Criminal

20 Capítulo 20


Notas iniciais
Olá meus amores tudo bem? Espero que gostem do capítulo, foquei mais na reação deles. Espero realmente que esteja bom. Boa leitura a todos.... Beijos nos vemos nas notas finais.

— Tem certeza de que não ouviu nada ? Não ouviu passos na porta de casa, nada de extraordinário ? – perguntou Merida.

Elsa sentou-se no sofá. Apesar da calça de moletom e a blusa de manga ela estava gelada, não comera nada, nem sequer preparara uma xícara de chá, mas não sentia a menor fome. Na meia hora anterior da chegada de Merida e Hans, permanecerá junto a janela da sala, olhando para a rua, atenta a cada ruído, observando cada carro que passava. O assassino sabe onde moro, sabe o que está acontecendo comigo.

— Doutora ?

Ela ergueu a cabeça.

— Onde está Jack?

— Ele nos mandou para cá primeiro, estava há uma hora de viagem, não chegaria com urgência – seu tom de voz saiu mais firme – Ficou o tempo todo em casa, Doutora ? E não percebeu nada?

— Não, quando acordei a sacola estava na minha porta. Quando sai para pegar o jornal, pensei que Jack havia esquecido , mas quando a abri... – ela parou, um rápido vislumbre dentro da sacola havia lhe trazido memórias passadas.

— Achou algo de diferente? Algum carro estranho ou alguém ?

Elsa negou com a cabeça, abraçou os próprios ombros, tentando controlar o tremor.

— Quem sabe da sua situação ?

Elsa ergueu o olhar, Merida estava sentada na mesinha a sua frente, os olhos claros fixos nela como o de uma leoa observando sua caça.

— Todos, não é mais tão fácil esconder – suas mãos pousaram por reflexo no volume aparente de seu abdômen – estive na cena de crime de Stella antes de viajar, você me chamou quando encontraram o corpo da criança enterrado, tinha diversas pessoas, câmeras. Ele pode ter me visto nesse dia, ou qualquer outro.

Um silêncio pairou sobre o local, Elsa se encolhia ainda mais no sofá, longe de parecer a médica fria com olhar firme que Merida conhecia, até Hans se encontrava quieto, atrás do sofá, enquanto deixava Mérida controlar o caos e a imagem que ela via a sua frente era uma mulher assustada, olhar distante enquanto ainda abraçava o próprio abdômen como querendo protegê-lo.

— Seu endereço fica de fácil acesso , doutora ? – perguntou Merida, sem nenhuma emoção na voz, fazendo seu papel de policial.

— Não, apenas meu telefone... – ela parou de falar, o ar havia ficado mais gelado fazendo seus pêlos da nuca se arrepiarem – acha que em algum momento ele me seguiu?

Ouviram-se passos na varanda da frente, ela se levantou encarando a porta, vozes altas e a imagem de Jack apareceu na porta seguido por Hiccup.

— Você está bem? – perguntou Jack, Elsa andou em sua direção se jogando em seus braços sem se importar que havia uma pequena plateia os encarando – Vim o mais rápido que pude.

Ela não o respondeu só o abraçou ainda mais, ninguém emitiu nenhum som enquanto o detetive Frost acariciava as costas de Elsa, sabiam que tinham que manter a postura profissional em frente aos colegas, mas dessa vez não tinha como empurrar o turbilhão de sentimentos. Ele havia ficado apavorado quando atenderá o telefone de Elsa , havia percebido o desespero em sua voz, e entendido apenas algumas palavras.

— O que houve ?

— Viu alguma sacola quando saiu essa manhã de casa, Frost ? – a voz de Hans ecoou, quebrando o silencio do local.

— Não havia nada quando sai – ele olhou para Elsa – O que aconteceu?

—Foi deixado um pacote na porta da casa — Merida respondeu em seu lugar.

