Credo Do Assassino
6 Capítulo 6
Aliis e Bella dormiram juntos, essa noite. Estavam com saudade um do outro, e das noites que tiveram. Mas na madrugada, ouvia-se
ruídos do lado de fora da casa, oque despertou a curiosidade de Caíque, que levantou de sua cama, e viu um jovem encostado emuma árvore, e quatro homens o cercando. Caíque pegou sua arma, e vestiu uma única jaqueta, com capuz, cobrindo seu rosto.Ele desceu as escadarias ,silencioso e foi até a rua, os rapazes o viram, ficaram confusos, eles estavam espancando o garotoque aparentemente tinha entre dezesseis a dezessete anos. Tinha a pele morena, olhos negros, cabelo curto, formava um topete pequeno na frente.Estava com as roupas rasgadas, e com sangue nas mesmas, Caíque não exitou, sacou sua arma e apontou para os jovens arruaceiros.Eles não se intimidaram, dois deles estavam armados, e atiraram contra Caíque. Ele errou o tiro.Caíque procurou algo para se esconder, havia somente um carro na rua, ele atirou duas vezes, um dos tiros acertou a perna de um dos jovens, que foi levado por outro, saindo do local. Os dois armados mantiveram-se ali, e atiraram contra Caíque, o tiro acertou o braçoque ele segurava a arma, logo a soltou, e gemia de dor. Os dois homens vieram se aproximando, se aproximando, e de frente para Caíque, ensanguentado, os dois apontaram ambas as armaspara a face dele, destravaram, e... " PUSH " Os pés dos dois rapazes se ergueram acima, eles levantaram seu pescoço, e no seu tórax, havia uma lâmina atravessada. Caíque analisou as três pessoas que estavam ali. Não, não era Aliis, nem Braad, nem nenhum dos outros Assassinos. Eram dois rapazes euma garota, aparentavam ter de dezoito a vinte anos. Eram novos. Ajudaram Caíque.- Q-quem são vocês? — Ele falou, trêmulo, pela dor que sentia.- Meu nome é Lola. — Falou a garota, enquanto um dos rapazes iam até o menino que estava sendo espancado.- O meu é Robert, e aquele ali é Guilherme. — Ele apontou com o dedo para o homem vestido de preto, que ajudava o garoto machucado.- Não se preocupe, estamos aqui para ajudar. — Falou Guilherme, trazendo nos braços o garoto espancado. -- Nós fazemos justiça, com pessoas desse tipo. — Lola apontou o dedo para os homens mortos no chão.- Vou me livrar dos corpos. — Robert usava uma luva, ele pegou e os jogou nos ombros, os levando dali.- T-talvez devesse apresentar vocês a Aliis. — Caíque ainda trêmulo, olhava para Lola -- Não precisa, Caíque. Eu mesmo me apresento. — Aliis estava vestido, Bella a seu lado, ele saiu para fora, se aproximando deles.- Eu me chamo Aliis, e pelo que fizeram... — ele olhou para os dois caras mortos no chão -, talvez devessem entrar, e nos conhecermosmelhor. — Ele pegou Caíque nos braços o levando para dentro da mansão, Bella esperava na porta, enquanto Lola e Guilherme adentrava,com o garoto ferido também nos braços, Robert vinha de longe.- Esperem por mim. — Ele falou .Já dentro da mansão, Gustavo e Mike ainda dormia, Braad servia café para os jovens, eles conversavam na sala de estar.- Bom, talvez vocês devessem se juntar a nós. — Aliis falou, olhando atento para Guilherme, que parecia ser o líder da turma.- E oque vocês fazem, exatamente? — Robert perguntou, tomando seu café.- Bom, digamos que, fazemos justiça, com as próprias mãos. Porém, lutamos por uma causa, e contra outra. — Ele respondeu.- Como assim? — Lola disse confusa.- Somo assassinos, e ... — Aliis explicou toda sua causa a eles, para que possam compreender. Algum tempo depois, eles concordaram em se juntar a Ordem, Braad os levou aos aposentos restantes, lhes dando roupas e armas, e o jovem ferido, estavana enfermaria, junto de Caíque, eles conversavam.- Então, qual seu nome? — Caíque falou, com uma faixa no braço em que tomou o tiro.