Notas iniciais
Voltei!!! Esse capitulo é a conclusão do caso Douglas Hummer/Edgar Krominsky (Enrolei muito com esse caso), e na próxima semana já entraremos mais a fundo no universo de R.V. Aguardem e boa leitura!!!

O dia nascia em Las Vegas e todos os CSI's já estavam reunidos na sala de reunião... Todos incluindo Sara, que acabara de chegar e já estava atualizada sobre as evidências. Fotos e documentos de ambas as cenas já estavam sobre a mesa e uma teia com os suspeitos foi montada em um painel móvel que ficava ao lado da mesa. Veronika se encontrava sentada ao lado do painel e de frente a DB, que comandava as explicações.

–Começamos com o fio de cabelo encontrado na casa de Chiristopher Walker. Sua dona, a empresária Barbra Jackson, disse que estava em sua despedida de solteira e que, quando conheceu Christopher, conversaram e ela o acompanhou até a casa dele...

–Mas, logo a descartamos como suspeita por ela possuir um álibi e, porque Ela é noiva do detetive Anthony Brown, homem de confiança do sub-xerife de Nova Iorque, Jim Taylor. -Diz Morgan.

–Depois, vieram as mordidas nos órgãos genitais, o que nos levou a Felicia Holmes, vulgo Madame Rogue, que confirmou que conhecia as vítimas, porém não confirmou aproximação com nenhuma delas. -Veronika fala.

–Temos as evidências encontradas na casa do Hummer e essas, nos levou a Heather Kesller. -Greg continua.

–Temos duas principais suspeitas e, aparentemente, nenhuma delas teria motivos para assassinar pai e filho. -Catherine diz.

–Ok, então... Vamos continuar a partir da briga de Felicia e Heather na delegacia. -Supõe DB. Todos a cenas positivamente e ele continua. -Felicia disse que Heather sabia quem matou Hummer e Christopher, mas ela não fala.

–E ela só vai falar quando for conveniente para ela. Enquanto ela não ver que sua liberdade está em risco, ela não vai falar. -Afirma Veronika e logo após, recebe um olhar questionador de Grissom.

–Espera... Porque Heather e Felicia brigaram? -Pergunta Sara.

–Heather tinha um relacionamento com pai e filho e Felicia também. -Grissom responde.

–E Felicia disse que quando conversou com Christopher sobre o relacionamento com o pai, ele não reagiu nada bem. -Morgan emenda.

–Espera! -Veronika se manifesta. -Pai e filho brigaram por causa de Heather e Felicia? -Ela pergunta e DB confirma. -Temos uma digital não identificada no vaso usado para matar Hummer. Christopher pode ter matado o próprio pai por causa de uma mulher. -Todos se entreolham.

–Tudo bem, se a Veronika estiver certa, um dos nossos assassinos está morto, mas ainda temos o R.V, na qual não possuímos nenhuma evidência da existência dele. -DB afirma.

–Vocês ouviram a Felicia... Heather sabe quem matou Christopher, mas está escondendo o jogo. -Greg fala.

–Podemos pressiona-la? -Veronika indaga. -Conheço algumas técnicas de tortura da época em que eu namorei um agente da CIA. -Catherine lança um olhar reprovador para ela.

–Não podemos torturar a Heather! -Afirma.

–Conclusão: vocês CSI's e a Catherine não podem tortura-la... Pessoas cujo caráter retém dúvidas, como eu e o Pancho... -Aponta para Nick. -Podem fazer isso.

–Você não vai torturar a Heather. -Grissom se manifesta, deixando aquele assunto como encerrado.

...

Algumas horas depois, DB já tinha a resposta do homicídio de Douglas Hummer/Edgar Krominsky em mãos. Ele somente precisava comunicar as suspeitas e, tendo em vista que Heather parecia saber sobre o assassino R.V, DB tinha esperanças de que ela falasse algo que o levasse a encontrar essa pessoa, então ele levou Veronika junto.

–Então Christopher matou o próprio pai... Não sabia que ele era tão violento. -Ela indaga.

–Você conhecia ambas as vítimas... Sabe quem matou Christopher? -Veronika pergunta. Heather a encara friamente e, Então começa a falar.