— Onde está ? -a pergunta sairá mais firme, agora ele não olhava mais para ela e sim para Merida, e Elsa percebeu que agora a sua frente estava o detetive Frost, e não o homem com quem dividia as cobertas.

— Ainda está lá fora, dei uma olhada rápida por dentro, vamos.

Elsa não tinha vontade de confrontar outra vez aquela pequena sacola lilás, de aparência indefesa. Ao sair á varanda , ela fez uma pausa , ofuscada pelo brilho do sol. Era uma bela manhã de terça, na qual poderia estar aproveitando sua folga com uma bela xícara de chá, deitada no sofá. Em vez disso ela estava com medo de ficar em sua própria casa.

Merida observou Jack calçar um par de luvas, uma precaução inútil, ela pensou, porque esse assassino nunca havia deixado digitais ou qualquer prova. Jack segurou a sacola com calma, como se fosse uma bomba prestes a explodir ao menor toque, entraram na casa em um silêncio pálpavel, apenas o canto dos pássaros era escutado. Todos foram em direção a cozinha, onde Jack abriu a sacola retirando um envelope grande e marrom, com um fecho de barbante e botão. Na linha em branco do alto, onde normalmente se colocava o endereço estava escrito " Para Elsa Snow".

— Você viu o que tem dentro? — indagou Jack, olhando diretamente para Elsa que estava ao seu lado.

— Olhei por cima, não cheguei a tocar em nada.

Jack permaneceu em silêncio enquanto pousava o envelope pardo na mesa da cozinha, abriu a sacola novamente agarrando o fino tecido o puxando para fora da sacola, a camisola de seda em um tom azul celeste parecia brilhar sobre os pequenos raios de sol que adentravam a janela da cozinha, ele sabia o que aquilo significava, e o pensamento fez com que uma sensação gélida percorresse seu corpo. Por meses não via algo como aquilo e agora acima de tudo, desejava que não estivesse ocorrendo novamente.

— Meu Deus – o sussurro de Elsa foi quase inaudível.

É isso, estou sendo caçada como uma corça por um tigre.

Jack largou a camisola sobre a mesa, podia tentar se enganar e falar que aquilo era um engano, mas seu cérebro já trabalhava em cenas horríveis do que poderia acontecer. Se aproximou tentando alcançar o braço de Elsa, mas ela apenas se afastou, os olhos assustados ainda sobre o fino tecido azul. Jack lhe lançou um olhar repleto de preocupação, um olhar que todos registraram.

Hiccup se aproximou, pegou o papel pardo entre as mãos, não imaginava a situação que Jack se encontrava , mas conseguia ver o desespero no olhar dos dois, ainda mais no de Elsa, que deixará a postura de Rainha dos Mortos, aquela mulher concentrada, para se tornar algo parecido com uma ratinha encurralada.

— Parece vazio – Hiccup observou, enquanto apertava o envelope entre os dedos.

Com as mãos enluvadas , Hiccup desenrolou o barbante , levantou a aba e virou o envelope de cabeça para baixo, pequenas imagens caíram, fotografias Polaroid. Um arrepio subiu pela espinha de todos.

— Fotos? – Hans indagou se aproximando da mesa .

— Oh, Deus. Deus...

Jack virou-se e viu Elsa recuando, horrorizada. Voltou os olhos para as fotografias pegando uma delas entre os dedos, a mulher tinha cabelos curtos e negros, seus lábios estavam cobertos por uma fita, mas seus olhos estavam abertos e atentos , as retinas refletindo em vermelho o flash da câmera. A fotografia mostrava da cintura para cima. Uma mulher com olhos repletos de medo, nua amarrada a cama. E ninguém precisava perguntar quem era ela. Todos haviam presenciado o que ocorrerá com Thooty após essa foto.

— O que significa isso? – a voz de Jack estava repleta de algo que nenhum deles havia escutado antes, repleto de medo e ódio.

— Essas fotos foram tiradas no local... – Hans se aproximou mais ainda.

Ninguém ousou falar nada.