- Me chamo Marcelo. — Falou o garoto, com um pouco de medo, tinha Band-Aids por todo o corpo,e curativos maiores também.- Eu sou Brasileiro, moro aqui a um certo tempo, e esses caras me bateram porque eu estava praticando Parkour na área deles.- Você também faz Parkour? Cara, parece até o destino.- Oque parece até o destino? — Marcelo perguntou confuso.- Espere um momento. ALIIS. — Ele gritou da enfermaria, a espera de Aliis. Ele queria que Aliis deixasse Marcelo entrar para aordem, se ele quisesse, é claro.- Oquê foi Caíque? — Aliis se aproximou da porta, perguntando para Caíque.- Bom, Aliis, é o seguinte. Bem que você poderia deixar o Marcelo se juntar a nós.- Bem, Caíque, seria muito bom, se ele quiser, é claro.- Bom, não tenho muito a perder, e, vocês salvaram minha vida. Mas e minhas roupas, e coisas, que estão na minha casa? — Marcelodisse sorridente, porém confuso.- Mando Mike ir pegar lá depois, fica aqui na cidade mesmo, né? - Sim, fica.- Então tá certo, bom, espero que vocês melhorem, até logo. — Aliis saiu dali, e desceu as escadarias, e falou para os assassinos que estavam ali, de que a ordem receberia mais um membro, e disse que ele ficaria encarregado de treinar o novato.
Após isso subiu para seu quarto, Lola, Guilherme e Robert também subiram, acompanhados de Braad para um quarto, que os dois teriamde dividir, e Bella levou Lola para o seu quarto. Aquela noite foi longa, Marcelo e Caíque dormiram na enfermaria, ela era ajeitada, com cobertores, e um aquecedor.Logo de manhã, Bella foi ao quarto de Aliis e Gustavo, ela abriu a porta, Gustavo roncava em sua cama, e Aliis estava sentado nasua, com a Maçã do Éden nas mãos, aquele objeto brilhava, ele olhava impressionado para tal.Algum tempo depois, eles estavam descansando, Aliis desceu as escadarias que o levava para junto dos outros assassinos, seus leves passos, e sua expressão de preocupação no rosto, alertaram os assassinos. — O que aconteceu Aliis? — Perguntou Gustavo, se levantando. Os outros também se levantaram, Aliis dobrou seu braço esquerdo, o deixando encostado em seu abdomen, com o punho apontado para a direita. Seu cotovelo direito estava apoiado na mão esquerda, enquanto coçava o queixo, com a outra mão. — Nós estamos fracos. — Ele falou, girando sua cabeça, olhando atentamente, para todos no recinto. — Como assim, Aliis? – Braad se demonstrava confuso. — Não podemos acabar com todos os templários, ou, illuminatis. Pelo menos, não só nós. Eu estava conversando com a Bella. E cheguei a uma conclusão. — E qual seria ela? – Mike cruzou os braços, atento. — Vocês demonstraram capacidade suficiente para treinar outras pessoas, inexperientes. Caíque e eu estavamos pesquisando, e entramos em contato com um Hacker. Um hacker assassino, para ser mais exato. Ele disse que não somos os únicos. Há um pequeno grupo de assassinos, em nova york. E, eu não sou o líder. — Perai, explica isso direito. – Comentou Nicholas, intrigado. — Jeff Curtis. Ele é o mentor, um experiente assassino, de cinquenta e dois. Ele lídera todos os assassinos espalhados pelo mundo, ainda que sejam poucos. E eu sou apenas, um assassino como vocês, porém, ele me conhece bastante, e conhece também meu ancestral. Ele me deu a patente de Mestre. Eu vou para nova york hoje a noite. Eles me esperam lá. Eu quero conhecer o Líder, e como eu sou o único assassino que tem lembranças dos assassinos passados, eles acreditam que eu tenha uma espécie de “ sexto sentido “. Chamado de visão aquilina. De certa forma, eu posso pressentir as intenções, e emoções de uma pessoa, quando concentrado. E eles querem me ajudar a desenvolver isso. — Wow, isso parece bem legal, mas, e nós? – Perguntou Gustavo, fascinado. — Calma, vou