Talvez eu possa fazer um intervalo.

– Não, tudo bem. Eu não quero te atrapalhar e, além disso, eu estou faminta e preciso do meu café. — dispensou ela se afastando.

Mas então Castiel a puxou pela mão e a beijou de novo. Kevin entrou na sala e os interrompeu dizendo:

– Bom dia, coelhos. Eu não sei se eu fico feliz porque vocês voltaram ou se eu me jogo pela janela. Dean e Natalie, Sam e Claire e agora vocês dois. São muitos casais se agarrando na minha frente enquanto...

De repente o profeta parou de falar, mas tanto Mia quanto Castiel deduziram que ele ia falar sobre Chloe e sentiram certa compaixão. Desde que voltou de Princeton e deixou a namorada para trás, Kevin estava meio deprimido. E com razão, é claro.

– Kevin... Eu sinto muito. — lamentou Mia.

– Está tudo bem. E me desculpem. Não me entendam mal, eu estou feliz por vocês. — desculpou-se ele.

Então Mia olhou para Castiel e encerrou:

– Eu vou tomar o meu café. Te vejo mais tarde, anjo.

Em seguida ela deixou a sala e foi até a cozinha. Chegando lá, encontrou Dean apoiado na pia, com os braços cruzados e com uma expressão de poucos amigos. A garrafa térmica estava em cima da mesa. Ao pegá-la, Mia notou que estava vazia. Desconfiada, a garota questionou:

– O que aconteceu? Alguém morreu?

– Ainda não. — respondeu o Winchester de um jeito ameaçador.

– Por que você não está fazendo o meu café? — estranhou ela, mas se arrependeu em seguida porque a expressão de Dean ficou ainda mais ameaçadora.

– Sabe, eu estava prestes a fazer. Pela milésima vez desde que nós fizemos aquela maldita aposta e eu perdi. Mas então o Kevin entrou aqui e me perguntou por que, nos últimos dias, eu quase não saio desta cozinha. Então eu contei a história para ele e como você foi persuasiva quando o convenceu a voltar para o bunker. Mas aí ele deixou escapar uma coisa bem curiosa, sabe? Que na noite em que você ligou, ele tinha acabado de terminar com a Chloe e, portanto, ia voltar de qualquer jeito. — relatou Dean.

– Humm... Que estranho. Ele não me disse isso quando eu liguei. — desconversou Mia, mas como Dean continuou a encarando seriamente, ela assumiu — Tudo bem, eu te enganei, foi mal. Mas você tem que entender, Dean, que quando alguém diz a palavra "café" perto de mim, eu me transformo. Eu não consigo raciocinar direito quando o assunto envolve café, entendeu?

– Com ou sem café, você não raciocina direito, Mia. — corrigiu Dean.

Ela respirou fundo e perguntou:

– Ok, o que eu posso fazer para me desculpar por ter te feito de idiota?

Dean sorriu com sarcasmo e respondeu:

– Você pode começar preparando o seu próprio café, depois você pode cuidar da louça, tem algumas roupas para lavar e o bunker está precisando de uma boa faxina também.

– Você vai me escravizar? — indagou a garota.

– Ah! E tem mais! Nas próximas semanas, eu vou precisar da sua ajuda para organizar os casamentos. — acrescentou Dean.

– Organizar os casamentos? — repetiu Mia surpresa. — Eu nem sei como organizar o meu guarda-roupa.

– Bem, agora eu vou te deixar sozinha. Você tem muito trabalho pela frente e eu não quero te atrapalhar. — encerrou Dean e então deixou a cozinha.

Mia respirou fundo e, sem escolha, resolveu preparar o café. Aproveitou e fez algumas panquecas também porque estava faminta. Depois de comer, e um pouco relutante, ela começou a lavar a louça que estava acumulada desde o dia anterior.

Enquanto isso, Natalie e Claire saíram do porão e foram até a sala principal onde Sam e Dean continuavam com a pesquisa. Aproximaram-se da mesa e Dean perguntou:

– E então? Ele disse alguma coisa?

– Não. O Crowley está irredutível. — respondeu Natalie. — Ele disse que só vai nos contar qual é arma para matar aquela vadia se ele voltar a ser um demônio livre.

– Foi o que ele propôs da última vez. — lembrou Dean.

– E por que nós não aceitamos esse acordo? — indagou Claire.

– Porque nós estamos falando de libertar um demônio. O Crowley. Uma ameaça. Não é tão simples assim, Claire. — respondeu Sam.

– A Abaddon é uma ameaça muito maior do que ele. E o Crowley é o único que sabe qual arma pode matá-la. Eu sei que ele está pedindo demais, mas talvez não haja outra escolha. Infelizmente, nós precisamos dele e do que ele sabe. — argumentou Claire.

