Notas iniciais
Já estou de volta!!! Capitulo fofo, engraçado e com um pouquinho de tensão também.

Um novo dia nascia em Las Vegas... O processo para a conclusão do caso era demorado e, faltando três integrantes na equipe, o trabalho ficava mais pesado. Greg se concentrava no DNA juntamente com Wendy, que ainda estava na cidade; Morgan montava o vaso quebrado e Hodges ficara com o colar. Finlay estudava as fotografias das marcas de sangue, enquanto Nick levava Catherine para a garagem. Greg retirava amostras de DNA do chicote enquanto que Wendy ficou com o fio de cabelo.

Amostras recolhidas, ambas foram soltas no Banco de dados e não demorou para os resultados aparecerem.

–Heather Kesller. -Disse Greg. -Temos uma suspeita! -Ele olha para Wendy, que estava em sua frente olhando para o monitoramento de seu computador.

–O fio de cabelo é de Felicia Holmes. -Foi a vez de Wendy falar e pode ver Morgan olhar por cima de seu a ombros para a tela do monitor.

–Essa é a Madame Rogue! -Morgan exclamou. -Duas suspeitas, duas mortes... Pai e filho.

–Uma matou o pai e a outra matou o filho? -Wendy pergunta.

–Por que Lady Heather mataria um e Madame Rogue o outro? Será que elas estão juntas? -pergunta Morgan.

–Não encontramos nenhuma evidência que as colocasse na casa de Christopher Walker, mas temos evidências de sobra que colocam ambas na casa de Douglas Hummer. -Greg conclui olhando para as mulheres paradas em sua frente. DB entra na sala e observa todos os membros reunidos ali. Ele não se espanta com os brinquedos sexuais sobre a mesa, entretanto, como ouvira o final do debate, não pode deixar de comentar.

–Então temos duas suspeitas? -Greg balança a cabeça. -E não possuímos nenhuma evidência delas na casa do filho, mas temos evidência delas no apartamento do pai? -Todos concordam.

–Já fiz o pedido do mandado para o Vartan e não vai demorar para chegar. -Diz Greg.

–Bom, me mantenham informado sobre qualquer novidade. -DB se retira da sala e os CSI's voltam a trabalhar.

...

Na garagem, Nick e Catherine estavam analisando o carro destruído de Veronika.

–O lado do passageiro está intacto! -Catherine observa.

–Já não podemos dizer o mesmo do lado do motorista. -Diz Nick.

–O airbag do passageiro foi ativado... Porque o do motorista não foi? -Catherine entra no carro e com uma chave de fenda, consegue abrir o compartimento do airbag. -Nick... Não tem airbag aqui! -Ela diz.

–Como assim? -Nick desvia sua atenção para onde Catherine estava. -Será que o carro foi sabotado?

–Ela ficou um tempo desaparecida e provavelmente devem ter mexido no carro.

–Isso explica o fato da Sara estar ilesa e da Veronika estar parecendo que brigou com um leão. -Nick caminha para o capô do carro e o abre.

–E ela ainda se preocupou em levar a Sara para o hospital e começou a chorar quando achou que ela tinha se machucado. -Ela recebe uma repreensão de Nick.

–Ela não é a Santa Catarina... Aliás, ela aprontou muito durante esses anos procurando uma vingança que só existe na cabeça dela. -Nick mexe no interior do capô.

–Então você perdoou o homem que assassinou o seu melhor amigo? -Catherine pergunta irônica e observa a reação negativa de Nick. Ele iria começar a falar, mas o celular de Catherine toca.

–Alô... Sim é ela... O QUÊ? COMO ASSIM? -Ela respira fundo. -Ok... Muito obrigado por me informar. -Ela desliga o telefone e se vira para Nick.

–O que aconteceu? -Nick pergunta com um meio sorriso no rosto.

–Veronika fugiu do hospital essa manhã.

...

Grissom e Sara estavam a caminho da casa dela depois de trinta horas no hospital. Ela estava calma, não podendo ver a mesma expressão em Grissom, que tinha uma arma apontada em sua cabeça. No Banco de trás, Veronika, que estava vestida com um uniforme de enfermeira, apontava uma pistola para ele e ao mesmo tempo, via a expressão divertida de Sara.

–Você está se divertindo, não é? -Ele pergunta e Sara gargalha, seguida de Veronika.

–Relaxa... Eu não vou atirar... Só se você tentar ligar para a Catherine novamente. -Veronika retira a arma da cabeça de Grissom e a coloca do seu lado. -Não preciso dela falando coisas no meu ouvido.

–Mas ela provavelmente irá revirar a cidade atrás de você. Não pensou nessa possibilidade? -Grissom pergunta e Veronika apenas balança a cabeça.

–Eu só quero repousar por algumas horas antes de voltar ao trabalho. -Ela responde retirando o jaleco e o jogando ao seu lado.

–Tem certeza que é filha do Warrick? -Sara pergunta. -Porque falando desse jeito, parece parente desse aqui. -Termina apontando para o Grissom.

–Tenho... E se eu fosse filha dele, eu teria um pote de baratas na bolsa ao invés de chocolate e, provavelmente não seria tão atraente. -Veronika responde e da de ombros. Eles chegam na casa de Sara e assim que Grissom estaciona o carro, ele abre a porta para Sara sair e, em seguida, ajuda Veronika, que estava com dificuldade para se locomover. Eles entram na casa e Grissom coloca Veronika sentada no sofá enquanto Sara caminha em direção a cozinha. Volta algund minutos depois com dois sanduíches e dois copos de suco de laranja.

–Comida de verdade... Eu não aguentaria comer mais aquele omelete aguado e aquela gelatina verde e sem gosto. -Ela dá uma grande mordida no sanduíche e toma um gole de seu suco antes de voltar a falar. -Vocês já sabem o sexo do bebê?

–Não. A médica disse que ainda está cedo para ver o sexo. -Sara responde acariciando sua barriga.

–É uma menina! -Veronika afirma. -Pode começar a procurar um nome bem lindo para ela... E nada de nomes como Latrinda ou Sharonda. -Ela morde mais uma vez seu sanduiche observando Grissom e Sara rirem com o comentário. O celular de Grissom toca e ele se afasta para atender, voltando no minuto seguinte.

–DB quer que eu volte para o laboratório. Vocês ficariam bem? -Ambas balançam a cabeça e Grissom se retira, deixando as meninas sozinhas.

–Acha que vai ser uma menina? -Sara pergunta.

–Tenho certeza!

Notas finais
Esse foi curtinho, mas espero que gostem e não esqueçam de comentar!