chegar lá. Então, eu tenho, uma missão para vocês. — Qual a missão? – Braad sorriu, e perguntou curioso. — Braad e Nicholas, voltam ao Brasil. Quero que recrutem pessoas, vocês estão encarregados de treina-los. Gustavo e Bella vão ficar por aqui, e fazer o mesmo. Mike e Júlia vão para Roma, com o mesmo objetivo dos demais. Laura e Caíque, quero que vocês vão para tókio. Vocês interceptarão mensagens dos illuminatis, que serão enviadas online, se estiver em código, decifrem, e arrumem um jeito de me enviar para Nova York. Marcelo e os outros, quero que fiquem aqui em veneza. Ficarão encarregados de proteger esse lugar, recrutem novos assassinos. Em breve precisarei, agora eu vou deixar a maçã com você Caíque, e a pegarei quando puder. Não posso leva-la agora. Eu passarei o endereço da Base dos assassinos. E não se preocupem, vocês terão um bom espaço para treinar os novatos. Certo Braad? — Ah, pra isso você queria a grana. – Ele sorriu. — Sim. O pai de Braad, fez um bom depósito na conta dele. Esse dinheiro será dividido. É o suficiente para montarem uma biblioteca ou coisa do tipo, como disfarçe, e trabalharão aos fundos. A biblioteca será para ganhar uma renda extra de grana, para a compra de roupas, acessórios e armas. Bom, vou arrumar minhas coisas, não tenho muito tempo a perder. Eles foram para seus respectivos quartos, pegaram suas coisas, e se prepararam para a longa viagem. Bella foi ao quarto de Aliis, ela estava triste. — Aliis, quando nos veremos novamente? — Nâo se preocupe, nós nos veremos novamente. Mas não posso afirmar quando. — Está bem. – Ela correu a ele, o abraçou forte, e os dois ficaram alguns segundos se beijando. — Vou sentir sua falta. – Ela disse. — Eu também, eu também… Allis foi para o aeroporto, suas armas seriam enviadas por caíque, em um outro dia. Ele levou apenas as duas lâminas, de dentro do avião, ele observava o cenário que estava deixando. Uma lágrima desceu pelo seu rosto, e um sorriso abriu-se. Sua mãe sempre lhe dizia, que várias pessoas, nascem, com uma missão para cumprir. E ali estava ele, salvando o mundo. Ele acabou dormindo, e algumas horas depois, o avião aterrissou no aeroporto internacional. Havia um homem lhe esperando, com uma placa. Ele foi até o rapaz, que aparentava ser uns dois anos mais velho que ele. — Aliis, eu presumo. – Falou ele, sorridente.- Não sabia que americanos falavam em português. — Sabe como é né, precisamos saber variar as linguas. — Hmpf. E você, é? — Trent Corey. Jeff me mandou vir aqui lhe buscar. — Bom, então vamos. – Aliis pois-se a andar para fora do aeroporto, sendo acompanhado por Trent. — Aliis do quê? — Ahn? Não sei se entendi a pergunta?! — Seu nome, é Aliis do quê? — Ah sim. Aliis Schuertz. — Mr.Schuertz, interessante. — Pois é, Aliud adotou este sobrenome como pseudônimo, mas acabou sendo adotado oficialmente por nossa família. — Ah sim, o grande Aliud. Trent acenou para um táxi, que logo parou. Ambos adentraram ao veículo, rumando a um centro tecnológico. Ou, a base dos assassinos. — Então, Trent. Você é um, novato? — Ah não, sou um mestre. Acredite ou não. — Sabe, eu também já fiz karatê. – O taxista se intrometeu na conversa, insinuando que eles estavam falando de uma arte marcial. — Oh, sim, interessante. – Aliis disse, em seguida mordeu o lábio inferior, abafando a risada. Trent fez o mesmo. Um certo tempo depois, chegaram ao centro, Aliis pagou ao taxista, e se pois a andar ao grande prédio a sua frente. Havia dois homens no portão, e um passou entre eles, ele estava com uma roupa branca, com detalhes em preto, de capuz. Estendeu a mão para Aliis, o comprimentando, Aliis fez o mesmo. Trent parou a frente do homem, elevou seu punho fechado até o tórax esquerdo, inclinando um