Notas iniciais
Desculpa gente por postar só agora, desculpa mesmo :( Mas é que tinha o ENEM, médicos e mais uma pilha de coisas, enfim. Está aí um capítulo mais longo dessa vez danse/ Até lá embaixo :3

Justin

– Chaz! Pega ela e coloca aí atrás, vai! – Justin falou o mais alto que pode afinal eles não podiam chamar atenção de ninguém mesmo o estacionamento estando vazio.

– Ryan, ajuda aqui, ela é magra mas é pesada!

– Claro né, você acha que uma bunda desse tamanho não ia pesar nada? – Justin falou sarcasticamente enquanto Chaz e Ryan pegavam Lindsay do banco do motorista e colocavam no banco de trás.

– Aonde eu deixo ela? – Chaz perguntou e Justin revirou os olhos. Amadores.

– Deita ela no colo de vocês idiota. — Justin respondeu com uma pontada de impaciência e passou para o lugar do motorista, anteriormente ocupado por Lindsay. Pegou a bolsa da garota e revirou tudo atrás das chaves do carro, até que finalmente encontrou. Pegou também todo o dinheiro que estava lá dentro junto com o celular e os documentos, colocou no bolso e saiu em alta velocidade do estacionamento do shopping pelas ruas da cidade.

– Hm, a calcinha dela é preta. – Ryan disse, enquanto levantava a saia de Lindsay. Chaz deu uma risada.

– Mete logo a mão toda. – disse Justin, com um sorriso perverso nos lábios. Mal podia esperar para chegar no cativeiro e se aproveitar da “pobre” garota. Ryan levantou de vez a saia, afastou um pouco as pernas da garota e afastando a sua calcinha, sumiu com dois dedos dentro dela. Lindsay se remexeu um pouco e Chaz segurou os braços dela, aproveitando para algemá-la. Justin assistia toda a cena por um dos espelhos do carro e não via como não ficar excitado com aquilo. A putinha rica sendo rendida e abusada por três bandidos – pensou. O sorriso malicioso não saia do rosto dele.

– Essa vagabunda já deu muito hoje, aposto que nem ia sentir nada se eu fizesse o que o Justin falou. – Ryan disse e os três começaram a rir dentro do Porsche. Eles já se aproximavam das fronteiras da cidade e logo chegariam ao esconderijo onde sabe-se lá quanto tempo iriam ficar.

Lindsay

Eu não conseguia me mexer, não lembrava de nada e isso era muito estranho. Na verdade, eu não conseguia fazer nada, sabe? Nem abrir os olhos, nem mexer as pernas... Por falar nisso, eu sentia algo dentro de mim, como se estivesse sendo penetrada por algo muito grosso. Em vez de sentir prazer, eu estava extremamente incomodada com aquilo, era tão grande que chegava a doer. Tentei mais uma vez me mexer e nada. A minha vontade era de gritar, socar, fazer um verdadeiro escândalo. De repente, senti aquilo que estava me penetrando aumentar de tamanho. Ai meu Deus! A dor começou a ficar insuportável, parecia que em vez de um pênis o que estava me penetrando eram dedos e a cada hora colocavam mais um. Escutei risadas ao fundo... Risadas masculinas. Me lembrei que na hora que entrei no carro alguém me estrangulou. Dei um grito. Consegui encontrar meu corpo novamente e me levantei assustada, percebendo que estava no colo de um cara muito bonito. Uh. Mas estava algemada. No mesmo instante alguém me deu uma chave de braço por trás e eu lutava para conseguir respirar, mas era muito difícil, estava praticamente sem minhas mãos. O tal cara do qual eu estava no colo veio, tampou a minha boca e começou a falar:

– Shhhh... Calma aí vadia. Cala a boca. – disse o cara e apontou uma arma na minha barriga. Respirei fundo e tentei me controlar, dar uma de escandalosa não ia me salvar.

– Que merda foi essa que tu comprou hein Chaz? A vagaba acordou muito antes do que era pra ter sido, filho da puta! – Um cara que estava dirigindo o meu carro perguntou. Só dava de ver um pouco do cabelo loiro dele.

