Aliis desligou seu computador, e começou a ajeitar suas armas e acessórios.

— Certo, vou ficar de tocaia na mansão, e entrar assim que derem brecha.

E assim foi, uma hora depois, foi até a garagem, e pegou a moto de Trent, saiu de lá apressado, passando os veículos que estavam a frente.

Aliis chegou a mansão, e ficou por trás de uma árvore, havia apenas um guarda pelo lado de fora, o guarda olhou para trás, e acenou. Aliis aproveitou a distração e correu para trás do carro parado a frente dela, em seguida o portão se abriu, e Robert saia furioso, se aproximando de um carro a frente ao que Aliis estava, Aliis olhou para dentro da mansão, e havia um outro guarda próximo a uma fonte, ao outro lado, o guarda que estava no portão se aproximou do carro, o abrindo para Robert entrar, Aliis correu para dentro da mansão, e se escondeu atrás das árvores do canto esquerdo. O guarda voltou ao portão, e o mesmo se fechou.

— Certo, espero que minha mira seja boa. – Aliis desceu a mão até as vestes, e pegou uma faca de arremesso, tinha a extremidade totalmente afiada, e seu cabo era pequeno, e fino.

Ele estava com umas luvas especiais, resistentes, segurou a ponta da faca, de lado, e firme. Correu em direção ao guarda, que lavava seu rosto na fonte, quando ele se virou, só deu tempo de soltar um mízero; “ Ahh “, de agonia. Aliis lançou a faca contra sua garganta, ele caiu de joelhos, e antes que “ beijasse “ o chão, Aliis o segurou, e o jogou dentro da fonte. Continuou o trajeto, se escondia nos locais que davam, e matava os guardas desprevenidos.

Ele pegou um dos guardas, que estava guardando a porta de entrada da mansão, e desceu o punho, sua lâmina veio a frente, e se encostou na garganta do guarda, fazendo um pequeno furinho.

— Aonde Trent está?

— E-eu não sei s-senhor.

— Está certo então, acho que não me serve de nada. – Pressionou a lâmina um pouco mais, fazendo um ferimento super leve.

— Espera, por favor, não me mate. Eu tenho filhos pequenos, por favor.

— Então conte-me onde ele está.

— C-certo, eu conto. Siga reto a escada principal e vire a direita, é na quarta porta, terá um guarda no corredor, e dois guardas dentro do quarto onde ele está. E ao passar por essa porta, também terá dois guardas.

— Eu não vou passar por essa porta, mas obrigado pela dica. Agora, vá embora, e procure trabalho com pessoas honestas. Vamos, suma daqui, antes que eu me arrepende de ter te deixado vivo. – Ele soltou o homem, que saiu de lá disparado.

— Obrigado senhor, e boa sorte. – Falou o homem.

— Aliis saltou sobre a parede a sua frente, e tomou um impulso, sendo jogado para trás, ele lançou os braços para trás, depois os puxou para frente, e agarrou as bordas de uma janela, subiu a ela, com um pouco de dificuldade, ele viu dois guardas conversando, saiu da frente da janela, e continuou a subir, já na janela acima, ele pode ver a escadaria, começou a andar de lado, na parede da mansão, indo para a direita, em uma outra janela, pode ver o corredor, e um guarda sentado ao chão, comendo um hamburguer. Ele desceu da janela pelo lado de dentro, com cuidado nos passos, e foi para frente do homem que olhando para cima tentou alertar os outros, mas Aliis cravou sua lâmina ao pescoço do guarda, que soltou o hamburguer no chão.

— You listen? – Falou um dos guardas de dentro do quarto. Aliis rapidamente pegou o corpo do homem, e caminhou até a janela, o jogou de lá, e saiu dela, indo para o lado esquerdo, na janela do quarto em que estava Trent.

— Listen what? – Respondeu o outro guarda.

