Crime quase perfeito
2 Capitulo 2
Notas iniciais
Greg e Sara chegam no laboratório. Enquanto Greg segue para o IML, Sara caminha com as evidências para a análise. Greg entra na sala de autópsia, encontrando Dr. Robbins e a vítima.
–Já temos a causa da morte?
–A causa da morte foi hemorragia causada pelo rompimento da artéria. Eu nunca tinha visto algo parecido em tantos anos de medicina... Quer dizer, não sabia que a lâmina de um liquidificador tinha essa potência. — Dr Robbins parecia perplexo com o que via.
–Alguma outra coisa que eu precise saber? — Greg o encara.
–Ele tinha um problema grave nos rins... Também encontrei o que parece ser um pedaço de algum tecido na garganta dele... — Dr Robbins entrega a amostra encontrada nas mãos de Greg.
–Obrigado Doutor. — Greg se retira da sala da autópsia e caminha até o laboratório ao encontro de Sara. Chegando lá, ele encontra Hodges no corredor, indo para a análise de digitais.
–Greg... Que bom que eu te encontrei... Tenho o resultado do líquido que Sara encontrou na cena. É suco de cramberry... Pessoas com problemas no rim tendem a tomar esse suco para ajudar no combate a infecção urinária. -Hodges falava gesticulando com as mãos.
–Faz sentido... Dr Robbins disse que a vítima tinha problemas nos rins. — Greg e Hodges entram na análise de digitais, encontrando Sara totalmente concentrada.
–Eu ainda não consegui nada com as digitais... — Ela encara os meninos, que estavam parados ao lado dela.
–O líquido vermelho que você encontrou era suco de cramberry. — Sara olha para Greg e toca em sua barriga. Ela estava com fome... Não havia comido nada ainda, e com a fome que estava, comeria até um cavalo, se conseguisse.
–Onde eu encontro esse suco? Estou com fome.
–Eu costumo comprar perto da minha casa... Tem um mercadinho lá que vende de tudo... — Hodges direciona seu olhar para o computador e, em seguida olha para Sara. — Por que?
–Você me leva até lá? — Greg e Hodges se entreolham e voltam a olhar para Sara.
–Eu posso ir, mas alguém tem que cuidar do meu trabalho. — Hodges falava direcionando seu olhar para Greg. O computador apita em sinal de que a evidência havia sido analisada.
–Droga! — Sara bate na mesa. — Digital protegida pelo FBI...
–Só pode ser brincadeira... — Greg se mostra irritado. — Estado da Califórnia... O cara tem uma casa em Vegas e a digital protegida pelo FBI da Califórnia. — Greg imprime o resultado e junta com o resultado que já tinha.
–Greg, eu vou com o Hodges comprar comida, pode avisar o Russel? — Sara retira o jaleco e arruma sua blusa.
–Pode comprar um combo pra mim? — Greg sorri e Sara acena com a cabeça em sinal de afirmação. Ela se retira e Greg caminha rumo ao escritório de Russel. Chegando lá, ele bate duas vezes na porta e encontra Russel totalmente concentrado com os relatórios. Russel acena em sinal positivo autorizando a entrada dele.
–Alguma novidade sobre o seu caso? — DB pergunta, sem tirar os olhos dos papéis que estavam totalmente espalhados pela mesa.
–O nome da vítima é Anthony Milani e a autópsia confirmou que a vítima morreu de hemorragia, causada pelo mutilamento da mão e ele também tinha problemas nos rins. A digital que a Sara encontrou na cena está protegida pelo FBI da Califórnia. — DB larga os papéis e olha para Greg.
–Catherine deve saber sobre ele... Eu vou falar com ela... — Greg acena com a cabeça e, quando já iria sair do escritório, ele ouve o assobio de -Greg... Está fazendo um bom trabalho...
–Obrigado Russel. — Greg sai do escritório de Russel e volta a analisar as evidencias que havia encontrado. E ainda tinha a amostra de tecido que o Dr Robbins havia encontrado... Greg já havia percebido que seria um caso bem difícil, mas estava preparado para tudo o que viesse...
...
Sara e Hodges estavam em uma barraquinha de cachorro-quente e já era o segundo "dogão" de Sara. Ao mesmo tempo, Hodges a encarava assustado. Ele estava tentando imaginar como ela conseguia comer tudo aquilo de uma só vez... E não foram apenas dois cachorros-quentes, mas também uma garrafa de suco de cramberry, um bolinho de morando com pistache e um croissant de queijo... Depois do "lanchinho", Sara e Hodges decidem voltar para o laboratório. Tinham que terminar o caso e haviam deixado Greg sozinho com as evidências...
...
Sara e Hodges já estavam no laboratório e analisaram o restante das evidências. Morgan entra na sala de análise de substâncias para dar as novidades sobre o caso.
–Sara... Hodges... — Ambos a encaram esperando uma resposta.
–Aconteceu alguma coisa? -Sara a encara se mostrando preocupada.
–Russel e eu estávamos em uma cena de crime no Centro da cidade... A vítima é Charles Watson e ele levou dois tiros... — Sara e Hodges se olham sem entender nada.
–E... -Hodges Pergunta intrigado.
–E encontramos digitais na cena que batem com a digital restrita do FBI que vocês encontraram na cena de vocês... -Morgan explica e percebe que atraí a atenção de todos presentes na sala.
–Coincidência? Acho que não... — Sara estava empolgada com a novidade.
–Russel telefonou para Catherine e ela está vindo para Vegas para se interar no caso. — Morgan e Hodges se mostram animados com a novidade e não era para menos... A equipe estava começando a se unir novamente... E seria um bom caso para ser solucionado pela equipe de Las Vegas...
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