Criminal

4 O3 ~ In love (?)


Notas iniciais
Oi, oi, oi gente ♥ Enfim, sexo no capítulo, me desculpem se não estiver bom, primeira vez que eu escrevo sobre sexo em detalhes masoqq/ Espero que gostem, até lá embaixo danse/

Justin entrou pela porta e ficou me encarando durante alguns segundos, me despindo somente com o olhar. Desviei o rosto. Aquilo estava muito desconfortável pra mim. Ele se sentou em uma cadeira velha do lado de uma mesinha e continuou a me encarar. Os minutos foram passando e ninguém falava nada. Voltei a olhar para ele. Justin deu um meio sorriso, se levantou e tirou a camiseta, ficando só de calça. Pude ver seu peitoral bem definido, êta cara gostoso. Desviei novamente o olhar, se continuasse assim minha baba ia derramar no chão e formar uma piscininha ali mesmo.

– O que você gosta na cama? – Justin perguntou. A voz dele era de arrepiar, linda demais. Fiquei com medo da pergunta, eles praticamente me estupraram no carro, então decidi ficar em silêncio. Ele se aproximou, se agachando do meu lado.

– Se eu fosse você Lindsay, ia colaborar com o nosso grupo. As coisas iam ficar muito mais fáceis pra você, sério. – ele pegou o meu rosto entre as mãos e apertou muito forte, enquanto dizia isso e depois soltou bruscamente. – O que você gosta na cama?

Eu pensei sinceramente em responder direitinho e colaborar com o “grupo”, mas a minha impulsividade idiota não deixou. “Foda-se”, sussurrei com um sorrisinho cínico.

– Sua vadia! Vai apanhar ainda mais pra aprender a nunca mais me desafiar! – Justin gritou e sem pena nenhuma me deu dois tapas na cara, um em cada bochecha, bem forte. Gritei de dor, a minha cabeça já estava machucada e ele vinha lá e fazia uma coisa dessas? Mas não parou por aí. Justin puxou pelo meu cabelo e me jogou no chão, começou a me chutar. Ele chutou a minha barriga muito forte, enquanto eu tentava me proteger com as mãos algemadas em vão. Meus gritos eram muito altos, eu implorava pra que alguém viesse me ajudar. Chaz e Ryan entraram correndo e seguraram Justin, ele parecia possuído.

– Tá doido Justin? Olha o que você fez com a menina! – Chaz veio correndo me ajudar enquanto Ryan levava Justin pra fora, eu chorava muito, tava doendo demais. Chaz me ajudou a sentar novamente.

– Tá doendo muito?

– Tá, tá doendo tudo, esse garoto é um louco. – falei ofegante e aliviada, parecia que Chaz não queria me machucar dessa vez. Ele me olhou no fundo dos olhos e disse:

– Se você tem amor a sua vida não tenta desafiar o Justin. Ele fica louco quando fica com raiva, entendeu? Faz o que ele mandar e espera aí um pouco que eu vou trazer alguma ciosa pra ti comer e remédios, você tá precisando. – Chaz saiu e eu fiquei lá sozinha, com as minhas lágrimas. Porque isso comigo meu Deus? Sério, eu nunca fui a melhor garota do mundo, mas será que eu mereço isso mesmo? Escutei uns sons de conversa lá fora e me concentrei pra ouvir.

– Justin cara, para com isso! A garota tá lá acabada agora, chorando um monte, precisava bater nela?! – Chaz falou lá fora.

– Ai meu Deus, desculpa, é que eu me irritei, ela me tirou do sério com aquele cinismo dela, eu não queria...

– Se não queria, não fizesse, não tinha necessidade disso Justin! Porra cara aprende a ter paciência, mas que merda! – Essa era a voz de Ryan, eu tinha certeza. Fiquei surpresa por alguns instantes, eu realmente não achava que eles fossem me defender. Respirei fundo e senti meu corpo doer por inteiro, cada músculo. Depois escutei lá fora um barulho de motor de carro, parece que alguém estava saindo e eu apostava quase todas as minhas fichas que era o psicopata do Justin. A minha boca estava muito seca e meu estômago roncou, não sei como o coitado conseguia funcionar depois de todos os chutes. Passaram alguns minutos e nada de alguém aparecer, será que Chaz tinha mentido pra mim? Fechei os olhos e tentei relaxar, acabei caindo em um sono profundo.