Eles sorrateiramente se aproximaram da porta, um de cada lado, se viraram, um deles abriu a porta e o outro sacou a arma, apontando para o nada. Deram gargalhadas, quando se viraram, Aliis os surpreenderam, com um chute nas genitais de um deles, e um soco na cara do outro. Enquanto ambos agonizavam a dor ao chão, Aliis pegou as chaves da algema que prendia Trent em uma barra de ferro, no quarto, e retirou a fita de sua boca.

— Como você passou por todos os guardas, Aliis? – Perguntou Trent, surpreso, e feliz, ao mesmo tempo.

— Fulga primeiro, perguntas depois. – Disse Aliis, enquanto pegava os rapazes, ele colou as fitas na boca dos guardas, e amarrou a algema, no braço direito de um, e do esquerdo do outro, os prendendo na mesma barra em que Trent estava preso.

Em seguida, eles se aproximaram da janela, e a grande piscina da mansão estava abaixo deles.

— Você não vai… — Trent nem terminou de dizer a frase, e Aliis abriu os braços e se jogou abaixo, ele deu um giro ao ar, mergulhando na água.

— Pule logo, aqui é bastante fundo, você não vai bater com a cabeça. Haha – Aliis gritou lá de baixo, enquanto saia da piscina.

— Bom, não sei como vou fazer isso, mas. – Trent saltou, como Aliis, e caiu em segurança na água. – Crianças, não façam isso em casa. – Ele falou em um tom baixo, enquanto saia da piscina, um pouco atordoado.

— Vem cá, Aliis. Como fez isso?

— Sei lá, instinto.

Ambos correram para fora da mansão, pularam sobre o andaime, e sairam da mansão, do lado de fora, foram até ao outro lado, onde foram andando até em casa.

— Sabe, Aliis. Eu ainda vou fazer um livro sobre você.

— Haha, espero que ele não seja muito grande. – Ele deu um sorriso, e continuou a andar.

Algumas horas depois, eles estavam reunidos na mansão, os assassinos de pé, Trent e Aliis sentado, e Jeff a frente dos dois.

— Trent, quebrou uma regra do nosso credo. Sabe qual é? – Jeff olhava a ele, enquanto dava dois passos a esquerda, e dois passos a direita.

— “ Permaneça sempre oculto. “ – Respondeu Trent, com a cabeça baixa.

— E você, Aliis, me desobedeceu, e foi atrás dele.

— Eu não poderia deixa-lo morrer, senhor.

— Você não poderia ter me desobedecido. E se eles te pegassem?

Aliis se levantou, estava com uma expressão séria na face.

— Eles não me pegaram. E eu jamais deixaria um assassino meu para morrer.

— Pois bem, você o trouxe são e salvo, e ainda trouxe a maçã. Você, apesar de fazer tudo, do seu jeito, ainda é um assassino. Um assassino espetacular, certamente, um decendente de Aliud.

— O que quer dizer com isso, mentor?

— Você é um bom rapaz, Aliis. Agora, Trent, venha comigo por favor. – Jeff saiu dali, indo para sua sala, Trent o seguia, de cabeça baixa.

— Sim, Jeff?

— Trent, eu vou fazer uma viagem. Estou indo para a califórnia estudar esse artefato, poderoso. Quero que você fique no comando enquanto eu estiver fora.

— Mas Jeff, Aliis é mais qualificado para tal obrigação do que eu.

— Ele ainda não está preparado, Trent. Você fica na liderança.

— Certo mentor.

Ambos voltaram para a sala em que todos ali estavam, os quinze assassinos, conversando entre si, e Aliis sentado no sofá, pensativo.

— Meus guerreiros, sairei agora para uma viagem. Tenho de estudar essa “ maçã “. Esse incrível artefato, que nos da quase o poder de Deus. Ele não pode em hipótese alguma, cair em mãos erradas. Trent ficará na liderança.