–Eu não tive um convívio com o seu pai, entretanto Grissom falava muito sobre ele. Era forte, determinado e não era fã de injustiças. E pelo o que eu sei, ele tinha um caso com a Catherine... E ele morreu por se envolver nos negócios de Lu Guedda. -Heather desvia o olhar e solta um breve sorriso antes de continuar.

–Você ainda está abalada com a morte dele. No entanto, acha que se vingar de McGee vai deixá-la mais leve... -

–Sua neta é linda! -Veronika a interrompe. -É uma linda menina e é muito parecida com a mãe. Sabe Heather, eu tenho uns amigos que moram perto do bairro do seu genro e eles podem a meu pedido, fazer uma breve visitinha para ele e sua neta... O que acha? -Ela indaga olhando para Heather, que agora demonstrava irritação.

–Vocês não possuem nenhuma prova contra mim, então será que podem me soltar? -Pergunta impaciente. DB apenas assente e se levanta da cadeira fazendo menção de sair da sala, mas para ao lado de Veronika.

–Não a mate! -Ele impõe.

–Não prometo nada. -Ela responde e DB faz cara de reprovação, mas deixa Veronika e Heather sozinhas. –Vamos dar uma voltinha?

...

Sara estava acomodada no sofá da sala de convivência segurando um livro sobre gestação em uma mão e um grande copo de refrigerante na outra. Ela estava entretida e ao menos percebeu a chegada de Grissom na sala. Ele, por sua vez, sequer pensou na possibilidade de atrapalhar ou interromper o momento de reflexão de Sara, mas ela acabou notando a presença dele ali.

–Você está parado aí há muito tempo? -Ela pergunta sem tirar os olhos do livro.

–Não. Mas eu não queria te interromper, então fiquei em silêncio. -Ele responde.

–Bom, eu não posso opinar, já que você é especialista em ficar em silêncio. -Ela beberica um pouco do seu refrigerante e olha para Grissom, que demonstra tristeza. -Sabe, esse livro te faria muito bem, já que você é tão leigo quanto eu no assunto paternidade. -Ele se aproxima e para em frente a Sara.

–Por que esta me tratando assim? Sendo fria, grosseira e fingindo que eu não estou aqui? -Ela o encara por alguns segundos, olha novamente o livro e então se levanta do sofá, deixando o livro encima do mesmo.

–Só estou te tratando da mesma forma que você me tratava. -Ela faz menção de sair, mas Grissom segura o braço dela, a obrigando a olhar para ele. Nesse momento, Veronika entra na sala de convivência, despertando a atenção dos dois.

–Vocês... DB precisa falar com todos... Temos visitas! -Ela fica parada em frente a eles, que não se mexem.

–Aonde estava? -Indaga Grissom, sem tirar os olhos de Sara.

–Fui ao fisioterapeuta. -Responde. -Então, vamos? -Pergunta.

–Claro! -Responde Sara. Grissom a solta e ela caminha ao lado de Veronika, deixando-o para trás. Chegando ao escritório, eles encontram DB conversando com uma loira.

–Que bom que chegaram... -DB e a mulher se levantam do sofá. -Vocês já devem conhecer a doutora Teri Muller. -Ela estende a mão para cumprimentar Sara.

–É bom revê-la, Sara. -Elas apertam as mãos e Sara apenas assente, voltando a sua posição inicial.

–E você deve ser Veronika, filha de Warrick Brown. -Veronika assente. -Você me mandou um e-mail dizendo que a equipe precisava de ajuda em um caso...

–Exatamente! Precisamos esclarecer alguns fatos sobre essa pessoa.

–É que há um serial killer solto na cidade e precisamos montar o perfil dele. -DB prossegue.

–E no e-mail foi me explicado que Ele não possui um modo certo para matar, usa a casa da vítima para cometer o crime e apenas deixa um bilhete com as letras RV junto aos corpos. -Teri reflete e todos confirmam. -Muito bem... Podemos começar?

Notas finais
Espero que tenham realmente gostado... Estou muito empolgada e com vários projetos novos e também estou trabalhando, então não me matem caso eu não consiga atualizar a história com muita frequência nesse fim de ano. Até o próximo capitulo...