pouco o busto e a cabeça. — Aliis, este é Jeff Curtis, nosso grande mestre. — É um grande prazer conheçe-lo, Mestre. — Digo o mesmo, Mr. Schuertz. Creio que está ansioso para conhecer seus aposentos. — É, acho que sim. – Os três adentraram ao local, em sua frente, havia várias caixas, como se fosse um depósito, ou algo do tipo. Dentro dele havia algumas pessoas trabalhando, assassinos, em seus computadores, interceptando mensagens, localizando illuminatis, reuniões da ordem, etc. — É, estou impressionado. Ali havia, umas oito pessoas trabalhando, já em um outro local, dentro do prédio, havia mais sete assassinos, em uma área de treinamento, lançando facas, treinando o tiro, e com as lâminas. Por onde Jeff passava, os assassinos fazia o mesmo gesto que Trent fizera. Ele era muito respeitado ali. Trent também era. — Então, Trent, conte-me mais sobre você. – Ele disse, enquanto caminhava.- Bom, eu sou um mestre assassino, mas sou bastante invisível fora daqui. — O que quer dizer com isso? — Bom, Aliis, eu já fiz várias viagens com um mestre templário, um illuminati bastante respeitado aqui em nova york. Ele me considera um amigo, mas eu não faço nada, além de acompanha-lo. Porque sou, de fato, um assassino. — É verdade, ele me traz informações bastante necessárias, e nos momentos certos. É um bom rapaz. Bom, Aliis, chegamos, é aqui que ficará. Era um quarto simples, uma cama, um computador, tevê, guarda roupa, um quarto básico. — Aqui é ótimo. – Aliis sorriu, adentrando ao local, arrumando suas coisas. — Bom Aliis, vamos lhe deixar descansar, e se acostumar com o local, se quiser andar e conhecer as pessoas, pode ir. Mas volte cedo. — Certo. Trent e Jeff sairam dali, seguiram o corredor reto, e adentraram a uma sala grande, aparentemente a sala do líder, a sala de Jeff. Aliis, após arrumar suas coisas, deitou-se na cama, e tirou um breve cochilo. Ele acordou uma hora e meia depois, com Trent gritando na porta de seu quarto. — Aliis, Aliis, se levante, rápido. Jeff quer falar com você. — Ah, já estou indo. – Aliis levantou-se da cama, e pegou suas vestes de assassino, negra, com detalhes em vermelho. Colocou os acessórios, cinco facas, umas 3 granadas, escondidas dentro da veste, colocou o coldre por baixo da roupa, e colocou sua arma. E nos braços, colocou os dois braceletes das lâminas. Em seguida saiu, indo para a sala de Jeff.
— O que aconteceu? – Ele chegou assustado. — Acalme-se Aliis, Trent é exagerado, não precisava ter corrido tanto. Aliis virou os olhos para Trent, com uma face aborrecida. Trent sorriu elevando as mãos, arqueando os ombros. — Bom, acaba de chegar na cidade um governador. Robert Dickson. Ele é irmão do grão mestre dos illuminatis, e é com ele que Trent sempre viaja, disfarçadamente, claro. Porém tivemos a informação de que terá pessoas o vigiando de longe. Um de seus guardas, está desconfiado de Trent, e nesse caso, ele não poderá fazer nada. Quero que você se oculte no local da reunião, é uma mansão próximo daqui. Ela tem estruturas antigas, com pequenas torres e muros altos.Quero que você faça o percurso, acompanhando com os olhos os passos de Trent e Robert. Mate os guardas que estarão nas torres de olho em Trent. E quando chegarem no local da reunião. Mate o guarda que está liderando a proteção de Robert, antes que ele adentre na reunião, e diga a eles o que ele acha sobre Trent. Dessa forma, ninguém suspeitará de Trent, alias, ele esteve todo o tempo ao lado de Robert. Esse guarda, se chama Eric, ele tem uma barba um pouco grande, e sempre chega depois de Robert. Creio que seja tempo suficiente para matar os guardas das torres, e matar Eric. Só um conselho, faça parecer um acidente. — Está certo. — Aliis, pegue minha moto na garagem, me