Notas iniciais
Estou muito feliz, pois minhas duas escritoras favoritas estão acompanhando minha fanfic... Bom, aqui está o quarto capitulo...

DB e Catherine chegam a sala de reunião e encontram Greg e Morgan com vários papéis espalhados pela mesa.

–Que bagunça! — Greg e Morgan olham em direção a Catherine e se aproximam para um abraço caloroso.

–Que bom te ver Catherine! — Morgan se separa de Catherine dando espaço para Greg abraçá-la.

–Cath... — Greg a apertava. Ele estava com saudade e não era para menos... Eram três ano a longe dela e Catherine era a matriarca da equipe.

–Eu também estava com saudades Greg... — Catherine se posiciona entre Morgan e Greg para se interar mais sobre o caso. — O que mais vocês tem sobre o caso?

–O Dr Robbins encontrou uma amostra de tecido na boca do Anthony que eu analisei e a composição é feita de 98% de algodão e 2%poliéster, ou seja, a amostra veio de uma toalha. -Greg explicava tudo para Catherine e percebia que ela prestava toda a atenção.

–E por que não de um moletom? — DB questiona.

–Tecidos de moletom são feitos de algodão e elastano ou mesmo somente de algodão e esse era diferente... — Greg falava com firmeza. DB apenas acenou e desviou sua atenção para Catherine.

–Eu verifiquei o celular dele e ele fazia ligações frequentes para duas pessoas... Querem adivinhar quem eram as pessoas? — Morgan olha para todos que estavam ali.

–Charles Watson. — DB afirma.

–Isso e a outra pessoa é Carolyn Spencer. Ela mora em San Diego. — Todos voltam a se olhar e um único nome veio a cabeça: Nick.

–Eu vou falar com a polícia de San Diego depois, mas Catherine, o que você pode nos falar sobre Anthony Milani, já que as digitais dele estão protegidas pelo FBI de Los Angeles? -DB queria saber mais sobre com quem poderia estar lidando e Catherine era a pessoa mais indicada para explicar.

–Há seis meses, uma gangue especializada em tráfico de joias assaltou uma joalheria da Tiffany e Anthony estava lá para comprar uma joia para a mãe dele... Enfim... Houve uma briga entre Anthony e um dos membros da gangue, que estavam mascarados e Anthony tirou a máscara do cara, levou um tiro, mas não foi tão grave e concordou em testemunhar, mas em troca queria proteção. Com o depoimento dele, conseguimos prender alguns dos membros, mas o cara que atirou nele ainda está solto. — Todos, até então prestavam atenção em Catherine, até DB se pronunciar.

–Já temos então um ponto de partida... O membro da gangue em Los Angeles... -DB pensava em um possível suspeito para o crime.

–Mas encontramos as digitais de Anthony na casa de Charles Watson, a nossa primeira vítima... -Morgan afirma e todos se entreolham... Um silêncio toma conta do ambiente... Todos tentavam criar uma teoria para o que parecia ser um crime simples.

–Então Anthony matou Charles e alguém o matou em seguida... Só precisamos descobrir quem matou Anthony. -DB lança a primeira teoria.

–Mas Russel, não tinha evidências de invasão na casa de Anthony e de acordo com o diagnóstico da autópsia de Charles Watson, ele morreu as dez da noite e Sara e eu demoramos duas horas para chegar na casa de Anthony Milani... — Greg soava frio. Ele tinha que mostrar que era capaz de receber a tão sonhada promoção.

–Aonde quer chegar com isso Greg? — DB novamente questiona a tese de Greg e ele se mantém firme.

–Você e Morgan encontraram com Charles Watson uma coisa que Sara e eu encontramos com Anthony Milani... Um bilhete com as letras R.V. — Todos prestavam atenção em Greg. — O grafotécnico já está analisando o bilhete e daqui a pouco sai o resultado. — O perito grafotécnico entra na sala de reunião para apresentar o resultado. Ele era um homem por volta de trinta anos, cabelo loiro, alto, com um corpo magro e atlético e usava óculos. Seu nome era Nolan West.

–Eu não quero atrapalhar, mas eu tenho o resultado dos bilhetes que você me mandou Greg. — Greg abre espaço para Nolan se posicionar entre ele e DB. — O resultado é o que eu já desconfiava, analisando cada traço dos bilhetes eu pude ter a certeza que eles não só foram escritos com a mesma caneta, mas também pela mesma pessoa. — Nolan mostrava os resultados para os que estavam naquela sala.

–Nolan, essa é Catherine Willows, antiga CSI que agora está no FBI da Califórnia. — Nolan e Catherine se cumprimentam, mas logo retomam suas posições. Esse caso era mais complicado do que todos ali estavam imaginando...

