Notas iniciais
Demorei, mas voltei!!! Entusiasmada, criativa e cheia de ideias... Peço desculpas novamente, mas o meu trabalho vem ocupando um espaço considerável do meu tempo. Serão dois capítulos nesta semana e dois capítulos na próxima. Vou tentar postar sempre dois capítulos por semana, mas quando eu não postar, saibam que é por estar preparando um capitulo mais elaborado para vocês. Tenham uma boa leitura!!!

Já era noite em Vegas e Grissom acabara de chegar no laboratório. Assim que ele pisa no corredor, DB faz sinal para que ele o acompanhe e, junto com Greg e Morgan, seguem para a sala de interrogatório. Morgan interrogaria Madame Rogue, Greg e DB conversam com Heather.

Felizmente ou não, Grissom não havia entrado na sala e isso havia o deixado levemente alterado. Olhando de fora, ele ouvia ela falar sobre o breve relacionamento com pai e filho e tentava convencer DB de que não havia o matado.

–Encontramos uma marca de mordida em ambas as vítimas e as marcas combinavam com o seu dente. -DB fala mostrando as fotos para ela, que olha tudo com desdém.

–Eu já disse sobre meu relacionamento com eles. Meu caso com Douglas foi rápido, mas Christopher sentia algo por mim. -Heather olha para os lados e em seguida, olha para frente.

–Aí você fez sexo com Douglas e depois o matou? -Greg questiona.

–Eu não matei Douglas Hummer! -Ela responde já alterada.

–Isso é seu? -DB mostra uma foto do colar preto. -Encontramos na casa do Hummer... -Ele volta a apoiar as costas na cadeira.

–Eu nunca disse que não estive na casa dele... -Heather abaixa a cabeça.

–Encontramos também seus objetos. -Greg joga outra foto na mesa, com os objetos sexuais encontrados.

–Isso não é meu!

–Mas seu DNA estava nele. -DB questiona.

–O DNA de metade das mulheres da cidade está nesses objetos. -Responde ríspida.

–Tudo bem! Nós entraremos em contato. Não saia da cidade! -DB e Greg saem da sala, se encontrando com Grissom em seguida.

–Acredita nela? -Greg pergunta.

–Eu não sei. -Diz Grissom. Eles cruzam com Morgan no corredor.

–Ela falou alguma coisa? -DB pergunta colocando as mãos no bolso.

–Disse que possuía um relacionamento com Douglas e que havia tido um breve caso com Christopher. Disse também que quando descobriu sobre o parentesco, conversou com Christopher e ele não reagiu nada bem. Ela disse que acha que a briga começou assim. -Morgan termina. Nesse momento, Heather e Felicia se encontram no corredor e Felicia se desvencilha dos policiais e vai para cima de Heather.

–SUA DESGRAÇADA! -Felicia grita e um dos policiais consegue segurá-la antes que ela fique frente a frente com a mulher. -VOCÊ MATOU O EDGAR!

–EU NÃO MATEI ELE! -Heather responde no mesmo tom e outro policial a segura.

–MAS VOCÊ SABE MUITO BEM QUEM MATOU. -Felicia responde. -Porque não assume que você não é uma psicóloga e sim, uma dominatrix... Pelo menos essa fachada serviu para algo... -Felicia olha para Grissom. -Ela sabe quem matou Christopher. Perguntem novamente e veremos se ela continuará defendendo o verme. -O policial a solta e ela segue para o elevador. DB cruza os braços e olha para Heather.

–Quem matou Douglas Hummer? -Ele pergunta e ela desvia o olhar.

–Eu não... faço a menor ideia. -Ela responde pausadamente.

–Policial, leve-a para uma sela. -DB ordena e o policial leva uma Heather furiosa para uma das selas.

...

Grissom havia voltado para o laboratório e estava sozinho na sala de convivência e segurava uma xícara de café na mão esquerda enquanto olhava para o nada. Ele é despertado por Catherine, que estava furiosa.

–Vem comigo! -Ela o puxa rapidamente, o fazendo abandonar a xícara no balcão e segui-la seja lá para onde ela estivesse o levando. Em poucos minutos, eles estavam na garagem, que ainda estava ocupada com o carro de Hummer e o de Veronika logo a frente.

