Notas iniciais
Oi gente... Bom, se vocês notaram um certo atraso na postagem, me perdoem por favor... E se estiverem sentindo saudades de um certo Nick Stokes, ele já chegou em Vegas!!!

O sol já nascia em Las Vegas... O laboratório criminal nunca esteve tão movimentado... De um lado, Finlay, Morgan e Veronika investigavam o que parecia ser um crime comum, enquanto do outro lado, estavam Greg, DB, Sara e Catherine, a procura de um assassino que aparentemente, não existia. Não havia nenhum traço dele nas cenas de crime já investigadas, apesar da autópsia dizer o contrário. Era por isso que, com apenas quatro semanas em San Diego, Nick Stokes voltara para Vegas... E ele não estava sozinho... Uma velha conhecida da equipe também estava com ele... Wendy Sims, que havia trabalhado em Las Vegas por alguns anos, agora era CSI no laboratório de Nick... Ambos caminhavam em passos curtos e cumprimentando todos os cientistas de lá. Depois, seguiram até a sala de reunião, onde supostamente encontrariam DB. E estavam certos! Quando Nick e Wendy entram na sala, todos rapidamente se aproximam para os cumprimentar.

–É um prazer revê-lo Nick! -DB é o primeiro a se pronunciar.

–É bom voltar ao lar de vez em quando... Russel, essa é Wendy Sims, ela já trabalhou aqui em Vegas, mas atualmente ela está na minha equipe. -Nick explicava enquanto Catherine abraçava Wendy.

–Nesse caso, seja bem vinda de volta, Wendy. -DB estende a mão para cumprimenta-la.

–É um prazer conhecê-lo Sr Russel... E é muito bom ver todos vocês de novo! -Catherine a abraça novamente e todos voltam a se concentrar no caso...

...

No outro caso, Finlay analisava as evidências que foram encontradas enquanto Morgan e Veronika estavam a caminho da autópsia. Trajadas com jalecos e as luvas de látex, caminhavam em silêncio até a sala da autópsia. Morgan se mostrava preocupada enquanto Veronika se mantinha calma, até que Morgan decide quebrar o silêncio.

–Eu não entendo você...

–Como assim? -As duas param no meio do corredor e se encaram.

–Achei que iria resolver sua pendência comigo, mas chegou calada. Confesso que fiquei com medo quando você pegou a arma da Catherine e apontou em direção a DB... -Morgan interrompe seu relato.

–Morgan, eu vim para Vegas para caçar peixes grandes e por enquanto, você é apenas um peixinho dourado sem importância... -Veronika segue para a sala da autópsia, deixando Morgan pensativa, mas logo segue com sua caminhada. Quando entra na sala, ela percebe Veronika já posicionada em volta da maca com o corpo.

–Que bom que chegaram, meninas. -Dr Robbins se pronuncia no fundo da sala.

–Adorei o meninas, Dr Robbins. -Veronika diz observando Dr Robbins se aproximar da maca. Ele a observa por alguns segundos até que se pronuncia novamente.

–Você se parece muito com o Warrick. Seja bem-vinda! -Veronika sorri. Rapidamente, ela volta a se concentrar no corpo.

–Bom, esse homem teve uma hemorragia interna, além de ter o crânio completamente destruído. Percebi hematomas nos punhos, pescoço, pernas, glúteos, braços e tórax. Mandei uma amostra de sangue para a toxicologia e o resultado foi de cocaína. O cara estava "chapado". Tirei as digitais dele, mas não consegui nada. -Dr Robbins termina seu relato percebendo que as meninas se mantinham quietas.

–Mais alguma coisa sobre ele, Doutor? -Morgan pergunta sem tirar o olho do corpo.

–Ele tem uma... -Dr Robbins gesticulava tentando encontrar uma palavra certa para descrever o que vira. -Uma coisa nos órgãos genitais... Eu acho melhor vocês olharem. -Veronika levanta o lençol que cobria o órgão genital da vítima e fica o encarando.

