Criminal Ways

16 16 - Olhos fechados


Notas iniciais
Meus amorees, tudo bem? Como estamos? Tenho certeza que não vão dizer que demorei pra postar esse, ou vão? '~' então, sorry, mas a rotina tá matando sabe? AAAAAH, pra vocês que não viram, vou contar: A diva da Wathever fez uma maratona linda e comentou em TODOS, isso mesmo. Todos os capítulos em uma noite só. Muito fofa ela, né gente? Awnt, Obrigada sua linda. Não me importo nenhum um pouquinho se alguém seguir o Exemplo.. haha E tem mais, Felipe Moreira acabou de recomendar lindamente cw, Obrigaada. E ainda, tem a Divaa da Karoline, que deve estar tramando planos de morte pra mim, por demorar a atualizar, mas é isso, estou aqui. Obriga a todos vocês, de verdade, e boa leitura ♥ ~Preparem o coração~

Não que as coisas fossem bem, mas num segundo, tudo piorou. Estava tonta e desatenta e me queimei pelo menos três vezes enquanto preparava o almoço. Não dava muita atenção à Tyler que falava sobre sua ultima ida à delegacia por conta do caso do caso Vicky, nós continuávamos sustentando aquela história que estávamos juntos como álibi enquanto o processo corria.

Nem mesmo aquilo captava minha atenção. Flashs de todos os horrores que me aconteceram voltavam à minha mente em cenas vívidas cada vez que fechava os olhos. Hora eram as agressões de Tyler, quase me fazendo poder sentir a dor à flor da pele, hora eram os lábios e as mãos de Matt pelo corpo, me fazendo tremer de nojo.

– Lena? Ei gata – Tyler tocou meu ombro para chamar a minha atenção que estava perdida naquele devaneio. Recuei numa reação involuntária – Calma. No que estava pensando?

– E-eu? – Limpei a garganta – Nada... – Me afastei outra vez, tentando afastar toda a bagunça mental que a ligação da minha "sogra" desencadeou, mas acabei andando em círculos não tinha muitas opções de para onde ir naquela casa. No que eu estava pensando quando chamei Tyler pra ir me buscar? Comecei a ficar nervosa, e de repente todas as informações compiladas nos últimos dias, começaram a me atacar com força.

Aquela conversa absurda com Nick,o modo como Damon reagiu a ele, a história da minha família, O sumiço de Jeremy, a ligação da mãe do Tyler... Céus minha cabeça estava um verdadeiro caos. Que droga estava acontecendo?

– Está fugindo de mim? Lena volta aqui.

– Eu estou bem Tyler – Parei mantendo uma distância segura entre nós – Só estou preocupada com o Jeremy.

– Você não parece bem – Ele venceu o espaço entre nós e capturou minha mão entre as suas – Me deixa te ajudar.

Me encolhi um pouco e deslizei pra longe erguendo as mãos, por fim, prendi o cabelo no alto respirando com dificuldade.

– Eu só preciso de espaço agora.

– Porque isso agora? – Ele insistiu avançando outra vez! Droga, como eu ainda podia pensar em confiar nele? Tyler não tinha nenhuma noção de limite – Está irritada comigo?

Fitei-o com cautela, era difícil olhar pra ele e ver tanto o cara superprotetor e intenso por quem havia me apaixonado anos antes, quanto o maníaco violento que um deixou cicatrizes na minha pele.

– Tyler... – Baixei os olhos. O que eu podia dizer para fazê-lo ir embora e me deixar sozinha? Minha cabeça estava girando com todas as perspectivas do que estava acontecendo e do que poderia acontecer. Então num segundo, uma breve centelha de razão me tomou sobre o que tinha dado início a tudo aquilo – Porque você matou a Vicky?

– Eu... O quê? Como assim “porquê”? Você sabe...

– Não, não sei. Isso não era sobe ela, mas sobre o... Matt – Era difícil dizer o nome dele quando as imagens estavam tão vívidas na minha mente – Porque matou a Vicky?

– Eu só estava fazendo o meu trabalho, Elena – Meus olhos correram por seu rosto. Estava com aquela expressão séria de quando dava um assunto por encerrado. Eu sabia, por experiência, que pressionar Tyler não era inteligente, mas eu tinha aquele impulso natural de reagir pressionando quando me sentia ameaçada.

– Seu trabalho pro Nick?

– Meu trabalho. Pro Nick.

– O Nick me disse que não mandou você fazer aquilo.