siga de longe, e adentre pelas muralhas antigas que cercam a mansão. A muralha da direita, tem uns 5 metros, e está um pouco acabada. Da para você escalar, agora vamos. Eles sairam as pressas de lá, abriram a garagem e Trent estava com um terno, bem arrumado. Ele adentrou em um carro importado, e saiu a dirigir pela esquerda, rumando ao local da reunião. Aliis sentou-se na Hornet de Trent, colocou o capacete, e o seguiu. A frente da mansão, Trent desceu do carro, e deu uma breve olhada para Aliis, depois para a muralha da direita. Aliis desceu da moto alguns metros do carro de Trent, onde não era enchergado pelos guardas que guardavam o local. Ele puxou o capuz sobre a cabeça, ocultando o rosto, em seguida correu sorrateiramente por trás dos carros até a muralha, um dos guardas percebeu algo, ele se jogou em um monte de capim que estava próximo a muralha. O Guarda foi até lá, ao perceber um vulto, pois nada viu, voltou ao seu posto. Aliis não perdeu tempo, correu do monte de capim até a muralha, e começou a escalar a parede, que tinha estrutura antiga, alguns quebrados nela, facilitavam ele a subir. Ele se segurou no topo de um muro, olhou para baixo, e o monte de capim estava bem abaixo dele. Um guarda viu sua mão, e correu até lá para verificar, Aliis se segurou apenas com a mão direita, e com a esquerda, ativou sua lâmina, a cravou na barriga do guarda, ele pois a mão no ferimento, e deixou cair uma gota de sangue pelo ferimento, Aliis puxou a lâmina, e o corpo do guarda veio junto, ele caiu dentro do monte de capim, invisivel, ele morria. — Descanse em paz. – Falou em um tom baixo, tomou impulso da parede e se jogou para cima da muralha, logo correu para dentro da torre, ficou ao canto, escondido. — Will ? – Um outro guarda chamou, enquanto se aproximava da torre em que Aliis estava. Ele adentrou a torre e Aliis saltou sobre ele, cravando a lâmina em sua garganta, o matou rapidamente. Trent deu uma breve olhada para cima, e viu Aliis, que acenou a ele com a mão, já continuando a frente. Aliis seguia Trent com os olhos, enquanto se escondia, e matava os guardas em silêncio. Após chegar a uma parede fechada, ele olhou para baixo e viu o portão abaixo dele se abrir, Trent adentrava a ele, havia alguns guardas ali em baixo. Ele se lembrou de Eric, e correu de volta. O portão da frente se abriu, e Eric adentrou ao local, em passos lentos foi andando. — Welcome Sr.Robert. – Pronunciou um dos guardas. — Shut Up, and close this gate. – Ele respondeu, nada educado. — Merda, como vou mata-lo agora? Há muitos guardas ali… — Já sei. — Ele elevou a mão até dentro das vestes, e pegou uma granada. Ele ouviu os guardas de baixo, comentando que a muralha estava tão velha que poderia desabar a qualquer momento. Ele entrou em uma torre, e desceu dela até o centro da muralha, onde havia um outro caminho, e vários outros guardas. Teve de matar o guarda que estava abaixo dele, saltou e cravou a lâmina, como geralmente fazia. Ele colocou a granada na parte do meio da muralha, um pouco a frente de Eric, ele puxou o pino da granada, e saltou da janela para fora da muralha. Caindo em meio as gramas, em seguida correu dali, para o outro lado da rua, enquanto se ouvia a muralha desabando. Ele ouviu os gritos, e teve sucesso, pois sabia que ali não emitia eco, e pelo local estar fechado adentro, a explosão só se ouvia do lado de fora, pelo matagal. Ele ficou ao outro lado, olhando os guardas correrem, e após ouvir um grito de agonia, imaginou ele ser Eric. — Descanse em Paz. – Ele falou, fechando os olhos, em seguida ele subiu a moto, e voltou para casa.