–Não é tão pequeno quanto eu imaginava... Isso é uma mordida? -Ela aproxima seu rosto para poder enxergar melhor. Depois, pega seu celular para tirar uma foto e o guarda em seguida. -Quer dar uma olhadinha, Morgan?

–Não. -Morgan aprecia estar constrangida com a cena.

–Se você não consegue olhar um pênis de um homem morto, imagina o de um vivo... Obrigada Doutor. -Morgan e Veronika saem da sala e seguem de volta para o laboratório. Quando chegam, seguem imediatamente ao encontro de Finlay, que estava com Hodges analisando as evidências.

–Que bom que chegaram. -Finlay diz enquanto as meninas se posicionavam em frente a ela.

–Veronika, eu analisei a substância do copo descartável e você tinha razão. No copo tinha café, creme de avelã, canela em pó e limão siciliano. -Hodges afirma.

–Aprenda uma coisa Hodges... Eu sempre tenho razão! -Veronika fala dando ênfase na frase.

–Eu não duvido disso, mas tinha uma substância a mais no café. -As meninas o encaram, esperando uma resposta.

–E QUAL É A SUBSTÂNCIA? -Morgan e Veronika gritam, assustando Hodges e Finlay.

–A substância é anfetamina. É um medicamento usado para pacientes que sofrem de depressão que tem uma poderosa ação estimulante sobre o sistematicamente nervoso central. Algumas pessoas usam a anfetamina como droga, visando obter a sensação de euforia por ela provocada. -Hodges explicava, atraindo a atenção de Mogan e Finlay, mas Veronika parecia não entender nada do que ele explicava por isso, decide se manifestar.

–Você é o tipo de cara que troca uma noite de sexo pela maratona de Jurassic Park... -Morgan e Finlay seguram o riso, enquanto Finlay olhava os bolsos da calça da vítima.

–Olha o que eu encontrei... -Ela mexia em uma carteira. -A identidade da vítima... Douglas Hummer. -Finlay continuava a mexer na carteira até que encontra um cartão comercial preto com um nome e um telefone.

–Pompadour... -Veronika pronunciou fazendo biquinho. -555-061-2274. -Ela pronunciou o número de telefone no cartão enquanto Morgan discava o número.

–Está chamando... -Morgan diz. Veronika tira o telefone da mão de Morgan e espera até obter um resultado. Não demora muito para atenderem, então ela coloca no viva voz e começa a falar.

–Pompadour... -A voz no telefone era uma voz rouca, mas bem feminina.

–Oi... Tudo bem? -Veronika parece estar desconfortável, mas logo se mostra confiante.

–Posso ajudar?

–Eu estou procurando um lugar aonde eu possa satisfazer meu prazeres... Liguei no lugar certo?

–Sim... Quais os tipos de prazeres você quer sentir?

–Todos.

–Muito bem... Eu posso agendar para amanhã no período da noite?

–Sim... Mas qual seria o orçamento?

–1000 cada hora.

–Tudo bem... Eu estarei aí. Será que você pode me passar o endereço?

–Nós enviamos o endereço por mensagem de texto. Eu preciso do seu nome.

–Meu nome? -Veronika pensa um pouco antes de dar o nome. -Meu nome é Morgan Brody. -Todos que estavam presentes a observam e Morgan demonstra irritação.

–Sra Brody, seu horário está marcado para as nove da noite. Assim que terminar a ligação, o endereço da nossa casa será enviado. Tenha um bom dia! -A mulher encerra a chamada.

–Morgan Brody? -Morgan aparenta indignação ao falar com Veronika.

–Pelo menos temos um endereço. -O celular de Morgan que ainda se encontrava nas mãos de Veronika apita em sinal de que a mensagem havia chegado. -Avenida Sunset String, sem número. — Todos novamente se olham, até que Hodges desvia seu olhar para o corredor e fica observando a morena que entrava em seu laboratório.