–Qual é o problema? -Grissom pergunta coçando a cabeça.

–Seu dinheiro. -Catherine entregá uma nota de cinquenta dólares para ele. -Agora vamos conversar sobre esse carro. -Ela se posiciona ao lado do carro. -Neste carro haviam duas pessoas:Veronika, que dirigia o carro e Sara, que estava sentada ao seu lado. -Nick se posiciona ao lado de Catherine e continua com a teoria.

–Esse carro possui um sistema amplo de segurança, com travas duplas e oito airbags. Uma coisa que a Catherine comentou era que o lado do motorista estava sem os airbags. -Diz Nick.

–Isso explica as fraturas de Veronika. Sara estava protegida, mas ela não. -Catherine conclui, e em seguida olha para Grissom, que estava pensativo.

–Quem queria matar minha esposa? -Grissom murmura.

–Sara não era o alvo, mas sim Veronika. -Catherine se aproxima de Grissom e acaricia seu braço.

–E pra que é esse dinheiro? -Grissom a encara com meio sorriso em seus lábios.

–Veronika fugiu do hospital hoje pela manhã. -Catherine responde frustrada. Grissom ergue a nota para ela, que o olha sem entender.

–Ela me fez de refém, então isso é seu! -Grissom sorri e Catherine puxa rapidamente a nota da mão dele.

–Mas temos outra questão para discutir... -Nick diz passando a mão nos cabelos. -Foram encontradas digitais da Veronika em dois pacotes de cocaína que foram encontrados no porta-malas do carro da vítima. -Nick aponta para o carro. -Nós temos que esclarecer esse detalhe.

–Nick acha que Veronika sabotou o carro do Hummer. -Catherine esclarece.

–Só tem uma forma de descobrir o que aconteceu... -Grissom diz. -Teremos que interrogar a Veronika.

...

Na manhã seguinte, Veronika chega no laboratório usando um óculos grande e andando com dificuldade, devido a lesão na costela. Ela passa pela recepção, mas é parada por Catherine e Nick, que a levam de volta para o elevador.

–O que foi? -Ela pergunta surpresa com o ato.

–Precisamos falar com você. -Catherine diz. Eles saem do elevador e caminham pelo corredor principal da delegacia, indo em direção a uma das salas de depoimento.

–Vocês irão me interrogar? -Veronika pergunta novamente e dessa vez, demonstra indignação.

–Precisamos de alguns esclarecimentos. -Nick toma partido. Veronica se senta na cadeira e olha com desdém para as pessoas em sua frente.

–Nós encontramos dois pacotes de cocaína no porta-malas do carro de Douglas Hummer... Ou Edgar Krominsky, não importa. -Catherine olha para Nick e continua a falar.

–Nesses pacotes de cocaína, encontramos digitais... Suas digitais. -Ela afirma. Veronika continua olhando para eles, até soltar uma risada, seguida de um gemido de dor.

–Eu não acredito que vocês realmente acreditam que eu coloquei dois pacotes de cocaína no porta-malas do meu ex-professor de luta. -Ela sorri debochada.

–Não dissemos isso! -Nick bate a mão na mesa. -Mas se você supôs...

–Olha aqui... -Veronika eleva o tom de voz. -Eu sou uma agente do FBI. Meu pai era um CSI e minha mãe era faxineira. Vocês acham que se eu fosse sabotar o carro dele, eu não usaria luvas? E mesmo que eu não usasse, acham que eu deixaria minhas digitais em dois pacotes de cocaína? -Ela olha para Catherine. -Você sabe o que aconteceu comigo depois da morte da minha avó, Catherine... Sabe a luta que eu tive para abandonar o vício e a luta que estou tendo para me manter sóbria. Como pode duvidar do meu caráter? -Uma lágrima escorre no rosto de Veronika e Catherine sai da sala. Nick olha nos olhos dela e bate novamente na mesa.

–Você pode enganar a Catherine, mas não engana a mim. -Veronika olha para Nick e abre um largo sorriso.

–Você é quem pensa, Pancho!

Notas finais
Pronto! Agora é só me dizerem o que acharam... E não se empolguem, ainda tem muito mistério envolvendo esses CSI's...