____ — Jeff, já terminei. — Ótimo, Aliis, agora é só esperar Trent voltar com as notícias, e as informações. Um certo tempo depois, estavam os dois na sala de Jeff, ansiosos. Trent abriu a porta, e adentrou ao recinto com um sorriso na face. — Deu tudo certo, os guardas correram adentro, dizendo que a muralha estava desabando. Só não sei como fez para não ouvirmos a explosão da granada, Aliis. — Inteligência, meu caro, inteligência. – Aliis se gabou, com um sorriso. — Haha, enfim. Trouxe-me as informações, Trent? — Sim senhor. Enquanto corriam apavorados para fora da mansão para ver oque aconteceu, eu arrumei um modo de passar as informações que seriam mostradas para eles, pelo computador, para este pen drive. Ele entregou o objeto para Jeff. — Ótimo, agora quero que vocês descansem. Aliis, você foi muito bem hoje. Eles sairam do local, Trent e Aliis foram conversando, até seus aposentos, que ficavam um de frente ao outro. — Cara, você foi demais Aliis. — Haha, obrigado Trent, você também não foi nada mal. Aliis entrou ao seu quarto, e ligou o computador, ligou a tevê, e estava passando no notíciário, a queda de uma muralha antiga que cercava uma mansão, e da morte de Eric Samers. Ele acessou seu email, e Caíque estava online, sua caixa de entrada estava com vários emails de Caíque. Ele abriu um deles, a qual estava a seguinte mensagem: “ Aliis, me perdoa, templários invadiram minha casa ontem, Laura não estava aqui, havia saido para fazer compras, eles me bateram, e levaram a maçã. ;( “ — Maldição, não acredito que isso aconteceu. Ele escreveu uma mensagem para Caíque; — Você ao menos reconheceu quem eram eles? Caíque; — Sim sim, é Robert Dickson. Aquele filha da mãe estava com três capangas. Ele perguntou onde estava a Maçã. Eu disse que não iria entregar a ele, no momento eu estava desarmado, lutei contra eles mas eram fortes demais. E acabaram levando a Maçã. Aliis; Maldição, está tudo bem Caíque, você fez oque pode. Caíque; Eu interceptei uma mensagem, e ele estava de ir para Nova York. Aliis; Sim sim, eu estive próximo a ele, mas não sabia sobre a maçã. Do mesmo modo, obrigado. Agora tenho que ir. Caíque; Está certo, até. Ele desligou a tevê, e o computador, e deitou-se na cama, estava furioso, acabou caindo no sono. Na manhã seguinte, Aliis acordou com uma música, ele se levantou, curioso, abriu a janela de seu quarto, e olhou, lá de cima, ele se maravilhou com as lindas garotas na rua, era um desfile. Ele saiu de lá, e foi ao banheiro. Logo em seguida, desceu para a sala de treinamento, e começou a conversar com um dos assassinos que treinava. — O que está acontecendo na rua? — Ah, é o desfile senhor. Lindas garotas dançando, aiai… — Pois é, percebi isso também haha. Acho que vou lá, ahn, festejar um pouco. — Certo, mas tome cuidado, Robert Dickson é quem está organizando a festa. Certamente ele deve estar lá. — O quê? Robert Dickson está aqui? — Sim, porquê? — Ahn, por nada. Obrigado. Ele saiu de lá apressado, porém antes de sair pela porta principal, ele foi barrado por Jeff. — Aonde está indo Aliis? — Bom, eu vou, dar uma olhada no desfile, mentor. — Será que vai só pelo desfile mesmo? Ou, pela maçã? Aliis ficou sem resposta, olhando para o mentor. — Olha Aliis, Trent me disse que Robert está com a maçã. Eu sei que ela é muito valiosa, por isso eu permito que você vá, e a pegue. Porém, traga-a para mim. Ele deu um sorriso, pela permissão de Jeff. — Certo. – Ele saiu de lá as pressas, se aproximando do desfile, um dos guardas de Robert estava piscando para uma das garotas, antes de virar a esquina. Aliis se aproximou da garota, e retirou cinquenta dollares do bolso. Cochichou algo no ouvido dela, em seguida se encostou no muro, a garota sorriu para ele, e saiu a andar rumando ao guarda. Aliis correu para dentro do centro, e saiu de lá com um saco nas mãos. Ele estava atento em