–--

– Vai Chaz, pega o dinheiro! – Justin ordenou. Peguei a minha arma e fiquei em guarda, eu sabia que lugar era esse, a casa dos Patterson grandes amigos do meu pai, porém eram todos uns estúpidos. A casa estava vazia, melhor assim, eu não queria matar ninguém.

– Eu vou por aquele lado, você vai por esse. – Justin disse pra mim e eu assenti. Ele me deu um rápido selinho e foi. Continuei andando pela casa até chegar na cozinha. Vi uma silhueta no escuro e apontei a arma naquela direção.

– Não atira em mim pelo amor de Deus! – Era a voz do meu pai que implorava, mas a voz não vinha da sombra que estava parada na minha frente e sim de um quarto próximo. Saí correndo pra ver aonde era, eu não podia deixar que matassem meu pai. Mas antes de chegar lá, escutei disparos vindo da sala de estar. Corri mais rápido ainda e chegando lá, congelei na porta. Vi meu pai caído no chão, dois tiros na barriga disparados por Justin. As lágrimas vieram aos meus olhos e eu gritei.

–--

– O que foi Lindsay?! – Escutei a voz assustada de Justin, ele estava parado na minha frente e eu ainda estava no cativeiro, só que em vez de algemada estava amarrada em um pedaço de madeira. Respirei aliviada, tinha sido só um sonho, ou melhor, um pesadelo.

– Tá doendo, é isso? – Ele me perguntou mais uma vez. Justin estava com um pano molhado na mão e do lado dele tinha uma pequena maletinha com uns remédios e curativos dentro. Não tinha mais ninguém ali, só eu e ele.

– Não tá doendo, quer dizer não muito, foi só um pesadelo. Cadê os outros? – dei um sorriso amarelo. Decidi que não ia mais irritar nem desafiar ele, só ia obedecer.

– Saíram pra roubar a comida... Desculpa. Sério, é que você me irritou e eu não sou o cara mais controlado do mundo... Desculpa mesmo Lindsay. – ele disse com sinceridade, eu podia sentir. Parecia arrependido.

– Tá desculpado, fazer o que né. – sorri fracamente e Justin sorriu também. Ele voltou a molhar o pano e continuou a passar sobre a minha cabeça que ainda estava meio ensanguentada do que Ryan tinha feito. Depois ele pegou um remédio lá e passou sobre a ferida, ardeu um pouco, e colocou um curativo em cima. Eu acompanhei tudo em silêncio.

– Você tá calada. Se for por causa de hoje de manhã, fique sabendo que não é proibido falar.

– Porque vocês me sequestraram? – Justin pareceu surpreso com a minha pergunta. Quer dizer, pra muitos podia ser óbvio mas pra mim não.

– Não fui eu quem teve essa ideia, só estou sendo pago pra te manter aqui.

– Quem mandou então?

– Eu não sei se você percebeu, mas eu sou o chefe aqui então eu mandei.

– Não seja idiota, quero saber quem mandou me sequestrar.

Justin me encarou. Tava claro que ele não tinha gostado do jeito que eu falei com ele, mas eu sou assim mesmo, estupidamente estúpida.

– Se fosse pra você saber eu tinha contado, não seja imbecil.

– O único imbecil aqui é você. – respondi. Caralho mano, fodi com tudo. Agora ele ia me espancar de novo, eu ia morrer e pronto. Tem gente que pede pra se foder e eu sou dessas. Justin me olhou com firmeza.

– Olha aqui putinha, quem manda sou eu. Não vai pensando que porque eu decidi te fazer um favor cuidando de ti, eu sou teu amiguinho ou qualquer coisa do tipo. Posso fazer o que eu quiser aqui, então cala a tua boca, faz o que eu mando ou então... — Justin puxou uma arma da cintura e passou ela pela minha boca e sussurrou no meu ouvido: “Eu te mato”. Senti um arrepio percorrer meu corpo, ele estava próximo demais de mim. Ele continuou a sussurrar no meu ouvido.