– Mas que porra você está fazendo por aí falando com o Nick? – Ele gritou vindo pra mais perto e obriguei-me a ficar parada – Eu já falei que não quero você envolvida com toda essa merda.

– Ah você não quer? Não sei se você se lembra, mas foi você quem me envolveu em toda essa merda – Gritei por fim me assustando com o tom da minha própria voz. Ele olhou para mim com uma carga de raiva perigosa e baixou a voz daquele jeito que me amedrontava vindo mais pra perto.

– Não me culpa por toda essa porra, Elena. Você sabe que eu fiz tudo por você, por amor – Ele me encarou, e seu olhar resoluto era prova de que realmente acreditava naquilo – Eu já disse, Lena. Você é minha. E eu faria qualquer coisa pra te manter comigo – Suas palavras não deviam soar tão ameaçadoras quanto me pareceram, mas mesmo assim me faziam respirar com dificuldade. Era errado uma parte obscura de mim apreciar o que ele dizia ? – E segura.

– Não é mais assim Tyler – Respondi num fio de voz baixando os olhos sem querer encará-lo. Precisava ser racional.

– Sempre vai ser assim – Ele venceu o espaço entre nós e tocou meu rosto. Suspirei em surpresa e me afastei assustada. Ele franziu o cenho com raiva – O quê? O que foi?

– Nada Tyler, é só... – Ele deu um passo em minha direção e não consegui não dar um para trás.

– Porra Elena. Acha que eu vou te machucar? É por causa do que aconteceu, nãoo é?.... Você sabe que eu não faria aquilo outra vez.

– Você fala como se tivesse sido uma vez só – Gritei pra ele sentindo as lágrimas molharem meus olhos enquanto corria para o quarto, confusa por todas as coisa que devia e não devia sentir.

– Elena... O que você está fazendo? – Ele perguntou lentamente parando à porta do quarto enquanto eu tirava roupas do armário...

– Trocando de roupa.

– Pra onde você vai? – Eu não sabia dizer o que era mais assustador, ele gritando ou falando baixo.

Passei por ele às pressas, que me seguiu devagar e quando agarrei as chaves ele segurou meu braço.

– Me solta, Tyler – Choraminguei e ele suspirou fazendo um esforço visível pra manter a calma.

– Não é seguro. Eu vou com você.

– Não, não vai. Eu só vou até o hospital ver como está a Bonnie.

Eu fiquei surpresa quando ele apenas assentiu lentamente e me deixou ir. Saí de lá as pressas, me sentindo finalmente livre ao descer as escadas aos saltos, e encontrar o ar livre.

[...]

Pov Katherine

– Eu falei que ela parecia com você – Ele sorriu quando sentei na cama ao seu lado e lancei um olhar de desdém – O quê?

– Não somos assim tão parecidas – Respondi enquanto corria as mãos pelo cabelo soltando os fios – Viu como desdenhou de nós?

– Você está exagerando Katherine – Ele riu cruzando os braços sob a cabeça – Ela se assustou, só isso. O que você esperava?

– O que eu esperava, Elijah? – Ri descansei sobre seu peito largo – Talvez um “Olá irmã que eu não conheço e mesmo assim atravessou o país pra vir aqui me ajudar, e a propósito, obrigado”

– Isso soou muito como Niklaus – Ele acariciou meu cabelo e não deixei de franzir as sobrancelhas irritada – Nós vamos ter de falar com ele uma hora ou outra.

– Você vai – Corrigi procurando seu olhar – Não espera que ele vá reagir bem comigo por perto, não é?

– Já passou da hora de toda a família se reunir não acha?

– Fala isso por toda essa coisa do Damon? – Tentei mudar de assunto enquanto planejava internamente um modo de tirar aquela ideia da cabeça dele. Eu não queria aquela droga de família reunida. Lidar com eles separados já era difícil. Como diabos eu ia conseguir com todos juntos?

– Falo isso por tudo. Por todo esse tempo – Ele se inclinou e puxou meu rosto para um beijo – Sabe o que devíamos fazer? Devíamos todos voltar pra casa, você não acha?

– É claro – Respondi com um sorriso – Como quiser.

Ele estava louco se achava que conseguiria algo de bom enfiando todos aqueles malucos numa sala fechada! Eu com toda a certeza daria um jeito de tirar aquela ideia absurda de cabeça dele. Estava tendo o maior trabalho para manter tudo no lugar, sem contar no tempo que levei pra conseguir firmar as coisas com Elijah. Não, definitivamente não deixaria nem ele, nem Damon, Nick, ou a orfãzinha acabar com tudo aquilo do dia pra noite.