Eles condediram, com um gesto, Aliis ficou em silêncio, e no seu lugar, dois assassinos traziam a maçã e a mala de Jeff. Ele abriu a porta, e os assassinos se despediram, ele estaria de volta em dois dias.

Trent acenou para o carro que estava levando Jeff, ele virou seus olhos por alguns segundos para a esquerda, e um carro preto acelerou ao mesmo instante que Jeff. Ele acompanhava o carro de Jeff, em exatos 10 metros de distância.

— Ai tem coisa. – Falou Trent ajustado a sua luva da mão esquerda.

— O quê está dizendo Trent? – Aliis estava atrás dele.

Um pequeno buraco foi feito na parede, ao lado de Aliis, os assassinos olharam para fora e dois carros pararam bruscamente em frente a casa, e alguns homens começaram a atirar, suas armas não faziam barulho, provavelmente estavam com silenciador, os assassinos revidaram, e começou uma pequena guerra ali.

— Aliis, fique no comando da ofensiva. Eu vou seguir Jeff, podem estar atrás dele.

— Acho que você tem razão Trent, pode ir, eu cuido daqui. – Aliis pegou suas duas armas do coldre, e as destravou, mirou em direção ao carro, e deu um tiro em cada arma, acertou o braço de um dos homens que atirava.

Trent correu dali, se escondendo no muro, e nos carros, até adentrar ao seu. Em seguida saiu disparado da garagem, enquanto ela se fechava, seguiu o caminho feito por Jeff, o seguindo.

— Tá legal pessoal. Quero quatro aqui em baixo, escondidos, e em uma área que de uma visão ampla lá de fora. Não deixem que eles se aproximem do portão.

— Certo senhor. – Disse um dos assassinos, segurando uma metralhadora.

— O resto venham comigo. – Ele correu, subindo as escadarias, os assassinos o seguiam até o terraço.

— Certo, você e você desçam por aqui, e fiquem atrás daqueles caras. Não deixem que eles vejam vocês. Não abram fogo a toda hora, pois eles podem perceber. Agora vão.

— Vocês dois, vão no terraço daquela casa a esquerda, e vocês dois a daquela outra. Utilizem apenas as facas, pois creio que chegarão mais deles.

— Você, tome. – Aliis lhe entregou duas granadas. – Dêem as suas também. – E assim fizeram os outros assassinos, os nove lhe entregaram duas granadas, cada.

— Quero que você acerte os carros que chegarem para ajudar eles. Mas não daqui, dê a volta pelo quarteirão, e os pegue desprevinidamente.

— O resto fica por aqui, e não sejam atingidos. Agora, matem os inimigos.

Aliis saltou de cima do terrasso, caindo dentro da piscina pela parte de trás da mansão, correu até o portão, e levou a van blindada para fora, ficou escondido por trás dela, atirando nos illuminatis.

Alguns minutos, e mais um carro fez a curva na esquina, antes de por se a correr para frente da mansão, se ouviu aquela explosão, e o carro vôou para longe.

— Tudo está dentro do combinado. – Aliis deu um sorriso, a tirou contra um dos caras que estavam tentando ligar o carro, ele foi acertado no braço, todos eles adentraram nos carros e puseram-se a fugir dali.

Aliis saiu para a rua, e os assassinos desceram, eles guardaram as armas, e tiraram os capuzes da cabeça.

— Aliis, se não fosse por você, não saberiamos oque fazer. Você é um ótimo líder. – Disse um dos assassinos.

— Obrigado pelo elogio, mas não fiz mais do que a obrigação. – Ele deu um sorriso.

— VITÓRIA AOS ASSASSINOS. – Gritou Aliis erguendo a mão, e deixando sua lâmina do braço direito visível.

— VITÓRIA AOS ASSASSINOS. – Repetiram os outros assassinos, fazendo o mesmo gesto.

Adentraram para casa em seguida, colocando a van para a garagem, começaram a conversar na sala. Trent entrou desesperado dentro de casa, chamando por Aliis.