– Então é disso que você gosta né... Sexo selvagem, ser comandada. Pode deixar que isso é o que eu faço de melhor. – Ele apertou com força uma das minhas coxas. Levei a minha boca até a dele e começamos a nos beijar intensamente. De repente eu não queria saber de mais nada, só dele. Abri as minhas pernas e passei ao redor dele com um pouco de dificuldade, eu estava amarrada afinal. Mas foi aí que ele me surpreendeu de novo: pegou uma faca que estava jogada ali e cortou as cordas que me prendiam. Fiquei por cima e joguei ele no chão, começando a rebolar por cima da roupa mesmo.

– Ah, mas eu também faço isso muito bem, você não acha?

– Talvez, vamos ver quem faz melhor.

Ele me jogou no chão e ficou por cima novamente, tirei a camisa dele com uma pressa exagerada. Assim que a dele saiu, em vez de tirar a minha blusa, ele simplesmente rasgou. Comecei a rir e fui na direção do membro dele que já estava com um “pequeno” volume. Abaixei a calça dele e a cueca, tudo ao mesmo tempo. Fiquei impressionada com o tamanho do membro dele, em vez de ter sido grossa, devia ter tentado dar pra ele de manhã. Passei a língua pela cabeça bem devagar, provocando ele. Justin puxou pelo meu cabelo e fez meio que uma rédea, o modo dele de tentar controlar alguma coisa. Enfiei tudo o que pude dentro da boca, quase engasguei. Comecei a chupar devagarzinho e ele puxou pelo meu cabelo me forçando a acelerar os movimentos. Estava chupando o mais rápido que podia na parte que estava dentro da minha boca e massageando o resto. Justin começou a gemer e eu sorri distorcidamente e desacelerei novamente.

– Vai me pagar sua vagabunda! Espera só chegar a tua vez.

Acelerei novamente e algumas gotas de esperma começaram a sair da ponta. Justin me puxou com tudo pra cima e me jogou no chão, tirando a minha calcinha com a própria boca. Levantei a minha saia e ele enfiou a cara na minha intimidade e começou lamber devagarzinho, exatamente como eu tinha feito com ele. Peguei a cabeça dele e enfiei ainda mais lá, forçando o chupar com rapidez. O safado começou a me penetrar com a língua, comecei a gemer devagar, se ele continuasse assim eu ia acabar fazendo todo mundo achar o cativeiro. Justin parou e eu arfei, estava quase lá. Ele se sentou no colchão com o membro ainda ereto e fez um gesto para que eu me sentasse lá. Fui praticamente correndo e sentei com calma, se eu fosse com rapidez aquilo ia me rasgar toda. Sentei e senti a ponta bater praticamente no meu útero, o que é isso minha gente? Comecei a rebolar nele devagar e depois aumentei bastante a velocidade, fui cavalgando nele. Justin percebeu que eu ainda estava com o sutiã e o tirou, colocando um dos meus seios na boca e brincando com o outro. Agora sim estava perfeito. Meus gemidos eram muito altos, mas quem não gemeria como uma louca nessa situação? Comecei a pular praticamente nele e senti meu corpo tremer, meu gozo foi descendo e molhando o pau dele. Senti o membro dele latejar dentro de mim, ele gozou também, praticamente no mesmo momento que eu. Respirei fundo, ele tinha me cansado demais. Saí de cima dele e me deitei no colchão do lado dele.

– Tô morrendo de fome – ele disse.

– Tô morrendo de cansaço – eu disse.

Justin apertou a minha mão. Talvez eu estivesse louca ou fosse só o calor do momento, mas podia jurar que estava apaixonada por ele.

Notas finais
KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK Ontem eu parei pra ler essa fic e como vocês conseguem ler isso? Sério, me respondam U_U
Enfim, contem me tudooooooo!
Ah, e eu SÓ CONTINUO SE RECEBER NO MÍNIMO UMA RECOMENDAÇÃO OK? Acho melhor recomendarem amores, acho muito bom mesmo, nem é tão difícil assim afinal qqq Beijos ;**