– Calma aí Justin, o desgraçado me garantiu que essa podia deixar qualquer um em coma, se eu ver esse maldito de novo eu juro que eu mato! – O cara que estava me mantendo presa na chave de braço respondeu, pelo menos eu já sabia que o nome dele era Chaz e o que dirigia era Justin. Já o outro não tirava a maldita arma da minha barriga. E eu, como uma típica retardada, mordi a mão dele que tampava a minha boca.

– Caralho, sua filha da puta! – ele pegou e bateu na minha cabeça com a mesma arma que antes estava apontada para a minha barriga. Arfei de dor e comecei a chorar. Ele tinha batido com muita força e eu estava meio tonta, mas mesmo assim pude sentir o cheiro do meu sangue que já escorria pelo meu rosto.

– Tá maluco Ryan? Será que eu sou o único que pensa aqui? Se tu matar essa vadia a gente tá perdido! – Justin gritou com o cara que tinha me batido, o tal Ryan. A minha cabeça estava girando e Chaz afrouxou um pouco o braço ao redor do meu pescoço.

– Me deixa ir pelamor de Deus... – implorei sussurrando entre soluços.

– Cala. A. Boca. – Justin falou do banco da frente, pausando as palavras. Senti um arrepio passar pela minha espinha e me calei, ele parecia ser o chefe de todos. Tentei ver pela janela onde estávamos indo e só pude ver mato. Me desesperei, tentei ver onde estava a minha bolsa e Ryan me lançou um olhar ameaçador. Tombei a cabeça pra trás e deixei ela repousar no ombro do tal Chaz.

O corte na minha cabeça latejava e a minha blusa estava suja de sangue, sinceramente eu não sei como não desmaiei. Foi aí que percebi um detalhe que na hora do desespero deixei passar: estava sem calcinha. Aposto que algum daqueles vagabundos tinha tirado e feito não sei o que comigo, era muito difícil entender tudo. Porque tinham me sequestrado? Quer dizer, isso era um sequestro claramente, mas a mando de quem? Será que a ideia era deles? Minha cabeça girou mais uma vez e eu pude perceber que o carro parou. O Justin saiu primeiro e demorou um pouco a voltar, eu não podia me mover muito.

– Traz a cachorra, Chaz.

Chaz me puxou sem dó nenhum pelo pescoço, como se eu realmente fosse uma cachorra, e saiu me arrastando pra fora do carro. Pela primeira eu pude ver o Justin e porra, ele era lindo. Era magro, mas mesmo assim dava de se perceber os músculos definidos por cima da camisa, o rosto parecia inocente e angelical, se eu vesse pela rua poderia pensar tudo, menos que ele era um sequestrador. Ele só olhava tudo, enquanto Chaz continuava a me arrastar. Não pus nenhuma resistência mais, meu pescoço estava doendo pra caralho e a minha cabeça também. Ryan foi na frente e abriu a porta de uma casinha caindo aos pedaços e sem janela nenhuma visível. Eu ia acabar morrendo ali dentro. Chaz entrou comigo dentro da casa e antes de me jogar em um colchão velho e podre no chão, me encoxou por trás. Mordi o lábio, eu não era cega pra perceber o quanto eu tinha sorte de ter sido sequestrada por três caras lindos, principalmente aquele Justin, que delícia.

– Fica aí sua cachorra. Se eu escutar um piu ou qualquer coisa que seja, tu tá perdida. Entendeu?

Apenas assenti e observei ele sair da cabana, enquanto eu ficava lá totalmente suja, machucada e algemada. Eu nunca fui muito de rezar, mas implorei pra que alguém aparecesse e me tirasse daquele sofrimento. Justin entrou pela porta.


Notas finais
Romance (lê-se safadeza) com o Jus só no próximo qqq Deixem seus reviews, contem-me tudo!
Próximo capítulo só sai segunda de manhã, então segurem sua curiosidade até lá. Beijos minhas pervas preferidas ;*