Crime quase perfeito
1 Capítulo 1
Notas iniciais
Era fim de expediente... O Sol já se escondia no horizonte depois de vinte horas ininterruptas de trabalho... A equipe estava cansada e DB estava pronto para ir embora, quando Sara entra em seu escritório... Ela estava aflita, mas depois da conversa com DB, ela transmitia mais tranquilidade.
–Uau... Eu não esperava... — DB estava surpreso com o que acabará de ouvir.
–Nem eu... Foi uma surpresa enorme para mim... — Sara dizia sorrindo. Ela se sentia Maia confortável depois da confissão.
–Bom... — Ele se aproxima para cumprimenta-la. — Parabéns... E que você seja muito feliz nessa nova caminhada.
–Obrigada Russel... — Sara se retira do escritório de Russel e vai para casa. Teria que descansar o máximo que pudesse para o próximo turno.
...
Era quatro da manhã... E era uma madrugada fria... Uma pequena casa na divisa de Vegas e um corpo. Um homem de aproximadamente trinta anos, deitado em sua própria poça de sangue, morto em sua cozinha e com metade do braço estraçalhado pela lâmina de um... Liquidificador... E que ainda se encontravam ligado com aquele barulho irritante e ensurdecedor... Junto com o corpo, um bilhete com as letras...
–R.V... O que será que significa? — Sara pensava em algo que poderia representar aquelas letras. — O que você acha, Greg? — Sara guarda a evidência dentro de um de seus saquinhos e coloca em sua maleta.
–Acho que estou com um pouco de medo desse lugar... — Sara sorri e caminha em direção a pia. Ela a observa cuidadosamente e recolhe um pedaço de papel rasgado com algumas instruções escrito nele, mas pouco se via, pois um líquido vermelho derramado no local havia manchado o papel. Ela abaixa a cabeça em direção a pia e cheira o líquido e, em seguida, recolhe uma amostra. Greg observava a sala, que ocupava o mesmo cômodo e encontra algo que não esperava... Era uma mosca varejeira, que se debatia no sofá em meio a duas almofadas. Ele automaticamente lembra de Grissom e solta um leve sorriso. Enquanto isso, Sara caminhava para o banheiro da casa. Lentamente ela abre a porta e um cheiro ruim infesta o ar e ela sai andando até Greg.
–Greg... — Ela estava trêmula e pálida... Greg a encara preocupado. — Eu vou respirar um pouco... Você pode olhar o banheiro? — Sara coloca a mão na boca e vai para fora da casa.
–Está bem, eu olho o banheiro... — Greg caminha até o banheiro e imediatamente tem a mesma reação de Sara. Fora da casa, pouco distante das viaturas da Polícia, Sara coloca tudo o que havia comido durante o dia... Se sentia muito mal e sentou-se na calçada. Sara observa Vartan se aproximar e se levanta.
–Você está se sentindo bem? — Ele olha para a poça de vômito que estava ao lado de Sara.
–Sim... Foi só um enjoo, mas já vai passar... — Sara vomita novamente e Vartan virá o rosto para não ver a cena.
–Eu vou falar para o Greg que você não está em condições de voltar para a cena. E também vou chamar uma ambulância... — Vartan ia saindo quando Sara se apoia no ombro dele.
–Eu estou bem... Não preciso de ambulância e vou voltar para a cena com o Greg. — Sara respiração fundo e volta para dentro da casa. Quando entra, encontra David examinando a vítima.
–A vítima se chama Anthony Milani. Pela temperatura do fígado, ele morreu entre as onze da noite e as duas da manhã. — Sara para próximo a vítima.
–Já tem uma possível causa da morte? — David a olha.
–Pode ter sido hemorragia, mas só teremos certeza depois da autópsia. — Greg se aproxima de Sara.
–Você se sente melhor? — Greg a olha esperando uma resposta.
–Sim... Vamos trabalhar? — Sara anda até o quarto da vítima enquanto Greg continua na sala. Depois de coletadas as evidências e o corpo levado para o IML, Greg e Sara voltam para o laboratório para analisar todas as evidências.
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