Notas iniciais
No capitulo passado fui questionada por uma leitora especial... Esse capitulo é dedicado a Bruh GSR Sidle (espero que eu tenha escrito o nome dela certo)

Sara estava na sala de sua casa assistindo o jornal. Em meio a tantas notícias, ela se perde em seus pensamentos... Sentia saudades de um certo homem de cabelos grisalhos... Ela havia ido visitá-lo, mas a experiência não foi muito boa. Ouve a conversa, ouve até mais do que isso, mas como sempre ele se esquivava... Ele não percebia que tudo aquilo na verdade, a machucava muito. Lágrimas de raiva escorriam em seu rosto por tudo que ELE a havia feito passar.

–Eu vou viver apenas para mim... E para você... E não vou deixar ninguém fazer mal nenhum a você... — Ela acariciava sua barriga. Sim, ela estava grávida e estava com a raiva a consumindo e só não era maior porque havia alguém que precisaria dela... Alguém que a traria paz...

...

Mais um caso para os CSI's. Finlay estava de volta depois de três semanas no hospital e eles voltaram a trabalhar... Era uma cena de crime no Excalibur Hotel Cassino... O corpo estava quente ainda... Um homem de aproximadamente sessenta anos e um tiro no peito, ao estilo máfia. As máquinas ainda faziam barulho e Vartan estava conversando com algumas testemunhas. Russel, Finlay e Sara estavam com o perímetro e tudo conspirava para um caso extremamente cansativo...

–O que vocês acham? — DB olhava cada centímetro sem deixar passar nada.

–Premeditação? Crime passional? — Finlay dizia enquanto recolhia um pedaço de borracha que estava próximo ao corpo.

–Tem pólvora ao redor do ferimento... Foi a queima-roupa. — Sara continua a fotografar o corpo. David chega na cena e logo toma o seu posto.

–Desculpem o atraso... Trânsito terrível... — David retira de sua maleta o termômetro para medir a temperatura do fígado. — Ok... Quando disseram que a vítima morreu?

–Há duas horas... Mas por que? — Sara e o resto da equipe se mostram preocupados.

–A vítima estava com febre... A temperatura do fígado está a 44°C... O cara estava praticamente morto... -David conclui sua análise e observa Russel olhar para a máquina caça-níquel onde a vítima estava sentada e em seguida, olha para o corpo estirado no chão. Ele pensava no que poderia ter acontecido, quando novamente ouve a voz de David. — Achei a carteira dele. O nome dele é Conrad Marchal... É cidadão de Vegas.

–Acho que já ouvi esse nome. -Finlay puxava na memória onde havia escutado o nome quando DB se pronuncia.

–Esse nome apareceu no inquérito do sequestro da minha neta... É um dos capangas do MCGee... — Russel, Finlay e Sara se olham... É... Parece que isso vai ficar ainda mais complicado...

...

Já no laboratório, Sara, Russel e Finlay continuavam com o caso do capanga do MCGee... Eles se reuniram na sala de reunião junto com todos os resultados das evidências já analisadas.

–Temos um corpo, temos um nome e evidências, mas não temos um suspeito e muito menos a arma do crime e o Dr. Robbins ainda não terminou a autópsia... Estou estressado.- DB estava irritado. Jamais passou pela sua cabeça ter que reencontrar MCGee, mas nãos tinha outra opção.

–A fibra que eu encontrei é sola de sapato... Eu aprofundei a minha pesquisa e descobri que é de um Adidas Millenium, ano de 2005. Como era uma edição limitada, algumas centenas de pessoas compraram o tênis... Aqui em Vegas, foram vendidos 125 pares. -Finlay falava enquanto DB se mantinha estático.

–Encontrei traços de um alucinógeno no paletó, e resultado foi Beladonna... Eu não vejo isso há algum tempo, mas Marchal estava com uma grande dose disso no organismo... -Sara explicava.

–E o motivo? Temos que ter um motivo... — DB estava irritado. MCGee mexia com a cabeça de todos naquele ambiente por um motivo que todos conheciam e que não gostavam de mencionar.

– Fiquei sabendo que vocês estão investigando a morte de um capanga do MCGee... Acho que isso me interessa bastante. — Todos olham para a porta da sala. Uma figura loira e bastante conhecida estava parada ali. Era Catherine Willows... E ela estava muito empolgada.

–Que bom que chegou... — Russel e Sara se aproximam de Catherine para cumprimentá-la. Ela se posiciona ao lado de Finlay e todos voltam a se dedicar ao caso. — Catherine, essa é Julie Finlay, nossa especialista em sangue. — Finlay e Catherine se cumprimentam.

–É um prazer conhecê-la. -Finlay estende a mão para cumprimentá-la.

–O prazer é meu. E então Russel? Como está o meu caso? — Russel e Catherine se olham.

–Minha jurisdição, meu caso... A vítima mora em Vegas... -DB falava irritado.

–Mas era a minha responsabilidade. — Catherine se mostrava imponente perante a Russel. No fundo, ela nunca aceitou o rebaixamento e um dos motivos para ela ter ido embora foi esse.

–Vocês podem brigar depois? Tem um capanga do MCGee morto e temos que encontrar o suspeito. — Sara fala, tentando acalmar a situação.

–Greg e Morgan estão no comando do caso. Eles estão tentando descobrir um possível suspeito, mas até agora, só temos uma digital em comum. -Finlay explicou para Catherine.

–Eu vou conversar com eles depois, mas agora eu estou interessada nesse caso. — Era oficial... Catherine estava no caso... Estava em Vegas e só sairia de lá com o suspeito nas mãos...

...

Russel, Sara, Finlay e Catherine continuavam a conversar sobre o capanga morto de MCGee... Eram poucas as evidências, mas o que tinham dava para trabalhar. Além da marca de sapato e a droga encontrada no organismo da vítima, haviam também uma amostra epitelial e uma digital parcial no relógio dele, que já estava sendo analisada por Hodges. Ele entra na sala de reunião com os resultados das evidências e se assusta com a presença de Catherine, mas logo o susto é tomado pela felicidade, que ele fazia questão de conter.

–Catherine... Você aqui? Eu não sabia que você estaria aqui... — Hodges não parava de encarar Catherine. Estava feliz, é claro, mas não podia demonstrar isso... Não ali, na frente de todos.

–É um prazer revê-lo também Hodges... — Ela solta um largo sorriso.

–E as evidências? — DB tira Hodges do transe em que estava, o assustando.

–Ok, o epitélio encontrado é carne humana, compatível com a da nossa vítima. Quanto a digital, o hotel faz um cadastro de biometria nos funcionários e a digital é de uma camareira do Hotel chamada Vivian Grace. Na ficha dela diz que ela trabalha das duas da tarde as duas da manhã. — Todos se encaram.

–São quatro e meia, ela está no horário de trabalho. Sara e Finlay, quero que vocês vão conversar com a Vivian. Eu e Catherine vamos nos juntar a Greg e Morgan. Terminem o caso e se juntem a nós. — Sara e Finlay seguem para o hotel para conversar com a suspeita é DB e Catherine, seguem ao encontro de Greg e Morgan.

Notas finais
Gostaram??? Espero que sim e não esqueçam de comentar...