— ALIIS, ALIIS.

— O quê foi Trent?

— Ora, você pois aqueles idiotas pra correrem.

— É, eu e os assassinos.

— Certo, agora, Aliis, eles prenderam Jeff em uma casa aqui perto, ela está abandonada, mas tem uns sete guardas ali. Eram os illuminatis mesmo, como suspeitei. Era Robert quem estava liderando eles, ele soube de minha fulga, e um dos homens dele nos rastrearam, e descobriram nosso esconderijo. Capturaram Jeff para lhe tirar informações. Robert o deixou lá, após recuperar a Maçã, ele voltou para a mansão, e, Aliis. Lá tem muitos guardas, quase cem. Nas torres tem uns vinte, e pelo lado de fora, ao redor de toda a mansão, há duplas de guardas. Jamais conseguiriamos entrar lá.

— Acalme-se Trent, prepare o carro, vamos pegar Jeff primeiro. Marcus e os outros, sabem onde é essa casa onde Jeff está?

— Sim, nós passamos por lá algumas vezes já.

— Ótimo, vão para lá, você e mais três, e fiquem de tocaia até eu e Trent chegarmos.

— Certo.

— Eu já volto.

Aliis correu para seu quarto, e não perdeu tempo, ligou seu computador, enquanto esperava, olhou pela janela, vendo os assassinos, dedicados, seguirem seu comando. Em seguida se sentou na cadeira, e entrou em contato com Caíque.

— Ei, líder. Haha, como está indo as coisas ai?

— Espera Caíque, não da tempo pra brincadeiras. Você e Laura conseguiram aliados?

— Sim Aliis, um dos representantes da ONU está lutando pela nossa causa, em segredo. E consegui dois assassinos.

— Ótimo. Tem falado com Braad e os outros?

— Sim, eles conseguiram, e treinaram o equivalente a um pequeno exército, e isso tudo em apenas um mês.

— É, eu acreditava neles. Certo, diga para Braad lhe enviar passagens para cá, e enviar as passagens para os outros também, Bella, Gustavo, Mike, e etc…

— Certo Aliis, mas porque a pressa?

— Capituraram Jeff Curtis. Capturaram a Maçã, e no local onde a Maçã, e Robert está, estão lotados de guardas.

— Seguranças, Aliis.

— Tanto faz. Enfim, faça isso. Quero eles aqui, ainda amanhã, pode ser?

— Bom, está certo. Acho que até amanhã a noite já estamos em nova york.

— Ótimo.

Aliis desligou o computador, e se apressou para fora da mansão, adentrou ao carro onde Trent o esperava.

— O que foi fazer, Aliis? – Disse ele já ligando o carro, e acelerando.

— Fui buscar o nosso exército!

— Como assim? Haha

— Você verá.

— Está certo.

Alguns minutos após eles já estavam em frente ao local, desceram do carro, e se aproximaram da casa, com cautela.

— Não vejo os assassinos. – Disse Trent, procurando ao redor.

— É, devem estar camuflados.

— E como vamos chama-los sem despertar atenção?

— Não se preocupe, vamos.

Eles correram contra a parede, e começaram a escalar a casa velha, ficaram pendurados na janela, olhando para baixo, onde havia três guardas. Trent escorregou-se de lá, e acabou caindo ao chão, acima de um dos guardas. Aliis desceu em seguida, para ajuda-lo.

— E agora, Aliis? – Trent se levantava, sacando sua lâmina oculta.

Aliis deu uma olhada para cima, e deu um breve assovio. Os guardas ameaçaram ir para cima de Trent e Aliis, mas cairam ao chão, mortos com uma flecha no pescoço. Marcus e os outros três assassinos desceram em seguida, cada um com uma Besta em mãos.

— Ainda utilizam Bestas?

— Essas são mais tecnológicas e resistentes. Temos um arsenal delas.

