Crazy Love

15 Capítulo 15


Notas iniciais
1º- VOLTEI E AINDA ESTIVE AQUI ONTEM *-* GRITEM, AMORES...
2º- É com muita pena minha que tenho vindo a observar que certas leitoras minhas, simplesmente foram embora. É pena...
Sabem, eu começo uma fic para me divertir, sem compromisso, então se vocês ñ aparecem, eu fico triste mas passa. Agora, a partir do momento em que vocês aparecem, isto passa a ser uma obrigação minha, é como se "trabalha-se" para vocês. Então, se vocês não aparecem, acham que eu me sinto feliz a escrever? É... Não!
3º- Espero que gostem:

Acordei por volta das 10:00h, Pamela já não estava ao meu lado, levantei-me, fiz as minhas necessidades e desci para o salão.

-Bom dia pai –Cash

-Bom dia pai –London

-Bom dia querido –Pamela

-Bom dia amores. –Respondi; Peguei o meu café e comi, os meninos voltaram para cima e eu fiquei na mesa com a Pamela.

-Então Slash?

-Então o quê?

-Não vais telefonar à polícia? Eles têm de saber.

-Sim, eu vou.

-Achas que eles têm mais noticias?

-Sobre o quê?

-Sobre quem me raptou…

-Não sei, amor. –Peguei o telefone e digitei o numero da policia, atenderam-me de imediato.

-Estou sim, muito bom dia? –Um homem com a voz cansada atendeu.

-Estou sim. Eu telefonei para apresentar uma queixa.

-Como se chama?

-Slash.

-E o que lhe aconteceu?

-A minha casa foi ontem vandalizada.

-A que horas?

-Por volta das 18:00…

-Preciso de mandar agentes a sua casa.

-Posso dar-lhe o número da minha governanta?

-Claro.

-Então é o 913435534.

-Ela está disponível?

-Penso que sim, é uma questão de combinar.

-Irei ligar então…

-Tudo bem. Muito obrigado.

-De nada. –Desliguei o telefone.

-Slash?

-Sim?

-Estive a pensar e agora era uma boa altura para me ensinares a tocar guitarra…

-Foram destruídas…

-Podemos comprar outras.

-Sim…

-Então…

-Depois de almoçarmos temos de procurar uma casa temporária, depois de a arranjar-mos vamos ver das guitarras, ok?

-Ok, meu amor. –Falou e deu-me um beijo calmo. Voltamos a subir para o nosso quarto e em todos os noticiários passava a noticia do funeral de Perla, nem tinha perguntado para os meninos se eles queriam ir, mas como resposta o mais provável era um não, os funerais nem sequer são sítios para crianças…

Eu e Pamela ficámos deitados durante bastante tempo, dava para ouvir os gritos e risos dos rapazes no quarto ao lado. Já passava do meio-dia, quando nos levantámos, fomos ao quarto dos meninos chamá-los para almoçar e descemos, fomos para a nossa mesa e pouco tempo depois assim como os rapazes aparece também a nossa comida.

-A seguir ao almoço, vamos procurar casa.

-E a outra? –Cash

-A outra não está em condições de lá vivermos… -Pamela

-Ela foi destruída. –Falei

-Sério? –London

-Sim, querido. –Pamela; Acabámos de comer e voltámos para cima, mudámos de roupa e saímos.

-Cash e London, mantenham-se juntos, sempre…

-Mas… -London

-Mas nada, aconteça o que acontecer, sempre juntos.

-E não se afastem. –Pamela

-Qualquer passo, avisam-nos. –Continuei

-TÁ! –Responderam em coro. Entramos numa agencia imobiliária e rapidamente o senhor do balcão nos atendeu.

-Muito boa tarde. –Falou

-Boa tarde. –Respondemos em coro

-Vêm procurar casa?

-Não, viemos procurar carros… -Cash

-Sim! –Quase gritei

-Sentem-se, por favor… -Obedece-mos e ele continuou- Querem uma casa com quantos quartos?

-Dois. –Respondi

-Mas… -London

-É temporário. –Pamela respondeu

-Tudo bem…

-Não nos importamos se tem ou não jardim, nem quantas casas de banho, nem se a sala é grande… -Falei

-Nós só queremos agora uma casa… -Pamela

-Sim, é temporário. –Continuei

-Acho que tenho a casa ideal… — Mostrou-nos uma casa com um estilo antigo, muito cinza, com dois quartos, duas casas de banho, 1 cozinha enorme e uma sala igualmente bem estruturada.