ambos, quando a garota, abraçado com o guarda, o puxou para um beco, o guarda estava com as mãos em suas pernas, e a beijando. Aliis sorrateiramente foi até eles, por trás do guarda e o imobilizou, o jogou ao chão, tapou sua boca com uma fita, retirou suas roupas, o deixando apenas de cueca, e o amarrou a um poste, nos fundos do beco, colocando três latas de lixo a sua frente, onde não pudessem vê-lo. Em seguida ele colocou as roupas de guarda, e colocou a máscara que ele usava, e correu, ao passar ao lado da garota, deu um tapa de leve em seu bumbum, sorriu a ela, e disse; — Thank you., a garota deu um sorriso de canto de boca, arqueando as sobrancelhas. Foi para junto do desfile, se aproximando da carroceria onde Robert e Trent estavam. — John. – Falou Robert. – JOHN! – Gritou em seguida. — John, estás surdo? Falou Robert, cutucando Aliis. — Oh, perdoe-me senhor. – Falou Aliis. Trent olhou bem para a cara de Aliis, acenando com a cabeça. — Ora, seu português está melhor, e sua voz está diferente, está gripado? — Ah, estou um pouco rouco senhor. Sabe como é… — Oh, sim. Enfim, o desfile já vai acabar, acompanhe-me junto de Trent para a mansão. Depois do desabamento da muralha, quero alguém que morra por mim, se outra cair. — Como quiser. – Ele abaixou a cabeça, e seguiu a carroceria, até o fim do desfile. Alguns minutos depois, estavam todos a frente da mansão, foram entrando aos poucos para dentro dela, um guarda, com as vestes iguais as de Aliis estava ao lado de Robert, e Aliis ao lado de Trent. Adentraram a mansão, os quatro. Aliis ficou ao lado de Robert, a esquerda, e o outro guarda a direita de Robert, de pé, pois Robert se sentava, sempre, ao início da mesa. Na cadeira principal. — Good Morning Sir’s. – Disse Robert. — Good Morning. – Responderam os aliados. Eles começaram a conversar sobre os assuntos diários, porém, Robert tinha uma novidade. A novidade pela qual Aliis estara ali, para recupera-la. — The Apple. – Ele se levantou, e ergueu a mão direita, o guarda ao lado dele, colocou a maçã em sua mão, o artefato que antes estara nas mãos de Aliis. — A maçã… — Ele falou, suspirando. — Disse algo John? – Robert se virou para ele. — Sim, a maçã. Que você roubou de mim. E eu não sou o John. – Aliis retirou a máscara, e a roupa do guarda, pois ele tinha posto-as apenas por cima de suas vestes de assassino. — ASSASSINO. – Gritou Robert. – Meu irmão me falou sobre você, você deu grandes prejuízos para ele. — Que bom, agora os prejuízos serão seus. – Ele chutou robert para cima do guarda que estava atrás dele, a maçã foi ao ar, Aliis ergueu as mãos, a pegando. — Droga, GUARDAS. – Os guardas invadiram a sala, eram três, eles cercaram Aliis. — Infelizmente não deu tempo de pegar minhas armas, mas tenho, isso. – Ele ergueu seu braço a frente, e fechou os olhos, o artefato começou a brilhar tão intensamente, um pequeno ruído se ouvia, e quando Aliis abriu os olhos, os três guardas estavam brigando entre si. — Wow. Isso é poderoso demais. – Os olhos de Aliis começaram a brilhar junto do objeto, ele abriu um sorriso. — ALIIS, ACORDA, NÃO SE DEIXA LEVAR PELO PODER. – Gritou Trent, acabando com todo o desfarçe, para poder “ salvar “ Aliis. — Ahn? – Aliis deu dois passos para trás, como se estivesse atordoado. — Tem razão Trent, vamos. – Ele saiu correndo dali, rumando a saída, puxou seu capuz a cabeça. — Trent, você o conheçe. – Robert demonstrou a fúria que estava. — Sim, seu verme. Eu sou um assassino. – Trent pois se a correr, passando entre os guardas que brigavam entre si, porém foi acertado com o soco, mudando sua direção para a parede. Robert correu até ele, o segurando, seus aliados o ajudaram a prender Trent na sala, enquanto mais guardas chegavam para dete-lo.