— Ahn, interessante, Marcus. Agora se espalhem e vamos procurar pelo Jeff.

Nâo foi muito difícil, tiveram de matar mais uns quatro guardas, e por fim, acharam uma cela.

Jeff estava preso pelos braços, na parede, como se estivesse crucificado. Sua cabeça estava baixa, e o sangue de sua garganta escorria por suas roupas toda manchada.

Os assassinos ficaram chocados, sem ação, Aliis caiu de joelhos no chão, em frente a cela, segurando sua grade, uma lágrima escorreu. Naquele momento, ele não pensou em mais nada, apenas em vingança. Ele se levantou, e adentrou a cela, e com a ajuda dos outros retirou Jeff. O Colocou em seu colo, e passou sua mão sobre seus olhos.

— Descanse em Paz. Mentor.

Eles o colocaram dentro do carro, e voltaram para casa. Abriram o portão, com cuidado, Aliis o trazia nos braços, os assassinos choravam, fazendo o comprimento dos assassinos, eles o seguiram até a enorme sala principal. Aliis o colocou sobre o sofá, e os assassinos abaixaram a cabeça, sem os capuzes. E assim passaram toda a noite, rezando pela alma de seu mentor.No dia seguinte, eles estavam na sala, tristes, de luto. O corpo de Jeff já teria sido enterrado, a campainha tocou, Marcus foi atender, Aliis estava de pé, próximo a Trent, ele ergueu a cabeça, e seus amigos entraram na mansão, Bella correu para seus braços, o abraçou, e o beijou. Seus amigos os abraçaram, se apresentaram, e logo a sala foi se enchendo, havia gente até nas escadarias. Aquilo era dezenas de assassinos, a cabeça de Aliis foi se levantando, e uma esperança, brotava em seu coração. O exército dos assassinos estava pronto.

— O que aconteceu, Aliis? – Perguntou Bella, percebendo sua tristeza, o abraçando.

Ele se soltou dos braços de Bella, e foi para o centro daquelas pessoas.

— Hoje, perdemos o nosso grande Líder. Jeff Curtis, aquele que soube nos liderar, apesar de pequenos erros, e egoísmo, cometidos por ele, ele ainda sim era leal ao nosso credo.

— “ Nothing is true, everything is permitted “ . “ Nada é verdade, tudo é permitido. “ . Essa, é a frase que passei quase todo tempo tentando entender. E hoje, finalmente consegui isso.

— Nem sempre, aquilo que vemos, é realmente oque estamos vendo. Enchergamos certas coisas com outros olhos, seja por que amamos, odiamos, ou porque, nos iludimos. Tudo aquilo que se faz, tem uma consequência, seja para você, ou para outro.

— ROBERT DICKSON, matou JEFF CURTIS, pela maçã. O objeto mais valioso de todo o mundo, o objeto que dá a pessoa, o poder de Deus. Aquele artefato, a qual nenhum ser existente, exeto Deus, tem o direito de toca-lo, ou usa-lo. Robert fez o que fez. Vamos mostrar para ele, que as consequências virão, e a morte dele, também.

Todos aplaudiram Aliis, Trent segurou o ombro do amigo, e começou a falar.

— “ Agimos na sombra, para servir a luz, nós somos assassinos. “ . Essa é a frase pela qual é passada, geração por geração, a cada pessoa do credo dos assassinos. A frase que mostra, quem são os assassinos, e por qual lado lutam. Pelo lado da luz, pelo lado da paz, da liberdade.

— Um pouco antes de Jeff sair, ele me pediu para liderar vocês. Isso é realmente uma honra, um cargo muito importante, de poderio indispensável.