— Seria bom você não ficar em casa , doutora – Hiccup falou em uma voz baixa, como um breve sussurro, tentando transmitir um pouco de tranquilidade para aquela cena. Nesse tempo que conhecia Elsa Snow , ele nunca a vira demonstrar alguma emoção profunda. Mas a mulher que ele via a sua frente, trazia estampada no rosto uma expressão de puro pânico.

— E você acha que isso vai adiantar ? – a pergunta de Elsa saiu mais ríspida do que ela esperava. Mas não podia mudar, seu cérebro trabalhava em diversas teorias e possibilidades, o estômago estava embrulhado e ela podia sentir o bolo que se formava em sua garganta.

— É uma ideia, doutora. Podem ir para algum hotel.

— Isso não importa. Ele descobriu onde moro, sabe quem eu sou e sabe que estou grávida. Por algum motivo, ele me escolheu. Ele me disse que eu sou a próxima.

— Não acredito nisso – Merida se pronunciou em meio ao silêncio, os braços cruzados frente ao corpo encostada a parede mais próxima – Alertar a próxima vítima seria uma manobra incrivelmente estúpida da parte dele , se ele sabe onde mora deve ter visto Jack aqui antes, e sabe do relacionamento de vocês — seu olhar foi direto em Jack – ele não é burro.

— Se tem tanta certeza, então me diga por que ele fez isso – Elsa deu um passo a frente, o porte majestoso voltando aos poucos.

— Ele sabe que vocês estão mais do que próximos, pode estar desafiando as nós. Uma forma de provocar a polícia, ficou meses sem se mostrar, escondido, talvez tenha pensado que o esquecemos.

— Então o desgraçado devia ter mandado isso a vocês, não á minha casa, não agora – sua voz saiu tão alta que ela percebeu o breve olhar de espanto nos olhos de Hiccup.

Enrubescendo, Elsa se virou, embaraçada por sua explosão ficou calada enquanto seguia em direção a sala, sabendo que Jack vinha logo atrás. Ela parou na janela, em silêncio enquanto observava a casa do outro lado da rua, onde um cachorro dormia aquecido pelos raios de sol. Ela não se afastou quando o toque quente de sua mão pousou em seu ombro, Jack a trouxe para perto e ela se deixou ser envolvida pelo seu cheiro de menta e sabonete enquanto escondia o rosto entre sua camisa. Agarrando o tecido com força entre os dedos . Jack a abraçou com força, era ali que ele queria que ela ficasse, em seus braços, segura. Nunca em toda sua vida sentira esse desespero de proteger alguém, de temer por alguém.

— Acho que me exaltei – sua voz saiu baixa.

— Não a culpo – ele a trouxe mais para perto – Não consigo encontrar alguma resposta.

— Acha que é apenas uma forma de desafio como Merida disse ? Um desafio no qual eu sou o prêmio?

— Não sei .

— Ei, me achem antes que eu a mate, junto com seus filhos – e uma risada nervosa saiu de seus lábios. Ela levantou o olhar e Jack viu puro terror nos olhos cristalinos.

— Nada vai acontecer, ok ? – ele sussurrou segurando seu rosto entre as mãos, embora dissesse essas palavras mais para si mesmo do que para ela – Não vou deixar.

E como se aquelas palavras fossem o estopim , Elsa desabou em seus braços, ele fechou os olhos enquanto ela estremecia em seu abraço. Esperou ela se acalmar , e foi o que ela fez, quando ele se dobrou em torno dela, protegendo-a dos pesadelos que a assombrava.

— Por que está acontecendo isso? – sussurrou.

— Não sei.... – ele deu um suspiro cansado. Ela balançou a cabeça , então piscou assustada quando o pequeno Walk talk de Jack fez barulho.

— Precisamos de reforços próximo a rua Bates Wallin, agora.

Jack silênciou o aparelho, enquanto os passos se aproximaram, Elsa levantou o olhar encarando os três detetives, passou as mãos no rosto tentando esconder as recentes lágrimas, embora não adiantasse, já que em seu rosto estava gravado a pequena crise emocional.