– Por que nós não torturamos ele? Bem devagar... — sugeriu Natalie um pouco empolgada com a ideia.

– Eu já tentei isso há alguns dias, Baby. Mas desta vez o Crowley está irredutível mesmo. Ele cansou de ficar preso aqui e vai aguentar qualquer tortura até conseguir o que quer: a sua liberdade. — respondeu Dean.

Os quatro se entreolharam até que Sam cogitou:

– Então talvez a Claire esteja certa. Talvez não exista mesmo outra forma de fazer isso.

Após pensarem e discutirem aquele assunto por mais algum tempo, os quatro foram para o porão. Crowley, que até então estava assobiando Smoke on the water, parou ao vê-los e perguntou com cinismo:

– Deixa eu adivinhar? Nós temos um acordo?

Insatisfeito com aquela situação, mas convencido de que não tinha outro jeito, Dean começou:

– Você primeiro. Você nos conta qual é a arma e como encontrá-la, e então nós... Nós te soltamos.

– E que garantia eu tenho de que você vai cumprir a sua parte, Squirrel? — desconfiou o demônio.

– Você tem a minha palavra. — respondeu Dean com firmeza. — Eu sei que é difícil confiar em mim, mas no fundo você sabe que eu estou falando a verdade. Assim como você, eu cumpro o que eu prometo. Então se você nos ajudar a acabar com aquela vadia, você será um demônio livre, Crowley. Não que isso me agrade.

– Mas se você cruzar o nosso caminho novamente, o acordo estará quebrado. — avisou Sam. — Nós vamos te dar alguma vantagem, Crowley, mas não pense que isso significa que você venceu ou que estará livre para sempre. Se você aprontar qualquer coisa, e nós sabemos que você vai aprontar, então nós vamos atrás de você de novo. Nós vamos estar de olho em você, Crowley.

– Depois da Abaddon, você é o próximo da nossa lista. Então não cruze o nosso caminho. — completou Dean.

Crowley suspirou e disse com sarcasmo:

– Ai... Eu nunca me senti tão amado.

– Para de enrolar e fala logo. — intimou Natalie.

– Como nós matamos a Abaddon? — indagou Claire.

Após um longo momento de silêncio, o demônio revelou:

– A Primeira Espada, a arma que Caim usou para matar Abel, ela pode matar Cavaleiros do Inferno. É a única coisa que pode.

Depois de assimilar o fato de que Caim e Abel realmente existiram, Sam perguntou:

– E onde nós encontramos esta espada?

– Não é exatamente uma espada, mas sim a mandíbula de um animal pré histórico. — corrigiu Crowley. — Mas de qualquer forma, ela foi escondida no Inferno. Mais precisamente, embaixo da jaula do Lúcifer.

Todos se entreolharam um pouco tensos até que Dean perguntou:

– E como nós vamos até o Inferno e pegamos essa arma sem perturbar o sono do diabo?

– Com a chave certa. Mas infelizmente, eu não sei o que isso significa. Se eu soubesse, eu já teria acabado com a Abaddon há muito tempo. — respondeu Crowley e depois de uma pausa, acrescentou — Bem, eu cumpri a minha parte. Agora cumpra a sua e me deixe ir, Squirrel.

– Chave? — repetiu Natalie chegando a uma conclusão sobre aquilo.

Dean olhou para a loira e entendeu o que ela havia imaginado. Sam e Claire também chegaram a mesma conclusão instantes depois.

De certa forma, aquilo fazia sentido. Talvez fosse isso o que Bartholomew queria desde o começo. Talvez Natalie fosse essa tal chave assim como a Claire foi uma peça fundamental para que Abaddon e Belial libertassem aqueles demônios há alguns meses.

Bartholomew queria destruir Abaddon e o seu exército. E ele devia saber que a única forma de fazer isso era encontrando a Primeira Espada e matando a ruiva. E para isso, ele precisava do espelho de Miguel na Terra. Ele precisava de Natalie. Ela era a chave. Ela podia colocar um fim em pelo menos uma parte daquela guerra.

– Vocês sabem que chave é essa? — desconfiou Crowley.

– Eu tenho alguma ideia... — respondeu Natalie um tanto assustada com a possibilidade de que aquilo tivesse mesmo algo a ver com ela.

Após alguns instantes, Dean olhou para Crowley e questionou:

– E como nós vamos saber que você não está mentindo? Que essa história é verdade e que esta arma pode realmente matar a Abaddon?

– Vocês vão ter que confiar em mim. Eu sei que é difícil, mas eu dou a minha palavra. Além disso, eu quero Abaddon morta tanto quanto vocês. Portanto, acreditem, a arma funciona. — respondeu o demônio com segurança e mostrando as algemas que o prendiam, ele ordenou — Agora me soltem.

