Crazy Love
16 Capítulo 16
Notas iniciais
Desculpem a demora amores; Nada para falar só quero que leiam:
Acordei cedo, tomei banho, bebi o café da manhã e fui aos quartos dos rapazes chamá-los, precisávamos de fazer alguma coisa para a Pamela, enquanto tomavam banho e se vestiam, mandei uma mensagem a Camila: “Bom dia, comprou alguma coisa para a Pamela?” . Pouco tempo mais tarde recebi a resposta “Comprei, para os 2, um cruzeiro durante 5 dias. Passo aí daqui a meia hora. Até já.”Sorri e agradeci mentalmente, esperei Camila à porta de casa e depois de uma espera curta, ela aparece:
-Bom dia Slash… -Bom dia Camila… -Eu preciso de preparar uma pequena festa… -Eu já fiz isso… Você só precisa de mostrar pra Pamela que não se lembra deste dia… -Como assim? –Perguntei confuso -A festa será durante o jantar e à noite, então a única coisa que tem de fazer, é não se lembrar que ela faz anos durante o dia… -Estou a ver… -A festa é num salão muito conhecido, não fica longe… -Dê-me a morada, Camila… -Já mandei pro seu telemóvel. -Sério? Obrigada. -De nada. -Não sei o que seria de mim hoje sem você. -Bem, vou fazer um pequeno-almoço com muitas coisas para vocês, está bem? -Sim. –Dirigi-me ao quarto e fiquei a observar Pamela dormir, tinha um rosto de mulher, mas no fundo ainda era demasiado nova para ter esse “apelido”, fazia hoje 19 anos e estava comigo, eu tinha a mulher mais bonita do mundo e deveria dar graças por isso, continuei sentado na cama a observá-la, senti-a mexer, estava a acordar, olhou para mim, com a típica cara de sono e sussurrou: -Já acordado, amor? -Parece que sim… -Está tudo bem? -Claro… -Ela levantou, deu-me um beijo ternurento e foi para a casa de banho, fiquei a pensar mais uma vez nela e em tudo o que nos aconteceu desde que a conheci, recordei-me das primeiras palavras trocadas, confesso que fui rude, ela apenas tinha esbarrado em mim. Já nas nossas primeiras palavras trocadas eu gostava dela, não da forma como gosto hoje, mas de uma outra forma. Será que o meu nome ficaria bem no nome dela? Pamela Muller Hudson… Perdi-me no meio dos pensamentos até que ela sai do banheiro enrolada com uma toalha, ela era realmente perfeita. Puxei-a para mim e comecei a beijá-la, foi assim, num céu de beijos que os nossos corpos se uniram mais uma vez, de forma especial. O dia passou-se rapidamente, num minuto eu e Pamela estávamos no provador de uma loja a fazer sexo e no outro estávamos a percorrer as ruas de Los Angeles, como dois eternos apaixonados, eu só pensava em como seria aquela noite e as próximas, só pensava em como a pedir em casamento e como os pais dela iriam reagir, eu só pensava em ficar com ela, esta noite e a próxima, esta semana, este mês, este ano, o resto da vida. Ela era tudo o que eu mais queria e eu não pensava perdê-la para nada, nem ninguém. As nossas almas estavam interligadas desde o primeiro minuto, as nossas bocas e o nosso corpo chamava o outro a cada instante. Já se tinha tornado impossível viver sem ela, nós eramos iguais, mas completamente diferentes, os defeitos de um banalizavam os defeitos do outro, as qualidades de um preenchiam as qualidades do outro. Eramos assim, um só e quando nos juntámos à noite era realmente a junção perfeita. Eramos só os dois. Estávamos agora a andar de carro, mais precisamente às voltas, quando Pamela me perguntou: -Porque não vamos para casa? -Não me apetece. -Mas eu tenho frio. -Então nós vamos, trocas de roupa e saímos outra vez. -O que se passa, Slash? -Nada. –Gaguejei -Tem a certeza? –Porra, ela estava desconfiada e agora? -Tenho. Só não quero estar lá em casa. -Porquê? -Porque não é a minha casa, a nossa casa. Entendes? -Claro, amor. –Chegámos rapidamente a casa e ela trocou-se, enquanto isso recebi uma mensagem de Camila, “Podem vir, está tudo pronto. Só há um pequeno problema. O meu filho trouxe drogas, peço desculpa Slash…”, Agradeci, mentalmente. Pouco tempo depois Pamela aparece com um curto vestido vermelho e o cabelo apanhado ao alto e ao lado com cachos. Saímos e até chegar à morada indicada pela Camila, foram uns segundos. Chegámos e logo ela percebeu que mais alguma coisa se passava. -Slash? Que porra é esta? –Ela falou quando entrámos no salão. Antes que eu pudesse responder, saiu de todos os cantos gente a falar “SURPRESA”. A noite ia bastante bem, quando vem ter comigo o filho de Camila. -Ei, Slash… -Sim? -Não quer? –E esticou-me um saquinho de droga para as mãos. -Não, não quero. –E devolvi-lhe, ele saiu chateado e eu continuei a divertir-me com os meus filhos, visto que a Pamela está à horas na casa de banho. Passou mais algum tempo e eu já estava a estranhar a ausência demorada dela, saí de perto do palco e fui procura-la. Foram largos minutos de uma procura sem rumo, até que a vi com o filho de Camila, num canto do salão, chateado fui até lá. -O que se passa aqui? -Que é isso, Slash? –O rapaz perguntou -Estás com a minha mulher…
-Estou só a mostrar-lhe um pouco da boa vida. –Ele virou-a e ela estava a cheirar, o estado dela já era lastimável. -O que ela está a cheirar? -Cocaina, Slash… Não julguei que você fosse assim tão ingénuo. – Nesse momento o telemóvel dela começa a tocar, eu peguei e era uma mensagem “Tem cuidado, nem todos os novos amigos, são realmente amigos.”, a mensagem era de um anonimo. Peguei imediatamente Pamela dali e sem dizermos mais nada, fomos para casa. A noite já tinha sido bastante má o suficiente para acontecer mais alguma coisa. A meio do caminho ela adormeceu, carreguei-a no colo para o nosso quarto e tirei-lhe a roupa com cuidado, vesti-lhe uma t-shirt minha e deitei-a, assim que o fiz, mandei uma mensagem a Camila a dizer que tinha-me vindo embora e que depois lhe explicaria tudo. Recebi uma resposta dela a dizer que não fazia mal e fui-me deitar, mais uma vez, ficámos em concha, mas desta só eu lhe desejei a boa noite… -Boa noite, Pamela…
Notas finais
E aí?? Peço desculpa pela demora...
Estamos quase na recta final *-*
E vai haver casório num sitio completamente inesperado, é...
KISSUS ♥
Estamos quase na recta final *-*
E vai haver casório num sitio completamente inesperado, é...
KISSUS ♥
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