– Você sabe que seu irmão culpa tanto eu quanto Damon pelo que houve – Corri os dedos “distraidamente” por seus braços e ombros – O Nick não é do tipo que esquece, você sabe.

– Eu sei – Ele sorriu pra mim de um jeito que encobria seus reais planos. Devia ser isso, qualquer outro eu podia manipular facilmente apenas com um olhar, mas era difícil o suficiente saber o que Elijah estava pensando para conseguir empurrá-lo à minha vontade – Você também não.

– Ah, Elijah. Sabe qual a diferença entre você, e seus irmãos?

– Qual é a diferença? – Perguntou segurando meu rosto mais perto, acariciando meu cabelo enquanto espalhava beijos pelo meu pescoço.

– Eles obedecem. Você manda.

Pov Elena

Foi um alívio grato chegar ao hospital. Por mais que eu odiasse admitir Tyler tinha razão daquela vez. Andar pela rua sozinha havia me aterrorizado, e se meu destino fosse um pouco mais longínquo, eu poderia ter enlouquecido. Andei pelas ruas olhando para trás e para os lados todo o tempo com a sensação de estar sendo seguida.

Estava repassando mentalmente aquela conversa estranha com Nick no hotel “Ele fez a mesma coisa com alguém que era importante pra mim, há muito, muito tempo” Ainda podia ouvir claramente sua voz na minha cabeça “ Ela era... Radiante, jovem e bondosa” Eu sempre achei que havia sido a única. Para falar a verdade, nunca parei pra pensar bem sobre aquilo, eu mal podia me lembrar de Matt sem sentir vontade de me esconder num canto escuro e chorar, mas só talvez, no fundo achei que como me diziam, um dia ia aparecer outra qualquer ele ia me deixar em paz. Um pensamento egoísta, e até cruel, mas totalmente genuíno, eu nunca quis mais algo do queria ele longe de mim. Pensar agora, que ele costumava fazer isso com outras garotas, muito antes de mim, me fazia sentir tanta... Raiva. O monstro que ele era, era algo começado bem antes de mim, e que perduraria se não dessem fim naquilo.

Pensei em como Nick me pareceu menos terrível, quando falava sobre sua irmã, e aquilo me fez questionar mais uma vez, porque aquelas pessoas iriam querer ajudar alguém como eu? Mesmo sendo minha irmã, Katherine havia tido toda uma vida para vir atrás de mim, então porque agora? E Damon? Ele parecia tão... Envolvido, de uma forma estranha, não como advogado, nem como “alguém que se importa” como ele disse. Eu sentia algo mais pessoal, como se aquilo tudo, lhe fosse diretamente ofensivo. “Pergunte a ele sobre Rebekah” Nick havia dito quando questionei-o a esse respeito, mas quem diabos era Rebekah?

– Elena! Céus, onde você estava? – Bonnie me arrancou dos meus devaneios quando correu até mim e me abraçou forte – Eu estive preocupada!

– Eu estou bem – Forcei um sorriso pra ele, estava pálida e tinha olheiras, mas graças aos céus não parecia tão afetada – Como está a Sheila?

– Você sabe. Em observação. Mas o médico disse que é questão de tempo até conseguirem um transplante!

– Isso é ótimo – Respondi um pouco desanimada. Eu sabia que Bonnie precisava se agarrar a esperança de que Sheila ia ficar bem, porque era a única pessoa viva em sua família, do mesmo jeito que eu precisava acreditar que Jeremy ia tomar jeito... E por falar nele – Então, onde está o Jer? Eu preciso muito conversar com ele.

– O Jeremy? Porque eu saberia?

– Ele não está com você? – “Maldito seja você Tyler Lockwood” O que diabos aqueles dois estavam armando? Só as piores coisas passavam pela minha cabeça.

– Não, não o vejo desde...

– Aqui – Quase não acreditei quando ouvi a voz rouca naquele tom usualmente despreocupado atrás de mim – Dois cafés grandes, uma porção extra de creme pra você, e sem açúcar para mim.

Virei-me para encará-lo enquanto ainda não conseguia acreditar no que via.

– Damon?! O que é que você está fazendo aqui?

– Elena – Percebi irritada que ele havia começado a usar aquele tom de sabe-tudo brincalhão outra vez – Não é educado gritar em hospitais.