— Mas… Eu não sou o homem, que nasceu para reerguer a ordem dos assassinos, para lidera-la, e para salvar o mundo. Aliis… Você é meu amigo, você, é o assassino preparado para nos liderar, para vingar a morte de Jeff Curtis, e é o homem que está pronto para ser o Líder dos Assassinos. Você provou ser leal, ser experiente, corajoso, inteligente. Aliis receberá o cargo, a patente, pela qual não é mais que justa ser dele. A partir de hoje, em qualquer lugar que ele vá, ele será conhecido, como, “ O Mentor. “ , Aliis Schuertz de’la Venez. O Guerreiro Assassino. Um viva, para o novo Líder da ordem. Para, “ O Mentor “.

— VIVAAAAAA! – Gritaram todos os assassinos que estavam ali, eram dezenas, uns setenta assassinos mais ou menos.

— Agimos na sombra, para servir a luz… — Aliis pronunciou, colocando sua mão direita no tórax esquerdo.

— … nós somos assassinos! – Continuaram a frase, os outros assassinos, repetindo o gesto de Aliis.

— Certo, Robert está aqui na cidade, na mansão dele.

— Acho que é a mansão onde passamos em frente. Uma que tem um muro em construção? – Perguntou Gustavo.

— Exato. – Respondeu Trent.

— Bom, Assassinos, esses são, Gustavo, Bella, Mike, Nicholas, Braad, Laura, Caíque e Júlia. E esse, é Trent. Meu amigo de aventuras e emboscadas.

— Hahaha, é bem isso mesmo. – Trent coçou a cabeça.

— Muito prazer, “ Bella “. Qual é seu, verdadeiro nome? Minha princesa. – Trent beijou a mão de Bella, encantado.

— Isabella Harrington. Minha namorada. – Aliis cruzou os braços, com um sorriso, e com as sobrancelhas arqueadas.

— Ah, sua namorada. Desculpe Aliis. Hehe

— Haha, bem, ainda não a pedi oficialmente, mas… Enfim, agora não é hora pra isso. Quero todos os assassinos acima das muralhas. Elas tem apenas quatro metros, eu darei um sinal, e um assovio, quando um guarda se aproximar, um de vocês desce, o mata, e segue a pé, junto de mim, Trent, e Gustavo. Quero que vinte de vocês peguem BESTAS no arsenal. Peguem também bastante flechas. Marcus, você também vai com uma besta.

— Isso ai, e utilizem o rolamento quando aterrisarem. Agora vamos.

— Certo, mentor.

Os assassinos pegaram seus carros, e foram para a mansão. Alguns deles foram a pé, correndo, para ser mais exato. Trent, Aliis e Gustavo estavam em frente a mansão.

— ASSASSIN. – Gritou um dos guardas, os outros três que guardavam porta da frente, sacaram suas armas, Aliis ergueu o braço direito, e assoviou, os quatro cairam ao chão, mortos, com flechas na nuca. O portão se abriu, e dois guardas correram contra eles, armados. Aliis apontou com a mão, Gustavo e Trent correram contra eles, e os mataram facilmente, utilizando a lâmina. Aliis andava, guardas iam ataca-lo, assassinos caiam sobre suas costas, os assassinando com as lâminas, ou os fazia cair mortos, com as Bestas. Em alguns minutos, Aliis estava no pátio, a uns quinze metros da mansão, uns vinte guardas sairam dela, antes que atacassem, Robert saiu na varanda de cima, segurando a Maçã.

— Deixe de ser tolo, seu assassino inútil. Você não vê que queremos paz?

— Abusar do poder, e buscando-o de modo inaceitável, não é um bom argumento para se dizer que quer paz.

— Vocês são tolos demais para nos compreender. Um mundo unificado, e governado por uma única família, é o melhor modo para se ter paz, para se ter organização.

— Nada se compara a liberdade. Ainda que as leis não sejam suficientes para que todas as pessoas as cumpram com lealdade, não quer dizer que vocês possam tomar a liberdade de uma pessoa assim.