...



Em um lugar próximo a San Diego...

Um lugar isolado, onde só tinha areia e mato... Nesse lugar só tinha uma casa de madeira no meio do nada e a única coisa que mostrava que existia vida por ali era uma chaminé que sempre estava trabalhando... A fumaça era branca, mas todo viajante que passava na estreita estrada de terra que havia ali, encontrava a fumaça que levaria qualquer viajante a casa. Mas existia algo que estava diferente naquele lugar... Entrando no quarto se via uma cama centralizada no cômodo com apenas uma cômoda encostada na parede e uma cadeira segurando a porta que não fechava por causa do tempo... Na cama, uma mulher estava deitada... Inconsciente... E presa por duas cordas... Ela desperta e a primeira coisa que vê é uma imagem masculina sentada ao lado dela. Ela tenta se ajeitar na cama, mas é impossibilitada e logo percebe que seus braços estão presos.

– Que bom que acordou... Eu estava ansioso por isso... — O homem, que tinha aproximadamente quarenta anos, sorria com a imagem da moça que tentava se soltar das cordas.

– Quem é você? — A mulher se mostrava confusa. Ela não gostava de ficar presa... Não era um animal para ficar presa.

– Eu sou um amigo...

– Que tipo de amigo faz isso? — Ela continuava confusa. Estava presa como um animal de zoológico em um lugar que Ela não conhecia e com um homem que não conhecia.

– Você está com fome? Eu posso preparar algo para você? — O homem se levanta da cama e sai do quarto. A mulher se debatia na cama, até que lembrou de algo... Seu canivete... Mas ela não sabia nem onde estavam suas roupas, quanto mais o seu canivete. Ela estava odiando ficar presa ali sem poder se mexer. Parou um pouco para pensar e se concentrar... Precisava sair daquele lugar e então novamente se concentrou... Pensou nos anos que havia praticado yoga e sabia exatamente que só sairia dali com um pouco de concentração... E tudo aquilo havia dado certo no final. Ela havia conseguido se soltar das cordas e, sem fazer muito barulho, começou a procurar suas roupas, mas as mesmas não se encontravam no quarto. Ela então decidiu descer as escadas para procurar suas roupas no térreo da casa. Caminhando devagar, ela observava em um canto da escada o homem fazendo uma ligação. Ela não sabia ao certo quem era do outro lado da linha, mas continuava a escutar a conversa. O homem, por sua vez, estava fritando um ovo enquanto falava. A mulher olhava para os dois cômodos que se integravam a procura de suas peças de roupa, mas escorrega na escada, fazendo um barulho que chama a atenção do homem, que desliga o telefone para conferir o que havia acontecido. A mulher, por sua vez, sobe as escadas e volta para o quarto. Ela não sabia o que fazer, ouvia o barulho dos passos daquele homem que se aproximava cada vez mais rápido. Ela sabia que ele estava portando uma arma, podia ouvir ele recarregando o objeto, e o desespero a tomava conta. Ela encosta a porta e fica parada ao lado esperando... O homem arromba a porta e ela o chuta pelas costas e ali começa uma sessão de golpes vindo de ambos os lados. A mulher leva dois socos e brutalmente bate suas costas na parede e, por sua vez, desvia de mais um golpe que vinha do homem. Ela o chuta novamente e ele sai pela porta rolando pela escada. A mulher o segue com a corda que a amarrava em mãos. Queria logo acabar com aquilo, mas quando pensou em passar a corda por de trás do pescoço do homem, ele a derruba no chão, ficando por cima dela e a socando e só para quando ela novamente o chuta em seus órgãos genitais, e então se levanta e pega a frigideira do fogão. Ele se aproximava e ela joga o óleo contido na frigideira na cara dele e bate mais três vezes no homem com a frigideira até ele cair. A mulher termina o serviço depois de passar a corda por de trás do pescoço dele até o estrangular, sem dar mais nenhuma oportunidade de defesa. Rapidamente, Ela pega suas roupas que estavam no sofá e se veste, colocando a camisa que vestia e as cordas do estrangulamento em uma sacola. Quando saia da casa, observa o seu canivete em cima de uma escrivaninha perto da porta, o pega e o coloca em seu bolso. Fora da casa, Ela olhava o lugar em que estava e alguns metros do lugar, ela vê uma moto estacionada e então corre até ela, faz uma ligação direta, guarda a sacola no bagageiro da moto, sobe nela, coloca o capacete e sai guiando sem rumo, quer dizer, ela tinha um destino: encontrar sua guardiã Catherine Willows, seja lá onde ela estivesse.

Notas finais
E ai??? Gostaram??? Bom, então não deixem de comentar... TODOS os comentários são muito importantes para mim... XOXO!!!