Todos se entreolharam, mas ninguém soltou o demônio. Pelo menos não naquele momento. Sam, Dean e as garotas resolveram deixá-lo preso até o fim do dia enquanto pesquisavam mais sobre a Primeira Espada no acervo dos Homens das Letras. Claro que o demônio protestou um pouco.

Sabendo exatamente o que estavam procurando, eles finalmente encontraram algumas informações concretas sobre a arma. Ela realmente existia. Um dos Homens das Letras havia confirmado isso durante um exorcismo.

Além de Abaddon e Belial haviam existido outros Cavaleiros do Inferno e Caim (sim, o Caim do Velho Testamento) havia matado a maioria deles usando aquela arma. Ninguém descobriu ao certo porque a arma tinha ido parar no Inferno e que fim levou Caim, mas de fato a Primeira Espada existia e Crowley tinha dito a verdade.

Embora aquilo não lhe agradassem nem um pouco, eles resolveram cumprir a parte do acordo com o demônio. Então Sam colocou um saco preto na cabeça de Crowley, Dean o jogou no porta-malas do Impala e dirigiram até de madrugada. Pararam em uma encruzilhada bem longe de Lebanon. Sam tirou Crowley do carro, Dean tirou o saco da cabeça do demônio e abriu as algemas que o prendiam.

Os três se olharam por alguns instantes até que Dean reforçou:

– Você já sabe. Não cruze o nosso caminho.

– Foi um prazer negociar com vocês, Boys. E obrigado pela hospitalidade. — encerrou o demônio.

Então Crowley estalou os dedos e Sam e Dean se viram sozinhos na encruzilhada.

Notas finais
Uepaaaaaaaaaaaaaaaa!!!! Hein? Tô doida! Enfim. Antes que eu esqueça... Os vestidos!!!! Natalie - Empate entre: Modelito 1: http://weheartit.com/entry/100120515/via/biiaharcari?page=2 Modelito 3: http://25.media.tumblr.com/tumblr_mc0mu6dsIE1r4ioefo1_500.jpg Claire - Empate entre: Modelito 3: http://weheartit.com/entry/102938767/via/biiaharcari?page=5 Modelito 4: http://weheartit.com/entry/102077835/via/biiaharcari?page=4 Modelito 6: http://www.rainingblossoms.com/5063-14413-large/chiffon-sweetheart-neckline-sheath-wedding-dress-with-crisscross-bodice.jpg Ou seja... Tá difícil escolher, hein? Mas conto com a ajuda de vocês e comunico que deixarei a votação aberta até segunda-feira que vem (14/02/14) para dar tempo de algumas pessoas que estão atrasadas em alguns capítulos votarem. Well, agora sobre o capítulo... Algumas ressalvas importantes... Assim como aconteceu na série, eu achei legar soltar o Crowley um pouquinho. O bichinho estava muito desmotivado, desanimado, cabisbaixo, precisando arejar a cabeça, esticar as pernas e tal. Então eu soltei o bicho! Eu quis mostrar o Crowley sendo Crowley, propondo um acordo e saindo pela tangente como geralmente ele faz. Mas uma coisa que eu gosto no personagem é que geralmente ele cumpre o que promete. E como a prioridade é despachar a bitch ruiva e o Crowley quer muito que ela seja despachada, os meninos resolveram arriscar e confiar no demo. A musiqueta que o Crowley assobia é Smoke on the water do Deep Purple. Amo! Sobre a Primeira Espada, não será totalmente igual a série. Eu não tenho planos de abordar o lance da Marca de Caim. Resolvi soltar a imaginação e trabalhar uma outras coisinhas meigas... Como a jaula do tio Lú e o fato da Naty ser a chave para chegar até a arma. Aos poucos eu vou explicar melhor como tudo vai funcionar, se complicar, como os personagens vão sofrer e tal, mas eu acho que só vai dar para entender (e infartar, quem sabe) nos capítulos finais.... Por falar em capítulos finais, eu acho que a fic terá 50 capítulos. Ou seja, estamos na metade. Well, agora sobre Miastiel... Gostaram da volta do colar Miastiel Forever? Por falar nisso, muito obrigada a Pudding por ter colocado uma capa no perfil em homenagem ao casal de coelhos. Amei! E gostaram do Dean descobrindo a farsa da Mia? Ela tomou muitos cafés às custas do coitado, mas agora ele se vingou kkkkkkkkkkkkk e sim, a Mia vai organizar os casórios. Sai de baixo! Agora uma última notícia para fazer o povo surtar de vez: no próximo capítulo... Teremos... Bobby. AHAHAHAHAHAHAHAHAAAAAAAAAAAAAAAAAAAHHHHHHHHHHH Até mais, sociedade! Fiquem com Loki! Não esqueçam das reviews e de votarem nos vestidos das muchachas! Fui!