— Nossos planos são os melhores para o mundo, você querendo ou não, vamos vencer essa guerra. Eu tenho a maçã, e além disso, tenho um exército, ao meu lado.

Mais dez guardas sairam da mansão, ficaram posicionados, segurando suas armas, as apontando para Trent, Marcus, Aliis, Gustavo e Bella.

— Pois, ainda que tenha o artefato mais poderoso de todo o mundo, você não poderá vencer. Ainda que eu não consiga te matar com as minhas lâminas, você se auto destruirá. Aquele que não respeita as leis de Deus, e nem o próximo, é o agente de sua própria destruição.

— Lindas palavras, ó líder assassino. Guardas, matem esses cinco tolos.

— Espera. – Os guardas pararam de andar. – Uma pequena correção. Não são cinco tolos. E sim, um exército de assassinos.

Aliis ergueu os dois braços, com a palma da mão aberta, vários assassinos cairam ao chão ,e outros adentraram pelo portão principal, eram muitos, dezenas, uns setenta assassinos.

— M-mas, o que é isso? – Robert perguntou, dando um passo para trás.

— Isso, é a vingança, meu caro, a vingança. MATEM ELES. – Aliis apontou com o dedo, os assassinos começaram a disparar, outros entraram em combate corpo a corpo com os guardas, os matando com as lâminas, alguns assassinos eram atingidos, por chutes, ou socos. Infelizmente perderam dois assassinos. Aliis correu contra a mansão, e adentrou a ela, começou a subir suas escadarias, enquanto matava os guardas que tentava impedi-lo, até que por fim, estava no cimo da mansão, apenas ele, e Robert.

— Não tem para onde fugir agora, Assassino. – Robert ergueu a maçã.

— Nem para mim, nem para você. – Aliis correu com vontade, quando começou a ouvir aquele rúgido que a maçã fizera, ele cravou sua lâmina no abdomen de Robert, que soltou a maçã ao chão. Aliis segurou suas costas com a mão direita, enquanto permanecia com sua lâmina esquerda, cravada no abdomen do inimigo.

— Existem mais como eu, assassino. Não poderá vencer todos, como me vences agora.

— Também existem mais como eu, seu templário sujo. Antes, eu pensara que estava sozinho, mas não estou, Aliud está comigo sempre, assim como outros assassinos permanecem em segredo em outras partes do mundo.

— Você vai perder essa guerra, assassino. Argh

— Eu nasci para salvar o mundo, para manter a liberdade. E é isso que vou fazer.

Ele retirou sua lâmina, e os olhos de Robert se fecharam.

— Descanse em Paz.

Ele pegou o corpo de Robert nos braços, e o ergueu para cima, se aproximou da beirada do telhado da mansão, e gritou.

— UMA VITÓRIA DE MUITAS.

— UMA VITÓRIA DE MUITAS. – Gritaram os assassinos, lá de baixo.

— VITÓRIA AOS ASSASSINOS. – Ele jogou o corpo de Robert para baixo, o deixando cair na piscina.

Em seguida, pegou a Maçã, segurou-a bem, e a guardou nas vestes, em seguida ele desceu da mansão, pelas escadarias, até em baixo.

— Por favor, peguem o corpo desses dois assassinos, e organizem um funeral para ambos.

— Eles lutaram pelo bem, e que descansem em paz.

— Meu amor, vencemos. – Bella correu a seus braços, ele a abraçou com força, a beijando intensamente.

— Vamos para casa, precisamos descansar, hehe.

Algumas horas depois, estavam todos na mansão, os assassinos que já estavam na casa, mostrando os quartos para os novos, Braad e Júlia conversavam na sala de treino, Caíque e Laura no centro de tecnologia. E Aliis e Bella, tomavam banho juntos.

— Eu senti sua falta, meu amor. – Aliis a puxou para junto de seu corpo.

— Eu também senti a sua. Você fez tudo como deveria ser feito, é o meu herói. Hehe – Ela o beijou.