– Bonnie – Ergui uma sobrancelha pra ela – O que ele está fazendo aqui?

– Vou deixar resolverem isso – Eles se afastou e esperei até ter certeza que não ouviria, mas não pareceu o suficiente, então agarrei a mão de Bonnie e a arrastei pelo corredor até um lugar vazio.

– Você, Bonnie Bennet. Explique-se.

– Fácil – Ela sorriu – Você sumiu eu estava preocupada, liguei pra você que não atendeu então liguei pra ele – Ergui as sobrancelhas para ela e cruzei os braços – E então quando você segundo ele “fugiu com Tyler” Ele me ligou, estava preocupado.

– Preocupado? Ele não tem nada que estar preocupado.

– Pelo que eu entendi, ele é seu advogado, queria uma opinião imparcial sobre o Tyler – Ela ergueu os ombros – Informações para seguir com o processo.

– Bonnie Bennet, eu conheço você, não ficou enchendo ele daquelas merdas sobre o Ty, não é?

– “Sobre o Ty” – Ela imitou minha voz com um olhar crítico – Quer dizer sobre aquele miserável, assassino que trabalha pra máfia? É talvez tenha dito algumas merdas sobre ele.

– Quero dizer, aquele de quem eu posso estar grávida – Elevei minha voz num tom irracional, já que no fundo sabia que ela estava certa.

Ela fez menção em responder, mas em algumas tentativas, respirou fundo e apenas me encarou, desviei o olhar voltando a sentir aquele nó na garganta. Tive de usar toda a minha força para não deixar as lágrimas escorrerem.

– O que houve? – Ele se aproximou de mim analisando minhas feições. Ela me conhecia, sabia reconhecer melhor do que ninguém quando estava quebrada – O que ele fez hoje? Ele não...

– Não, ele não fez nada – Minha voz falhou um pouco – Mas eu estava lembrando, e... Eu sei que ele se arrependeu, mas ainda, ainda...

– Ele não se arrependeu.

– Ele se arrependeu sim, eu sei. O Tyler me...

– Ama? Jeito legal de mostrar. Ele não se arrependeu, porque é assim que ele é “o que está feito está feito” não é o que ele diz? Ou “Elena é minha, vocês não tem nada com isso”

Era exatamente o que ele dizia. Sempre. “Elena é minha” Usava como desculpa para qualquer ação desmedida ou irresponsável que pudesse tomar. Para ele, sempre era “por nós”.

– Eu só estou um pouco confusa – Tentei mudar de assunto – Onde você acha que o Jer se meteu?

– Eu não sei se quero descobrir.

– Céus... – Passei as mãos pela testa zonza por todas as preocupações – Eu vou matar o Tyler...

– Vem, vou falar com o médico e nós podemos ir – Segui Bonnie pelo corredor, ainda sentindo minha cabeça pesar. Parei de andar na metade do percurso ainda dispersa pelos problemas.

– O que foi Lena? Você está distraída – Ela analisou meu rosto assumindo uma expressão preocupada – E pálida.

– Eu estou bem.

– Eu queria ganhar uma moeda cada vez que ela diz isso – Só então reparei em Damon sentado numa das cadeiras do corredor, ladeado por uma garotinha com cerca de sete anos que tinha um olhar sonolento e rosto avermelhado – Ela parece bem Cindy? É Cindy não é?

– Ela não parece não. E é Lily.

– Até a Cindy sabe – Ele sorriu curvando os lábios e ficou de pé, depois olhou pra Bonnie – Temos um acordo, Bennet?

– Hm... Claro – Bonnie respondeu evasivamente enquanto evitava meu olhar. O quê? Do que aqueles dois estavam falando? Ela começou a se afastar – Vou... cuidar da transferência.

– E Bonnie... Consiga uma enfermeira pra Cindy – Ele apontou para a menina sentada que revirou os olhos – A febre voltou.

– Quem é a... Ela – Perguntei dando um olhar breve a garota que me olhava de um modo quase inquisitório.

– Eu não faço ideia, mas sabe como são hospitais – Ele deu de ombros – As pessoas fazem amizade. E eu sou ótimo com crianças não é?

Ele piscou para a garotinha que suspirou e afastou o olhar.

– Ah sim, você tem talento – Me inclinei para encarar Cindy, quer dizer, Lily – Onde está a sua mãe?

– Atendendo um paciente – Ela respondeu de imediato – Você está doente? Parece doente.