— Estamos indo, estão suspeitando de um ataque terrorista.

— Precisamos de reforços, ambulância a caminho – a voz repleta de chiado soou novamente.

— Vá , Jack.

— Você não vai ficar aqui sozinha.

— Estamos indo – a voz de Merida soou alta, ela lançou um rápido olhar a Jack antes de sair pela porta, os cabelos revoltos sendo a última visão antes da porta se fechar com força.

— Jack.

— Vou ligar para minha mãe – ele falou lhe dando as costas, ela escutou sua voz enquanto ele se afastava em direção a cozinha, encarou Hiccup que desviou o olhar, tinha de se desculpar com ele, sabia que havia sido rude.

— Hiccup....

— Não se preocupe, doutora. Vamos encontrá-lo – ele falou com calma, a voz suave, ela deixou uma pequena linha se formar em seus lábios, quase um sorriso.

— Minha mãe está vindo – disse Jack, ele se aproximou dela enquanto Hiccup saia para fora da casa, parou a sua frente segurando o delicado rosto entre as mãos – Preciso ir, tranque a casa e ative o alarme de segurança, só abra para minha mãe – ela concordou antes dele a puxar para um beijo calmo – Volto o mais rápido possível.

Se despediram com mais um beijo , antes dele a abraçar com força acariciando sua barriga.

— Tranque a porta — ele falou antes de fechar a porta, ela correu e a trancou, olhou pela janela o vendo entrar no carro.

Verificou as janelas da sala e novamente a porta, virou na direção da cozinha e ficou paralisada.

A porta dos fundos.

Vagarosamente, ela percorreu o corredor, as palmas das mãos úmidas, o coração disparado. Ao entrar na cozinha, viu que a porta estava fechada, assim como a janela, o local estava limpo, Jack havia recolhido as fotos que estavam sobre a mesa junto a sacola, e ela se perguntou onde ele as esconderá. Dirigiu-se a porta e confirmou que estava trancada. Respirou tentando se acalmar, a chaleira de água ainda no fogão, certamente alguém havia desligado o fogo.

Andou em direção a sala se sentando no sofá, talvez tudo aquilo não passasse de uma brincadeira, mesmo sabendo que seria impossível, as fotos confirmavam que não era uma brincadeira, elas mostravam o medo e desespero nos olhos da falecida amiga.

Precisava se distrair, os pensamentos a estavam consumindo novamente, ligou a televisão e reconheceu o filme que apareceu na tela, tentou limpar a mente enquanto observava as imagens. Vez ou outra o simples pensamento de que alguém a observava lhe fazia se levantar e ir em direção a janela. Tendo apenas a visão da rua calma.

A campainha tocou.

Ela se levantou do sofá, a respiração tensa de medo, espiou rapidamente pelo olho mágico vendo uma cabeleira loira e olhos azuis, abriu a porta da frente e deparou-se com Ângela, o rosto sorridente.

— Como você está, querida ? – ela perguntou enquanto Elsa lhe dava passagem antes de fechar a porta e tomar o cuidado de tranca-la.

— Estou bem – ela tentou dar um sorriso, mas seus músculos não colaboraram.

— Está com uma cara de cansada, Jack disse que não passou bem.

— Não se preocupe.

— Comeu algo?

—Ainda não, estava sem fome – ela queria perguntar o que Jack havia lhe dito, sabia que ele não falaria a verdade – Não precisou ficar com Nathaniel hoje?

— Sophie estava em casa hoje. Vem, vamos comer algo – ela falou enquanto seguia em direção a cozinha de Elsa, um caminho agora tão comum, após algumas visitas ao casal.

— Jack não precisava lhe incomodar. – Elsa falou enquanto se sentava na cadeira, encarou a mesa atentamente, como se as fotos ainda estivessem sobre ela.