-Têm aqui a morada e as chaves, podem mudar-se já hoje…

-Obrigado.

-Este é o montante por mensalidade e têm já de pagar o primeiro mês.

-Sim… -Tirei o meu cartão de crédito e efetuei o pagamento, saímos de lá e fomos imediatamente buscar as nossas poucas coisas ao hotel para nos mudarmos para a nossa nova casa temporária.

Depois de nos mudarmos, mandei uma mensagem a Camila com a morada e a dizer onde estava a chave escondida para ela poder entrar, seguimos para as lojas de instrumentos, Pamela apaixonou-se por uma guitarra cor-de-rosa, uma Les Paul e eu comprei igual, mas em castanho e preto. Olhei para o relógio e eram 18:00h, horas de voltar para casa, Pamela foi quem pegou no carro, enquanto isso eu mandava uma outra mensagem para Camila, “Amanhã, a Pamela faz anos, podes comprar alguma coisa com o cartão de crédito para imprevistos? Não sei o que hei-de dar… Peço desculpa, obrigado. Slash.”, eu tinha-me esquecido que ela fazia anos e nem sequer sabia o que oferecer como prenda. Chegámos rapidamente a casa, os meninos fizeram o lanche enquanto eu tentava ensinar a Pamela a tocar guitarra, ela não era uma aluna fácil…

-Não Pam…

-Então?

-Os dedos não se metem assim…

-Então metem-se como?

-Assim… -Peguei na minha guitarra e exemplifiquei.

-Ok. Já entendi… -Ela tentou mais uma vez pôr os dedos de forma a que fizesse bem o acorde.

-Não…

-Eu não tenho a culpa se a minha mão é pequena, ok?

-Ela não é pequena, ela é ideal, amor…

-É, agora chama de amor…

-Tu só tens de aprender como por os dedos.

-E tu só gritas… -Ela estava a fazer beicinho- Nem no sexo és assim… -Eu ri-me

-Desculpa, vamos recomeçar…

-Tá.

-Fazes o que eu fizer… -Peguei a minha guitarra e fiz outra vez o acorde e dessa vez, Pamela acompanhou-me.

-Consegui…

-Muito bem… -Festejámos; Continuei a ensinar Pamela e agora ela já se estava a sair bastante bem, entretanto Camila tinha chegado para nos fazer o jantar…

-VENHAM PARA A MESA! –Camila gritou; Seguimos para a mesa e o jantar foi magnifico, ela comeu connosco, depois de arrumar a cozinha foi embora e os meninos foram dormir, eu e Pamela ficámos a arrumar as guitarras e pouco tempo depois, decidimos ir também dormir, porém acabámos por ficar na sala.

Estava a passar um filme e eu não estava interessado, comecei a beijar o pescoço de Pamela, passando as minhas mãos pelo seu peito, ela virou-se e sentou em mim.

-Não podemos, está aí os miúdos…

-O que tem?

-E se eles vêm?

-Achas?

-Não sei…

-Já estão a dormir… -Voltei a beijá-la numa enorme sucessão de beijos, começando nos lábios e acabando na barriga, tirei-lhe os calções do pijama e ela fez o mesmo com os meus, passando a mão pelas minhas partes intimas, tirou a sua roupa interior e eu fiz o mesmo com a minha, sentou no meu colo e é aí, nesse exato momento que London aparece na sala.

-Pai? Pamela? –Pam saiu imediatamente do meu colo, vestindo-se enquanto eu a tapava e me tentava vestir também… -O que vocês estavam a fazer?

-Nós? Nada… -Falei

-É, absolutamente nada… -Pamela continuou, já vestida…

-Como assim nada? Eu vi…

-Não querido, não viste nada… -Pam.

-Vi sim…

-Não. Isto foi tudo um sonho. -Pamela repetia essa frase varias vezes, enquanto encaminhava London para a cama, voltou pouco tempo depois…

-Pamela…

-Fomos apanhados.

-Pois foi…

-Eu avisei! –E saiu para o quarto, fui atrás dela, deitámo-nos, fizemos concha como todas as outras noites…

-Boa noite Slash!

-Boa noite amor! –E adormecemos.

Notas finais
A Guitarra da Pam:
http://www.tuguitarra.com.ar/epiphone/epiphone/LePaulStandardTwistedSister.jpg
A Guitarra do Slash:
http://www.numclique.net/wp-content/uploads/2009/08/les_paul_slash-540x218.jpg
E é isso aí, até amanhã (eu espero)...
Kiss, amores ♥