– Eu? – franzi o cenho – Não. Eu estou...

– Cem pratas que ia dizer “bem” – Revirei os olhos e sentei do lado da Cindy. Droga! Era difícil acertar o nome daquela garota. Meus olhos estavam pesados. Respirei fundo e descansei o rosto entre as mãos... Céus, de onde havia vindo todo aquele cansaço?

– Elena? Ei, olha pra mim – Damon se ajoelhou à minha frente tentando ver meus olhos através da capa que meu cabelo formava sobre meu rosto – O que está sentindo?

– Só estou tonta, vai passar – Minha voz saiu rouca e entrecortada. Ergui o olhar pra ele, que afastou meu cabelo do rosto, repousou os dedos sobre a minha testa, e depois correu para o pescoço.

– Está fria. Quando comeu pela ultima vez?

– Há algumas horas – Disse sentindo a tontura aumentar. Eu até queria fechar os olhos, mas não conseguia desviar do seu olhar intenso – O quê? Vai me dizer que também é medico, é?

– Tenho alguma experiência com hospitais – Respondeu com seriedade antes de segurar minha mão e levantar-se sorrindo – Vem, vamos ver o que você tem.

– Quer me levar pra uma consulta? – Falei com dificuldade enquanto ele me ajudava a ficar de pé, apoiando meu corpo.

– Vamos ver – Ele começou a recitar – Você está passando mal, está grávida, e estamos em um hospital. É talvez a leve pra tomar sorvete, ou assaltar um banco.

[...]

“Repousar e não se envolver em situações que possam causar estresse” Foi a solução me deram no hospital. Eu quase podia rir com aquilo. Não conseguia pensar em um só dia no ultimo mês no qual não estivesse “sob estresse”

– Eu preciso ter uma longa conversa com você – Disse para Bonnie enquanto subíamos as escadas laterais que levavam até o corredor que dava para o nosso apartamento, a parte de baixo, era ocupa pela senhoria, Nancy Simpson que raramente estava em casa já que havia adoecido e agora vivia passando temporadas na casa de seu filho na cidade vizinha.

– Você sabe que eu ainda posso ouvir.

– Tudo bem – Respondi abrindo a porta – Preciso falar com você também, Damon.

– Vamos lá. Você não pode passar um dia inteiro só... Sei lá lendo revistas e aproveitando a luz do sol?

– Droga! – Praguejei empurrando a porta que havia emperrado e suspirei depois de quase cinco tentativas falhas de abri-la.

– Deixa comigo – Bonnie agarrou as chaves e num giro sutil a porta destrancou. Ela me lançou um olhar convencido e Damon riu detrás de nós.

– Ah, cala a boca, Salvatore – Resmunguei entrando na sala escura. A tarde já se esvaia, e as sombras jogavam a escuridão pra dentro através das janelas – Tyler? – Chamei ao ir mais perto observando intrigada enquanto via as janelas abertas com as cortinas bagunçadas. Depois percebi as coisas em cima da mesa de canto reviradas e caídas ao chão... Mas o quê? – Tyler, ainda está aí?

– Ai meu Deus! Elena! – Bonnie gritou e ouvi Damon resmungar xingamentos indo até ela do outro lado da sala – Vem cá Lena.

Demorei um pouco para de mar conta do que estava acontecendo, e só caí em mim quando já estava ajoelha ao lado do corpo do meu irmão.

– Não toca nele – Damon segurou as mãos de Bonnie, senti o ar fugir de mim e minha visão escurecer, mas me obriguei a desviar o olhar deles, mesmo sendo consumida por dentro por aquele medo misto à uma ansiedade amarga. Era como se o mundo inteiro estivesse em pausa, até que Bonnie começou a chorar perguntando o que havia acontecido.

Notas finais
AI SENHOR. E AGORA? Acabei tendo que editar outra vez o capítulo porque esttava enorme, e não queria que cansassem '~' Só eu acho que o Damon de babá, a-r-r-a-s-a? Só eu acho que vai ter treta? Só eu acho que a Elena vai ter um treco? Só eu acho que a Katherine tá tramando algo? Só eu, estou enfartando? O que vocês acaham que vai acontecer? O que vocês querem que aconteça? Como vocês acham que coisa toda acaba? Comentem. go go go. Não é por nada, não, mas sabe? O próximo capítulo já tá quase pronto, então acho que não seria nada ruim se eu atualizasse tipo, Ainda hoje? Vamos lá, deixem a Medusa feliz; Beijos ♥