–Wendy? -Foi a única palavra que Hodges conseguira pronunciar, e atraiu os olhares das mulheres que estavam ali. Wendy por sua vez, soltou um sorriso e um olhar meio sem graça para Hodges.

–Oi Hodges. Que bom te ver de novo! -Hodges sai de seu transe e lembra que não estava sozinho.

–Meninas, essa é Wendy Sims. Wendy, essas são Julie Finlay, Morgan Brody e... -Ele falava apontando para as meninas, mas quando ele iria apresentar Veronika, ela tomou a palavra para si.

–Veronika Brown. É uma satisfação conhecê-la. -Veronika estende a mão para cumprimentar Wendy, que retribui rapidamente.

–É muito bom conhecê-la também, a propósito... Nick quer te ver! -Veronika demonstra interesse quando Wendy pronunciou o nome de Nick.

–Você me leva até ele?

–Claro, na verdade eu vim até aqui só para te chamar. -Ambas caminham juntas até a sala de reunião, onde Nick estaria. Quando elas chegam, Veronika para atrás de Nick esperando que ele demonstrasse alguma reação, mas ele continuou falando sem perceber que ela estava ali, até ela decidir se pronunciar.

–Oi Nick! -Ele lentamente se vira em direção a ela. Quando fica cara a cara com a mesma, ele aparentemente não demonstra nenhuma reação, mas muda a feição e a abraça forte. Eles se separam do abraço e Veronika se posiciona ao lado dele na mesa.

–Temos que conversar muito. -Nick fala baixo com ela.

–No meu quarto de hotel ou no seu? -Ela fala em tom de brincadeira, mas era exatamente o que ela queria. -Vocês tem novas evidências sobre o R.V?

–Bom, estamos discutindo sobre as evidências que temos e Catherine está tentando falar com uma antropóloga sobre o assunto. -DB se pronúncia. -Mas é o seu caso?

–A vítima se chama Douglas Hummer e temos o endereço, o telefone e o nome de uma possível boate. Nossa vítima estava cheia de hematomas pelo corpo e também uma mordida no saco escrotal. -Veronika relata e percebe que Sara e Catherine se olham estranhamente. -Morgan e eu iremos até o recinto hoje a noite.

–Ótimo! -DB se mostra satisfeito com o relato de Veronika. -Bom, vamos voltar ao que temos e analisar tudo de novo... -O celular de DB toca. Ele atende, mas rapidamente desliga e olha para todos reunidos ali. -Temos um homicídio... Greg, Sara, Catherine, Wendy, Nick... Vamos? -Todos, com excessão de Nick acenam positivamente.

–Eu vou depois... Preciso conversar com essa mocinha. -Nick olha para Veronika, que o repreende logo que ouve a palavra mocinha. DB nada fala, apenas acena e sai com as mulheres rumo a cena de crime. Logo que todos saem, Nick e Veronika se sentem mais a vontade para conversarem.

–E então? O que quer? -Ela o olha com cara de poucos amigos.

–Onde estava? -Nick não parecia feliz com a situação.

–Catherine não te contou? Tudo bem, então eu conto. Fui alvejada, cai em um rio, depois eu fui sequestrada e mantida em cativeiro até quatro dias atrás e tive que dar as tripas coração para voltar. Eu estou machucada, dolorida e você, ao invés de ficar feliz por eu estar bem, você está me repreendendo. -Em um impulso, Nick abraça Veronika forte, que a princípio estranha a atitude dele, mas retribui o abraço. Eles se separam do abraço e Nick se pronuncia.

–Você pode achar que eu não me preocupo, mas está errada. -Veronika sorri ao perceber a demonstração de carinho que Nick acabara de mostrar.

–Você tem que ir para uma cena de crime... -Veronika fala saindo da sala de reunião. Tinha um cara morto e ela precisava ajudar a encontrar o assassino.

Notas finais
Gostaram??? Quero sinceridade... Ah e para os GSR's de plantão aguardem... Gil Grissom está chegando!!!