— ALIIS. – Gritou ele, mas isso foi pouco, pois Aliis já estava bastante avançado, fazendo os guardas cairem diante a “ Maçã do Éden “. Aliis corria com todas as forças, seus braços balançavam ao lado de seu corpo, como se estivessem puxando o ar para trás, cinco guardas fecharam a saída, ele viu que era velocidade demais para poder parar e usar a Maçã. Mudou sua direção para a parede, ele jogou seus dois pés nela, e empurrou seu corpo para o andaime a frente, começou a escala-lo, e saltou para a mesma grama que havia saido da outra vez, pois a muralha caida estava em re-construção. Os guardas o cercaram pelo lado de fora, ele utilizou os poderes da maçã novamente, os guardas cairam de joelhos, com as mãos na cabeça, agonizando de dor, outros, já de joelhos, curvavam o busto para trás, colocando as mãos a frente do rosto, como se algo estivesse para ataca-los. Era esse o poder da “ maçã “, ela criava ilusões nas pessoas. Você poderia fazer com que essas pessoas vissem, ou sentissem, o que você quisesse. Isso é incrível. — Espera, TRENT. – Aliis se virou para trás, e não viu o amigo, ele parou de correr, estava a frente do portão da mansão, ele olhou bem para os fundos, e viu o amigo apanhando dos guardas. Ele franziu as sobrancelhas, e fechou os olhos, ele os abriu, e de alguma forma sabia que Trent queria ajuda, mas não a dele sozinho. Ele então correu de volta para o centro. Alguns minutos depois, ele chegou em casa, eufórico. — JEFF, JEFF. Ele gritava enquanto corria até a sala dele. — O quê foi Aliis? – Jeff abriu a porta, dando de cara com o assassino. — Eu trouxe a maçã. – Ele ergueu as mãos, lhe entregando a maçã. — Ótimo. – Jeff abriu um sorriso, seus olhos brilharam, ao pegar o objeto, como Aliis tinha ficado ao toca-lo. — Jeff. – Ele ficou sem respostas. — Jeff? — Ah, sim, Aliis. O que foi agora? — É que, capturaram Trent, e eu preciso de mais assassinos. — Isso é loucura Aliis, a essa hora lá deve estar lotado de illuminatis, e eles pegariam vocês, e isso comprometeria a irmandade. — Está dizendo que, vamos deixar Trent para morrer? — Ele deveria ter vindo com você, Aliis. Porque não veio? — Os guardas os pegaram. — Bom, então, eu sinto muito. Você cumpriu sua missão, Trent deveria ter vindo com você. Não vou arriscar perder mais assassinos. Ele não deveria nem ter se revelado. — Ele teve de se revelar para me acordar. Eu estava, não sei, é muito poder tocar nessa maçã, eu estava, saindo da realidade. — Sinto muito Aliis, mas não vou arriscar meus assassinos. — Eu preciso apenas de mais uns quatro assassinos, Jeff. Eu levo a maçã, ela é como um exército inteiro. — Deixar você levar, para eles recuperarem ela? De jeito nenhum. — Droga. – Aliis saiu dali, indo em direção a seu quarto. Ele ligou o computador, e tentou se comunicar com Caíque, que lhe respondeu de imediato. — Caíque, preciso de você. — Opa, pode falar Aliis. E como está indo ai? — Eu recuperei a maçã. ;). Mas um amigo meu foi capturado. Preciso que você invada o computador principal da mansão em que eles estão. — Que ótimo cara. Está certo, vou rastrear o IP dele pelo seu. — Certo. Alguns minutos depois… — Pronto Aliis, já estou no computador, que por sorte, não há ninguém utilizando. — Ótimo, veja as viagens marcadas. — Viagens… Aqui, a mais recente é uma agendada para roma, de ida e volta. — Imaginei que ele fosse pedir ajuda. — Ele quem? — Robert. Agora, para quando é, essa viagem? — Para hoje. Que rápido, foi agendada a menos de uma hora. O vôo dele é as 20 horas. — Sim, ele deve ter comprado as passagens assim que sai de lá. — Ótimo, obrigado Caíque. Tenho que me preparar, vou fazer uma nova visitinha a mansão. — Certo Aliis. E se quiser, eu aviso ao Mike e a Júlia para ficarem de olho nele. — Boa ideia, faça isso por favor, e mande as novidades para todos, agora, tenho que ir. Até. — Até, irmão.
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