— Eu vim porque eu também quis, ele só me disse que você não estava bem, que precisava de uma companhia – Ângela falava enquanto desembrulhava distraidamente o bolo que trouxera, o aroma de bolo recém saído de forno empesteou o ar é Elsa pode sentir o estômago roncar, levantou o olhar envergonhada vendo que Ângela perceberá – Comprei no caminho, coma.

Calma bebês, já vou lhes alimentar, a mamãe estava distraída. Pensou enquanto cortava a primeira fatia do bolo , o barulho de Ângela remexendo nos armários ao fundo, enquanto procurava os sachês de chá.

(...)

O local estava cheio , diversas vozes se comunicando ao mesmo tempo, carros de repórteres, câmeras e um grupo da SWAT, aguardavam do lado de fora.

Mas lá dentro apenas a morte os saudava, o chão de madeira agora estava manchado de sangue, entrando nas pequenas fendas se acumulando, a cena de um massacre ocupava aquele restaurante, o homem que operava o caixa estava deitado sobre ele, as teclas manchadas de um vermelho vivo enquanto ele olhava diretamente para a pronta. O tiro acertará em três locais de seu rosto. Cartuchos de balas espalhadas pelo local. A segunda vítima estava na entrada, braços estendidos caído no chão, e Jack teve a breve sensação de que aquele homem estava tentando correr em direção a porta. O tiro acertará a parte de trás de sua cabeça. Na mesa a um canto estava duas vítimas, onde estavam sentados, os pratos ainda continham uma porção de panquecas, a mulher estava caída de um modo estranho sobre o homem que a acompanhava. Mais três corpos a um canto, uma família, entre eles, uma criança. Ele virou o rosto preferindo não ver aquela cena.

Jack andou até a cozinha, o cozinheiro estava sentado no chão, as costas apoiadas na parede manchando-a de vermelho, uma primeira grotesca da morte. Os dois corpos que ocupavam o centro do local estavam estirados, momentos depois de escutarem os tiros a polícia entrou em ação, matando os dois homens. Se abaixou ao lado do corpo, um homem alto, cabelos longos presos em um rabo de cavalo, onde os fios eram tingidos pelo sangue que escorrera do ferimento a bala de seu rosto. A cena era repleta de horror, e ele se perguntava o motivo por aqueles homens terem entrado em um restaurante e começarem um massacre.

— Tivemos mais alguma informação ? – ele perguntou enquanto se levantava, encarando Hiccup e Mérida que estavam ao seu lado.

— Nenhuma.

Andaram a passos lentos e silenciosos até a saída, respeitando aquele local de luto. Jack foi o primeiro a sair, protegendo os olhos dos raios de sol da tarde. O processo havia demorado horas, para no final, o massacre acontecer. A policia não podia enfrenta-los enquanto tinham reféns sob custodia, e no final, isso causou a vida de todos no local. Virou o rosto encontrando a imagem de Hans , cercado de repórteres e câmeras enquanto ele explicava o ocorrido, ao longe ele lhe lembrava um ator de cinema, centrado e confiante frente as câmeras, os olhos brilhando pela atenção que recebia.

— Ele adora dar um show – Mérida comentou e ele escutou a risada baixa de Hiccup.

— Ligaram para o Instituto? – perguntou Jack.

— Vão buscar os corpos, o Dr. Edwards vai fazer a autopsia, amanhã.

Jack concordou com a cabeça, olhou para multidão de curiosos e repórteres.

Você está aqui agora me observando?

Olhou ao redor mais uma vez antes de dar as costas para os colegas e as diversas câmeras, sabia que tinha suas responsabilidades, mas agora, Elsa precisava dele.

Notas finais
E então gostaram? Espero que sim.... Vou colocando mais coisas para desenrolar com o decorrer dos capítulos kkkk. Beijos amores, não esqueçam de comentar. S2 Ahh quanto as minhas outras fics, estou tomando coragem para continua-las, ando sem criatividade para elas.